sexta-feira, 24 de abril de 2009

Isso é Sionismo

"Israeli soldiers attacked the teachers and children returning from a school trip in the West Bank town of Beit Ummar on Thursday afternoon. Upon returning from a trip to Ramallah and Jericho, Israeli soldiers halted the busses at the entrance to the town, ordering the children and teachers off the busses. The children were held for three hours before international human rights activists stationed in the village intervened. The presence of teachers and the children’s’ families also prevented the army from holding them longer. Witnesses said the soldiers “abused and intimidated” their detainees."

Via The Angry Arab

Israel definitivamente busca atacar as crianças, os civis e aterrorizar de todas as maneiras a população Palestina. Depois, quando vê o Hamas e outros grupos crescendo e a violência contra si aumentando, não entendem o porque, ou melhor, entendem mas fingem ignorância para matar e matar.
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Isso é Sionismo - Bi'lin Weekly Protest

Bi'lin é uma vila na Cisjordânia, cortada pelo muro da vergonha, construído por Israel para separar a Palestina de Israel e, de quebra, roubar um pouco mais do território do povo Palestino. Toda semana são realizados protestos contra Israel e contra o muro, no geral, contra a ocupação, opressão e genocídio cometido diariamente pelos Israelenses contra a população civil Palestina.

Semana passada escrevi dois posts sobre a vila de Bi'lin e um informe dos organizadores dos protestos semanais quanto ao assassinato de um de seus membros, Bassem Abu Rahmah e, nesta semana posto um novo informe sobre as demonstrações na região.

Segue o informe:

One Week After the Murder of Bassem Abu Rahmah, 25 Injured in Bil’in Demonstration to Build his Memorial

Twenty five protesters were injured today following the end of the 4th Annual International Conference of Popular Resistance in Bil’in. Injuries ranged from light to moderate and most were caused by rubber coated steel bullets. Fadi Al-Arori from Routers news agency, Mohib Barghouti from Al-Haya newspaper and Israeli activist and filmmaker, Shai Pollack, all had their cameras broken by the Israeli army. The rest of the wounded are all from the village: Fadil Al Khatib, brothers Ahmed and Awada Abu Rahmah, brothers Riyad and Iyad Burnat, Khalid Al Khatib, Abdullah Abu Rahmah, Mohammed Al Khatib, Wael Fahmi, Basel Mansour, Tariq Al Khatib, Abdullah Yasin, Tamir Al Khatib, Nizar Abu Rahmah, Husam Al Khatib, Mohammed Nabil Abu Rahmah, Nour Yasin, Ibrahim Burant, Ahmad Abu Rahmah (Bassem’s Brother) and Adeeb Abu Rahmah who was detained by the army for three hours.

The Bil’in conference this week was attended by a large number of international, Israeli and Palestinian activists. Also at the conference were Luisa Morgantini, vice president of the EU Parliament; Mairead Maguire, a Nobel Peace Prize Laureate; Mustafa Al Barghouti, head of the Palestinian Initiative; Khalidah Jarrar, a member of the Palestinian Legislative Council. The demonstrators began their marched after closing the conference. They carried pictures of the martyr Bassem Ab Rahmah and succeeded in building a memorial for Bassem Abu Rahmah near the gate, despite a constant barrage of tear gas and rubber bullets fired by the Israeli army.

Luisa Morgantini stated, “We succeeded to build the memorial for Bassem Abu Rahmah, as respect for his spirit. We will never forget him; he was a friend of everyone. We have to continue the popular resistance which has begun to expand to the Jordan valley, Al Ma’asarah, Ni’lin, and Jayyous”.

Mairead Maguire said “We came to Bil’in more than five times and we went to Gaza also, we are going to continue our struggle to end the occupation and the siege. What happened in Bil’in and losing Bassem is a tragedy to everyone. Let’s all work together for peace and end the oppression and occupation”. Maguire and Morgantini expressed their condolences to Bassem’s family.

For more information:
Abdallah Abu Rahmah - Bil’in Popular Committee.
0547258210 or 0599107069
e-mail – lumalayan@yahoo. com
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Parlamentares canalhas e suas passagens

Aumentando minha listinha de parlamentares canalhas, ao menos nesta questão das passagens aéreas, claro que ela é MUITO maior.

Silvio Costa (PMN/PE)
Epitácio Cafeteira (PTB/MA)
Marcone Perillo (PSDB/GO)
Papaléo Paes (PSDB/AP)
Almeida Lima (PMDB/SE)
Mario Negromonte (PP/BA)
Ricardo Barros (PP-PR)
Jovair Arantes (PTB/GO)
Michel Temer (PMDB/SP)
Rafael Guerra (PSDB/MG)
José Aníbal (PSDB/SP) este ainda quer aumentar o salário dos parlamentares!
Marcondes Gadelha (PSB-PB)
Beto Albuquerque (PSB-RS)
iro Nogueira (PP-PI)
Fábio Faria (PMN-RN)
Luís Carlos Hauly (PSDB-PR)
Enio Bacci (PDT-RS)
Julião Amin (PDT-MA)
Armando Abílio (PTB-PB)
Cezar Silvestri (PPS-PR)
Nazareno Fonteles (PT-PI)
Valadares Filho (PSB-SE)
ilson Pinto (PSDB-PA),
níbal Gomes (PMDB-CE)
Veloso (PMDB-BA)
Francisco Tenório (PMN-AL)
Zé Geraldo (PT-BA)
Ayrton Xerez (DEM-RJ)
Mão Santa (PMDB-PI)
Leandro Sampaio (PPS-RJ)
Solange Amaral (DEM-RJ)
Otavio Leite (PSDB-RJ)

Hoje vi que o canalha do Marcondes Gadelha reclama de ter que virar celibatário porque não pode levar a mulher para as viagens! Tadinho! Tenho tanta pena! Tenho certeza que a conta dele - a legal e a que ele deve ter na suíça - não aguentam uma passagem aqui e outra lá para a mulher! Precisamos, eu, você e todos os brasileiros, pagar para que a mulher dele viaje...

Jovair Arantes quer levar a filha para dormir com ele... Fora a suspeita dessa declaração, da maneira como foi feita, ainda temos a cara-de-pau do indivíduo que quer a família toda viajando com o dinheiro do povo...

Espero que se aprofecia do canalha Jovair Arantes se confirmar, de que o parlamento vai vetar parcialmente as medidas, que haja uma mobilização gigantesca e um repúdio descomunal ao congresso. Que nenhum parlamentar saia de casa sem levar um tomate ou um ovo na cara!


Agora, mais uma novidade, os gabinetes dos Parlamentares negociam passagens em um mercado negro próprio... Sem que os parlamentares saibam (esta é a versão deles, quem quiser que compre), passagens são expedidas pelos seus gabinetes para pessoas que ele, dizem, sequer conhecem...

Como é bom saber que o Congresso é, definitivamente uma máfia!
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Nenhum genocídio deve ser esquecido

Serra é um escroto, um Tucano que se pudesse vendia o país mas, pelo menos, parece que é humano...

Este artigo de hoje, da Folha de SP, sobre o Genocídio Armênio me surpreendeu. É excelente.

Se Serra tivesse a mesma sensibilidade ao tratar com o povo e das coisas do povo que teve ao tratar deste assunto, estávamos bem...

TENDÊNCIAS/DEBATES

Nenhum genocídio deve ser esquecido

JOSÉ SERRA


Aqueles que insistem em ressuscitar o conceito de raça devem ser contidos, sob pena de incitarem processos odiosos


O DIA de hoje, 24 de abril, lembra a campanha de extermínio movida pelo governo turco contra a população armênia em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial.
Nesse dia começaram a ser executadas ordens expressas de extermínio. Em dezenas de cidades do Império Turco-Otomano, onde conviviam pacificamente famílias de diferentes etnias, toda a população armênia masculina foi reunida à força, executada e empilhada em vales e cursos d'água.
Famílias inteiras foram amarradas e jogadas vivas nos rios, com um de seus membros morto a tiros, levando todos os demais ao afogamento. Estima-se que pelo menos 1,5 milhão de armênios tenham sido assassinados.
Pelo menos em um caso, homens foram concentrados em uma caverna e asfixiados com o gás carbônico produzido por imensas fogueiras. Mulheres e crianças foram deportadas de todo o império para os arredores de Alepo, na Síria (que integrava o Império Otomano), e reunidas em campos de concentração.
Parte da deportação se fez em trens de carga destinados ao transporte de gado. Nas centenas de quilômetros percorridos pela população feminina, a maioria a pé, grande parte das deportadas morreu de inanição ou de doença e as demais foram executadas.
As razões invocadas para o massacre -uma vez que a política de extermínio é até hoje negada- foram principalmente a alegada traição dos armênios, que teriam colaborado com o exército russo no início da guerra, a necessidade de limpeza racial para converter a Turquia, então multirracial, em uma nação uniformemente turca, e o fato de os armênios serem geralmente mais educados e mais ricos do que o restante da população.
Os assassinatos foram em grande número, houve deportações em massa, para dificultar a identificação dos perseguidos e limitar sua capacidade de reação ou de contar com ajuda externa. Recorreu-se à asfixia por gases, à inculpação das vítimas e, mais importante ainda, à denegação sistemática e à pressão e intimidação contra os que tentaram reconstituir os acontecimentos históricos. Nisso tudo o genocídio dos armênios foi exemplar.
Os fatos foram amplamente registrados, na época, pela imprensa americana e europeia, com destaque aos jornais britânicos. Documentos diplomáticos de diversos países relatam os massacres sistemáticos da população armênia masculina e a deportação em massa das mulheres com tudo o que isso implicava de estupros e mortes por doença e inanição, sem excluir o massacre final.
Líderes daquele tempo referiram-se ao extermínio -como Winston Churchill, em seu livro "The Aftermath"- e ninguém menos do que o controverso Kemal Ataturk, que viria a ser considerado o pai do moderno Estado turco, reconheceu em 1920 a existência do massacre, considerando-o "um ato vergonhoso".
Não obstante suas diferenças relevantes, não há dúvida de que o extermínio dos armênios foi precursor no século 20 do genocídio judaico. O próprio Hitler, que concebeu e executou o Holocausto dos judeus, teria feito a comparação com a política nazista de deportação e extermínio em massa de poloneses: "Afinal, quem ainda fala sobre os armênios?".
Mas ainda se fala, sim. Há relatos detalhados das atrocidades, um volume impressionante de resultados de pesquisas arqueológicas e, principalmente, depoimentos de vítimas que escaparam dos massacres.
Uma versão romantizada, mas não menos realista do massacre e das deportações iniciadas em 24 de abril, é o extraordinário filme dos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, "La Masseria delle Allodele" ("A Casa das Cotovias"). Com sua conhecida sensibilidade e sofisticação de narrativa, os Taviani mostram o terrível emaranhado de sentimentos que uma situação de extermínio provoca dentro de uma família e de uma comunidade, com suas renúncias e cobiças, seus pequenos heroísmos e traições, e sua dor sem medida, que tanto desumanizam algozes e vítimas.
A noção de crime contra a humanidade pressupõe a ideia de negar às vítimas de uma campanha deliberada de extinção a própria condição de seres humanos, com seu direito inerente à existência. Esse é, aliás, o passo mais extremado de uma atitude que começa com o preconceito, estende-se à discriminação e culmina com o racismo. De fato, todos os processos conhecidos de extermínio em massa têm como pressuposto a superioridade de um credo ou de uma raça e a consequente inferioridade de outra.
Aqueles que, em pleno século 21, insistem em ressuscitar o conceito de raça e em criar legislações baseadas na premissa de que elas merecem tratamento diferenciado pelo Estado devem ser contidos em suas ações e pretensões, sob pena de incitarem, em algum momento do futuro, processos odiosos que não podem ser aceitos pela humanidade.
Por isso, nenhum genocídio deve ser esquecido, todos devem ser lembrados, seus responsáveis execrados, suas causas e motivações sempre pesquisadas e analisadas, suas brutalidades reconstituídas, suas vítimas homenageadas. Nunca esquecer para que não volte a acontecer.

JOSÉ SERRA, 67, economista, é o governador de São Paulo. Foi senador pelo PSDB-SP (1995-2002) e ministro do Planejamento e da Saúde (governo Fernando Henrique Cardoso) e prefeito de São Paulo (2005-2006).

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Operações (anti)terroristas na Chechênia recomeçam...

Nem bem terminaram, como mostrado aqui, voltaram a valer as políticas e métodos do Regime Terrorista (dito antiterrorista) da Rússia na Chechênia, agora, em teoria, com atividades restritas à 3 distritos do sul da República Autônoma.

Oficialmente o regime havia sido encerrado semana passada porém foi retomado nos distritos de Shatoi, Vedeno e Shali á meia noite do dia 23 de abril depois dos russos observarem a atividade de grupos armados ilegais.

Isto significa basicamente mais carnificina, perseguição e torturas contra os Chechenos.

Earlier this week, gunmen killed three Russian soldiers in the Chechen village of Bamut, near the border with Ingushetia. Despite the formal end of the operation, several thousand Russian troops had remained in the province to counter militant activity in mountains districts.

Federal troops and police have arrested three militants and five accomplices, and found 10 terrorist hideouts, and six arms caches in southern Chechnya.

The spokesman said three powerful explosive devices, believed to be targeting Chechen government escort vehicles, had been discovered in the Vedeno district.

Por "militantes e cumplices" é possível ver inocentes, torturados e obrigados a confessar algum crime, as armas eram provavelmente rifles para a proteção pessoal e os esconderijos provavelmente casas de famílias aterrorizadas. Os métodos russos são bem conhecidos assim como os resultados das guerras na chechênia e as dezenas de denúncias de abuso dos Direitos Humanos.

Under President Ramzan Kadyrov, the republic has seen a decline in militant activity, although attacks on federal forces remain common. The 32-year-old Chechen leader has been accused by his critics of involvement in human rights abuses, a charge that he denies.

On Tuesday, Kadyrov played down reports of impending terrorist attacks, saying the security situation in the south Russian republic remained stable and under control.

Russian media hadquoted the Interior Ministry as saying militant forces were gathering strength in mountainous areas and preparing a series of terrorist attacks in the capital, Grozny.

Da República separatista vizinha do Daguestão, chega o complemento:

MAKHACHKALA, April 24 (RIA Novosti) - A militant group leader suspected of numerous attacks on law enforcement officers was shot dead by police on Friday in Russia's North Caucasus republic of Daghestan, a police spokesman said.

The spokesman told RIA Novosti that Zakir Navruzov, who was on the federal wanted list, was surrounded by police in a house in the town of Derbent, and fired shots when told to surrender. He was killed in the return fire, and none of the police officers were wounded.

The report of Nazruzov's death is the second in seven months - police claimed to have killed him last September. Nazurov was is known to have been an accomplice of the late separatist leader Ilgar Mollachiyev

Daghestan and Russia's other North Caucasus regions have been plagued by violence linked to separatists based in Chechnya.

The Kremlin's military operation formally ended in Chechnya last week, but Russia was forced to reintroduce counter-terrorism operations in three districts of southern Chechnya at midnight on April 23, due to a resurgence of armed groups.






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Censura fascista contra os Bascos em Nafarroa!

«Ni censura ni injerencia. Bibliotekak denontzat»

Lendo o Gara de hoje, me deparei com o absurdo máximo do governo fascista da UPN (partido de direita, ex-aliado do PP em Nafarroa-Navarra, região histórica do País Basco), a censura aos jornais Gara e Berria, ambos de cunho nacionalista, nas bibliotecas das cidades de Iriñea (Pamplona, 8 bibliotecas no total) e Barañain (1 biblioteca)!

Mais de 400 profissionais, bibliotecários, intelectuais e 18 associações do setor se manifestaram através de um abaixo-assinado contra este veto, esta censura por parte do govenro fascista aos periódicos Abertzales.

É um absurdo que em pleno século XXI partidos fascistas ainda pratiquem a censura de forma tão aberta e descarada!
400 bibliotecarios denuncian la censura a GARA y «Berria»

Mientras Yolanda Barcina repartía sonrisas en la Fiesta del Libro, un centenar de bibliotecarios se concentraban en la Plaza del Ayuntamiento para mostrar su rechazo a la «censura» y la «injerencia» de UPN en su trabajo. El veto que este grupo ha impuesto a GARA y «Berria» en las bibliotecas públicas de Barañain e Iruñea ha dado lugar al manifiesto «Bibliotecas públicas para todas las personas», suscrito ya por más de 400 profesionales y 18 asociaciones del sector.
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Iñaki VIGOR | IRUÑEA

«Ni censura ni injerencia. Bibliotekak denontzat». Esta es la frase que los bibliotecarios formaron a las 12.00 de ayer en la Plaza del Ayuntamiento de Iruñea con grandes letras pegadas en diversos periódicos. De esta forma tan gráfica mostraron su rechazo al veto impuesto por UPN a GARA y «Berria» en las ocho bibliotecas públicas de la capital navarra y en la de Barañain. En coherencia con ese veto, los responsables de las bibliotecas de Iruñea siguen sin suministrar ningún periódico a sus visitantes.

Durante la protesta de ayer, que estuvo vigilada por la Policía española, la presidenta de la Asociación Navarra de Bibliotecarios, Asun Maestro, explicó los motivos que les habían llevado a realizar una movilización en una fecha tan emblemática como el Día del Libro. «Más que celebraciones, queremos plantear reflexiones, porque los episodios de censura e injerencia en estas bibliotecas están suponiendo un ataque profesional al libre ejercicio en nuestro deber y al espíritu de la biblioteca pública», afirmó la presidenta de ASNABI.

«Nunca había conocido esto»

Tras dar lectura, en euskara y castellano, al manifiesto a favor de la biblioteca pública suscrito por más de 400 personas y 18 asociaciones profesionales, Asun Maestro expresó a GARA que el objetivo del acto era reclamar que «sean restaurados el respeto a nuestra profesión y la libertad de información de los ciudadanos».

También expresó el deseo de los bibliotecarios de que «se supere esta situación y nunca más vuelva a producirse». Maestro recordó que lleva 25 años trabajando como bibliotecaria y que «nunca» había conocido un caso como éste.

«La historia de las bibliotecas de Navarra tiene 60 años, y nunca había ocurrido algo así, ni siquiera en momentos en que no existían formalmente la libertad y la democracia. Desde el comienzo de las bibliotecas públicas -añadió- siempre se ha respetado que la formación de la colección, que es un poco el corazón de nuestro trabajo, la hagan los bibliotecarios. Así ha constado en documentos y en convenios, y así ha sido defendido por todos los responsables que ha tenido la red de bibliotecas públicas».

La presidenta de ASNABI se mostró satisfecha por la respuesta que están dando la inmensa mayoría de los bibliotecarios navarros. «Queremos demostrar que somos coherentes y consecuentes con nuestra profesión. Defendemos la lectura y la libertad de expresión, y nos parece que esto es un ataque lo suficientemente grave como para estar ahora y aquí, en nuestro tiempo libre, defendiendo esa libertad».

Preguntada sobre la postura que adoptarían los bibliotecarios si UPN llega a consumar su veto o a plasmarlo en un documento público, Asun Maestro anunció que ASNABI está dispuesta a recurrir a organismos internacionales.

A su juicio, este veto supone que «se está vulnerando totalmente el espíritu de la Ley de Bibliotecas vigente en Navarra».

Por su parte, la concejala Mariné Pueyo, que participó tambbién en esta concentración, declaró que la actitud mostrada por UPN es «antidemocrática y supone una censura inadmisible en un sistema que se dice democrático».

«Vamos a hacer todo lo posible por que se revoque esa decisión. Si no es así, Barcina tendrá que asumir las consecuencias de una actuación que consideramos totalmente dictatorial y fascista», agregó Pueyo.
Manifiesto a favor de la biblioteca pública

«Bibliotecas públicas para todas las personas, cuando todas somos todas». Perogrullo estaría orgulloso del título de este manifiesto, si no fuera porque la afirmación obvia que plantea el título se está hoy cuestionando en las bibliotecas públicas de Navarra y en la sociedad navarra por extensión. Los bibliotecarios estamos alarmados. Los ciudadanos, por supuesto, también lo estamos. La alarma salta cuando, allá por febrero de 2009, de la biblioteca pública de Barañain desaparecen (no por su propio pie) dos de los periódicos que acostumbraban a compartir espacio con el resto. El motivo de su desaparición es que un ciudadano (en su calidad de concejal), al que esos periódicos no le acaban de gustar, lo decide así. También que otro ciudadano (en su calidad de jefe del Servicio de Bibliotecas), por motivos desconocidos, lo decide así. Y suena, semanas después, de nuevo la alarma en las bibliotecas públicas de Pamplona-Iruñea. La función de las alarmas es alarmar, y sólo escuchándolas podremos evitar que la patología se extienda, y así hacer que todo quede en un puntual esguince cultural y moral que con cuidados preventivos vuelve a estar en su sitio; y entre los cuidados está el de hacer balance de las cualidades de la biblioteca pública. Eso hacemos ahora: las bibliotecas, mal que les pese a algunos ciudadanos, no rechazan. Las bibliotecas públicas están hechas de un tejido inusual, un tejido no comercializable, no ideológico, un tejido que se expande, un tejido no censor. Ahí radica su grandeza, en su permeabilidad y su infinita capacidad. Cuando se edita un nuevo libro, una nueva revista, un nuevo periódico, un nuevo pensamiento manuscrito, la biblioteca se hace de inmediato unos centímetros más grande, con el único fin de acoger al recién llegado, de hacerle un sitio. De esta forma, todo lo ya creado y lo aún por crear tiene un lugar, la biblioteca pública, en el que poder respirar, codearse con los de su especie (la magnífica especie de lo escrito) y hacerse accesible al mundo, a los lectores. Y si no es así, la biblioteca pública enferma; y la única terapia para reconstituirla será tejerla de nuevo ese traje elástico, reconstruir ese continente de contenido infinito que nunca se debió quebrar.

La biblioteca pública es uno de los enclaves básicos de la cultura. Y la cultura, la civilización, no es sino esto: que una biblioteca ultraurbanita preste con su mejor sonrisa un libro sobre la corteza del abedul. Que conviva un libro de física cuántica, apoyado tapa con (no contra) tapa, al lado de uno que apueste firmemente por la teoría de la relatividad. Que haya libros en papel, y que haya otros que podamos leer en internet. Que se crucen y saluden en la entrada de la biblioteca el que porta un disco de Salieri y el que va en busca de otro de Mozart. La cultura es que todo, todas, todos, tengamos cabida en la biblioteca pública. Hemos dicho una y mil veces que hay un libro para cada lector, con la aspiración soñada de que todos podemos ser amantes de un libro, para después convertirnos en concubinos de cientos. ¿Qué sucede entonces si no hay un libro para un lector? Y aún peor: ¿qué sucede si hay un libro para un lector y ese libro se lo quitamos a ese lector de las manos? Si un libro, una revista, un periódico, un papel lleno de tinta significante, no es bienvenido a las bibliotecas públicas, no nos engañemos, eso significará que un lector, y tal vez otra, y otra, y otro lector, tan ciudadanos como el resto, no son bienvenidos a las bibliotecas públicas. No, no nos engañemos: es como si instalamos una cuerda con la señal de «prohibido» en la puerta de la biblioteca y la extendemos o no en función de quién se acerca; es como si editamos carnés de biblioteca de primera y segunda categoría, unos magenta, otros de otro color; es como si colgamos en el día del libro grandes letreros que digan «lean, pero no lo lean todo»; es como si a un lector de un periódico le damos otro periódico, le damos el periódico que a mí me gusta, y no el periódico que él quiere leer; es como si ponemos entre comillas (y no subrayado, como debiera) el «pública» de la biblioteca pública. Los que suscribimos este manifiesto sentimos que haya llegado este triste momento en que este manifiesto se ha tenido que idear, y firmar.
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Genocídio Armênio, 94 anos!

Apenas para constar, hoje se "comemora" os 94 anos do início do Genocídio Armênio, praticado pela Turquia Otomana contra mais de um milhão e meio de Armênios.

"Há 94 anos, na Turquia otomana, foi planejado e executado em nível estatal o genocídio dos armênios. Uma enorme parte de nosso povo foi massacrada a sangue frio", assinalou o chefe do Estado em mensagem à população por ocasião do aniversário desse "massacre".
Até hoje a Turquia nega o crime e existe uma lei no país que proíbe falar sobre o assunto (o que praticamnete é assumir a culpa).

YEREVAN -- Armenians are holding annual commemorations to mark the 94th anniversary of the onset of mass killings of Armenians by Ottoman Turks in the World War I era.

Armenians say 1.5 million of their kin were systematically slaughtered in what they describe as "genocide," as the Ottoman Empire, Turkey's predecessor, collapsed.

Turkey has rejected that death toll as well as any genocidal intent in connection with the killings.

Most scholars and a number of governments around the world recognize the tragedy as a genocide, but the political debate sparks emotional reactions on both sides.

This year's remembrances come after Armenia and Turkey said on April 22 that they had agreed on a "road map" aimed at the establishment of normal ties after decades of hostility.

The negotiations reportedly set a goal of "weeks or months" to achieve what has been elusive progress.

They are expected to include the genocide issue as well as the reopening of the Turkish-Armenian border, closed by Turkey in 1993 during the Armenian conflict with Turkish ally Azerbaijan over the Nagorno-Karabakh territory.
Neste meio tempo a Armênia e a Turquia vem tentando normalizar suas relações e reabrir suas fronteiras - fechadas desde 1993 quando a Armênia invadiu a região de Nagorno-Karabakh, reivindicada pelo Azerbaijão, aliado turco, para defender os armênios que lá são minoria e declararma sua independência unilateral - e abrir seu comércio, movimentos que tiveram início com a visita do Presidente Turco, Abdullah Gül à Armênia para um jogo entre as duas seleções ano passado em jogo válido pelas eliminatórias da Copa de 2010.

April 23, 2009 Turkey and Armenia have agreed to normalize bilateral relations, according to a joint statement issued April 23 by the foreign ministers of both countries and Switzerland, which mediated talks between Yerevan and Ankara, Itar-Tass reported. According to the statement, the two countries “have carried out joint intensive work with the aim to normalize bilateral ties and develop them in the spirit of mutual respect and good-neighborly relations.” Officials said the agreement would help to shore up “peace, stability and security in the entire region.”

O documentário "Screamers", de Carla Garapedian que tem como base a banda americana cujos integrantes são todos descendentes de armênios, System of a Down, é uma excelente maneira de conhecer um pouco mais sobre o genocídio, além de aproveitar excelentes músicas e acompanhar todo o processo para que os EUA reconhecessem formalmente como Genocídio, os fatos do começo do séc. XX.

Outro excelente filme sobre o genocídio, é "Ararat", de Atom Egoyan, um filme dentro de um filme sobre o genocídio contra os Armênios.

São 94 anos sem qualquer pedido formal de desculpas pelo primeiro Genocídio do século XX que serviu de inspiração para Hitler e vitimou mais de um milhão e meio de Armênios!
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Madagascar: O outro lado? [Update2]

Madagascar: confrontos com polícia deixam mortos em protesto

Pelo menos duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, algumas com gravidade, hoje quando a Polícia atirou contra seguidores do ex-presidente malgaxe deposto Marc Ravalomanana que se manifestavam contra o Governo liderado por Andry Rajoelina.

Segundo integrantes do partido de Ravalomanana, Tiako I Madagasikara (TIM, Eu Amo Madagascar, em idioma malgaxe), soldados do Corpo de Administração do Pessoal e Serviços do Exército (Capsat, em francês) abriram fogo e dispararam bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes no centro da capital Antananarivo.

Os simpatizantes de Ravalomanana organizaram várias manifestações nas últimas semanas para protestar contra sua deposição, em 17 de março, durante um golpe de Estado com apoio militar, em especial do Capsat.

Os manifestantes pretendiam hoje marchar para o Ministério da Justiça e a sede da Alta Autoridade da Transição (AAT), integrada por todos os partidos políticos opostos a Ravalomanana e liderada por Rajoelina, quando os soldados abriram fogo, segundo as fontes do TIM.

Porta-vozes do Governo afirmaram, no entanto, que os soldados só jogaram gás lacrimogêneo e deram tiros de advertência para o ar a fim de dispersar os manifestantes.

Rajoelina forçou a renúncia de seu rival com violentas manifestações, nas quais 140 pessoas morreram desde o fim do ano passado.


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infelizmente não achei maiores informações além desta notícia do Terra...

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Mas hoje encontrei na Reuters uma interessante notícia, quase um complemento da anterior.

"Madagascar government bans public protests"

Madagascar's government banned public demonstrations on Tuesday to maintain security after two people died when armed forces broke up a protest backing ousted leader Marc Ravalomanana a day earlier.
Está então confirmada a informação anterior do Terra. Protestos contra o atual governo mataram duas pessoas pelo menos.

E continua:
Thousands of Ravalomanana's supporters, who have held near-daily rallies since he stepped down in March under intense pressure from the army, had planned another meeting in the capital Antananarivo on Tuesday.

By midday, pockets of people were gathering but it was unclear whether the protest would go ahead.

Monday's violence raises the specter of a return to the civil unrest which killed 135 people and scared off tourists from the Indian Ocean island during the weeks-long power struggle which culminated in Ravalomanana's overthrow.

"All demonstrations are banned, including those in support of Andry Rajoelina, in order to restore law and order," Prime Minister Roindefo Monja said during a cabinet meeting open to reporters.

The government did not say when the ban would be lifted.


Mesmo com o novo governo de Rajoelina a paz não voltou à Madagascar e os enfrentamentos entre situação e oposição continuam, só que agora os lados foram trocados.

Na tentativa de parecer neutro, o governo proibiu protestos de qualquer tipo, de qualquer lado. De qualquer maneira o governo proibiu a liberdade de se manifestar, protestar e se indignar.

O novo governo, aparentemente, comete os mesmos erros que o anterior, aliás, de acordo com a citação abaixo, começou a seguir exatamente os mesmos passos do deposto Rovalomanana, que inicialmente mandou fechar a TV comandada por Rajoelina, a Viva TV....

Police and soldiers fired tear gas and warning shots to disperse thousands of people protesting against the closure of Ravalomanana's privately owned Radio and Television Mada.
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Update 2

"Confronto durante protesto mata 1 em Madagascar"


Mesmo com a proibição de novos protestos em Madagascar, a oposição, agora ao presidente/golpista Rajoelina, voltou às ruas para exigir a volta do presidente deposto Ravalomanana.

Pelo menos uma pessoa morreu, várias ficaram feridas em choques com as forças de segurança do país na capital, Antananarivo.

Desde que assumiu Rajoelina, os protestos são diários e normalmente reprimidos com violência pela polícia local.

Barricadas foram erguidas e a violência se espalhou por vários bairros da capital numa situação que parece incontrolável.

Madagascar foi suspensa das organizações pan-africanas que faz parte, pode ser vítima de sanções por parte da França e aliados e agora enfrente protestos diários e violência campal contra o golpe aplicado por Rajoelina em conivência com as Forças Armadas de Madagascar e possivelmente com apoio Francês.

Com Ravalomanana os protestos eram violentos e diários, com Rajoelina os protestos são violentos e diários. Por enquanto ainda não se vê uma solução para os problemas que sacodem a ilha africana.

A media watchdog has criticised the return of censorship and curbs on the freedom of expression under Madagascar's new army-backed government. Reporters Without Borders (RSF) said the island's media was the target of alarming measures, often carried out in a heavy-handed manner under President Andry Rajoelina -- who took power after deposed leader Marc Ravalomanana quit under pressure from the army.

Junto com os protestos veio a censura, denunciada pelos Repórteres Sem Fronteira (RSF). A mídia do país vem sendo censurada pelo atual presidente que fechou a rede de televisão controlada pelo seu opositor, dando início a mais uma onda de protestos violentos na capital.

"Effectively there is censorship. Higher instances are putting pressure on the editor in chief to forbid journalists from going to cover the demonstrations," one journalist at TNM told RSF on condition of anonymity.
Atá agora o número de mortos chega a 135, os investidores e turistas fugiram do país, que se encontra em uma crise sem precedentes.
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Rússia e suas minorias: Exercício de civilidade duro de aprender

Abaixo apresento um interessante artigo publicado ontem na Radio Free Europe/Radio Liberty, sobre a atual situação das minorias na Rússia.

Curiosamente eu já venho acompanhando (aqui e aqui) a aplicação das políticas de eliminação do componente étnico das monorias nas escolas, o fim do ensino de suas línguas e de sua cultura nas escolas das Repúblicas Autônomas (são 21 no total) e demais regiões com certa autonomia.

O artigo discorre longamente sobre um processo aparentemente sem volta mas alvo de vigorosos protestos, especialmente por parte das minorias muçulmanas do sul da Rússia (notavelmente os Tártaros, principal minoria Russa) mas também por outros povos insatisfeitos com a campanha do Presidente Medvedev contra a diversidade cultural, étnica e linguística da Rússia.

This is the same President Medvedev whose government the year before introduced federal law No.309, removing the so-called national component from the federal "standard" of education
Eu estava devendo este detalhe, a Lei de número 309 é a responsável pela remoção docomponente étnico (ou nacional) da educação federal padrão.

As of September 1 this year, it is no longer the "subjects of the Russian Federation" -- or the so-called titular nationalities in Russia's dozens of ethnic autonomies -- who will decide whether the language, history, or culture of their nominally dominant non-Russian ethnic entities will be taught at state schools.

A pártir de 1 de setembro de 2009 os "sujeitos da Federação Rússia", ou seja, as Repúblicas Autônomas e sues governos, perdem a prerrogativa de decidir pelo ensino das línguas, costumes, história e cultura das minorias regionais nas escolas dentro de suas fronteiras. É simplesmente um absurdo e um desrespeito que remonta o período Czarista e Stalinista onde as minorias eram massacradas, deportadas e aculturadas.

Pelo modelo aprovado caberá ao Ministro da Educação e Ciência estipular as linhas gerais do ensino nas escolas, todas elas, e já se sabe que as minorias foram excluídas, não haverá qualquer "componente nacional" dentre as (ou nas) matérias ensinadas.

A continuação do artigo faz uma análise sobre o resultado desta política e sobre a força relativa e peso de cada minoria relevante e chega à conclusão de que a batalha é desesperadora e é uma luta que será travada, basta observar os recentes protestos no Bashkortostão (que citei e analisei aqui) e no Tartastão, com protestos inclusive do Presidente da Rep. Autônoma, Mintimer Shaimiyev (como mostrado aqui)

Speaking in August last year, the chief mufti of Perm, Muhhamedgali hazrat Huzin, said he does not want to become an "Ivan without a history." In words that might have been borrowed straight from Medvedev's speech two months earlier, the mufti said that for a civilized country where the rule of law prevails, "ethnic diversity is a grounding value."
É fácil se colocar no lugar, por exemplo, do Mufti de Perm, ninguém gostaria de ser apenas mais um, alguém sem história, reduzido à um marginal dentro de um país onde se é minoria, proibido de passar aos seus filhos sua língua e sua história, sendo forçado a adotar uma cultura alienígena, a Russa, dos conquistadores.

Medvedec declarou ano passado:
"Teaching people about their origins means inculcating respect for the family, the experience of the older generation, work, and patriotic values. It teaches something that is absolutely necessary for the creation of a civilized, tolerant environment and for civic maturity."
Louvável, concorda inclusive com o Mufti de Perm e é algo incontestável, a origem, a família e a história de um povo é um valor necessário e primordial, é sinal de civilização, tolerância e respeito, acinma de tudo, de maturidade.

É através da história em comum, dos mitos, dos heróis e dos contos que se constrói a Comunidade Imaginada, a comunidade a qual nos sentimos parte porém, por detrás do discurso de Medvedev está a de que a única cultura, história e costumes tolerável é a Russa. Não há espaço, no país, para as minorias reivindicarem seus direitos, devem ser todos "russificados", "eslavizados". Este, sim, um exemplo de incivilidade e intolerância.

Segundo o artigo - e concordo - estas medidas vem da percepção de que o Russo vem perdendo seu prestígio e seu alcance nas Repúblicas da ex-URSS, cada vez menos os jovens preferem o Inlgês ao Russo como segunda língua e há o temor - ao meu ver infundado, pelo menos na Rússia - da extinção do Russo ou pelo menos de diminuição clara e forte do Russo como língua de prestígio na região. Se por um lado é fato que o Russo vem tendo seu espaço diminuído, pro outro é uma ilusão acreditar que, por estar na defensiva, a língua corre qualquer risco a longo prazo de extinção, isto não é nad aalém de uma desculpa para o abuso e desrespeito aos direitos das minorias.

Ao fim do artigo encontramos uma análise interessante sobre o que fazer. No país de Lênin, seria esperada uma parte deste tipo! =)

O Tartastão coloca suas esperanças no seu peso relativo, no número de falantes da língua Tártara, na sua relevância histórica e no seu peso político, mas não tem para onde correr caso tudo isto não seja suficiente.

Por outro lado os cerca de 3 milhões de falantes de línguas Fino-Ugrianas (Como Nenets, Carélios e Khantys) colocam suas esperanças na Finlândia, Estônia e na Hungria, seus parentes mais próximos ainda que, de fato, estes pouco possam fazer e, mesmo que pudessem agir, dificilmente entrariam em rota de colisão com um vizinho tão poderoso quanto a Rússia.

Em minha opinião a situação é complicadíssima, cabe apenas, ao meu ver, a mobilização em massa das minorias, buscando gritar mais alto que o governo Russo e demonstrar que eles existem e querem ser respeitados como minoria, junto com isto cabe fazer pressão junto à União Européia (diretamente ou através de países cujos povos sejam aparentados), ONU e também junto à UNPO e tentar, asism, pressionar o suficiente para que algo possa ser feito, ainda que os resultados sejam difíceis.

No mais, é tentar fomentar grupos culturais, escolas alternativas para o ensino da língua e tradições (como as Ikastolas no País Basco, que sobreviveram por anos na clandestinidade sob Franco, ensinando a juventuda Basca sua língua) e buscar em casa mesmo ensinar aos jovens o que for possível das culturas regionais.

Segue o artigo.
Apparently, Russia Needs Just One 'National Component'

Russia's President Dmitry Medvedev (center) with his Estonian counterpart Toomas Hendrik Ilves at the Fifth World Congress of Finno-Ugric People in Khanty-Mansiisk

April 23, 2009

By Ahto Lobjakas

"The very historical development of the Russian nation is in no small measure based on the riches associated with our ethnocultural and multiconfessional environment. For many centuries we have inhabited a state composed of more than 160 different peoples."

The quotation comes from Dmitry Medvedev, president of the Russian Federation, who delivered these lines -- and many others embodying similar sentiments -- to the Fifth World Congress of Finno-Ugric Peoples in Khanty-Mansiisk on June 28, 2008.

This is the same President Medvedev whose government the year before introduced federal law No.309, removing the so-called national component from the federal "standard" of education. As of September 1 this year, it is no longer the "subjects of the Russian Federation" -- or the so-called titular nationalities in Russia's dozens of ethnic autonomies -- who will decide whether the language, history, or culture of their nominally dominant non-Russian ethnic entities will be taught at state schools.

Instead, individual schools will decide. Or, in practice, the federal Ministry of Education and Science, whose writ runs in those schools. And the ministry has issued guidelines stipulating that no elements of the "national component" are to be taught on state time, as it were.

What this means for Russia's 21 nominally autonomous republics and other ethnic minorities represented at other levels is difficult to overstate. Their struggle to retain their cultural and ethnic identities in today's Russia is truly a desperate one.

In the Republic of Bashkortostan, a few thousand demonstrators took to the streets this week, while Tatarstan's President Mintimer Shaimiyev has said the removal of the "ethnic component" from the educational curriculum is "unacceptable."

The reaction has been strongest in Tatarstan and other predominantly Muslim regions in southern Russia. Speaking in August last year, the chief mufti of Perm, Muhhamedgali hazrat Huzin, said he does not want to become an "Ivan without a history." In words that might have been borrowed straight from Medvedev's speech two months earlier, the mufti said that for a civilized country where the rule of law prevails, "ethnic diversity is a grounding value."

Russian Language Under Threat?

The Medvedev of June 2008 could not agree more. "Teaching people about their origins means inculcating respect for the family, the experience of the older generation, work, and patriotic values. It teaches something that is absolutely necessary for the creation of a civilized, tolerant environment and for civic maturity."

What Medvedev thinks now is anyone's guess.

The responsibility for any major decision is the president's alone in Russia, Medvedev told the BBC in an interview in March. "The major decisions in the name of the state are made by the president," he said. "This is an obvious thing."

Clearly this must apply a to legislative change liable to have lasting repercussions for the ethnic makeup of the Russian state.

It is not difficult to conclude that, having lost an empire, Russia is desperate to hang on to what it has got left.

As analyst Paul Goble wrote on his blog "Window On Eurasia" on April 19, the Russian language is increasingly on the defensive in the former Soviet space. Georgia, Ukraine, even Tajikistan and Belarus -- all for their own reasons, of course -- have recently dropped rebroadcasts of Russian state-owned television channels. Anecdotal evidence is mounting that the young especially are turning away from the old colonial lingua franca, from Central Asia to the South Caucasus.

Russia's "titular nations," on the other hand, have nowhere to run. The Republic of Tatarstan and a few others may put their hopes on their political weight. Others, like Russia's 3 million speakers of Finno-Ugric languages, look to kindred nations Estonia, Finland, and Hungary -- who have made it to the subsidized haven of diversity that is the EU -- for help.

But even Finland, with potentially the greatest leverage on Moscow, is keeping a low profile. Meeting Medvedev in Helsinki on April 20, Finnish President Tarja Halonen made no public reference to the plight of her ethnic cousins.

All the EU and its three Finno-Ugric member states can do is offer a few million euros in "cultural aid." This is no more than a token gesture in the face of what looks like a determined campaign of ethnic assimilation on the part of the Russian government. No prisoners, no problem -- to give a tsarist metaphor a Stalinist twist.

Ahto Lobjakas is a regular contributor to RFE/RL. The views expressed in this commentary are the author's own and do not necessarily reflect those of RFE/RL
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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Passagens Aéreas [Update2] Era bom demais pra ser verdade...

"Sob pressão, Câmara decide que medidas moralizadoras com passagens aéreas vão a plenário"


As medidas, que foram já discutidas aqui, ontem, eram uma certeza, uma imposição da mesa diretora, agora, foi dado o velho jeitinho, serão votadas e o baixo-clero provavelmente conseguirá reverter o fim das regalias - a diminuição, na verdade - e tudo continuará como antes.... Ou seja, nós pagamos, os salafrários viajam, e com a família!

BRASÍLIA - A Mesa Diretora da Câmara decidiu, em reunião no fim da manhã desta quinta-feira, levar a plenário as medidas de moralização que limitam gastos com passagens aéreas. Com o escândalo provocado pela descoberta que deputados usavam cotas de passagens para dar viagens ao exterior a parentes e amigos, a Câmara limitou o uso dos bilhetes, mas a medida enfrentou resistência nas duas Casas, principalmente de parlamentares do baixo clero, que querem continuar usando a cota com parentes. Assim, o que já era dado como certo na quarta-feira vai ainda ser decidido no plenário da Casa
O que era dado como certo, a moralização, não é mais certa, certeza agora é só da falta de comprometimento dos parlamentares com a verdade, a justiça e a decência, em resumo, o que todos já sabiam.

O deputado Silvio Costa (PMN-PE) defende que a mulher e os filhos menores possam usar a cota de passagens da Câmara.

A família faz parte, na minha opinião, do meu mandato - afirmou Costa.
O digníssimo safado, ops, parlamentar que me desculpe mas não, eu não votei na família do meu candidato, eu não votei nos filhos deles, eu votei no candidato e SÓ nele! Senão façamos uma chapa com os nomes da mulher e filhos, nada mais digno! Votemos na melhor família e não no melhor (cof, cof) candidato!

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), lembrou que na quarta-feira o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), submeteu ao voto dos senadores, em plenário, as mudanças nas regras das passagens aéreas na Casa.
E qual foi o resultado? Não mudou nada!

Enfim, com o salário de Marajás que ganham os nobres corruptos deveriam pagar de seus bolsos suas apssagens e a de suas família. Ou melhor, vamos permitir que eles recebam vale-transporte, que usem o ônibus, como o resto dos Brasileiros.
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Brasileiros vão ao Chile para tentar entrar no mapa do rúgbi

Um pouco fora dos objetivos deste blog mas, como um apaixonado pelo Rugby, não poderia deixar de divulgar!


Via Uol Esporte

Brasileiros vão ao Chile para tentar entrar no mapa do rúgbi

Marcos Jorge e Rafael Krieger
Em São Paulo
No país do futebol, o rúgbi é pouco divulgado, apesar de mover multidões em outros países, como a Argentina. Aqui, entretanto, é essencialmente amador e constantemente confundido com o similar norte-americano. Quem pratica esse esporte no Brasil tem que pagar para jogar. Mas, no próximo sábado, tudo pode começar a mudar.

RÚGBI AINDA É ESPORTE AMADOR
Divulgação
Boa parte dos custos da preparação da seleção são bancados pelos próprios atletas

Para o capitão Ramiro, 13 anos de seleção, "profissionalismo ficará para os mais novos"
A seleção brasileira de rúgbi treina desde janeiro para um único jogo - contra o Chile, em Viña del Mar, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2011. Mais do que a classificação, está em jogo a esperança brasileira de entrar na primeira divisão mundial da modalidade, o que significaria receber uma verba dez vezes maior da IRB (International Rugby Board), entidade máxima do esporte. Além disso, o Brasil pode quebrar o tabu de nunca ter vencido os chilenos.

Além do Chile, a Argentina também nunca perdeu para os brasileiros. Os "hermanos" ocupam a quinta posição no ranking e estão garantidos no Mundial. Os uruguaios estão em 20º, e os chilenos em 24º. O Brasil, em 27º, pode alcançar o top 25 com uma única vitória contra o Chile.

Quem fez as contas foi o francês Pierre Paparemborde, filho de Robert, que fez história no rugby do seu país. Pierre chegou no Brasil há quatro anos e assumiu a missão de desenvolver o esporte. Ele lembra que o potencial brasileiro é reconhecido internacionalmente, mas a estrutura por aqui ainda é bem precária e a parte técnica deixa a desejar.

Pierre explica que o Brasil está no limite que separa o amadorismo do profissionalismo. "Todas as seleções do top 20 do ranking são consideradas de padrão profissional", explica o francês, lembrando que os 25 primeiros da lista, que tem 95 países, já são considerados parte da elite do esporte. O Brasil saltou da 45ª para a 27ª posição nos últimos três anos - o último avanço veio com a inédita vitória contra o Paraguai, no ano passado.

Assim, os paraguaios foram eliminados da disputa por uma vaga na Copa, que agora está entre Brasil, Chile e Uruguai. Os brasileiros se classificam se vencerem os dois próximos jogos contra os rivais. Uma tarefa quase impossível, segundo o próprio treinador. "O Brasil é como a Costa Rica tentando ganhar da seleção brasileira no futebol. Mas há sempre uma chance", avalia Pierre, que está focado mesmo é na vaga para o Mundial de 2015.

'BRASIL SERÁ POLO DE RÚGBI'

Pierre Paparemborde veio morar no Brasil porque conheceu uma brasileira (sua esposa atualmente) na saída do jogo da final da Copa de 98. Filho do astro do rúgbi francês Robert Paparemborde, já foi jogador em seu país, mas sofreu um acidente com 25 anos e teve que encerrar a carreira.

Ele mora no Brasil há quatro anos, e foi chamado para dirigir a seleção depois de ser bicampeão nacional treinando o Rio Branco. Para ele, o Brasil tem um potencial enorme no rúgbi.

"A federação internacional se deu conta disso, enviou observadores, jogadores de renome argentinos e franceses vieram nos ajudar, e tenho certeza que o Brasil será um pólo de desenvolvimento do rúgbi. Eles só estão esperando a gente fazer a nossa parte para depois investir pesado", analisa".

Ele explica que o Brasil tem potencial porque há mais de 80 cidades onde o esporte é praticado - um número 3 vezes mais que o do Uruguai, que já participou de três Mundiais. Pierre explica que o principal problema para o desenvolvimento do esporte é que faltam técnicos para tantos atletas
.
O grande objetivo da seleção nessas eliminatórias é uma vitória contra o Chile. Já bastaria para que o Brasil entrasse na elite. Assim, a verba da federação internacional, que atualmente é de US$ 50 mil por ano, aumentaria para US$ 500 mil. Um grande incentivo para os praticantes, que bancam a maior parte dos custos dos treinamentos da seleção brasileira.

Segundo o treinador, a preparação para a competição sul-americana custou R$ 250 mil. Deste valor, R$ 130 mil saiu do bolso dos jogadores. A Associação Brasileira de Rúgbi entrou com R$ 70 mil, e o recém-criado Grupo de Apoio ao Rúgbi Brasileiro contribuiu com R$ 50 mil. As passagens aéreas para os compromissos no exterior são pagas pela federação internacional.

O valor para cobrir esses custos poderia vir a partir do ano que vem, com uma simples vitória sobre o Chile, contabiliza Pierre. Ganhar do Uruguai, no entanto, é muito pouco provável. Mas, para os jogadores, somente entrar em campo já é uma satisfação - afinal, pagaram para isso. Capitão da seleção, Ramiro Mina, de 35 anos, não reclama: "A base do grupo é muito unida, estamos juntos quatro vezes por semana, todo mundo na amizade, treinando forte desde janeiro".

Com 13 anos de seleção brasileira e 20 de rúgbi, Ramiro ganha a vida como empresário do ramo de segurança, e começou no esporte por influência de seu irmão mais velho. Antes, ele jogava tênis, mas a maioria dos jogadores veio do handebol ou do próprio futebol. "Quando se descobre o rúgbi, não tem como largar", comenta Ramiro, que já não tem esperanças de se profissionalizar.

"Isso vai ficar para os mais novos", diz o capitão. "Eles teriam que partir para a Argentina, porque lá tem muitos olheiros. Os times de lá também são amadores, mas têm apoio, e o jogador não paga nada para jogar. O caminho é ser descoberto por um olheiro e ir para a Europa", explica Ramiro.

A seleção brasileira de rúgbi está concentrada em São José dos Campos, sede do clube campeão brasileiro da modalidade. O time embarca para o Chile nesta quinta-feira, e a menos importante das metas é conseguir se classificar para o Mundial. "Nosso projeto é se preparar para 2015", afirma Pierre, lembrando que a competição é a mais importante da modalidade e a terceira de maior audiência - perde apenas para a Copa do Mundo de Futebol e para as Olimpíadas.
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Aceh e Papua: Eleições Indonésias

Eu já venho acompanhando há algum tempo as eleições nas províncias separatistas de Aceh e Papua, na Indonésia e encontrei recentemente novas informações sobre o andamento dos processos.

Em Aceh, ONGS internacionais que observam as eleições acreditam que o nacionalista "Aceh Party" irá ganhar o maior número de cadeiras no parlamento regional.

Os números até agora são:

Partai Aceh ou PA (Partido Aceh, regional e nacionalista): 43,8%
Partido Democrático (do primeiro Ministro Susilo Bambang Yudhoyono): 14,3%
Partido Golkar (partido de apoio de Suharto): 6,6%
Partido da Justiça e Prosperidade ou PKS (Islâmico): 3,8%
Partido do Mandato Nacional ou PAN (antigo membro da base de Sukarnoputri): 3,4%
Partido Unido do Desenvolvimento ou PPP (Islâmico moderado): 3%

O Partai Aceh é o braço político do que foi a maior guerrilha de Aceh, a GAM (Gerakan Aceh Merdeka ou Movimento Aceh Livre), que lutou pela independência da região de 1975 até 2005 em um conflito que matou cerca de 15 mil pessoas.

Um grande partico nacional, o PDI-P, ou Partifo Democrático Indonésio - de Luta, da ex-presidente Megawati Sukarnoputri, mal aparece nas pesquisas na região de Aceh, durante seu governo o número de soldados na região aumentou enormemente e sua votação demonstra o ressentimento da população local.

A participação no processo foi de cerca de 77,7%, mais alto que a média nacional, de 72%

Acredita-se que o número de votos para o Partai Aceh possa crescer até o fim da apuração.

Vale lembrar que esta é a primeira vez em que partidos regionais podem concorrer em uma eleição Indonésia, o que torna ainda mais frágil a posição dos partidos nacionais, fragmentados e em eterno conflito.

Existe no país o medo de que a votação expressiva do Partai Aceh possa impulsionar um referendo regional por independência, ainda que a retórica do Partai Aceh tenha se limitado à implementação dos termos do acordo de paz implementados em 2005 e não uma independência total e imediata.

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Infelizmente não encontrei novas informações sobre Papua Ocidental, oque sei é que por lá não foi permitido a nenhum partido regional concorrer, apenas os nacionais, oque manteve o clima de tensão na região.

Qualquer nova informação postarei aqui.

De novidades mesmo só um informe de que a Cruz Vermelha foi expulsa de Papua:

JAKARTA, April 23 (Reuters) - Indonesia has ordered the International Committee of the Red Cross (ICRC) to leave the politically sensitive Papua region after its officials visited separatists in jail, the foreign ministry said.

Papua, the underdeveloped but resource-rich western half of New Guinea island where independence activists have waged a separatist campaign for decades, is geographically isolated and foreign journalists need special permission to visit.

There is a strong military and police presence in Papua, especially around the huge Grasberg copper and gold mine. Police recently shot demonstrators calling for a boycott of Indonesia's April 9 parliamentary election.

Foreign ministry spokesman Teuku Faizasyah said that the government was offended both by the ICRC's failure to obtain proper permission to operate in Papua and by the prison visits.

"Any organisation must be aware that, yes, this is a new Indonesia but we are a sovereign country," Faizasyah told Reuters, suggesting that other aid organisations might also face a clampdown.

"They should not abuse our democratic reform and act as though they can do whatever suits their interests."

The ICRC said it runs sanitation projects in Papua and also visits detainees, including jailed members of the secessionist Free Papua Movement (OPM), to ensure they are treated properly. "People accused of crimes which might be called subversion, or rebellion could be at risk of being discriminated against," said Vincent Nicod, the head of the ICRC's Indonesia delegation.

"When we visit detainees, it is not to look into the reason for the detention. It's part of our activity relating to international humanitarian law to ensure that political prisoners are provided worldwide with decent conditions."

The dispute follows last year's release of stricter new rules on the funding of foreign non-governmental organisations in Indonesia.

The foreign ministry's Faizasyah said that the government first asked the ICRC to renegotiate the deal under which it operates in Indonesia in 2000 but the ICRC said talks stalled after the tsunami in December 2004 when 170,000 Indonesians died.

In March 2009, the government told the ICRC to close its Papua office and return to Jakarta to renegotiate the agreement.

"Do they question our ability to manage our prisons? We have a free media now, functioning NGOs and if there is any mishap in the handling of an institution, it will, of course, be reported to the government," said Faizasyah.

The ICRC's Nicod said that the Indonesian government had approached the ICRC in early 2000 to rewrite the deal but said the existing agreement officially had no expiry date. (Editing by Sara Webb and Alex Richardson)

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Passagens Aéreas... [Update] E algo mais....

Hoje a Câmara e o Senado decidiram limitar a farra com as passagens aéreas... Faz tempo que não vejo os nobres escroques, ou melhor, parlamentares, fazendo alguma coisa decente e respeitando a vontade popular...

O mais impressionante é que alguns safados ainda tiveram a cara de pau de reclamar!

Durante a votação, a medida provocou discussão entre os senadores. O senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) alegou que, por problemas de saúde, viaja acompanhado, e reclamou da onda de "denuncismo" da imprensa em relação ao Congresso. Ele defendeu que a cota fosse utilizada também para um acompanhante. "Se a minha mulher precisar de uma viagem, não pode fazer também?", questionou. "Daqui a pouco nós estamos recebendo vale-transporte."
Será que o salário de milhares de reais mais as trocentas ajudas de custo (?) que estes salafrários recebem não é suficiente para uma passagem de avião para seus amigos e parentes? Eu mal tenho condições de viajar de avião uma vez por ano e ainda tenho que pagar para senador viajar às minhas custas? É um absurdo sem proporções!

E qual o problema com Vale-Transporte? Sim, estes safados deveriam receber, se muito, um vale transporte como TODO o resto da população brasileira que trabalha.

Além dos parlamentares trabalharem só de terça a quinta (e olhe lá), receberem décimo terceiro e décimo quarto salário, ainda recebem "ajudas" para gasolina, verba de gabinete, apartamento em Brasília e se brincar até verba pra comprar papel higiênico! E ainda querem mais?

Os Brasileiros pagam para serem ofendidos e vilipendiados, para serem roubados!

Se o Senador tem problemas de saúde que não se candidate, que passe sue feudo para outro. Se quer que a mulher viaje faça como TODOS os demais brasileiros, PAGUE pela passagem. Já é um absurdo pagar passagem para Parlamentar, para sua família se divertir? Por favor!

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) se manifestou contrário à decisão da mesa. Para ele, a medida foi precipitada e poderá dar margem à corrupção. "Quero aqui reconhecer como uma medida moralizadora, porém, um pouco precipitada", disse, em plenário, defendendo que era necessário estudar as denúncias antes de determinar medidas concretas. "Aqueles que se desesperam, que não têm bom caráter, não têm bom equilíbrio na sua conduta, vão ficar na mão do empresário, vão pedir dinheiro para o empresário. Não tem saída."
Precipitada? Será que o escroque não fez ainda sua viagem com a família para a Disney?

E, "aqueles que se desesperam, que não têm bom caráter, não têm bom equilíbrio na sua conduta" deveriam ser presos. Deveriam perder seus cargos, serem processados, presos e terem a chave jogada fora. Pena para parlamentar deveria ser o dobro pois além do crime comum há ainda a quebra de confiança e o desrespeito com o voto do povo. Se forem atrás de empresários devem ser igualmente condenados o parlamentar e o empresário corrupto. Vão fazer festa na cadeia!

"Não tem saída"... Realmente! O pobre sobrevive com salário mínimo mas os pobres parlamentares não podem viver com todo o seu salário, seu dinheiro desviado, suas concessões fraudulentas e suas "ajudas" de custo mil... Pobres coitados! Fico até com pena!

As medidas:

O texto aprovado no Senado estabelece o fim da "cota mensal de custeio de locomoção" e a criação de uma "verba de transporte aéreo", equivalente a cinco trechos aéreos, ida e volta, da capital do Estado de origem do senador a Brasília. Para os representantes do Distrito Federal, o valor corresponderá ao concedido aos senadores de Goiás.

Valores não utilizados não poderão ser acumulados de um exercício financeiro para o seguinte. A utilização da cota deverá ser publicada no site do Senado, em até 90 dias a contar do mês a que se refere. O ato extingue ainda as cotas suplementares devidas aos membros da Mesa e lideranças partidárias. A implementação das novas regras ficará a cargo da Diretoria-Geral do Senado.

Excelentes mas ainda insuficientes.

Qual a necessidade de passagens para os parlamentares de Brasília? Dinheiro para fazer caixa?

5 trechos aéreos? Pra que tanto?

Moralizar, de vez, seria extinguir qualquer ajuda a estes safados que tem total condições de pagar por suas passagens. Que recebam vale transporte e viagem de ônibus, como milhões fazem e vejam como é o Brasil, como são nossas péssimas estradas, como é a violência nas estradas....

Com informações da Folha:

Deputados e senadores afirmam que a direção do Congresso está agindo por pressão popular, com a adoção de "medidas precipitadas" para restringir as viagens. Parlamentares subiram nas tribunas das duas Casas para classificar as medidas de "hipócritas", "violentas", "duras" e "acuadas".
A direção do congresso está agindo por pressão popular... Oras, mas não é função do congresso legislar para o povo? Eles deveriam agir por pressão dequem? Dos banqueiros? Dos Empresários?

Opa, é isso que fazem!

O nome dos safados que foram publicados nos jornais e que se colocaram contra as propostas do Congresso e que querem continuar a farra com NOSSO dinheiro:

Silvio Costa (PMN/PE)
Epitácio Cafeteira (PTB/MA)
Marcone Perillo (PSDB/GO)
Papaléo Paes (PSDB/AP)
Almeida Lima (PMDB/SE)
Mario Negromonte (PP/BA) Nova adição
Jovair Arantes (PTB/GO) Nova adição
Michel Temer (PMDB/SP) Nova adição
Rafael Guerra (PSDB/MG) Nova adição
José Aníbal (PSDB/SP) este ainda quer aumentar o salário dos parlamentares!

Ao comentar a possibilidade do Congresso elevar os salários dos parlamentares, o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), disse que os salários dos parlamentares brasileiros são inferiores aos oferecidos por outros países.

"Há muitos parlamentares questionando, avaliando que a medida é hipócrita porque se sabe muito bem que o parlamentar ganha menos do que o parlamentar de qualquer outro lugar do mundo", disse.

O tucano lamentou que a decisão de adiar a discussão sobre o aumento salarial tenha sido tomada isoladamente pela Mesa Diretora da Câmara, sem ser discutida com o colégio de líderes.

O reajuste elevaria os vencimentos de R$ 16,5 mil para R$ 24,5 mil e estaria condicionado à criação de uma cota única que incluiria todos os benefícios e auxílios recebidos pelos parlamentares e a votação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que impedisse o chamado efeito cascata --desvinculando os salários dos deputados federais dos legislativos estaduais e municipais.

Isso simplesmente não pode ser sério.... São quase 10 mil reais a mais para estes inúteis! Enquanto o salário mínimo não chega a 500 reais! Só este aumento equivale ao salário de quase 20 Brasileiros!

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Só hoje consegui ler a Folha de SP de ontem e emendei com a de hoje e o que vi me encheu de mais e mais nojo deste parlamento brasileiro...

Tomo a liberdade de colar abaixo algumas partes de uma das reportagens de ontem da Folha:

O primeiro-secretário da Câmara, Rafael Guerra (PSDB-MG), divulgou uma proposta que tem o apoio de líderes partidários e prevê aumentar o salário dos 513 integrantes da Casa de R$ 16,5 mil para R$ 24,5 mil, equiparando a cifra à recebida pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Também seria mantida a verba indenizatória mensal de R$ 15 mil para gastos nos Estados.
Primeiro, este meliante deveria ser expulso de forma sumária do parlamento, da vida pública e da convivência social. Sequer pensar em aumentar o salário desses inúteis parlamentares é, no mínimo, falta de respeito e tiração de onda com a cara dos brasileiros. Não só elevar para absurdos 24,5 mil reais mas ainda manter uma verba "indenizatória" (e ninguém nos indeniza por ter estes crápulas no poder) de 15 mil reais, totalizando 39,5 mil reais por mês para nos roubar, enriquecer ilicitamente, privatizar e propor leis tão úteis quanto saudar a bandeira uma vez por semana!

Se tomarmos o salário mínimo por 500 reais (aproximando), o salário de um parlamentar, que não faz nada para o povo, pelas novas propostas, somadas à verba extra, equivale a 79 salários mínimos! Um absurdo sem tamanho!

Pior que isso é gente como Gilmar "Dantas" receber 24.5 mil para ferrar o povo.

O primeiro-vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não considera correto trocar a verba pelo salário. "A verba produz um equilíbrio entre os deputados pobres e os ricos", afirmou.
Deputado pobre? Isso é piada pronta? Onde existe deputado ou senador pobre? Não no Brasil! E se por acaso ele for pobre - pros padrões dos senhores feudais do parlamento como os Sarney ou os Magalhães - com certeza chegará ao nível de seus colegas rapidamente... Nunca dirá como conseguiu, todos saberão e nada será feito. Quantos castelos mais temos pelo país sem ninguém (ninguém=povo) saber?


O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), também defende a proposta: "Acho a ideia muito boa". Só não concorda com a contrapartida de divulgar os gastos na internet. "É péssimo. Não gostaria de ser patrulhado. Não quero ser obrigado a colocar minhas coisas na internet."
Temer é contra a proposta de elevação dos salários. "Minha tese é a transparência absoluta, mantendo o salário atual e os benefícios como estão", disse.
Para rebater tal declaração só mesmo o artigo de hoje do Clovis Rossi, que colo ao fim deste post. Eu não poderia comentar melhor! Mas só um adendo, as "coisas" do parlamentar são seu sala´rio pago com NOSSO dinheiro, suas viagens pagas com NOSSO dinheiro, suas propinas pagas com NOSSO dinheiro... E etc e tal...

Para evitar efeito cascata do reajuste salarial, a proposta em discussão na Mesa é aprovar emenda constitucional que desvincule os salários dos deputados federais dos pagos nas Assembleias e Câmaras Municipais. Caso contrário, segundo a Folha revelou em março, o gasto seria de ao menos R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos.
"É preciso saber que tipo de Parlamento a sociedade brasileira quer: um deputado bem remunerado, para ser incorruptível, ou um que ganhe pouco e vá para o Congresso defender o interesse de grandes grupos", disse o líder do PP, deputado Mário Negromonte (BA).
É, portanto, um meliante, um safado e criminoso de marca maior.

Além de tudo coage o povo: "ou aumentam meu salário ou vou roubar mesmo"! É uma verdadeira declaração de culpado! Alô, Gilmar "Dantas", está ouvindo?


Depois de toda esta lama, se ninguém se matou ainda de ódio ou enfartou ou se afogou no lodo, o artigo salvador do Clovis Rossi:

CLÓVIS ROSSI

Nossas "coisas", "coisas" deles SÃO PAULO - Do deputado Jovair Arantes (GO), líder do PTB na Câmara, sobre a divulgação de gastos de deputados pela internet: "Não quero ser obrigado a colocar minhas coisas na internet". Suas coisas, uma ova, deputado.
Todas as "coisas" relativas ao seu mandato são de propriedade do público. Você é apenas o representante do eleitor, não o dono das "coisas", dinheiro incluído. Mas é essa mentalidade porca que leva aos privilégios de que gozam os pais da pátria, que já são imorais, e, pior, ao abuso até dos privilégios imorais. Para os nobres parlamentares, não há abuso, posto que as "coisas" são deles, e cada um faz o que quiser de suas "coisas".
Aí vem o deputado ACM Neto (DEM-BA) com a comprovação de que todo mundo, no Congresso, acha que as "coisas" são dos congressistas, tanto que afirma, com a cara-de-pau típica, que "a Casa toda fez", em alusão ao abuso na utilização de passagens aéreas (ele é um dos abusadores, pois viajou com a mulher para Paris).
À cara-de-pau o deputado soma a calhordice de achar que "a imprensa quer fechar o Congresso". Diga-se que a família Magalhães entende de fechamento de Congresso: ele é apenas o mais jovem membro de uma dinastia que apoiou gostosamente a ditadura militar, que, esta sim, quis -e conseguiu- fechar o Congresso mais de uma vez.
À falta de memória do jovem Magalhães soma-se a mentira. Quem quer fechar o Congresso são os próprios congressistas. Primeiro porque se tornaram absolutamente inúteis, na medida em que são meros carimbadores de iniciativas do Executivo. Segundo porque tudo o que produzem, cotidianamente, é essa imoral confusão entre as "coisas" do público e as "coisas" deles, parlamentares.
Só se nota que o Congresso está aberto é pelo noticiário policial que produz.

crossi@uol.com.br
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Mais uma do Parlamento

"Hasteamento da Bandeira Nacional nas escolas pode ser obrigatório"

Proposta de Aloizio Mercadante!

Mais uma proposta de máxima importância para o país! Como pudemos viver tanto tempo sem isso? Surpreendente!

Se não existem razões para qualquer patriotismo em um país com parlamentares podres, com miséria por todos os cantos, com violência impressionante, sem educação, sem saúde e sem moradia digna então porque não simplesmente forçar, de maneira absurda e artificial, o patriotismo?

Digo mais! Deveríamos içar a bandeira TODOS os dias, cantar o hino, todso os hinos que temos, não só o nacional, além do hino de cada estado e saudar um por um os heróis da pátria!

Claro, isso iria demorar mas, sem problema, podemos tirar alguma aula de história ou geografia afinal, pra que servem?

Esse país é uma piada, e eu ainda me surpreendo!


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Passagens Aéreas...

Hoje a Câmara e o Senado decidiram limitar a farra com as passagens aéreas... Faz tempo que não vejo os nobres escroques, ou melhor, parlamentares, fazendo alguma coisa decente e respeitando a vontade popular...

O mais impressionante é que alguns safados ainda tiveram a cara de pau de reclamar!

Durante a votação, a medida provocou discussão entre os senadores. O senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) alegou que, por problemas de saúde, viaja acompanhado, e reclamou da onda de "denuncismo" da imprensa em relação ao Congresso. Ele defendeu que a cota fosse utilizada também para um acompanhante. "Se a minha mulher precisar de uma viagem, não pode fazer também?", questionou. "Daqui a pouco nós estamos recebendo vale-transporte."
Será que o salário de milhares de reais mais as trocentas ajudas de custo (?) que estes salafrários recebem não é suficiente para uma passagem de avião para seus amigos e parentes? Eu mal tenho condições de viajar de avião uma vez por ano e ainda tenho que pagar para senador viajar às minhas custas? É um absurdo sem proporções!

E qual o problema com Vale-Transporte? Sim, estes safados deveriam receber, se muito, um vale transporte como TODO o resto da população brasileira que trabalha.

Além dos parlamentares trabalharem só de terça a quinta (e olhe lá), receberem décimo terceiro e décimo quarto salário, ainda recebem "ajudas" para gasolina, verba de gabinete, apartamento em Brasília e se brincar até verba pra comprar papel higiênico! E ainda querem mais?

Os Brasileiros pagam para serem ofendidos e vilipendiados, para serem roubados!

Se o Senador tem problemas de saúde que não se candidate, que passe sue feudo para outro. Se quer que a mulher viaje faça como TODOS os demais brasileiros, PAGUE pela passagem. Já é um absurdo pagar passagem para Parlamentar, para sua família se divertir? Por favor!

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) se manifestou contrário à decisão da mesa. Para ele, a medida foi precipitada e poderá dar margem à corrupção. "Quero aqui reconhecer como uma medida moralizadora, porém, um pouco precipitada", disse, em plenário, defendendo que era necessário estudar as denúncias antes de determinar medidas concretas. "Aqueles que se desesperam, que não têm bom caráter, não têm bom equilíbrio na sua conduta, vão ficar na mão do empresário, vão pedir dinheiro para o empresário. Não tem saída."
Precipitada? Será que o escroque não fez ainda sua viagem com a família para a Disney?

E, "aqueles que se desesperam, que não têm bom caráter, não têm bom equilíbrio na sua conduta" deveriam ser presos. Deveriam perder seus cargos, serem processados, presos e terem a chave jogada fora. Pena para parlamentar deveria ser o dobro pois além do crime comum há ainda a quebra de confiança e o desrespeito com o voto do povo. Se forem atrás de empresários devem ser igualmente condenados o parlamentar e o empresário corrupto. Vão fazer festa na cadeia!

"Não tem saída"... Realmente! O pobre sobrevive com salário mínimo mas os pobres parlamentares não podem viver com todo o seu salário, seu dinheiro desviado, suas concessões fraudulentas e suas "ajudas" de custo mil... Pobres coitados! Fico até com pena!

As medidas:

O texto aprovado no Senado estabelece o fim da "cota mensal de custeio de locomoção" e a criação de uma "verba de transporte aéreo", equivalente a cinco trechos aéreos, ida e volta, da capital do Estado de origem do senador a Brasília. Para os representantes do Distrito Federal, o valor corresponderá ao concedido aos senadores de Goiás.

Valores não utilizados não poderão ser acumulados de um exercício financeiro para o seguinte. A utilização da cota deverá ser publicada no site do Senado, em até 90 dias a contar do mês a que se refere. O ato extingue ainda as cotas suplementares devidas aos membros da Mesa e lideranças partidárias. A implementação das novas regras ficará a cargo da Diretoria-Geral do Senado.

Excelentes mas ainda insuficientes.

Qual a necessidade de passagens para os parlamentares de Brasília? Dinheiro para fazer caixa?

5 trechos aéreos? Pra que tanto?

Moralizar, de vez, seria extinguir qualquer ajuda a estes safados que tem total condições de pagar por suas passagens. Que recebam vale transporte e viagem de ônibus, como milhões fazem e vejam como é o Brasil, como são nossas péssimas estradas, como é a violência nas estradas....

Com informações da Folha:

Deputados e senadores afirmam que a direção do Congresso está agindo por pressão popular, com a adoção de "medidas precipitadas" para restringir as viagens. Parlamentares subiram nas tribunas das duas Casas para classificar as medidas de "hipócritas", "violentas", "duras" e "acuadas".
A direção do congresso está agindo por pressão popular... Oras, mas não é função do congresso legislar para o povo? Eles deveriam agir por pressão dequem? Dos banqueiros? Dos Empresários?

Opa, é isso que fazem!

O nome dos safados que foram publicados nos jornais e que se colocaram contra as propostas do Congresso e que querem continuar a farra com NOSSO dinheiro:

Silvio Costa (PMN/PE)
Epitácio Cafeteira (PTB/MA)
Marcone Perillo (PSDB/GO)
Papaléo Paes (PSDB/AP)
Almeida Lima (PMDB/SE)
José Aníbal (PSDB/SP) este ainda quer aumentar o salário dos parlamentares!

Ao comentar a possibilidade do Congresso elevar os salários dos parlamentares, o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), disse que os salários dos parlamentares brasileiros são inferiores aos oferecidos por outros países.

"Há muitos parlamentares questionando, avaliando que a medida é hipócrita porque se sabe muito bem que o parlamentar ganha menos do que o parlamentar de qualquer outro lugar do mundo", disse.

O tucano lamentou que a decisão de adiar a discussão sobre o aumento salarial tenha sido tomada isoladamente pela Mesa Diretora da Câmara, sem ser discutida com o colégio de líderes.

O reajuste elevaria os vencimentos de R$ 16,5 mil para R$ 24,5 mil e estaria condicionado à criação de uma cota única que incluiria todos os benefícios e auxílios recebidos pelos parlamentares e a votação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que impedisse o chamado efeito cascata --desvinculando os salários dos deputados federais dos legislativos estaduais e municipais.

Isso simplesmente não pode ser sério.... São quase 10 mil reais a mais para estes inúteis! Enquanto o salário mínimo não chega a 500 reais! Só este aumento equivale ao salário de quase 20 Brasileiros!
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A África não para....

Apenas um rápido comentário, é impressionante como a África não cansa de se encaminhar para o buraco...

Nos últimos dias vimos os protestos gigantescos em Madagascar, contra e a favor do novo governo, que assumiu o poder através de um golpe e que já foi exaustivamente comentado neste blog.

Agora temos a possibilidade - a certeza, na verdade - da eleição de Jacob Zuma na África do sul, um estuprador confesso, que não acredita (?) na AIDS e se opõe a qualquer programa contra a doença em um país com milhões de infectados e agora acabo de ler que tentaram matar o Primeiro Ministro do Lesoto, Pakalitha Mosisili, que, se não é um país dos mais relevantes, nem regionalment,e é um sinal do caminho que continua seguindo a África...

É ver para onde esses golpes, estas eleições de criminosos e tudo mais vai....

Sudão com o presidnete com mandato internacional de prisão, Guiné-Bissau em crise depois do assassiant do Chefe do Exército e do Primeiro Ministro.... O povo Saraúi do Saara Ocidental sendo massacrado pelo Marrocos.... E por aí vai....
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Gilmar "Dantas" Mendes teve o que mereceu!

E que seja só o começo!


Vossa excelência está destruindo a Justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Vossa excelência não está na rua, está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. Vossa excelência, quando se dirige a mim, não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar.

Trecho retirado do blog do Eduardo Guimarães, o Cidadania.com


O Ministro Joaquim Barbosa disse o que todo Brasileiro decente sonha em dizer! Que Gilmar "Dantas" Mendes saia às ruas e ouça o que o povo tem a dizer! Que encare de frente àqueles que prejudica todos os dias!


Mais informações da Folha Online:

"Vossa excelência me respeite. Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Faça o que eu faço", afirmou Barbosa.

Em resposta, Mendes disse que "está na rua". Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. "Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro."

Irritado, Mendes também pediu "respeito" a Barbosa. "Vossa Excelência me respeite", afirmou. "Eu digo a mesma coisa", respondeu o ministro.

Os ministros Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello atuaram como "bombeiros" para tentar encerrar o bate boca. "A discussão está descambando para um campo que não coaduna com a disciplina do Supremo", disse Marco Aurélio ao pedir o encerramento da sessão.

Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus "capangas de Mato Grosso". O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.

"É uma intervenção normal regular. A reação brutal, como sempre, veio de Vossa Excelência. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências dessa decisão", afirmou Barbosa.

Mas Mendes reagiu: "Não, não. Vossa Excelência disse que faltei aos fatos. Não é verdade."

Em tom irônico, o Barbosa disse que o presidente do STF agiu com a sua tradicional "gentileza" e "lhaneza". Mendes reagiu ao afirmar que Barbosa é quem deu "lição de lhaneza (lisura)" ao tribunal. "Vamos encerrar a sessão", disse Mendes para encerrar o bate-boca.

A discussão ocorreu enquanto o plenário do STF analisava dois recursos apresentados ao tribunal contra leis julgadas inconstitucionais pela Corte. Uma das ações questiona a lei que criou o Sistema de Seguridade Funcional

do Paraná, em 1999. O segundo recurso questiona lei, considerada inconstitucional pelo STF, que definiu que processos contra autoridades com foro privilegiado continuam sob análise do tribunal mesmo após o réu não estar mais na vida política.

Após o fim da sessão, os ministros se reuniram para discutir o episódio.

E novamente do Cidadania.com:

Notícias dos telejornais da noite dão conta de que o ministro Joaquim Barbosa não participa de reunião a portas fechadas em que se encontram todos os demais membros do Supremo Tribunal Federal depois da coça verbal que o ministro deu no presidente daquela Corte.

Espera-se que os ministros tenham a serenidade e a clarividência necessária para não se deixarem empurrar para nenhum tipo de desejo retaliativo em relação a Barbosa. A sociedade não aceitará. Eu mesmo não aceitarei sem antes dar uns brados de protesto ao megafone.

O G1 e a Folha ainda nos informam algo óbvio, que os capangas, ops, demais ministros, apoiam o Gilmar Dantas e encontraram mais uma maneira de não trabalhar e suspenderam a sessão de amanhã depois de lançar uma nota apoiando o safado, ops, o Ministro Gilmar.

Depois do fim da sessão, Joaquim Barbosa foi embora para casa. Os ministros se reuniram no gabinete de Gilmar Mendes. Foram mais de três horas de reunião. Chegou-se a discutir a possibilidade de uma advertência a Joaquim Barbosa. Mas os ministros optaram por uma saída mais diplomática. Soltaram uma nota de apoio ao ministro Gilmar Mendes: lamentam o episódio e reafirmam a confiança e o respeito pelo presidente do Supremo.

“Os ministros do STF que subscrevem esta nota, reunidos após a Sessão Plenária de 22 de abril de 2009, reafirmam a confiança e o respeito ao Senhor Ministro Gilmar Mendes na sua atuação institucional como presidente do Supremo, lamentando o episódio ocorrido nesta data”, diz a íntegra da nota.

O texto é assinado por oito dos 11 ministros do STF: Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Cezar Peluso, Carlos Ayres Britto, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Carmen Lúcia e Menezes Direito. Não assinaram a nota somente os envolvidos na polêmica, Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, além de Ellen Gracie, que está fora do Brasil.G1

Os ministros também decidiram cancelar a sessão plenária do STF marcada para amanhã, às 14 horas. Folha



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terça-feira, 21 de abril de 2009

Protestos na Rússia (Tartastão e Bashkortostão).

Comentei algum tempo atrás sobre o Tatarstão e a minoria Tártara na Rússia (quase 4% da população, cerca de 5.4 milhões de indivíduos) e hoje vi que eles não são os únicos na Rússia de hoje a reclamar seus direitos.

Além dos Tártaros, Chechenos e Ingushes que dia após dia protestam contra a centralização Russa e o domínio a que são impostos, os Bashquires (ou Bashkires) da Rep. Aut. do Bashkortostão resolveram também protestar contra as políticas de Moscou quanto ao seus direitos de usar sua língua (Bashquir) e tê-la ensinada em suas escolas.

Cerca de duas mil pessoas se reuniram em Ufa, capital do Bashkortostão para protestar contra as novas ordens de Moscou que visam retirar da grade escolar o idioma local além das aulas sobre história e geografia da região, o que enfraquece ainda mais os laços dessa população minoritária e constantemente pressionada pelos Russos e Russo-falantes.


"Protesters Rally In Bashkortostan To Save Language Education"

Protesters defended their right to education in the their native language.

April 21, 2009
UFA, Bashkortostan -- Some 2,000 demonstrators gathered in Ufa, the capital of the Russian republic of Bashkortostan, to protest Moscow’s policy of removing elements of ethnically specific education from schools, RFE/RL's Tatar-Bashkir Service reports.

The demonstrators came from across Bashkortostan on April 18 to protest Moscow’s plans to remove so-called regional and ethnic classes from schools in as of September 1.

The activists say the decision to ban classes on the history, geography, and languages of the republics may lead to a complete loss of ethnic and linguistic identity.

The demonstrators adopted a resolution stating that the new restrictions abuse the right of Russia's ethnic minorities to obtain an education in their own languages.

People from Bashkortostan's Ukrainian, Chuvash, Daghestani, and Kazakh cultural centers took part in the protest.

Tatar organizations in Tatarstan are also protesting the proposed changes to their schools’ curricula.

No Tartastão (Tartária), também em protesto contra a política de Moscou de retirar das escolas o ensiono da língua Tártara, prepara-se o Dia da Linha Materna com campanhas por toda a Rússia, em regiões de forte presença Tártara buscando dar status oficial à lingua em nível Federa.

Tatars In Russia Preparing For Mother Tongue Day

Last updated: 21.04.2009 09:48
KAZAN -- Ethnic Tatar communities around Russia are preparing to mark Mother Tongue Day in Tatarstan on April 26.

Firaya Shaikhieva, head of the Languages Department in Tatarstan's government, told RFE/RL's Tatar-Bashkir Service that a special campaign called "I Speak Tatar!" will be held in the republic and other regions of the Russian Federation on that day.

She said Tatarstan's government has sent books, leaflets, and other materials to the Russian cities of Sverdlovsk, Orenburg, and to some regions that have large Tatar populations.

Activists in Tatarstan last week began a campaign to collect signatures to promote Tatar as the second official language of Russia.

Tatars officially constitute 3.8 percent of Russia's population, or some 5.4 million people.
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