sábado, 2 de maio de 2009

Judeus contra o Genocídio de Israel

Bom ver iniciativas pró-boicote e anti-Genocídio contra o Estado de Israel vindo de grupos Judeus e de Judeus pelo mundo. Mais que legitima o movimento mundial contra o massacre de Palestinos.


"The second reason boycotts are more effective is the visible role of Jewish human rights advocates, making it harder for Israel to argue that these actions are anti-Semitic. For example, British architect Abe Hayeem, an Iraqi Jew, describes in a passionate column in The Guardian exactly how Leviev tramples on Palestinian rights, and warns Israeli architects involved in settlements that they will be held to account by their international peers. In the United States, Jewish Voice for Peace has led an ongoing campaign to stop Caterpillar from selling bulldozers to Israel, which militarizes them and uses them in home demolitions and building the separation wall."


Via The Angry Arab!
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Correa Vence!

Apenas um comentário rápido, ou uma comemoração rápida!

"Correa reeleito presidente no primeiro turno com 51,8% dos votos"


Agora é oficial! O Equador vence, a América Latina Vence!
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O caso da Jornalista e Fernando Henrique Cardoso

Retirado daqui. E isso porque ainda tem jornalista que reclama da possibilidade de liberarem jornalistas sem diploma... Corporativismo?

A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retornou do exterior na quarta-feira, (29).
Ainda não se sabe se ela vai contar o porquê do recato e do silêncio nos 14 anos do seu exílio - a maior parte do tempo na Espanha.

Há alguns anos foi realizado no Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário 'DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO' promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.

Eis um registro:
'O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o Presidente da República...

A questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de Conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique Cardoso com a jornalista da TV Globo Miriam Dutra.

Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a imprensa brasileira sabe disso.

E naqueles oito anos de governo ninguém tocou no assunto. Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram encantadas com o seu charme e sua pose de estadista.

Em Brasília, o escritório de FHC também era utilizado como garçoniére, para usar uma expressão da geração dele.

Era no escritório-garçoniére que o então candidato à presidência da República mantinha encontros com uma de suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra.

Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores de futebol.
Deu uma 'chave ' em FHC e engravidou.

A ardilosa jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República do Brasil.

Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em pânico.

Afinal, como diria outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura.

FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto mas ela riu na cara dele.

A mulher não ia jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de poupança.. Foi aí que entrou em ação a operação abafa.

Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, sem obrigação de fazer nada.

Apenas ficar calada e quietinha, cuidando do filho bastardo do presidente.

Os advogados do seminário DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO ficaram boquiabertos com a história. Afinal, como a moça é jornalista, toda a imprensa sabe desse caso.

O que surpreende é que nenhum órgão de imprensa publicou nada a respeito. É compreensível que o jornalismo da Globo não tenha tocado no assunto, até porque eles são parte envolvida neste escândalo. Sim, porque isso é um escândalo.

Mas e a VEJA, que adora matérias sensacionalistas?

E a FOLHA DE SÃO PAULO, que coloca o jornalismo acima de tudo?
E a ISTOÉ, que adora publicar matérias escandalosas até sem confirmação?
E a CARAS?
E O DIA?
E o ESTADÃO?
E o JB?
O que teria acontecido com os órgãos de imprensa nesse caso?
Decidiram ser coniventes?
Tiveram medo de noticiar o fato?

Não quiseram tocar no assunto para evitar algum tipo de confronto com a Globo?

Ou simplesmente foram corporativistas.

Preferiram abafar o caso porque isso iria levantar uma questão que é muito cara a ética do jornalismo: a intimidade de profissionais do setor com os donos do poder.

Essas questões incendiaram a discussão sobre DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO no Fórum do Rio. Nos corredores do fórum e nos bares do centro da cidade os advogados cariocas se dedicaram a fazer as especulações mais inusitadas.

Alguns argumentaram que, o fato da amante e do filho de FHC serem dependentes econômicos do jornalismo da TV Globo, significa que o Presidente a República, durante seus oito anos de mandato foi refém da emissora do Jardim Botânico.

E toda a imprensa brasileira foi conivente com isso. 'Deve ser por isso que o Fernando Henrique foi tão generoso com a Globo, no caso do empréstimo do BNDES', especulou um jovem advogado enquanto afrouxava o laço da
sua elegante gravata Hermes.

um importante jornalista, presente ao evento, ainda soltou essa pérola: 'Nem na época da ditadura militar a TV Globo foi tão favorecida pelo governo quanto na era Fernando Henrique.'

Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho caçula do presidente. Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem seus empregados.

'Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira dama!'

Os jovens advogados presentes ao Seminário se sentem traídos pela imprensa por não terem notícias do jovem herdeiro do imperador FHC.

Eles dizem que gostariam de saber como vive o pimpolho agora, que deve ter algo em torno de doze anos.
Será que ele torce pelo Real-Madrid ou pelo Barcelona?

Eles também gostariam de saber também quanto a jornalista Miriam Dutra embolsou com esse golpe.

E qual o saldo de sua conta na Suíça...

Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso:

'Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique Cardoso e Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal Nacional em Brasília) Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados bairros da Europa, em Barcelona.

Agora se vocês querem saber como isso nunca foi notícia na grande imprensa, leiam Caros Amigos - ano IV número 37 - abril de 2000.

A matéria é assinada por Palmério Dória e outros.
O título é: 'Um fato jornalístico'.

A pergunta é quanto custou este silêncio?

A portaria do Ministério da Fazenda 04/1994, por exemplo, que isenta todos os meios de comunicação 'e sua cadeia produtiva' da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é só um começo de conversa.

E o Proer da Mídia no final do ano 2000 custou US$3 bilhões ou US$ 6 bilhões, um ajuste de contrato.

Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quanto foi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a 2002'.

Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada.

Mas que custou caro pra todos nós, isso é verdade.

É por essa e por outras que a contribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para cobrir isenções providenciais.

Até parece que todos nós, brasileiros e brasileiras, somos pais dessa criança.
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Denúncia do Comitê Popular contra o Muro em Bi'lin. Isso é Sionismo

The Popular Committee Against the Wall in Bil'in
Deplores the arrest of five leaders of the Popular Committee in Alm’asra
Friday, 1 \ 5 \ 2009

     
The Popular Committee Against the Wall in Bil'in
Deplores the arrest of five leaders of the Popular Committee in Alm’asra they are: Mahmoud Zawahra coordinator of Alm’asra Committee, Mohammed Burjya, a spokesman for the Media Commission, and his brother Hassan, Azmi Alchiokhi, who is president of the Popular Committees in Hebron, Mustafa Faouar. The Committee calls upon the People's human rights organizations to intervene for the release of five leaders, and this is comes within the occupation forces to target the leaders of the popular events to discourage the continuation of events against the construction of the wall and settlements.

For more information, review:
Abdullah Aburahma - Coordinator of the Popular Committee to resist the wall and settlements in Bil'in
0599107069 or 0547258210


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ocupantes, Usurpadores e Ladrões

"The report is another indictment, as if one were needed, of the now-defunct Oslo Accords. Just as Oslo lacked adequate mechanisms to enforce Israeli pledges to sharply reduce its occupation of Palestinian land, so too has Israel been allowed to abrogate its commitment to revise interim agreements relating to water systems in the Arab territories it controls. Instead, according to the World Bank report, Israel has aggrandised a growing share of available water supplies while intensifying Palestinian reliance on Mekorot, the Jewish state’s national water carrier. The report states that Israel, without the approval of the Israeli-Palestinian Joint Water Committee (JWC) – a legacy of the Oslo process – draws more than 50 per cent from the aquifers that support both the West Bank and Israel beyond what it is authorised under the accords. Needless to say, Palestinian protests of such violations are routinely ignored, according to the report."

Via The Angry Arab!

Resumindo: Os Israelenses, ilegalmente, roubam mais de 50% da água dos aquíferos que abastecem a Palestina (Cisjordância) e Israel do que é permitido por acordos internacionais (Acordo de Oslo) e os protestos dos Palestino são, como sempre, ignorados.

Não basta roubar a terra, as esperanças e a dignidade. Roubam também a água.
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Resultados das eleições em Aceh (Indonésia)

Continuando a cobertura das eleições em Aceh (infelizmente não encontrei ainda nada sobre Papua Ocidental), como mostrei aqui, aqui e aqui, o partido nacionalista, Partai Aceh (PA, Partido Aceh), venceu com maioria folgada, conseguindo 33 das 69 cadeiras do Parlamento Regional, com 46.93% dos votos e 1,007,173 milhões de votos (de 2,146,141 eleitores).

The final results, which were announced by the Aceh Independent Election Commission, or KIP, after it finished counting votes from the province’s 23 districts and municipalities, showed the Aceh Party had secured 33 of the 69 seats in the provincial council.

From a total of 2,146,141 valid ballots, the Aceh Party received 1,007,173 votes, or 46.93 percent. Trailing in a distant second was the Democratic Party of President Susilo Bambang Yudhoyono, which had 232,728 votes, or 10.84 percent, followed by Golkar Party with 142,411 votes, or 6.64 percent. The National Mandate Party, or PAN, finished fourth with 93,060 votes, or 3.87 percent, while the Prosperous Justice Party, or PKS, received 81,529 votes, or 3.80 percent.

Resultado final:

Partai Aceh ou PA (Partido Aceh, regional e nacionalista): 46.93% (superando as projeções iniciais de 43%)
Partido Democrático (do primeiro Ministro Susilo Bambang Yudhoyono): 10.84% (abaixo dos 14% esperados)
Partido Golkar (partido de apoio de Suharto): 6.64%
Partido da Justiça e Prosperidade ou PKS (Islâmico): 3.80% (invertendo a maioria que tinha nas prévias em relação ao PAN)
Partido do Mandato Nacional ou PAN (antigo membro da base de Sukarnoputri): 3.87%

While it scored an overwhelming victory, the Aceh Party’s own projections showed it gaining more votes. Aceh Party spokesman Adnan Beuransyah had earlier estimated that his party would clinch 36 seats in the provincial legislative council.

“After the counting was completed, the Aceh Party apparently received fewer votes than other parties in several electoral areas,” Adnan said.

The Democratic Party secured 10 seats in the provincial council, Golkar eight, PAN five, PKS four and the United Development Party, or PPP, three.


Os líderes do Partai Aceh acreditavam que teriam maioria, 36 assentos. Infelizmente não conseguiram a maioria necessária.

PA: 33 cadeiras
Partido Democrático: 10
Golkar: 8
PAN: 5
PKS: 4
PPP: 3

The remaining seats were split between the Aceh Mandate Party, or PDA, another local party, and several national parties.
Somente dois partidos regionais conseguiram lugar na nova Assembléia REgional mas, ao menos, um deles conseguiu a maioria.

Six local parties competed with 37 national parties in the elections in the province, although only two of the local parties managed to get seats in the legislature — the Aceh Party and the Aceh Mandate Party.

The Aceh Party, founded by former GAM guerrillas, secured most of its support in former strongholds of the group, in the north and east of the province.

A member of KIP, Akmal Abzal, said that his commission would hold another plenary meeting before May 17, after the completion of the vote count from Aceh for the House of Representatives in Jakarta by the General Elections Commission, or KPU.

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Genocídio

Genocídio: "Extermínio deliberado e sistemático de um grupo nacional, racial, político ou cultural."

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Excerpt from the Convention on the Prevention and
Punishment of Genocide
(For full text click here)

"Article II: In the present Convention, genocide means any of the following acts committed with intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group, as such:

(a) Killing members of the group;

(b) Causing serious bodily or mental harm to members of the group;

(c) Deliberately inflicting on the group conditions of life calculated to bring about its physical destruction in whole or in part;

(d) Imposing measures intended to prevent births within the group;

(e) Forcibly transferring children of the group to another group.

Article III: The following acts shall be punishable:

(a) Genocide;

(b) Conspiracy to commit genocide;

(c) Direct and public incitement to commit genocide;

(d) Attempt to commit genocide;

(e) Complicity in genocide. "

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Apresentação em Power Point, incrível, sobre os 8 estágios do Genocídio, aqui.

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THE INTERNATIONAL CAMPAIGN TO END GENOCIDE

1.5 million Armenians. 3 million Ukrainians. 6 million Jews. 250,000 Gypsies. 6 million Slavs.

25 million Russians. 25 million Chinese. 1 million Ibos. 1.5 million Bengalis. 200,000 Guatemalans. 1.7 million Cambodians. 500,000 Indonesians. 200,000 East Timorese. 250,000 Burundians. 500,000 Ugandans. 2 million Sudanese. 800,000 Rwandans. 2 million North Koreans. 10,000 Kosovars. Genocides and other mass murders killed more people in the twentieth century than all the wars combined.

“Never again” has turned into “Again and again.” Again and again, the response to genocide has been too little and too late.

During the Armenian genocide and the Holocaust, the world’s response was denial. In 1994, while 800,000 Tutsis died in Rwanda, State Department lawyers debated whether it was “genocide”, and the U.N. Security Council withdrew U.N. peacekeeping troops who could have saved hundreds of thousands of lives.

Genocide is the world’s worst intentional human rights problem. But it is different from other problems and requires different solutions. Because genocide is almost always carried out by a country’s own military and police forces, the usual national forces of law and order cannot stop it. International intervention is usually required. But because the world lacks an international rapid response force, and because the United Nations has so far been either paralyzed or unwilling to act, genocide has gone unchecked.

The International Campaign to End Genocide is an international coalition dedicated to creating the international institutions and the political will to end genocide forever.

The International Campaign to End Genocide has four goals:

  1. The provision of public information on the nature of genocide and creation of the political will to prevent and end it.

  1. The creation of an effective early-warning system to alert the world and especially the U.N. Security Council, NATO and other regional alliances to potential ethnic conflict and genocide.

  1. The establishment of a powerful United Nations rapid response force in accordance with Articles 43-47 of the U.N. Charter, as well as regional rapid response forces, and international police ready to be sent to areas where genocide threatens or has begun.

  1. Effective arrest, trial, and punishment of those who commit genocide, including the early and effective functioning of the International Criminal Court, the use of national courts with universal jurisdiction, and the creation of special international tribunals to prosecute perpetrators of genocide.

This Campaign is an international, de-centralized, global effort of many organizations. In addition to its work for institutional reform of the United Nations, it is a coalition that brings pressure upon governments that can act on early warnings of genocide through the U.N. Security Council. The Campaign has its own NGO early warning system and its own websites: www.genocidewatch.org, www.preventgenocide.org. Bypassing the secrecy of government intelligence services, the Campaign has created an early warning network to provide truly confidential communication links that allow relief and health workers, whistle-blowers, and ordinary citizens to create an alternative intelligence network that will warn of ethnic conflict before it turns into genocide.

The International Campaign to End Genocide covers genocide as it is defined in the Genocide Convention: “the intentional destruction, in whole or in part, of a national, ethnical, racial or religious group, as such.” It also covers political mass murder, ethnic cleansing, and other genocide-like crimes against humanity. It will not get bogged down in legal debates during mass killing.

Building the political will for action is the major task. Among the defense mechanisms used to justify non-action is denial of the facts. So the first job in preventing and stopping genocide is getting the facts in clear, indisputable form to policy makers. Most of that job is done by CNN and the news media. But conveying the information is not enough. It must be interpreted so that policy makers understand that genocidal massacres are systematic, or that the portents of genocide are as compelling as warnings of a hurricane. Then options for action must be suggested to those who make policy, and they must be lobbied to take action.

The International Campaign to End Genocide works to create political will through:

1. Consciousness raising -- maintaining close contact with key policy makers in governments of U.N. Security Council members, providing them with information about genocidal situations.

2. Coalition formation --working in coalitions to respond to specific genocidal situations and involving members in campaigns to educate the public and political leaders about solutions.

3. Policy advocacy -- preparing options papers for action to prevent genocide in specific situations, and presenting them to policy makers.

The International Campaign to End Genocide concentrates on predicting, preventing, stopping, and punishing genocide and other forms of mass murder. It brings an analytical understanding of the genocidal process to specific situations. It does not simply study genocide or hold conferences, but attempts to prevent genocide, and build institutions that can end genocide forever.

The International Campaign’s headquarters location near Washington, D.C. permits it to influence U.S. foreign policy, a key to forceful humanitarian intervention when genocide threatens. But it also has key organizational members in the United Kingdom, Belgium, Germany, Israel, and other countries. It is an international effort that will work with governments of U.N. Security Council members to create the political will for United Nations, rather than unilateral intervention.

Current members of the International Campaign to End Genocide include: Genocide Watch, The Leo Kuper Foundation (UK), Physicians for Human Rights (UK), Prevent Genocide International (USA), International Alert, The International Crisis Group, The Genocide Studies Program of Yale University, the Cambodian Genocide Project, Inc., The Institute on the Holocaust and Genocide (Israel), The Committee for Effective International Criminal Law (Germany), the Aegis Trust (UK), the Cooperative Baptist Fellowship Global Mission, The Genocide Prevention Center (USA), Survivors’ Rights International (USA), Prévention Génocides (Belgium), CALDH (Guatemala), INFORCE (UK), The Remembering Rwanda Trust (Canada), Minority Rights Group (UK), and Survival International (UK). Membership is free and welcomed from all groups and individuals that subscribe to the Campaign’s goals.

The International Campaign’s coordinator is Genocide Watch, Post Office Box 809, Washington, D.C. 20044. Telephone: 703-448-0222. FAX: 703-288-5525. e-mail: info@genocidewatch.org website: www.genocidewatch.org
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The 8 Stages of Genocide




By Gregory H. Stanton, President, Genocide Watch

Classification Symbolization Dehumanization Organization Polarization Preparation Extermination Denial

Genocide is a process that develops in eight stages that are predictable but not inexorable. At each stage, preventive measures can stop it. The process is not linear. Logically, later stages must be preceded by earlier stages. But all stages continue to operate throughout the process.

1. CLASSIFICATION: All cultures have categories to distinguish people into “us and them” by ethnicity, race, religion, or nationality: German and Jew, Hutu and Tutsi. Bipolar societies that lack mixed categories, such as Rwanda and Burundi, are the most likely to have genocide. The main preventive measure at this early stage is to develop universalistic institutions that transcend ethnic or racial divisions, that actively promote tolerance and understanding, and that promote classifications that transcend the divisions. The Catholic church could have played this role in Rwanda, had it not been riven by the same ethnic cleavages as Rwandan society. Promotion of a common language in countries like Tanzania has also promoted transcendent national identity. This search for common ground is vital to early prevention of genocide.

2. SYMBOLIZATION: We give names or other symbols to the classifications. We name people “Jews” or “Gypsies”, or distinguish them by colors or dress; and apply the symbols to members of groups. Classification and symbolization are universally human and do not necessarily result in genocide unless they lead to the next stage, dehumanization. When combined with hatred, symbols may be forced upon unwilling members of pariah groups: the yellow star for Jews under Nazi rule, the blue scarf for people from the Eastern Zone in Khmer Rouge Cambodia. To combat symbolization, hate symbols can be legally forbidden (swastikas) as can hate speech. Group marking like gang clothing or tribal scarring can be outlawed, as well. The problem is that legal limitations will fail if unsupported by popular cultural enforcement. Though Hutu and Tutsi were forbidden words in Burundi until the 1980’s, code-words replaced them. If widely supported, however, denial of symbolization can be powerful, as it was in Bulgaria, where the government refused to supply enough yellow badges and at least eighty percent of Jews did not wear them, depriving the yellow star of its significance as a Nazi symbol for Jews.

3. DEHUMANIZATION: One group denies the humanity of the other group. Members of it are equated with animals, vermin, insects or diseases. Dehumanization overcomes the normal human revulsion against murder. At this stage, hate propaganda in print and on hate radios is used to vilify the victim group. In combating this dehumanization, incitement to genocide should not be confused with protected speech. Genocidal societies lack constitutional protection for countervailing speech, and should be treated differently than democracies. Local and international leaders should condemn the use of hate speech and make it culturally unacceptable. Leaders who incite genocide should be banned from international travel and have their foreign finances frozen. Hate radio stations should be shut down, and hate propaganda banned. Hate crimes and atrocities should be promptly punished.

4. ORGANIZATION: Genocide is always organized, usually by the state, often using militias to provide deniability of state responsibility (the Janjaweed in Darfur.) Sometimes organization is informal (Hindu mobs led by local RSS militants) or decentralized (terrorist groups.) Special army units or militias are often trained and armed. Plans are made for genocidal killings. To combat this stage, membership in these militias should be outlawed. Their leaders should be denied visas for foreign travel. The U.N. should impose arms embargoes on governments and citizens of countries involved in genocidal massacres, and create commissions to investigate violations, as was done in post-genocide Rwanda.

5. POLARIZATION: Extremists drive the groups apart. Hate groups broadcast polarizing propaganda. Laws may forbid intermarriage or social interaction. Extremist terrorism targets moderates, intimidating and silencing the center. Moderates from the perpetrators’ own group are most able to stop genocide, so are the first to be arrested and killed. Prevention may mean security protection for moderate leaders or assistance to human rights groups. Assets of extremists may be seized, and visas for international travel denied to them. Coups d’état by extremists should be opposed by international sanctions.

6. PREPARATION: Victims are identified and separated out because of their ethnic or religious identity. Death lists are drawn up. Members of victim groups are forced to wear identifying symbols. Their property is expropriated. They are often segregated into ghettoes, deported into concentration camps, or confined to a famine-struck region and starved. At this stage, a Genocide Emergency must be declared. If the political will of the great powers, regional alliances, or the U.N. Security Council can be mobilized, armed international intervention should be prepared, or heavy assistance provided to the victim group to prepare for its self-defense. Otherwise, at least humanitarian assistance should be organized by the U.N. and private relief groups for the inevitable tide of refugees to come.

7. EXTERMINATION begins, and quickly becomes the mass killing legally called “genocide.” It is “extermination” to the killers because they do not believe their victims to be fully human. When it is sponsored by the state, the armed forces often work with militias to do the killing. Sometimes the genocide results in revenge killings by groups against each other, creating the downward whirlpool-like cycle of bilateral genocide (as in Burundi). At this stage, only rapid and overwhelming armed intervention can stop genocide. Real safe areas or refugee escape corridors should be established with heavily armed international protection. (An unsafe “safe” area is worse than none at all.) The U.N. Standing High Readiness Brigade, EU Rapid Response Force, or regional forces -- should be authorized to act by the U.N. Security Council if the genocide is small. For larger interventions, a multilateral force authorized by the U.N. should intervene. If the U.N. is paralyzed, regional alliances must act. It is time to recognize that the international responsibility to protect transcends the narrow interests of individual nation states. If strong nations will not provide troops to intervene directly, they should provide the airlift, equipment, and financial means necessary for regional states to intervene.

8. DENIAL is the eighth stage that always follows a genocide. It is among the surest indicators of further genocidal massacres. The perpetrators of genocide dig up the mass graves, burn the bodies, try to cover up the evidence and intimidate the witnesses. They deny that they committed any crimes, and often blame what happened on the victims. They block investigations of the crimes, and continue to govern until driven from power by force, when they flee into exile. There they remain with impunity, like Pol Pot or Idi Amin, unless they are captured and a tribunal is established to try them. The response to denial is punishment by an international tribunal or national courts. There the evidence can be heard, and the perpetrators punished. Tribunals like the Yugoslav or Rwanda Tribunals, or an international tribunal to try the Khmer Rouge in Cambodia, or an International Criminal Court may not deter the worst genocidal killers. But with the political will to arrest and prosecute them, some may be brought to justice.
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Twitter e Pentágono

"Pentágono usa Twitter e Facebook para recrutar soldados

General afirma que sites facilitam acesso aos jovens entre 18 e 24 anos; Exército recebe dúvidas pela web"

Noticiei há algum tempo, aqui, que o FBI teme pelo uso do Titerr por Terroristas, para preparação de ataques, recrutamento e etc e propõe um controle sobre o serviço. Curiosamente, hoje, vejo que o Pentágono e o Exército estadunidense usam exatamente o Twitter, a ferramenta que deveria ser bloqueada, proibida, censurada e etc, para recrutamento de acéfalos, ops, jovens estadunidenses para suas guerras, golpes de Estado, massacres e genocídios pelo mundo.

O Exército não é o único corpo militar que usa o Facebook ou o Twitter. A Força Aérea também possui perfis nos dois sites de relacionamento e mantém um blog, enquanto que a Infantaria da Marinha usa diversas redes sociais para fins de recrutamento. Os militares "experimentam" vários meios de internet, e alguns de seus comandantes usam o Twitter, afirmou um porta-voz. Até mesmo o comandante da Guarda Costeira atualiza regularmente sua página no Facebook enquanto viaja.

O Exército incluiu ainda em sua página na internet vídeos, um recrutador virtual e respostas para as perguntas mais comuns sobre a vida militar. Ao mostrar os vídeos durante entrevista, o general Freakley indicou que algumas das perguntas recebidas na web foram surpreendentes, como "Posso ter um cachorro no Exército?", "Posso comprar um caminhão do Exército?". Os militares, afirma Freakley, pretendem esclarecer essas perguntas.

Resumindo a obra, se é para recrutar e para servir aos propósitos dos EUA, ok, passa, mas se é para defender a liberdade, ir contra a censura, defender a liberdade de expressão, a neutralidade e liberdade da internet, então é ruim?


Bom saber...






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Protesto Europeu contra o Controle da Internet

Recebi de um fórum português sobre linguística e assuntos de minorias, vale repassar.

A UE atenta contra a Liberdade da Internet!

VOTAÇÃO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009

Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet... não haverá volta atrás!

Aja agora!

O acesso à internet não é condicional !

Todos os que têm um site, blog bem como todos aqueles que usam o Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos...

Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom.

Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril. Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que queiramos de algum site.

As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos com os da actual televisão. Será publicitada com muitos "novos serviços" mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas.

Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que damos à internet hoje.

A razão é simples...

Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que estas empresas forçam os políticos "amigos" a agirem perante esta situação.
A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e informativa do cidadão.

Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música promove o terrorismo (http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime-tvi24/1058509-4069.html ) para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as novas regras...

Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua liberdade de escolha lhe fosse retirada?

Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos comércio.

Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida.
Ela ajuda-nos a expressarmo-

nos, inovarmos, colaborarmos, partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar... tudo sem a ajuda de intermediários.

Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer.
Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá encontrar.

Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos amigos poderosos, teremos de fechar.

Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote.
Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos mais.

Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo.

Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso livre da internet.

A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter.

Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa coisa chamada "Pacote das Telecom´s" disfarçando estas leis de algo que apenas é relativo à indústria das telecomunicações.

Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da internet. A liberdade está a ser riscada do mapa.

Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso.

O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar.
Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas.
Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os seus actos no Parlamento.
Saiba que não está sozinho(a) nesta luta... Enquanto lê isto, centenas e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo, colabore e faça o que pode por esta causa...

A internet é tão sua como deles...

Divulgue esta mensagem o mais que possa...

Pode também escrever aos seus deputados...


Estes são os nossos deputados no Parlamento Europeu:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(2004-2009)> http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(2004-2009)

ou

<http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT> http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT

Para mais informações sobre a lei:

http://www.laquadrature.net/en/telecoms-package-towards-a-bad-compromise-on-net-discrimination

http://www.laquadrature.net/wiki/Telecoms_Package

http://en.wikipedia.org/wiki/Telecoms_Package

http://www.blackouteurope.eu/

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Rússia se move no Cáucaso

Quando a Rússia apoiou as independências de Abkházia e Ossétia do Sul, o "temor" mundial era a de que este apóio Russo às independências das duas repúblicas rebeldes teria, por trás, a intenção de anexá-las quando a poeira baixasse.
Rússia assume controle de fronteiras rebeldes da Geórgia

Abkházia e Ossétia do Sul concedem autonomia ao Exército russo uma semana antes de exercícios da Otan

Aparentemente os temores vem se mostrando mais reais. Além da ajuda imensa já dada às Repúblicas, agora a defesa destas regiões será feita pela Rússia e onde estiverem os Russos nenhuma autoridade Abkházia ou Osseta poderá intervir. Serão enclaves Russos reconhecidos pelas Repúblicas.

Vale lembrar que a independência das regiões foi precipitada pela ação inconsequente de Saakashvili, Premier da Geórgia, que, acreditando ter apoio total da OTAN, invadiu a Ossétia, de maioria Osseta e Russa. Os Russos, obviamente, impuseram sua força, tanto pelo ataquè à sua população, quanto como uma demonstração de força contra OTAN e Geórgia, a quem os Russos consideram um irmão menor que precisa ser "corrigido".

A Rússia reconhece a Abkházia e Ossétia do Sul como independentes. Nas duas regiões serão criados diferentes departamentos de fronteiras russos não subordinados às autoridades locais, que gozarão de total imunidade administrativa e civil e estarão isentos de impostos, segundo as agências russas.

A Rússia reconhece a independência, PORÉM, onde estiverem os russos, o território e russo.

Não será surpresa que, ao fim dos 5 anos de contrato de vigência desta iniciativa, Ossétia do Sul e Abkházia sejam formalmente anexadas à Federação Russa.

A Rússia enfrenta inúmeros protestos internos (Tatarstão, Bashkortostão) e algumas tentativas sangrentas de independência, especialmente no Cáucaso (Chechênia, Ingushétia, Daguestão), seria quase temerário defender, incondicionalmente, a independência de duas Repúblicas autônomas de um país vizinho, ouseja, abrir um precedente.

É exatamente graças ao medo deste precedente que a Transdniestria permanece com a Moldávia (Moldova) apesar das tentativas de separação. O precedente seria perigoso demais para a Rússia.

Claro que a Geórgia precipitou tudo, tornou a situação insustentável mas temos que esperar os próximos movimentos Russos.

Para os russos ter a Ossétia do Norte dentro de suas fronteiras e a Ossétia do Sul, independente, é perigoso. Por sorte os Ossetas não tem, nos ultimos tempos, nenhuma atividade separatista relevante mas ainda assim, o apóio Russo à independência de quem seja, atiça os ânimos de suas dezenas de repúblicas.
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Isso é Sionismo - Bi'lin Weekly Protest

Semanalmente ocorrem protestos na vila de Bi'lin, como já mostrei antes aqui. Protestos contra a ocupação, contra o genocídio, contra o Muro da Vergonha e contra a situação em que se encontram os Palestinos: Subjugados, Submetidos e Humilhados.

Ao menos dessa vez nenhum Palestino foi assassinado pelo exército de Israel.

Four injured and dozens suffered teargas inhalation

Bil’in Residents and Activists Gather to Mark May Day

Friday 1/5/2009


The residents of Bil’in gathered today after the Friday prayer along with international and Israeli activists and marched in recognition of
May Day. The protesters carried Palestinian flags and banners calling for labor rights. The Israeli occupation doesn’t give even the simplest rights for workers and the Wall prevents workers from getting to their jobs and farmers from reaching their land. Protesters also carried posters for the martyr Bassem Abu Rahmah.

Protesters marched towards the wall calling for the end of the occupation and to stop construction of the Wall. Protesters placed flowers next to the martyr’s memorial for Bassem Abu Rahmah and stood there for a minute of silence out of respect for his spirit and those of other martyrs.

The Israeli army had gathered in big numbers behind cement blocks and used razor wire to prevent the crowd from going through the gate. The army fired tear gas canisters to disturb the crowd, causing dozens to suffer gas inhalation and four were shot with rubber coated steel bullets, the four: Abdullah Aburahma,Yaseen Mohammed Yaseen,Mahmud Al’a Smara,and Nashmi Mohammed Aburahma.

For more information:
Abdullah Aburahma- Bil’in Popular Committee.
0547258210- 0599107069

e-mail – lumalayan@yahoo. com


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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Idéias simples para qualquer organização não governamental

Falando de ONG's, imagino algumas ferramentas simples, colaborativas, que podem ajudar na divulgação de projetos, notícias e de propostas.

1. Blog

Ferramenta interessante, permite a postagem de campanhas e notícias, de updates sem necessariamente passar pela grande mídia (impressa ou virtual) ou esperar por prazos e edições.

A ferramenta permite comentário dos leitores, discussões abertas e informes, uma maneira de se aproximar dos doadores, potenciais alvos de campanha e etc.

Com a divulgação também através de outros blogs é possível tornar esta ferramente extremamente relevante, um meio de aproximação com a comunidade e de intercâmbio.

2. twitter

Ferramenta relativamente nova mas que cresce de forma assustadora. Muito útil, permite mensagens curtas (140 caracteres) e pode ser uma ferramenta para mensagens rápidas, rápidos informes sobre campanhas, o andamento destas, convocatórias e etc.

Funciona, de certa forma, como um blog, mas de forma mais dinâmica e rápida.

3. Orkut, Facebook, etc

Comunidades de amplo alcance (especiamente o orkut, dificil que não tenha hoje um perfil) que tme por base a criação de comunidades de interesse. Interessante para uma organização possuir um perfil oficial (ou também seus membros possuírem perfis específicos para o trabalho) e uma comunidade oficial.

Pelo alcance do orkut, por exemplo, serve como meio de divulgação de propostas e campanhas, esclarecimento de dúvidas e também como forma de debates, contatos e acompanhamento de campanhas.

3.1. Aplicativos

Dentro das Comunidades Sociais, existem ainda os aplicativos criados pela própria empresa mantenedora do serviço ou ainda por usuários e estas ferramentas podem ser muito úteis para a divulgação da ONG, da campanha, dos sucessos e etc. Ferramentas específicas para doadores, para colaboradores, ferramentas que mantenham contato próximo entre interessados em receber notícias, em participar como voluntários, doadores e etc são uma maneira simples e eficaz de serem produzidas.

4. Wikipedia

A wikipedia é uma das ferramntas mais usadas no mundo e, porque não um verbete sobre uma ONG, feita pela própria, com todas as informações relevantes, camapnhas e etc?

A wikipedia funcionaria como um veículo de propaganda excelente, podendo ser sempre editado pela ONG e, mantido atualizado, é um importante instrumento de divulgação de campanhas por ser largamente acessado.

5. Youtube e etc

Ter um canal próprio no Youtube, GoogleVideos e afins é uma maneira simples e eficiente de se divulgar - de graça e com alcance mundial - campanhas e projetos, até mesmo depoimentos de beneficiados e afins. Uma maneira de alcancar milhões através de vídeos, animações e etccvom baixíssimo custo e retorno garantido.

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Essas 5 (ou 6) ferramentas, em conjunto são, ao meu ver, uma poderosa ferrramenta para a divulgação de propostas, campanhas e afins além de uma maneira fácil de se receber feedbacks do público, de divulgar a ong e etc.
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Isso é Sionismo! Prisioneiro político.

No dia 1 de maio, Nael Barghouthi terácompeltado mais de 31 anos sob custódia do Estado Terrorista de Israel, o que o tornará o prisioneiro político ha mais tempo encarcerado no mundo. Curiosamente o atual primeiro lugar é outro palestino, Sa'id Al-Ataba, que ficou preso por 31 anos e 26 dias em Israel.

O Estado Terrorista e Genocida de Israel privou este homem de uma vida, ele foi preso com 21 anos e já passo umais tempo na cadeia que livre em sua vida.

Bethlehem – Ma’an – On Friday, 1 May, Palestinian Nael Barghouthi will become the world’s record-holder as the longest-held political prisoner.

Barghouthi will have completed more than 31 years in Israeli custody by May, said Abd An-Nasser Farawna, a Palestinian specialist in prisoners affairs. On Friday, Barghouthi will break the Guinness World Record, which is currently held by Sa'id Al-Ataba, a Palestinian who was also in Israeli custody.

According to Farawna, Barghouthi was detained on 4 April 1978. He became the longest-serving Palestinian prisoner after his fellow prisoner, Sa’id Al-Ataba, was released on 25 August 2008 after efforts made by Palestinian President Mahmoud Abbas. Al-Ataba spent 31 years and 26 days in Israeli custody.

Barghouthi was born in 1957 in Ramallah in the central West Bank. He was detained on 4 April 1978 at the age of 21, and an Israeli military court later sentenced him to life imprisonment. He has already been in prison ten years longer than he was free.
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Linha do Tempo do Conflito no Sri Lanka


Uma excelente linha do tempo sobre o conflito entre LTTE (Tigres Tâmil) e o governo do Sri Lanka, desde a fundação do grupo guerrilheiro.

Via Reuters

1972: Velupillai Prabhakaran forms a militant group called the Tamil New Tigers (TNT).

1976: TNT changes its name to the Liberation Tigers of Tamil Eelam (LTTE).

1983, 23 July: LTTE attacks an army patrol in Jaffna, killing 13 soldiers and sparking anti-Tamil riots around the country, leaving several hundred dead.

1985, 8 July: Talks held between the Sri Lankan government and the LTTE for the first time in Thimpu, Bhutan.

1987, 29 July: Indo-Sri Lanka pact signed between President JR Jayawardena and Prime Minister of India Rajiv Gandhi. India deploys peace-keeping force to north and east Sri Lanka.

1990, 24 March: India withdraws troops due to clashes with the LTTE killing more than 1,200 Indian troops.

1990 June: LTTE kills hundreds of policemen in the east following breakdown of talks between the Tigers and the government of President Ranasinghe Premadasa.

1991, 21 May: Gandhi killed, allegedly by an LTTE suicide bomber.

1993, 1 May: Premadasa killed by LTTE suicide cadres during a May Day rally in Colombo.

1995, January: Government of Chandrika Kumaratunge and LTTE agree to talks.

1995, April: Talks fail after the Tigers blow up two navy vessels.

1995, 2 December: Jaffna, the northern cultural and political nerve centre of the Tamils, falls under Sri Lanka army control.

1996, 31 January: Suicide bomb attack on the Central Bank building in the heart of Colombo kills more than 100 and injures 1,400.

1996, 24 July: Alleged LTTE bomb blast in a railway station in Dehiwela, south of Colombo, kills 70.

1996, 18 July: Army camp overrun by the LTTE near the northeastern town of Mullaitivu. More than 1,000 troops killed.

1998, 25 January: Suicide bomb attack on Sri Lanka's holiest Buddhist shrine, Dhaladha Maligawa (Temple of the Tooth), in the central town of Kandy, kills 17 people.

1998, 26 September: Tigers overrun Kilinochchi army camp, killing more than 1,000 government soldiers.

1999, December: LTTE attempts to assassinate President Chandrika Bandaranaike Kumaratunge; he survives.

2000, April: LTTE recaptures Elephant Pass http://www.tamilnation.org/tamileelam/boundaries/elephantpass.htm, inflicting heavy damage on the Sri Lankan forces during the operation Unceasing Waves III.

2001, July: An LTTE suicide attack on Bandaranaike International airport kills 14.

2002, 22 February: Ceasefire agreement, brokered by Norway, signed by Prime Minister Ranil Wickremesinghe and LTTE leader Prabhakaran.

2002, December: Government and LTTE agree to share power at peace talks in Norway.

2003 April: LTTE pulls out of talks after six rounds of negotiations, citing inadequate steps taken to rebuild war-hit areas.

2004, 3 March: LTTE eastern military head, Vinayagamurthi Muralitharan, alias Karuna Amman, splits from the LTTE.

2005, 7 February: LTTE political head for the eastern Districts of Batticaloa and Ampara, E. Kousalyan, killed with three others in Batticaloa town.

2005, 12 August: Foreign Minister Lakshman Kadirgamar killed by suspected LTTE snipers in Colombo.

2005, 4 December: The LTTE commences claymore and grenade attacks targeting the Sri Lankan troops in the Jaffna peninsula.

2006, 15 June: More than 60 civilians killed in claymore mine attack allegedly by LTTE, targeting a civilian bus in Kebithigollewa, nearly 200km from Colombo.

2006, 20 July: LTTE closes the sluice gates at Mavilaru, south of the eastern coastal town of Trincomalee. Clashes erupt as army launches operations to gain control and succeeds.

2007, 5 January: Bomb attacks on public transport begin in Nittambuwa, about 20km east of Colombo, killing six people. Several bombs target public transport in the following months. The government blames the LTTE for the attacks.

2007, March: LTTE carries out its first air raid on Katunayake air base, about 20km north of Colombo. The Tigers also conduct an air attack on 29 April during the Cricket World Cup Final. The attack targets two fuel-storage facilities on the outskirts of Colombo. The Tigers carry out at least nine air attacks before 20 February 2009.

2007, 15 January: Military captures Vakarai, a coastal town in Batticaloa District in the Eastern province.

2007, 11 July: military captures Thoppigala, the last of the LTTE strongholds in the east after 13 years, thereby regaining the entire eastern province from the LTTE.

2007, 2 November: LTTE political wing leader SP Tamilselvan killed in an air raid by the Sri Lankan Air Force.

2008, 2 January: The government says it will withdraw from ceasefire agreement and does so on 14 January and intensifies attacks on the Tigers. The LTTE, however, states it will stick to the agreement.

2008, September: All international humanitarian agencies and their foreign staff operating in the LTTE-controlled Kilinochchi and Mullaitivu districts are ordered by the government to relocate to Vavuniya.

2009, 2 January: Government troops capture Kilinochchi, de-facto capital of the LTTE, after 10 years.

2009, 25 January: Mullaithivu town captured by government troops.

2009, 12 February: Government declares a 12km-long "no fire zone" (NFZ) along the Mullaitivu western coast and calls on civilians to move into it for their own safety. 2009, 20 February: The LTTE conducts a suicide air attack in Colombo.

2009 March: Sri Lankan troops launch operations to regain areas in the Vanni from the western flank. The number of civilians in the NFZ continues to grow.

2009, 14 April: LTTE says it is ready for negotiations, but the government refuses the offer, insisting it should lay down arms.

2009, 20 April: Thousands of civilians trapped in the NFZ cross into government-controlled areas where they are screened and placed in camps. Government gives LTTE 24 hours to surrender.

2009, 22 April: Former LTTE media coordinator Velayutham Dayanidhi, alias Daya Master, and the translator of former LTTE political wing head SP Tamilselvan, Kumar Pancharathnam, alias George, surrender to the military.

2009, 26 April: The LTTE declares a unilateral ceasefire as government forces surround an ever-shrinking NFZ. The government rejects the declaration, calling it a "joke". The UN estimates 50,000 civilians remain trapped in the NFZ.

2009, 27 April: Facing with diplomatic pressure to declare a ceasefire, Sri Lanka says its military is no longer using heavy weaponry and aerial bombing against the remaining few hundred rebels still fighting in the NFZ.

2009, 28 April: With more than 150,000 internally displaced persons (IDPs) in camps in Vavuniya, Jaffna, Mannar and Trincomalee, UN Emergency Relief Coordinator John Holmes urges that civilians who have been screened be given the chance to leave the camps and to rely on friends and family elsewhere.
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Ingushetia: Situação continua tensa

Como eu já havia comentado antes aqui, sobre o assassinato de Magomed Yevloyev, jornalista opositor, e da escalada de violência na República Autônoma da Ingushetia, a situação parece continuar tensa.

Killings In Ingushetia, Abductions In Chechnya Rising, Activist Says

April 29, 2009
Ingushetia-based human rights activist Magomed Mutsolgov says killings in the Russian republic are on the rise.

Mutsolgov, who represents the Ingushetian human rights watchdog Mashr, told RFE/RL's North Caucasus Service that between January and April of this year, 59 people were killed in Ingushetia, while in the same period last year only nine people were killed.

Aleksandr Cherkasov, of the Moscow-based Memorial rights group, told RFE/RL that this year 34 Chechens were abducted by unidentified armed men believed to belong to security forces.

The rights activists say most of the killings, disappearances, and reports of torture in the region are committed by security forces and are not investigated.

Grupos de Direitos Humanos denunciam os vários assassinatos cometidos contra civis e militantes na região, mostrando que nem a substituição do presidente da Rep. Aut. fez diferença. Continuam as perseguições. Esperava-se uma diminuição da violência porém o que se vê é exatamente o contrário, piorou.

Em toda a Rússia pipocam conflitos, a violência aumenta e as minorias se mostram mais e mais insatisfeitas. São dezenas de minorias, algumas com certo poder regional, não se sabe o que pode acontecer se todos resolverem se revoltar.
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Não é só na Rússia que as minorias protestam...

Pode parecer uma besteira mas é um indicativo claro de desrespeito.

Os Tártaros da Criméia, que já foram deportados para a Ásia Central por Stálin nos anos 40 e conseguiram voltar à sua terra, são entre 13-18% da população da Criméia (250 mil), que é uma República Autônoma. Ainda assim, com todo esse sofrimento e população relevante, todos os sinais de trânsito são em ucraniano e o parlamento quer acrescentar outra língua.

Vale lembrar que, no Uzbequistão, ainda habitam cerca de 150 mil Tártaros da Criméia exilados.

Tártaro? Não. Russo!

Do meu ponto de vista, não há problema em se usar o Russo também, mas que o Tártaro seja usado da mesma maneira, não só pela sua relevância populacional mas por respeito aos que tanto sofreram na sua história.

Os Russos tem todo o direito de reivindicar seus direitos, afinal, são mais de 50% da população mas a exclusão dos Tártaros é preocupante. Os Russos, mal ou bem, são fortes no leste da Ucrânia e contam com a Mãe Rússia ao lado, os Tártaros contam apenas consigo mesmo e no máximo com seus primos do interior da Rússia, que já tem seus próprios problemas.

A tensão latente estourou com algo aparentemente insignificante mas a revolta das minorias vem se tornando diária na região. É esperar o desenrolar.

Trouble Brewing In Crimea … Over Traffic Signs
April 28, 2009

Crimean Tatars’ organizations in Ukraine’s Crimea are protesting a decision to introduce bilingual traffic signs on the peninsula’s roads, according to RFE/RL’s Ukrainian Service.

The Supreme Council of Crimea adopted a law on April 22, according to which, by June 1 all traffic signs should be in two languages: Ukrainian and Russian. (At the moment, the signs are usually only in Ukrainian.)

Deputy Chairman of the Crimean Tatars’ Assembly (Medjlis) Refat Chubarov told RFE/RL that Crimean Tatar organizations and ordinary Crimean Tatars consider the new law’s adoption to be “discrimination and ignoring the rights and interests of Crimean Tatars.”

Crimean Tatars were deported from Crimea to Central Asia by Josef Stalin in the 1940s.

After the collapse of the Soviet Union they started returning to Crimea. Now there are over 250,000 of them living in Crimea, around 18 percent of the peninsula’s general population.

– Ukrainian Service

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STF: Tem gente que adora aparecer! [Update2]


O Biscoito Fino e o Cloaca News (de onde vem a foto do meliante) desmascararam o "empresário" que resolveu processar o Ministro Barbosa, do STF. O indivíduo, que só queria aparecer, chamado Luiz Eduardo Bottura, é um criminosos com CENTENAS de processos nas costas!
"São 900 processos por crimes como como estelionato, extorsão, uso de documento falso, coação, denúncia caluniosa e falsidade ideológica"
Concordo plenamente com o Idelber Avelar, do Biscoito Fino, é muito estranho que alguém processe o Barbosa - e não o Gilmar "Dantas" - e ainda coloque na mídia. Um cidadão preocupado não iria precisar pedir holofotes à mídia, se contentaria em ter feito sua parte.

Resta saber, agora, quem está por trás do criminosos, com 900 processos... Será ele um dos capangas de Gilmar "Dantas" anunciado pelo Ministro Barbosa?

Segue o informe completo do Idelber Avelar no Biscoito Fino:
Gigantesca barriga global: Noblat e Diego Abreu “noticiam” que “empresário pediu punição a Joaquim Barbosa” omitindo que o sujeito é um bandido com 900 processos

Ela vinha empacotada como notícia. Foi devidamente repercutida pelo blogueiro global. Já era, em si, uma constrangedora não notícia – constrangedora pelo vergonhoso intento de conferir-lhe relevância que não tinha. No G1, a “matéria” de Diego Abreu vinha acompanhada do pomposo subtítulo Luiz Eduardo Bottura pede afastamento de 30 dias para o ministro. Isso não envolve apenas dois ministros, mas a imagem do país', disse. Quem é Luiz Eduardo Bottura? Um “empresário”, segundo o Diego Abreu. Ou seja, ele não é nada para pedir punição a ministro nenhum. A “notícia” tinha tanta relevância como, digamos, Idelber Avelar exige a demissão de Dunga. É uma não notícia. Quem é Bottura? Quem se importa com o que ele pensa?

Mas eis que a vergonha e a desmoralização dos jornalistas globais não paravam aí. Foram além. A turma do Cloaca News pesquisou quem era Luiz Eduardo Bottura, o “empresário” a quem com tanta pompa Noblat e Diego Abreu atribuíam a importante notícia de que ele “pediria punição” a Joaquim Barbosa. Descobrem que o sujeito é um bandido com 900 processos por crimes como estelionato, extorsão, uso de documento falso, coação, denúncia caluniosa e falsidade ideológica. Ainda por cima encontram a informação num link da afiliada matogrossensse da ... Globo! Alegoria pouca é bobagem.

Em primeiro lugar, quanta má fé é necessária para ir atrás de um cidadão qualquer que esteja disposto a “pedir punição” a Joaquim Barbosa e travestir isso de notícia? Em segundo lugar, quanta burrice tem que ser acoplada a essa má fé para que, em tempos de internet, escolham justamente um bandido fichado? Está ficando tedioso e repetitivo desconstruir esses caras.

Começo a achar que se a gente sacudir esse balacobaco, rola barulho nas ruas pelo impeachment de Gilmar Mendes. É só articular direitinho.

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Continua a perseguição contra o MST

"Polícia: MST agiu como grupo de extermínio. Inquérito sobre chacina em PE indicia seis militantes sem-terra"

Continua a perseguição contra o MST, é algo que não tem fim. Onde está o Lula e sua prometida reforma agrária? Não é a toa que o Stédile já anunciou que Lula não é amigo do MST. Virou às costas ao movimento.

RECIFE - A Policia Civil de Pernambuco enviou nesta terça-feira o inquérito sobre o assassinato de quatro seguranças de uma fazenda no interior do estado, com o indiciamento de sete pessoas por participação na chacina, seis delas sem-terra. Os integrantes do MST foram indicados por formação de quadrilha, homicídio qualificado e porte ilegal de arma, entre outras acusações.
Formação de quadrilha? É o mesmo que dizer que o MST é uma quadrilha! Estamos falando do maior movimento social da América Latina, um dos maiores e mais importantes do mundo!

Porte ilegal de arma? E os jagunços, os capangas da fazenda prontos para matar os sem-terra? Será que os Sem-Terra não tem o direito a se defender? Ou será sempre espingarda dos capangas contra foices e facões dos membros do movimento? A lei obriga o movimento a morrer, sem se defender?

E a pior de todas (se é que é possível alguma coisa ser pior que acusar o grupo de formação de quadrilha), é considerar um ato de legítima defesa como homicídio. Existem inclusives vídeos mostrando as intenções dos jagunços: Matar. A "justiça" brasileira e a polícia nunca vão em socorro dos sem-terra, espera-se então, que tomem sua defesa da maneira que podem. Não vão morrer de braços abertos, não querem virar mártires, já o foram por tempo demais!

Segundo o delegado delegado de São Joaquim do Monte, Luciano Francisco Soares, que comandou a investigação, os sem-terra agiram de forma premeditada e com características de grupos de extermínio. Um dos vigilantes da fazenda Jabuticaba, vizinha à Consulta, onde ocorreu o crime, foi enquadrado por porte ilegal de arma.

A chacina foi no sábado de carnaval, durante discussão com seguranças da fazenda Consulta - a 137 quilômetros de Recife - e chefes de um acampamento do MST. Na época, o coordenador regional do MST, Jaime Amorim, afirmou que os sem terra "mataram para não morrer" e que agiram em legítima defesa. Mas, segundo o delegado, o crime foi premeditado e as vítimas foram baleadas na cabeça e no tórax.

Premeditado? Há que se esclarecer que, por "premeditado" acredita-se que houve crime, intenção de matar por matar, pelo prazer de tirar uma vida. O que houve foi simples, TODO sem-terra sabe que é recebido à bala nas fazendas, sabe que os donos das fazendas não aceitarão perder suas propriedades improdutivas e griladas e que terão que se defender para não morrer.

Não "premeditaram", se prepararam para os jagunços que, todos sabem, viriam. Prepararam as barricadas, cavaram as trincheiras, são paralelos aceitáveis. Se defender e se preparar para se defender não é crime. Só no Brasil, para nossa "puliça" e nossa "justiça".

As "vítimas" (coitados, pobres assassinos contratados por senhores de terra para amtar, mercenários armados), foram baleadas no tórxas e na cabeça... Realmente, os membros do MST deveriam ter mirado nas mãos! Assim fica mais fácil! Atirem nas mãos, não importa que estejam atirando em você,s que estejam caminhando para te matar, mirem nas mãos!

- Os tiros foram desferidos em áreas letais, com características mesmo de execução, uma atividade típica de grupo de extermínio. Não houve legítima defesa - disse o delegado.
Quer dizer então que, pela lei, só há legítima defesa se os tiros não forem em lugares vitais? As vítimas devem fazer mira!? É um absurdo!

É assim que o MST é tratado. Devem se acovardar, morrer porque a polícia não está nem aí, é instrumento das elites e latifundiários e não do povo, da defesa do povo.
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Circulação dos jornalões em queda. A credibilidade e a sobrevivência em xeque

Artigo do Acerto de Contas e depois meus comentários.

Do Acerto de Contas

O site ABC Comunicação publicou hoje uma matéria que mostra alguns números preocupantes da tiragem de jornais impressos no País. Segundo a matéria, dos 20 maiores jornais brasileiros, 6 tiveram a pior tiragem da década. Dentre eles, estão: Folha de S.Paulo, Estadão, O Dia, Diário de S. Paulo, Correio Braziliense e Jornal da Tarde.

O Instituto Verificador de Circulação (IVC) também registrou queda na tiragem do jornal O Globo. Vejamos alguns números, na tabela abaixo:

OBS.: o jornal Diário de S.Paulo, no início da década, chamava-se Diário Popular.Clique para ampliar.

As causas que levaram à esta redução da circulação dos jornalões brasileiros são diversas. A internet e o crescente acesso à rede certamente está entre elas, podendo ser analisada por mais de um ângulo.

A internet e queda de circulação dos impressos

Segundo uma pesquisa do Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB Brasil), entre os anos de 2003 e 2007, o número de usuários de internet no Brasil teve um aumento de 67%.

Segundo o Ibope/NetRatings, na segunda metade de 2008, o Brasil tinha cerca de 41,5 milhões de internautas. Um outro instituto, o Datafolha, mostrou um número ainda maior, cerca de 64,5 milhões. A diferença entre ambas pesquisas seria de metodologia. De toda forma, a tendência para os próximos anos é este número crescer ainda mais.

É provável que esse crescimento tenha relações com a queda na circulação dos jornalões. Tanto do ponto de vista do acesso aos conteúdos de forma gratuita, quanto na questão do desnudamento de algumas inverdades publicadas nas páginas dos impressos - e outras manipulações sob a ilusão do mito da “imparcialidade”.

Os arranhões na credibilidade e a pouca oferta de análises nos jornais


Outro fator que pode ser analisado é a própria queda da credibilidade da grande imprensa. Com a proliferação de blogs e sites de mídia colaborativa e alternativa, os jornalões passaram a ter sua credibilidade ameaçada com a difusão de informações antes omitidas do público leitor.

Com essas novas formas de comunicação online, os próprios leitores também ajudam a construir os conhecimentos, seja colaborando com informações/links, seja argumentando de forma diversa ao autor do texto/post - aqui mesmo no Acerto de Contas, ponderações e pensamentos contrários aos meus, expostos por comentadores, já me fizeram mudar títulos de postagens e mesmo a leitura que faço de algumas questões.

Acho isso muito saudável.

Os exemplos que conduzem os jornais impressos à ruína da credibilidade são vários, e seria uma obviedade enumerá-los.

Cito um deles, apenas como ilustração. O caso mais recente, da Folha de S.Paulo, que publicou uma “reportagem” apresentando uma pseudo ficha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), supostamente responsável por participar da arquitetura do sequestro (???) do ex-ministro Delfim Netto.

A tal “ficha” circulava internet, e saiu na capa do jornal, sem que fosse checada a sua veracidade pelos jornalistas (ou, se tiver sido checada, foi manipulada e escondida).

Este fim de semana, a Folha acabou por reconhecer que se tratava de um fake (uma montagem).

O resultado: uma das maiores mancadas jornalísticas do ano (sem falar no caso “ditabranda”). No dizer do blogueiro Mello, essa da Dilma, e outras, não passam de reporcagens.

Muita gente na blogosfera deseja ver a grande imprensa ir de vez pra o buraco, sumindo do mapa de uma vez por todaspra sempre. Assim como os próximos do cavaleiro da Triste Figura desejavam ver eliminada da face da terra a biblioteca do nosso Herói, Quixote, e seus muitos volumes de livros de cavalaria medieval.

Existe um certo “ódio” contra a grande imprensa - e ele não é vão, nem de graça. É como se fosse uma torcida de futebol, torcendo pela derrota do time adversário.

Eu não vibro, nem deixo de vibrar. Na verdade, assisto de camarote a este filme, sendo também, eu mesmo, um agente participativo desse processo, mas um agente que deseja não a derrota da mídia impressa, mas seu aperfeiçoamento ético e técnico.

Um dado curioso é que o jornal Valor Econômico apresentou aumento da circulação - com média de 53.885 exemplares neste primeiro trimestre de 2009.

(Outros jornais, como o Meia Hora, Lance, A Tribuna e o Expresso da Informação apresentaram crescimento de circulação.)

Esse fator pode ser sintomático de uma outra perspectiva de análise.

Acredito que as pessoas não querem gastar dinheiro pra ler notícias, apenas. Principalmente nas chamadas “notícias-pílulas” - aquelas breves notas que pretendem resolver o mundo…

Notícias, as pessoas as obtém de graça, e de muitas formas.

Seja em diálogos nos ônibus, nos bares; na tevê, no rádio e até mesmo na internet (onde alguns blogs, como o Acerto de Contas, reproduzem gratuitamente conteúdos cujo acesso é restrito apenas ao público assinante do jornal/portal).

O que estaria a faltar nas páginas dos grandes jornais seria, pois, duas coisas: credibilidade (também traduzida pela transparência de o jornal informar aos seus leitores as posições e opiniões da redação) e análises mais especializadas.

Não acredito em “imparcialidade” da informação. Isso não passa de um mito. O silêncio, por exemplo, é uma tomada de posição. Tampouco acredito que um jornal sério precise ser “imparcial”. Isso foi uma ilusão que a grande mídia criou após o regime militar brasileiro, e até hoje faz uso desse discurso quando lhe convém.

Ora, não há nenhum mal em tomar um posicionamento com relação aos acontecimentos p0líticos, econômicos, culturais, outros. O opróbrio se mostra quando se esconde isso dos leitores.

E, essa, infelizmente, ainda é a prática comum da grande imprensa brasileira, travestida de “imparcial”, mas cheia de doutrinamentos subreptícios - muitas vezes explícito descaradamente, embora maquiado noas ares fantasiosos do mito.

Conquista-se credibilidade do público leitor não o jornal sem coloração ideológica, postura de apoio ou crítica, ou preferência cultural. Perde aquele que se mostra pouco honesto, que acaba com fama de mentiroso e sem caráter.

Quanto ao fator análises, percebo como sintomático o fato de o Valor Econômico (que pertence aos grupos Folha + Globo) ser um dos impressos que apresentou crescimento da circulação. Embora ainda seja um jornal recheado de releases (matérias encomendadas e compradas), publica algumas análises muito boas e consistentes.

Talvez a combinação transparência com os leitores + análises de qualidade seja o cerne do desafio que a imprensa brasileira deverá se direcionar nos próximos anos.

Análises excelentes.

No Blog do Azenha, sobre o mesmo assunto, eu comentei:

Resta saber se, ao menos nesse semestre, a queda na circulação tem algo a ver com as mobilizações contra a Folha e etc pelo nível (ou falta dele) terrível nas notícias (sic) veiculadas...

Mas, no geral, a queda na circulação de jornais é fato em todo o mundo, é uma tendência mundial.

Nota-se que os jornais que cresceram no Brasil foram os de teor mais popular, o Valor que vem tomando o lugar de outros tradicionais na área econômica e o Lance, esportivo.

A internet cresce e reflete na queda dos jornais, os mais pobres, sem acesso à internet acabam por recorrer ainda aos jornais.

Nos Estados Unidos, grandes jornais fecham as portas, outros como o NYT tem prejuízos gigantescos e alguns, como o Christian Science Monitor passam a ter só versão online (alguns jornais passaram a circular ainda só em alguns dias da semana, algo bizarro). Talvez o Brasil acompanhe esta tendência no futuro. A grande discussão hoje é, ainda, se o jornal online tem a mesma credibilidade que a impressa. Especialistas divergem bastante nesse ponto.

O fenômeno é mundial, a redução de tiragens é um fenômeno mundial e aparentemente irreversível. O NYT acumula prejuízos, o Boston Globe idem, alguns jornais nos EUA, como o The Christian Science Monitor circulam apenas online, alguns outros ainda circulam em poucos dias na semana... Não é algo que ocorre só no Brasil, é algo que finalmente chegou de vez ao Brasil.

As razões são várias.

Não é só a internet a vilã, mas também a falta de credibilidade, o gosto dos leitores e os novos tempos e ferramentas.

Vamos a alguns fatos em destaque:

1. Internet: Sem dúvida o principal "vilão" na história. Mesmo os grandes jornais colocam suas edições diárias na internet, seja de forma aberta ou paga. E ao longo do dia podemos acompanhar, de graça, com rapidez e comodidade, e onde quer que estejamos, o que acontece pelo mundo todo no site dos jornais, nos blogs e em várias páginas da internet.

2. Mobilidade

Quando assinamos um jornal o recebemos em casa. Se viajamos ele continua a chegar em casa e não vai até onde estamos. Caso viajemos, temos que nos locomover até um banca e nem sempre o jornal que você quer estará lá. Eu, por exemplo, leio todo dia a edição online do Gara, do País Basco, no Brasil é impossível achá-lo em qualquer banca.

3. Pílulas

Um ponto interessante é o fenômeno atual, graças à velocidade não só com que tudo ocorre e as informações chegam, mas também a falta de tempo/pressa dos leitores quando são bombardeados com milhões de informações ao mesmo tempo. É a pós-modernidade em sua verdadeira natureza. Os leitores procuram por notícias rápidas, explicativas e simples, que possam ser digeridas sem perda de tempo - vê-se o sucesso da Revista da Semana, qeu adota o modelo - e os jornais, com suas várias páginas de análises e notícias longas acaba colocad oapra escanteio.

4. Credibilidade

Ponto, ao meu ver, principal, ao menos recentemente no Brasil, a falta de credibilidade, ética e respeito. Os episódios da Ditabranda (que mostrei aqui e aqui) e mais recente da ficha de Dilma, claramente forjada e depois reconhecida como tal pela Folha, demonstram a falta de credibilidade, comprometimento e ética dos grandes jornais.

Não fala-se em neutralidade, imparcialidade, isso não existe, todos somos influenciados por alguma coisa e acreditamos em algo, ao buscar a imparcialidade não passamos o que ralmente gostaríamos de passar à frente. Mas senão imparcialidade pelo menos não a mentira, não os ataques insensatos, o desrespeito e a tentativa clara de derrubar, atacar sem provas.

Não apoio o governo, não sou Petista nem gosto do Lula mas uma coisa é fazer oposição (como faço, à esquerda) e outra é denegrir, mentir e manipular, como vem fazendo os jornais brasileiros e em especial a folha de São Paulo.

Em suma, os jornais estão morendo, não conseguiram ou não querem se adaptar aos novos tempos e, no caso brasileiro, soma-se a isso a falta de ética e credibilidade e o flagrante desrespeito ao leitor.


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