sexta-feira, 27 de março de 2009

Será que ele dá conta?

Metas do Kassab até 2012:

Acesso à saúde e qualidade no atendimento

- Construir 3 novos hospitais;

- Ampliar em 10 unidades a rede AMA-Especialidades;

- Implantar 50 unidades de atendimento odontológico na rede AMA-Sorriso;

- Garantir 4 ou mais consultas de pré-natal para 95% de crianças nascidas vivas, de mães cadastradas no Mãe Paulistana;

- Atingir 75% de crianças nascidas vivas, de mães cadastradas no Mãe Paulistana, com 7 ou mais consultas de pré-natal;

- Ampliar o Programa Saúde da Família em 160 novas equipes de PSF e 39 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF);

- Ampliar o Remédio em Casa para entregar medicamentos orais contra colesterol e triglicérides elevados (atingir 30% dos portadores de dislipidemia controlada, cadastrados no programa, recebendo o medicamento por via postal);

- Ampliar em 20 unidades a rede de serviços especializados em saúde mental (CAPS).

Acesso à educação e qualidade no ensino

- Atender 100% das crianças cadastradas em creches (0 a 3 anos);

- Atender 100% das crianças cadastradas em pré-escola (3 a 5 anos);

- Jornada de seis horas nas EMEIs;

- Jornada de sete horas nas EMEFs;

- Implantar os 9 anos no Ensino Fundamental nas EMEFs.

Acesso à moradia

- Atender 120 mil novas famílias no Programa de Urbanização de Favelas;

- Atender 234 mil novas famílias no Programa de Regularização Fundiária;

- Atender 12 mil novas famílias no Programa de Recuperação de Cortiços;

- Atender 244 mil novas famílias com garantia do título de posse;

- Atender 4.300 novas famílias em prédios recuperados na área central e programas de aluguel subsidiado.

Fortalecimento da rede de proteção social

- Implantar 20 novos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) e modernizar os já existentes;

- Implantar 20 novos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas);

- Ampliar em 15% as vagas da rede socioassistencial da Proteção Básica para crianças e adolescentes;

- Implantar 15 Centros de Atenção Social à População Idosa;

- Implantar 14 Centros de Serviço voltados à higiene pessoal da população em situação de rua.

Ampliação das políticas inclusivas

- Adaptar 4 mil novos ônibus para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;

- Colocar 170 novos veículos adaptados para o Transporte Escolar Gratuito;

- Reformar 600 quilômetros de calçadas para permitir a mobilidade acessível e segura;

- Criar a Central de Libras com 300 postos de atendimento a surdos e surdos-cegos, por videoconferência, integrados ao serviço 156;

- Dotar de condições de acessibilidade 100% das escolas em construção

- Ampliar em 20% a frota do serviço ATENDE.

Defesa dos direitos humanos

- Incentivar a captação de recursos no valor de R$ 300 milhões para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescentes (Fumcad);

- Ampliar a atuação do Fumcad com a celebração de 400 novos convênios;

- Implantar 31 Conselhos de Direitos Humanos;

- Realizar 4 Campanhas Educativas sobre direitos do cidadão e programas sociais municipais.

Ampliação da proteção ao cidadão

- Implantar central de vídeo-monitoramento integrada a 8.400 novas câmeras;

- Incorporar 2.000 guardas ao efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM)

- Adquirir 35 bases comunitárias móveis;

- Instalar GPS em 100% das viaturas da GCM;

- Implantar o Observatório de Violência e Criminalidade


Via Estado de SP

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Idéias simples para qualquer organização não governamental (UPDATE)

Falando de ONG's, imagino algumas ferramentas simples, colaborativas, que podem ajudar na divulgação de projetos, notícias e de propostas.

1. Blog

Ferramenta interessante, permite a postagem de campanhas e notícias, de updates sem necessariamente passar pela grande mídia (impressa ou virtual) ou esperar por prazos e edições.

A ferramenta permite comentário dos leitores, discussões abertas e informes, uma maneira de se aproximar dos doadores, potenciais alvos de campanha e etc.

Com a divulgação também através de outros blogs é possível tornar esta ferramente extremamente relevante, um meio de aproximação com a comunidade e de intercâmbio.

2. twitter

Ferramenta relativamente nova mas que cresce de forma assustadora. Muito útil, permite mensagens curtas (140 caracteres) e pode ser uma ferramenta para mensagens rápidas, rápidos informes sobre campanhas, o andamento destas, convocatórias e etc.

Funciona, de certa forma, como um blog, mas de forma mais dinâmica e rápida.

3. Orkut, Facebook, etc

Comunidades de amplo alcance (especiamente o orkut, dificil que não tenha hoje um perfil) que tme por base a criação de comunidades de interesse. Interessante para uma organização possuir um perfil oficial (ou também seus membros possuírem perfis específicos para o trabalho) e uma comunidade oficial.

Pelo alcance do orkut, por exemplo, serve como meio de divulgação de propostas e campanhas, esclarecimento de dúvidas e também como forma de debates, contatos e acompanhamento de campanhas.

3.1. Aplicativos

Dentro das Comunidades Sociais, existem ainda os aplicativos criados pela própria empresa mantenedora do serviço ou ainda por usuários e estas ferramentas podem ser muito úteis para a divulgação da ONG, da campanha, dos sucessos e etc. Ferramentas específicas para doadores, para colaboradores, ferramentas que mantenham contato próximo entre interessados em receber notícias, em participar como voluntários, doadores e etc são uma maneira simples e eficaz de serem produzidas.

4. Wikipedia

A wikipedia é uma das ferramntas mais usadas no mundo e, porque não um verbete sobre uma ONG, feita pela própria, com todas as informações relevantes, camapnhas e etc?

A wikipedia funcionaria como um veículo de propaganda excelente, podendo ser sempre editado pela ONG e, mantido atualizado, é um importante instrumento de divulgação de campanhas por ser largamente acessado.

5. Youtube e etc

Ter um canal próprio no Youtube, GoogleVideos e afins é uma maneira simples e eficiente de se divulgar - de graça e com alcance mundial - campanhas e projetos, até mesmo depoimentos de beneficiados e afins. Uma maneira de alcancar milhões através de vídeos, animações e etccvom baixíssimo custo e retorno garantido.

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Essas 5 (ou 6) ferramentas, em conjunto são, ao meu ver, uma poderosa ferrramenta para a divulgação de propostas, campanhas e afins além de uma maneira fácil de se receber feedbacks do público, de divulgar a ong e etc.
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E foi solta...

E a criminosa rica, lógico, foi solta nem bem passou um dia na cadeia.

Fosse pobre ou preta, estaria mofando no Carandiru.
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Teto para salários de jogadores [Update]

Há aproximadamente uma semana, foi divulgado em diversos sites e portais noticiosos, a informação de que diversos clubes brasileiros e o Clube dos 13 iniciaram discussões e consultas sobre a possibilidade da implantação de um teto para o salário de jogadores no Brasil.

Eis a notícia:

Os clubes brasileiros iniciaram nos últimos dias discussões para o estabelecimento de um teto salarial nacional para jogadores profissionais de futebol. Seria a primeira medida efetiva contra a crise mundial.

A Folha apurou que a ideia surgiu de discussões entre os presidentes do Clube dos 13, Fábio Koff, e do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo.

Os dois já tiveram várias conversas sobre o tema e pretendem colocá-lo em pauta nas próximas reuniões do C13, associação que reúne os principais clubes brasileiros.

Belluzzo e Koff chegaram à conclusão de que, com a crise, é preciso adotar medidas para assegurar que os clubes tenham saúde financeira suficiente para garantir os acordos com os jogadores -algumas agremiações até teriam receitas suficientes para cobrir a folha de pagamento, mas naufragam nas dívidas acumuladas e adiantamentos de dinheiro.

Pela proposta, o teto seria proporcional à receita anual arrecadada por cada equipe.

Os cartolas também asseguram que os acordos em vigência serão respeitados e somente contratos firmados após a instituição do limite seriam submetidos à nova regra.

Procurado pela reportagem, o C13, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que só poderia comentar o assunto após realização da reunião dos clubes, ainda sem data marcada. Belluzzo não foi localizado.

Hoje, alguns clubes, como o São Paulo, seguem política de teto. O problema é que frequentemente se evolvem em atritos por um acusar o outro de "inflacionar o mercado".

"É preciso saber que tipo de acordo será feito. Mas, se alguém tirar o jogador do outro, por exemplo, ele pode prever multas ou outras punições", afirma o advogado Eduardo Carlezzo, diretor do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo, que não vê empecilhos legais para a implantação.

"O teto é uma questão interessante, que vem num momento bastante adequado."

Entretanto, Corinthians e São Paulo, por exemplo, veem com ressalvas a medida.

"Cada um tem sua realidade. Penso que é muito difícil no sistema capitalista definir tetos. A remuneração está ligada a benefícios", afirma o diretor de futebol são-paulino, João Paulo de Jesus Lopes.

"Os clubes devem conversar, mas, sob o olhar do economista, tabelamento de preço significa o mesmo que rasgar o Alcorão para o muçulmano", afirma o vice de marketing corintiano, Luis Paulo Rosenberg.

O Flamengo apoia a medida. E ainda sugere que o teto seja igual para todos. "Pode garantir maior competitividade às equipes", destacou Pedro Trengrouse, assessor da presidência. O dirigente rubro-negro, porém, ressalta que a atitude não deve servir só para driblar a crise mundial. "Isso não pode ser visto como uma coisa conjuntural. A situação financeira muda constantemente."

O Botafogo também é favorável, mas sugere que se leve em conta a idade e a qualidade do atleta. "A tendência é que isso [teto salarial] aconteça naturalmente", declarou o vice-presidente Antonio Mantuano.

Segundo ele, o clube já tenta adotar medida parecida ao cortar metade da folha salarial em relação a 2008 -caiu de R$ 2,3 milhões para R$ 1,15 milhão.

Fonte: Netvasco

Interessante.... Ousado, para dizer o mínimo!

Mas é inegável que os presidentes de São Paulo e Corinthians, tem argumentos fortes e é fácil concordar com eles - deixando antes claro que estes são, talvez, os clubes com melhor estrutura e saúde financeira ou, ao menos, melhores perspectivas futuras.

Pontos que vejo como problemáticos:

1. O teto seria baseado na realidade de qual ou quais clubes?

Sim, porque o São Paulo tem uma realidade, o Vasco tem outra, o Santa Cruz outra e imaginem o ASA de Arapiraca ou o América do Rio.

Se for imposto um teto ao nível do São Paulo, por exemplo, a realidade para a quase totalidade dos demais clubes não mudaria em nada. Evitaria, talvez, uma escalada futura mas, no curto prazo, não faria qualquer diferença para os demais clubes em termos de gastos e dívidas.

Se, por outro lado, o teto for menor, poderíamos enfrentar um êxodo de jogadores e talvez até clubes com dinheiro sobrando - o que não é necessariamente ruim, mas pode se tornar.

Com nosso histórico de cartolagem, dinheiro sobrando não é necessariamente coisa boa. E seria igualmente injusto, é possível afirmar, forçar um clube a economizar dinheiro que pode dispor em contratações mais audaciosas.

2. Com um teto, como evitar um êxodo ainda maior de jogadores?

Aí está o maior problema, se um jogador pode receber 500 mil por mês na europa, porque ficaria no Brasil em um clube que talvez pudesse pagar o mesmo mas é impedido, por lei, de lhe pagar mais que, digamos, 300 mil?

Amor à camisa não existe mais no futebol. Salvo raríssimos, quase extintos casos, impera o amor ao dinheiro.

Uma iniciativa isolada do Brasil não traria qualquer benefício ao futebol, a iniciativa deveria ser, pois, mundial.

3. O teto vale só para salários ou transferências?

Sim, porque o valor pago ao clube de origem de um jogador também faz enorme diferença e tem um grande peso. Não é só o salário o grande problema dos clubes mas também as multas rescisórias e os valores de transferência.

4. Desrespeitar o teto leva a que tipo de punições?

No país em que a maior parte dos clubes está na mais completa ilegalidade, não se tornaram empresas ou tem dívidas absurdas, criar mais e mais leis, por melhor intenção que tenham, não é garantia de cumprimento ou melhora.

Quem vai fiscalizar? Como vai se fiscalizar? E quem pune e como?

Na salada - ou lamaçal - atual de justiças se sobrepondo (comum e desportiva), de instâncias desautorizando outras, de cartolas fora-da-lei, acusados de lavagem de dinheiro e crimes financeiros e a mais completa e total impunidade, difícil acreditar em punições ou justiça no caso de desrespeito ao teto imposto.

5. Falamos em salários apenas ou o total, com direito de imagem?

Muitos jogadores recebem mais de direito de imagem que de salários reais.... É uma questão relevante, e muito.

6. Competitividade ou nivelamento por baixo?

Finalmente, será que o projeto realmente tornará nossos campeonatos mais competitivos, diminuindo a diferença gritante de investimentos entre os grandes clubes e, vá lá, os médios? Ou, na verdade, só teremos um nivelamento por baixo, sem qualquer competitividade externa?

Se bem que já estamos, no geral, nivelados por baixo....

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Por outro lado, é inegável que a proposta, levada à sério, apesar de todos os prognósticos, tem seus méritos.

Claro, apesar do medo de nivelamento por baixo, de êxodo e etc, é fato que os clubes do Brasil não tem qualquer condição de competir com os de for,a da Europa.

Dito isto, não importa o quão milionário é o patrocínio de Corinthians, São Paulo e cia, não se compete com um Liverpool, um Chelsea, um Real Madrid e até mesmo um Dinamo de Kiev.

É curioso, faço um adendo, notar que um novo mercado, forte, foi aberto no Leste Europeu. Países como a Ucrânia e Rússia são agora um mercado em potencial para jogadores brasileiros, coisa jamais imaginada antes para países pós-soviéticos e comumente afundados em intermináveis crises.

Pensando desta maneira, a de que não temos mesmo como competir com os valores pagos lá fora, seria excelente a criação de um teto, desde que este pudesse ser mexido de comum acordo entre entidades (Governo, Clubes, Clube dos 13 e CBF), evitando uma quebradeira geral de clubes e talvez até a diminuição de dívidas e projetos mais conectados com a realidade do país e com a frágil realidade financeira dos clubes.

Mas, estamos no Brasil. Só isso já demonstra a dificuldade de implantar e, mais ainda, fiscalizar uma empreitada dessa monta.

Até hoje os clubes falham em se tornarem empresas, em gerir corretamente sua folha de pagamento e suas dívidas e estas se acumulam. raros são os clubes "limpos", não-endividados e com boas perspectivas de crescimento. O amadorismo ainda impera mas, pensando desse modo, um teto seria uma excelente ferramenta para coibir rompantes de grandeza e gastos descontrolados como é tão comum ver por aqui, basta nos lembrarmos do Vaso de Eurico no fim dos anos 90 e a consequente crise do começo do século e o atual Flamengo.
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Cartoon da discórdia



O Cartoon acima, de autoria de Pat Oliphant, e publicado em vários jornais dos EUA na última terça, foi motivo de protesto por parte do gurpo sionista Simon Wiesenthal Center, que acusa o cartoon de denegrir e demonizar a imagem de Israel e ser anti-semita.

Primeiro lugar, o cartoon, ao que se vê, mostra uma situação comum, o massacre dos Palestinos por Israel e, levando em conta que tanto Judeus quanto Árabes são semitas, a acusação de anti-semitismo é má fé.

Quanto à demonizar e denegrir a imagem de Israel, só posso afirmar que não é preciso um cartoon para tanto, ISrael, e o genocídio que comete na Palestina já o fazem sozinhos.
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Sionismo Sexista...

"About 100 religious soldiers left a Paratroop Brigade assembly earlier this month to avoid being present at the performance of a female singer, the army weekly Bamahane reported last week. Their departure stemmed from their belief that halakha, or Jewish religious law, prohibits them from hearing a woman sing. Their position has the support of the army rabbinate."

Via the Angry Arab
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Que mofe!

Até que Gilmar Mendes intervenha, salvando sua classe, aproveitemos e comemoremos!
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Autodeterminação de Papua Ocidental


A Indonésia de novo sofre com movimentos de autodeterminação em territórios ocupados por lea, antes era o Timor, agora é Papua Ocidental (ou Nova Guiné Ocidental), região ocupada pela Indonésia desde 1963.

Milhares de Papuas foram às ruas protestar e exigir um referendo pela independência da região, em uma demonstração que coincidiu com o retorno, depois de 40 anos, do líder independentista e fundador do Movimento Papua Livre (Organisasi Papua Merdeka), Nicholas Jouwe, de 85 anos, 40 destes exilado de Papua Ocidental na Holanda.

Acredita-se que a volta de Jouwe abra uma nova frente de negociação entre os Independentistas e o governo da Indonésia que, ainda hoje, prende todo e qualquer manifestante que levante a bandeira estrelada de Papua.

O govenro indonésio espera que a solução para Papua seja a mesma de Aceh, onde os guerrilheiros depuseram suas armas e entrarma em acordo com a Indonésia logo depois do Tsunami que matou milhares de pessoas na região.

Ataques contra policiais e o exército na região são constantes desde que, em 1969, em uma votação fraudada pela Indonésia, a região, através de seus líderes, "aprovou" sua submissão ao governo de Jakarta.


Jouwe, de chapéu, chegando a Papua Ocidental
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Falência esportiva...

Recentemente andei lendo muita coisa sobre a falência ou o perigo de falência de diversas organizações esportivas, clubes e afins...

Poucas ações, das que vi, realmente poderiam amenizar os problemas causados pela crise - ou nem por ela, o futebol inglês vem em crise ha algum tempo, com compras milionárias de clubes, imensos prejuízos e preços absurdos por um ou outro jogador.

"Somados à saída de patrocinadores, os inevitáveis cortes de empregos já começaram, e não foram poucos. A NFL demitiu 169 pessoas, enquanto seus comissários tiveram uma redução de 20% nos salários. A NBA também perdeu 10% do seu contingente, assim como o Comitê Olímpico Norte-Americano, que se desfez de 54 funcionários, seguido pela Nascar, que teve uma baixa de mais de 100 empregados.

Mesmo com todas essas baixas, o esporte norte-americano ainda não se entregou. Linhas de créditos têm servido para tapar alguns buracos, como aconteceu com metade das franquias da NBA. O Indiana Pacers, por exemplo, localizado no estado em que o basquete tem muita tradição, já anunciou um prejuízo de pelo menos US$ 30 milhões nesta temporada.

Já a NHL, a liga profissional de hóquei no gelo, que havia sido apontada como a mais vulnerável aos efeitos da crise no início da recessão, reduziu o teto salarial dos cerca de 700 atletas participantes para esta temporada, e a medida ´continuará em vigor por tempo indeterminado."

Só a NHL, no caso dos EUA, reduziu o teto salarial, o que é algo básico num momento como este. Na verdade, em qualquer momento.

Concentremo-nos no futebol.

Qual a razão de se pagar milhões por um homem ou achar que esta pessoa vale mais de 125 milhões de reais, caso de Robinho, ou 256 milhões por Gerrard, ou ainda 280 milhões por alguém como Cristiano Ronaldo?

Os valores dos jogadores chegou a um ponto absurdo, em que é mais caro comprar um Cristiano Ronaldo que um Chelsea, que foi comprado pelo magnata Abramovich por pouco mais de 200 milhões!

Vemos, pelo exemplo dos EUA, que na maior parte dos esportes, estão demitindo funcionários, diminuindo salário de funcionários.... E os jogadores? E um jogador que ganha milhões por jogo?

E o problema não é só a crise, este é só o estopim, talvez, de algo que já se arrasta há muito tempo.

Clubes pequenos e médios, na Europa especialmente, estão tão distantes dos grandes que se satisfazem em começar um campeonato só querendo não cair ou no máximo se classificar para alguma copa européia. O título, sabem, só por milagre!

Isso acaba tornando o esporte, no caso o futebol, em um jogo de cartas marcadas em que um ou dois apenas podem vencer.

Para a periferia, fora da Europa, sobram os jogadores que não se adaptaram ou de nível inferior.

Vejam algumas seleções nacionais - mesmo da Europa - , poucos jogadores jogam nas ligas nacionais, a maioria joga em outro país e existem tantas "estrelas" lá fora que a seleção brasileira tem "craques" que estão até no banco nos países em que jogam!

Jogadores estes que poderiam ser titulares em qualquer outro lugar do mundo mas em outros lugares não existe tanto dinheiro.

Salários exorbitantes, valores incríveis de transferências, isso acaba matando o futebol.

E com a crise, vai piorar.
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Dona da Daslu condenada... Presa é outra história!

Vejamos, a dona da Daslu foi presa.

Primeira instância.

Quem é o presidente da última instância?

Precisa de dica?

Só sei que, no fim, ela é rica e poderosa. Não vai pra cadeia.
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10 regras para abordar os movimentos sociais

Por Osvaldo da Costa em 24/3/2009

Observatório da Imprensa

Convenções básicas (quem não cumprir está sujeito à demissão):

1. Toda ocupação de terra deve ser chamada de invasão

Ao invés de usar o termo adotado pelos movimentos sociais, "ocupação" – manifestação de pressão para o cumprimento da Constituição pelo Estado e denúncia da existência de latifúndios – é mais eficiente para o objetivo de defesa do princípio da propriedade privada a utilização da palavra invasão – tomar para si pela força algo que não lhe pertence.
Dessa maneira, implicitamente estamos dizendo que discordamos dessa prática, a consideramos ilegal e conseguimos gerar a sensação de pânico generalizado em todos os donos de propriedade, sejam elas rurais e produtivas, ou mesmo propriedades urbanas.
Observação: essa regra não é generalizável. Para os casos em que os Estados Unidos invadem países, destroem a infra-estrutura e matam a população, deve-se utilizar o termo ocupação.
Tons sensacionalistas e fatalistas

2. Regra do efeito dominó: fale só do maior para bater em todos

O acordo da grande imprensa é manter somente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na pauta dos noticiários e evitar, sempre que possível, falar da existência de outros movimentos sociais. Para isso, quando se tratar de movimentos do campo, basta usar sempre a expressão genérica "movimento dos sem terra", ou falar dos "sem terra", sem mais detalhes.
Se a pauta exigir o detalhamento do movimento, recomenda-se associá-lo sempre ao alvo principal, com expressões como "movimento dissidente do MST".
Essa regra ainda colabora para a desunião entre os movimentos, pois os menores se incomodam pela invisibilidade e pelo fato de terem suas ações relacionadas sempre ao MST.

3. Reforma agrária deve ser tratada como questão de polícia

Movimentos sociais e reforma agrária devem, sempre que possível, ser tratados na página policial, no caso de jornais impressos, e no bloco do crime e dos desastres, no caso dos telejornais.
Caso não seja possível enquadrá-los na seção policial ou em espaço próximo, use títulos para editorias que lembrem o belicismo, como "campo minado". Não importa o que diga sua matéria, os títulos devem falar por ela, mesmo que não tenham relação com o conteúdo. Use tons sensacionalistas e fatalistas.
Relação com terroristas ou guerrilheiros

4. Nunca divulgue os artigos progressistas da Constituição Federal

Os artigos da Constituição Federal que tratam da função social da terra, que integram o código agrário – 184 a 191 – nunca devem ser mencionados em reportagens sobre os movimentos sociais, para evitar a compreensão de que a ação de invasão de terras pode ter algum respaldo legal.
É sempre recomendável lembrar da lei de Segurança Nacional e da necessidade de uma legislação contra o terrorismo no Brasil. O termo "Estado de Direito" é ideal para isso. Considere qualquer manifestação uma afronta ao Estado de Direito, mesmo que ele seja apenas o direito do Estado.
Se falar do Estado de Direito e suprimir os artigos progressistas da Constituição não for suficiente, convém colocar as reportagens próximas à cobertura de ações terroristas ou levantar a suspeita de que há relação do movimento social com uma organização terrorista ou guerrilheira estrangeira.
Qualquer um pode ser "especialista"
Conjunto de regras para serem selecionadas e aplicadas conforme a conjuntura exigir:

5. Levante a bola para o oportunista de plantão

Não é verdade que o papel da imprensa é apurar a verdade dos fatos. Todo aspirante deve saber que a imprensa tem poder para gerar os fatos.
Além disso, apurar fatos implica em sair da sua cadeira e nem todos eles podem ser apurados por telefone. Basta fazer uma reportagem suspeitando de algo e procurar um oportunista que queira protagonizar a indignação pública para a suspeita ganhar dimensão de notícia.
Sempre há alguém à disposição esperando para se deslumbrar com as luzes dos holofotes. O exemplo bem sucedido mais recente foi o caso da requentada pauta da suspeita da legalidade do financiamento público para cooperativas da reforma agrária, em que o presidente do Superior Tribunal Federal (STF) desempenhou o papel de porta-voz da bancada ruralista, dando respaldo para a suspeita e, de quebra, aproveitando para atacar o governo federal.
Se não houver ninguém do Judiciário ou algum deputado, não importa, qualquer um, sem nunca ter ido a um assentamento ou acampamento, pode ser transformado em "especialista" em questão agrária: sociólogos, filósofos e até jornalistas.
Técnica se fez passar por pesquisadora

6. Nem sempre devemos apurar os dois lados da notícia

Quando já conseguimos incutir um pré-julgamento na opinião pública sobre o caráter marginal das ações dos movimentos sociais, podemos reforçar essa opinião entrevistando somente o lado agredido pelas ações, as vítimas dos movimentos. Fica implícita a informação de que, como os integrantes dos movimentos são foras da lei, quem deve escutá-los é a polícia e o poder judiciário. Se ainda assim tiver que ouvi-los, seja breve e descontextualize a frase.

7. Não deve existir noção de historicidade, nem de causa e conseqüência em nossas reportagens

Não abordar as razões da ação dos movimentos sociais, evitar a divulgação da nota à imprensa. Não importa há quanto tempo as famílias estejam acampadas, que promessas foram feitas pelo governo, se a terra é do banqueiro que saqueou os cofres públicos ou do coronel que vive do trabalho escravo. Se detenha nas conseqüências da ação.

8. Dramatização da repercussão das ações dos movimentos sociais

Retire o foco das motivações estruturais e causas históricas e centre a abordagem nas conseqüências para os indivíduos donos ou empregados das propriedades invadidas ou atacadas.
** Fale do prejuízo econômico para o proprietário, e se possível faça uma entrevista com o mesmo ou com um familiar próximo para mostrar a comoção da família diante do ataque bárbaro. É importante mostrar o estado de choque emocional e o ideal é que a pessoa esteja chorando.
** Surte grande efeito a entrevista com trabalhadores da fazenda ou da empresa. O maior exemplo é o caso da ação no horto da multinacional Aracruz no Rio Grande do Sul, em que uma técnica de laboratório se fez passar por pesquisadora e, em prantos (!), afirmou que a destruição das mudas de eucalipto acabou com mais de vinte anos pesquisa.
Bater sempre nas mesmas teclas
Nesse caso, as reportagens conseguiram colocar os movimentos sociais como contrários à ciência e ao desenvolvimento tecnológico, evitando a pauta concreta da ação, que se centrava na expansão ilegal das terras da empresa e na depredação da natureza com o monocultivo de eucalipto.

9. Campanha de desmoralização permanente dos movimentos sociais

É sempre bom manter semanalmente pautas de desgaste aos movimentos sociais, mesmo que não haja uma ação que renda manchete. Nesses casos, a regra é trabalhar com associação, encaixando uma reportagem que fale sobre um movimento após ou entre matérias que falem, por exemplo, de casos de corrupção no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), venda de terra e desmatamento em assentamentos da Amazônia Legal etc.
Bata nas mesmas teclas, insista nas mesmas teses permanentemente, mesmo que elas já tenham sido usadas antes. Insista, por exemplo, que o MST irá romper com o governo Lula desta vez, mesmo que o movimento afirme e demonstre desde o primeiro dia de governo que nunca esteve atrelado.

"Não são pessoas, são sombras"

E quando não for possível tomar como alvo os movimentos sociais, vale mirar nas bandeiras de luta deles, alegando estarem ultrapassadas, deslegitimando-as como parte da solução atual para os problemas do país. Nesse caso, pode-se até reconhecer o valor histórico que bandeiras como reforma agrária cumpriram no Brasil e em outros países, mas deve-se usar essa manobra apenas para recusar essas propostas no presente.

10. É fundamental saber manipular a dimensão subjetiva do telespectador ou do leitor

Não é apenas com a manipulação dos fatos e com a edição das entrevistas que podemos influenciar na interpretação que os nossos consumidores farão. Na TV, a expressão facial e o tom de voz dos repórteres, dos comentaristas e, sobretudo, dos âncoras, é determinante. A adoção do semblante sério e do tom de voz grave deve indicar a importância do tema.
Além da performance dos jornalistas como atores, é recomendável que o pano de fundo do cenário também traga imagens que gerem medo e desconfiança. O exemplo do Jornal Nacional é o mais ilustrativo: para falar da reforma agrária e dos movimentos que lutam por ela, aparece uma cerca rompida e três vultos disformes – "afinal não são pessoas, são sombras" –, empunhando ferramentas de trabalho como se fossem armas, numa ação de invasão da propriedade (e da casa do espectador).
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Isso é Sionismo

"Since the beginning of Operation “Cast Lead” at the end of 2008, there has been a sharp rise in reports of violence perpetrated by security forces against Palestinians in the West Bank. During this nearly three-month period, B'Tselem documented 24 cases in which police officers and soldiers beat Palestinians, using rifle butts, clubs and other means of injury. 16 of the cases were especially serious and their victims suffered heavier injuries."

Via The Angry Arab
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quarta-feira, 25 de março de 2009

Ainda sobre Aborto, Igreja e Dom Dedé, agora da espanha!

E vem da Espanha a nova crítica à Dom Dedé (não citando nomes, apenas atos), artigo do blog Kaos en la Red, excelente portal de informações, contracultura e protesto.


O artigo cita de passagem o caso brasileiro da menina estuprada e da atitude da igreja e comenta sobre a nova campannha - absurda- da cúria espanhola, historicamente amiga de Franco, exceto no País Basco, d'onde sempre foi ligada ao nacionalismo Basco e teve papel importantíssimo na fundação e consolidação da ETA.

Os absurdos católicos, infelizmente, não estão restritos ao Brasil, o conservadorismo e o pensamento retrógrado estão presentes em todo o mundo.

No Brasil é bispo excomungando quem tenta salvar uma criança de uma gravidez não só indesejada mas também potencialmente fatal, na África é o papa defendendo o não-uso da camisinha, o que vai tornar ainda pior a situação desesperadora da África quanto à AIDS e na Espanha.... Vejam abaixo...

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De Iglesia, abortos, linces y condones

La Iglesia Católica y su papel en defensa de la vida, la de algunos; en la salvación del hombre, siempre que no utilice condón; en el bienestar de los animales, si no son toros...
Fonte: Kaos en la Red

Queda claro que a la Iglesia Oficial de este País el aborto es un asunto que no le gusta nada. ¿Será porque por cada ciudadano bautizado al catolicismo reciben una suma de dinero anual por parte del Estado y entorpecen hasta la exasperación del demandante las solicitudes de apostasía ?. No, seguro que no es por eso, que no quiero ser yo un malpensado, un anticlerical lleno de resentimiento hacia la Conferencia Episcopal, que la cosa va a ser porque defienden la vida. ¿La de todos?, claro que sí, la de todos... aquellos que hayan fornicado con la única intención de procrear y por supuesto, sin utilizar profiláctico, que con la goma saltan las alarmas en el arco detector de la entrada al Reino de los Cielos; tener antecedentes en el uso del preservativo es una condena segura el día del Juicio Final.

Decía que la intención de esta agresiva campaña presentada por el portavoz de los obispos españoles José Antonio Martínez Camino, es que ninguna vida se vea malograda por la intervención humana independientemente de la fase en que se encuentre, y esa negativa a la interrupción del embarazo incluye para estos hombres que rozan la santidad el que la madre corra peligro de muerte o que el feto presente graves anomalías, y si no que se lo pregunten a los médicos brasileños y a la niña cuyo aborto llevaron a cabo para salvarle la vida después de haber sido violada por su padrastro, todos ellos han sido excomulgados; al parecer la Iglesia Católica prefiere a la chica muerta pero virtuosa antes que transgresora de la ley de la Curia Romana. Y si el motivo del deceso es el SIDA, a asumirlo con resignación y sobre todo con arrepentimiento, y si no haberlo pensado antes de pecar, que la promiscuidad en la coyunda no sólo aporta inmunodeficiencia en el sistema defensivo del organismo, también debilita el alma y eso es mucho más grave para estos pastores espirituales.

Hace años las consecuencias del desenfreno sexual eran granillos para los o­nanistas, acáso ceguera para los recalcitrantes y un muestrario de venéreas para quien tuviese hábitos de conejo en el apareamiento; en vista de que todas aquellas amenazas, tanto las reales como las de Catecismo, no han sido suficientes para reducir a la humanidad a una castidad sólo quebrantada con fines procreadores de ámbito monógamo, una maldición en forma de enfermedad mortal se ha convertido en el mejor aliado de la doctrina católica: el SIDA, una dolencia que a pesar de su virulencia se podría evitar en la mayor parte de los casos con el uso de un simple condón, pero ya ha dicho el Jefe del Sr. Rouco que tal precaución es algo inadmisible, no es un sistema de prevención, sinó que es el demonio transformado en látex y que se vende en cajitas de diferentes tamaños, sabores y colores en los lavabos de las discotecas y en las farmacias, así que no voy a ser yo quien le discuta al Delegado Celestial en este Planeta de ayuntadores.

Luego tenemos lo de la cuestión del lince y me tranquiliza en gran medida que hayan manifestado su preocupación por la defensa de los animales, aunque en el fondo no sé yo si no habrán escogido a esta especie con la aviesa intención de denostarla, sabiendo que el felino tiene la fea costumbre de copular unas cuarenta veces al día, vamos, como el Sr. Sánchez Dragó, sólo que este último todavía dispone de tiempo para presentar informativos imparciales. Claro, que surge en mí la incertidumbre y es que a falta de fe que me abotargue la razón tengo mis dudas y me hago preguntas. Si realmente y como afirman les inquieta el bienestar de los seres irracionales, ¿por qué no han escogido para el cartelito la imagen de un toro?, ¿tal vez porque apoyan y hasta promocionan la tauromaquia?. Yo les comprendo y no se trata de un agravio comparativo entre especies, que sus motivos tienen: el toro luce unos hermosos cuernos y ya se sabe que semejantes atributos son sinónimo de infidelidad, un pecado horrendo que merece la pena de muerte sin duda, así que para ejecutarla bienvenido sea un ruedo y un matador, sobre todo si antes ha pasado por la capilla de la plaza para contar con la bendición de la Iglesia a la que tanto le preocupa el bienestar de los animales.

Cuánta admiración siento por los Padres de una Religión que abomina del aborto. Luego vendrán algunos irredentos diciendo que si tan pronto en su seno algunos niegan el holocausto, como que silencian los casos de pedofilia entre sus miembros, condenan el divorcio aún en parejas en las que la convivencia es imposible, dicen no a la eutanasia para enfermos incurables cuyo sufrimiento es insoportable, satanizan la libertad de elección sexual, cierran las parroquias dedicadas a asistir a drogadictos, prostitutas o indigentes, incluso cubren bajo palio al responsable de cientos de miles de muertes y apoyan a dictadores. Pero todo eso son bagatelas morales, lo único que cuenta es que la Iglesia Oficial es poseedora por mandato divino del pleno derecho y hasta del deber de inmiscuirse en nuestras vidas y de recibir dinero incluso de aquellos que no somos creyentes. Y el Estado, aconfesional por cierto, calla y otorga. Todo diezmo moderno se hace poco para un negocio cuyos trapos sucios en el Banco Ambrosiano y en la Banca Vaticana que tal vez, sólo tal vez, le costaron la vida al efímero Juan Pablo I, no parecen ser suficientes para mantener el boato de tan sacrosanta multinacional.

Me hago una pregunta para terminar, ¿qué pasaría si todos los bienes de la Iglesia se vendiesen y del dinero obtenido, sumado a todas las subvenciones que recibe, se emplease una parte en ayudar económicamente a las madres solteras o sin recursos?, ¿disminuiría el número de abortos?. Ya lo sé, esto que digo es pura demagogia, no como afirmar que Dios existe, que es Uno y Trino a la vez o que el Papa es infalible, cuestiones todas ellas sustentadas en la razón más indiscutible: el dogma de fe.

Pilar Izquierdo Teruel

Julio Ortega Fraile

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Sionismo...

"The Guardian has compiled detailed evidence of alleged war crimes committed by Israel during the 23-day offensive in the Gaza Strip earlier this year, involving the use of Palestinian children as human shields and the targeting of medics and hospitals. A month-long investigation also obtained evidence of civilians being hit by fire from unmanned drone aircraft said to be so accurate that their operators can tell the colour of the clothes worn by a target. The testimonies form the basis of three Guardian films which add weight to calls this week for a full inquiry into the events surrounding Operation Cast Lead, which was aimed at Hamas but left about 1,400 Palestinians dead, including more than 300 children.""

Via The Angry Arab
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terça-feira, 24 de março de 2009

Expressão?

"Chefe do Movimento Islâmico Árabe Israelense é preso em Jerusalém

JERUSALÉM - A polícia israelense prendeu nesta segunda-feira o chefe do Movimento Islâmico Árabe Israelense e outros três membros do grupo, que organizavam uma conferência sobre o tema 'Jerusalém, a capital da cultura árabe'. A polícia confirmou a prisão de Raed Salá, chefe do movimento, e de seus partidários, explicando que este evento, que a Autoridade Palestina organizou paralelamente em várias cidades da Cisjordânia, estava proibido na Cidade Santa.

Desde 1996, os ministros da Cultura árabe elegem uma cidade do mundo árabe como 'capital da cultura árabe'. Este ano, Jerusalém substituiu Damasco. Este movimento islâmico, de grande atividade entre os árabes de Israel, realiza há vários anos uma campanha com o lema 'É preciso salvar Al Aqsa', na Esplanada das Mesquitas de Jerusalém."


Via JB


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Liberdade de expressão em Israel?


Sonho.

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E o Sudão continua desafiando...

"Bashir visita Eritreia mesmo com mandado de prisão"


Levando em conta que os EUA e diversos países relevantes não são signatários do Tribunal Penal Internacional;

Levando em conta que sequer o Sudão é signatário;

Levando em conta que a ONU, há anos - pelo menos desde a Guerra do Iraque - perdeu totalmente sua força política, se é que algum dia teve efetivamente;

Levando em conta que a China continua apoiando o Sudão e que os EUA se mantém calados;

Não é de surpreender que o Bashir não dê a mínima para o TPI e sua condenação.

Não vai acontecer nada com ele. Ele sabe, eu sei, todo mundo sabe.

E o mundo gira....
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E o "encino" brasileiro....

Engraçado, poucas vezes vi uma pergunta com resposta tão óbvia....



Porque a carga horária almentar (sic)?

Doloroso...

A dúvida é se, com um "almento" da carga horária, os estudantes (sic) conseguirão superar o analfabetismo funcional.
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Terrorismo da Indústria.

"Estudante pode ser multado em até US$ 150 mil nos EUA por baixar música"

Se compreendermos "violência" como algo que vai além da violência *física*, a atitude das gravadoras passa facilmente por terrorismo.

Puro e simples, atacam um ou outro indivíduo que baixa musicas com o objetivo de aterrorizar todos os demais - milhões - que fazem o mesmo.

Não funciona. Apenas levam um pobre coitado à falência e o aterrorizam.

Terrorismo.
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segunda-feira, 23 de março de 2009

E o dinheiro público...

Filha de conselheiro do TCM/SP aprovada na USP é elogiada no Diário Oficial

em http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia.aspx?cod=80675

A edição do dia 20/3 do Diário Oficial de SP publicou um quadro com os gráficos de desempenho na Fuvest e a foto da caloura Gabriela Lopes Pinto, filha do conselheiro do Tribunal de Contas do Município Maurício Faria.

Os conselheiros do TCM usaram o Diário da Cidade para elogiar Gabriela, que passou em primeiro lugar na Faculdade de Direito da USP.

"Que essa página do Diário Oficial sirva de alavanca para a Gabriela no desempenho de sua vida futura", afirmou o vice-presidente do TCM, Eurípedes Sales, na sessão do dia 11 de fevereiro, transcrita na publicação.

Foi ele que solicitou ao presidente do tribunal, Roberto Braguim, na mesma sessão, a publicação no "Diário Oficial" de fac-símile da página com a ficha e o rendimento da aluna no vestibular (v. abaixo).

A ata na sessão foi publicada na íntegra com comentários dos conselheiros sobre a história da Faculdade de Direito da USP, a respeito da façanha da jovem e com os agradecimentos do pai.

"E, então, eu estou assim meio abobalhado como pai, mas vale a pena, está sendo muito bom mesmo. Acho que é um marco na vida dela, como as pessoas tem dito, é inesquecível, é um êxito, é uma conquista que fica na história da pessoa e que certamente vai impulsioná-la a novas conquistas em função dessas características dela, de extrema disciplina."

A disputa no vestibular de Direito foi de 18,45 candidatos por vaga em 2009, uma das 20 maiores entre todos os cursos oferecidos pela USP.

À novel acadêmica, nossos parabéns.

Ao presidente do TCM/SP, que consentiu com a publicação (ou ao menos é responsável final pelos atos administrativos) que nada tem a ver com o ofício do órgão, os paulistanos esperam o ressarcimento do valor gasto com a publicação. E atenção, favor observar o preço de tabela.


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Este é apenas maisu m dos milhares de exemplos do uso que nossas "otoridades" fazem de nosso dinheiro, do dinheiro publico, dos meios públicos e etc...

Em um país sério, este senhor que usou seu cargo, sua posição, para então se valer de um instrumento público como o Diário Oficial para tecer loas à sua filha ou, mais ainda, de todos os "conselheiros" que se valeram de seus cargos e usaram um instrumento público para elogiar
à filha de um dos seus, seria obrigado a ressarcir o erário público e, sem qualquer sombra de dúvida, seria (ou seriam) sumariamente demitidos.

Será que estes mesmos conselheiros irão publicar - e com dinheiro de seus bolsos e não os do meu ou do seu - um quadro elogiando a cada um e todos os que passaram na USP?

Ou só esta garota em particular é especial e digna de nota?

Precedente estranho....

Agora é esperar que haja alguma punição, por menor que seja - e, como isso é o Brasil, se houver, será a menor possível - e que estes "Conselheiros" sejam obrigados a pagar pelo uso do espaço público.

Ademais, penso na garota, acabou de entrar na faculdade de direito e já tem a ficha manchada, graças ao seu pai e aos seus compadres.


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