sábado, 30 de maio de 2009

This is Zionism / Isso é Sionismo!

Zionism is racism and fascism and terrorism

"Israeli Arab leaders have called an emergency meeting today to discuss their growing alarm over a series of "racist and fascist" bills being promoted by right-wing members of the country's parliament. One of the bills has already brought fierce accusations from two prominent Jewish Knesset members that its backers are trying to create a "thought police" and "punish people for talking"."

Via The Angry Arab!

Totalmente ligado ao que já mostrei aqui e aqui antes, sobre a total falta de expressão e democracia me Israel e perseguição aberta aos Árabes que vivem em Israel.

Notícia completa a quem faz referência o Angry Arab, do Intempendent:

"Threat of the 'thought police' alarms Israel's Arab minority

Freedom to oppose Israel's right to exist among acts that right-wing politicians are attempting to outlaw

By Donald Macintyre in Jerusalem


Israeli Arab leaders have called an emergency meeting today to discuss their growing alarm over a series of "racist and fascist" bills being promoted by right-wing members of the country's parliament. One of the bills has already brought fierce accusations from two prominent Jewish Knesset members that its backers are trying to create a "thought police" and "punish people for talking".

The Higher Arab Monitoring Committee – the main umbrella body of Arab political and civic leaders in Israel – cited special concern over another bill which would outlaw the commemoration of the Nakba or catastrophe on Israel's Independence Day. While Israel's Declaration of Independence on 14 May 1948 is celebrated annually as the foundation of the state, Palestinians in Israel, Gaza, the West Bank and in refugee camps abroad mark the expulsion and flight of some 700,000 Arabs during the war of that year.

But the Committee is also protesting at another bill, which was given its first reading in the Knesset this week, that would make it a crime to negate Israel's right to exist as a "Jewish and democratic state".

It was during a heated debate on that bill last Wednesday that Haim Oron, leader of the left-wing Meretz party, declared: "Have you lost all faith in Israel as a Jewish and democratic state? This crazy government, what on earth are you doing? A thought police? Have you all lost it?" And Roni Bar-On, who was the centrist Kadima finance minister in the last government, asked the promoters: "You want to punish people for talking? Soon, will you want to punish for thoughts?"

A third bill which is expected to come before the ministerial legislative committee tomorrow would enforce a "loyalty oath" on those seeking Israeli citizenship. The idea of the oath was a centrepiece of the election campaign waged by Avigdor Lieberman, leader of the hardline Yisrael Beiteinu party who is now foreign minister.

The Higher Arab Monitoring Committee, which says it represents well over one million Arab citizens in Israel, has declared its outrage, saying that these are "racist and fascist proposals aimed against the Arab public in Israel, and there is no doubt that these proposals must be dealt with".

The bill effectively outlawing Nakba commemoration was approved by a majority of the legislative committee last weekend after it was proposed by Alex Miller, a Russian-born Yisrael Beiteinu politician who lives in the Jewish West Bank settlement of Ariel.

Mr Miller's explanatory notes call for "harsh punishment for those who take advantage of the democratic and enlightened nature of the State of Israel to bring it down from within".

Saying that it would be inconceivable to hold protests against American Independence Day, Mr Miller declared this week: "It's high time for us to be proud of our country." The bill would carry penalties of up to three years in prison for violators.

It is far from certain that the bills will pass or that they will survive the scrutiny of Israel's Supreme Court even if they do.

Bills similar to Mr Miller's Nakba proposal have been proposed several times before and failed, though the rightward shift in Knesset representation in the last election may give them a better chance this time around.

A majority of Yisrael Beiteinu and Likud ministers on the legislative committee voted in favour of the Knesset debating the Nakba bill, although two ministers – Labour's Isaac Herzog and Likud's Michael Eitan – opposed it.

Mr Herzog, the son of a former President of Israel, said he had done so "because I believe that it could impair freedom of expression and freedom of protest and achieve the opposite goal – increasing alienation and strengthening extremists, who are on the margins of Arab society".

The first Knesset reading of the bill seeking to compel citizens to recognise the existence of Israel as a "Jewish and democratic" state secured a majority of 47 to 34.

The bill's promoter, Zevulun Orlev, a Knesset member in the right-wing Jewish Home party, cited the case of Azmi Bishara, a Christian Arab who resigned his Knesset seat in 2007 and fled Israel, where he was facing charges of treason and espionage. Mr Bishara was heavily criticised for trips to Syria and Lebanon, where he reportedly praised Hizbollah.

Mr Orlev claimed during the debate that Mr Bishara's case showed that what begins with words "very quickly leads to actions". But Mr Oron said: "It is the right of Israeli citizens to say that they think Judaism and democracy are not the correct formula. I think that they're wrong, but what does that have to do with criminality? Lay off it."

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Partido Pirata: Suécia, Brasil e Parlamento Europeu


Vi no "Nerds Somos Nozes" esta foto e o link para o Partido Pirata do Brasil, que vale à pena ser mostrado e divulgado e que ainda está em estágio embrionário.

Já na suécia, o Partido Pirata pode conseguir uma vaga no Parlamento Europeu, nas eleições de junho.
"Na Suécia, piratas almejam o Parlamento europeu

Agência AFP

DA REDAÇÃO - O Partido dos Piratas, que defende a legalização da troca de arquivos na internet, registra um avanço espetacular na Suécia graças ao debate sobre a pirataria e, segundo as pesquisas, entrará no Parlamento europeu nas eleições de 7 de junho.

Fundado em janeiro de 2006, o partido, que também pretende proteger a vida privada dos internautas, avançou após a recente aprovação de leis polêmicas sobre a vigilância das telecomunicações e os downloads ilegais.

A condenação a um ano de prisão por um tribunal de Estocolmo de quatro diretores do site sueco The Pirate Bay, um dos principais endereços eletrônicos do mundo para a troca de arquivos, deu ainda mais popularidade ao partido.

- Quando o veredicto foi anunciado em 17 de abril, tínhamos exatamente 14.711 membros - conta à AFP Rick Falkvinge, fundador do partido.

- Triplicamos o número em uma semana e viramos o terceiro partido em número de adesões na Suécia. De um momento para outro estávamos em todas as partes - disse.

Um mês mais tarde, as pesquisas para as eleições europeias na Suécia dão ao partido entre 5,5% e 7,9% das intenções de voto, mais do que os 4% necessários para obter uma cadeira. Na primeira eleição, as legislativas de 2006, o partido obteve apenas 0,6% dos votos.

- Tiveram sorte do veredicto do processo do Pirate Bay ter saído no início da campanha. De todas as maneiras, tinham o potencial de progredir - afirma Ulf Bjereld, cientista político da Universidade de Gotemburgo.

- O partido dos piratas mobiliza um novo terreno político, em torno da vida privada e da necessidade de compartilhar o saber, assunto fora da dicotomia esquerda-direita - continua.

- Os partidos tradicionais estavam dormindo e deram pouca importância ao potencial político destes temas - completa.

As eleições europeias, que abordam temas limitados e têm pouca participação, representam o marco ideal para o surgimento de surpresas eleitorais, destacam os analistas.

Homem, jovem e apaixonado pela internet: este é o perfil da maioria dos eleitores do Partido dos Piratas.

Segundo uma pesquisa, 13% das pessoas com menos de 30 anos votariam no partido, contra 7% entre 30 e 49 anos, e 3% dos eleitores com mais de 49 anos. O partido reúne 10,5% dos votos masculinos e apenas 1,5% dos femininos.

- É um partido de viciados em computador - reconhece com um sorriso Brian Levinsen, 31 anos, membro desde 2006, em uma reunião de militantes em Estocolmo.

- Estamos no Twitter, Skype, utilizamos os blogs - destaca Jan Lindgren, diretor da campanha em Estocolmo - Sempre há alguém conectado, inclusive às 2 ou 4 da manhã - completa.

Internautas inveterados, defensores da legalização do compartilhamento de arquivos, muitos militantes explicam que se uniram ao partido pelo temor de uma sociedade ao estilo "Big Brother".

- Querem impor um controle ao que se diz, como na China ou na Coreia do Norte. Não chegamos a este ponto, mas caminhamos para lá - denuncia Robert Nyberg, de 29 anos.

O Partido dos Piratas, que tem similares em 20 países, também apresentará listas no dia 7 de junho na Polônia e na Alemanha"

Do Geek.com.br:

"Partido pirata cresce na Suécia depois de julgamento de The Pirate Bay

Pirat Partiet é o terceiro maior partido político do país e pode conseguir cadeiras no Parlamento Europeu.

Por Rodrigo Martin de Macedo

O Partido Pirata (Pirat Partiet), partido político sueco que defende a infração de direitos autorais e uma reformulação nas leis online, está ganhando força na Suécia e em breve pode garantir um número de postos no Parlamento Europeu.

Segundo o site Digital Trends, o grupo político recebeu 8% de apoio em enquetes recentes, o que o colocou como o terceiro maior partido do país.

As propostas do partido são de deixar o cabelo dos defensores de direitos autorais em pé, visando o compartilhamento gratuito de arquivos, a redução de preços em CDs, a abolição de direitos de patentes e o fim da proteção DRM.

Christian Engstrom, principal candidato do controverso partido, declarou ao site inglês Times Online que o plano é ganhar força na Suécia, depois na Europa e no mundo. O site inclusive afirma que o Parlamento Europeu, responsável por criar convenções e legislações aos países participantes, entre eles a Suécia, pode em breve receber um número de representantes piratas.

O Pirat Partiet é composto primariamente de jovens e viu um aumento substancial em seus membros depois do julgamento do site pirata The Pirate Bay. No dia seguinte ao veredicto, o partido ganhou novos 14.700 membros, e um mês depois o número de associados aumentou em 215%, chegando a 46.200.

Rick Falkvinge, líder do partido, convocou os europeus a votar nas eleições do Parlamento Europeu, que acontecem entre os dias 4 e 7 de junho, e afirmou que os políticos atuais são analfabetos digitais e os cidadãos precisam de políticos que não se deixem ser intimidados por poderes internacionais.

Mais informações do partido e suas propostas podem ser encontradas no site tinyurl.com/37j7kh."

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Post relativamente antigo mas merece ressurgir:

"E o Pirate Bay não descansa.


Em um movimento nunca visto antes, o Pirate Bay convoca eleitores a votar no Partido Pirata nas eleições européias e possibilitar uma real defesa dos Downloads ditos ilegais e da neutralidade na internet e da privacidade na rede!

É a internet transbordando definitivamente na vida "real", mudando a política de uma forma mais proativa e palpável.

Não apenas mais protestos, convocações e abaixo-assinados mas pressão real, política, concorrendo em eleições de igual para igual com outros partidos tradicionais!

Este é o verdadeiro poder da internet.

Por toda Europa novos "Pirate Party" vem surgindo, buscando um lugar no parlamento de seus países e no Europeu e, ao menos para o Sueco, o primeiro de todos, as chances são reais.

A Cibermilitância chegou a um nível nunca visto antes e não só a indústria fonográfica terá que se reinventar caso não queira falir - pois jamais conseguirá acabar com os downloads - mas também os partidos e a política tradicionais terão que lutar contra um inimigo poderoso, caso não saibam como usá-lo, a internet e seu poder de concentração, de comunidade, de criação de identidades e inexistência de fronteiras físicas entre os usuários pelo mundo.

Internet radicals ready themselves for European Parliament

TERESA KÜCHLER

EUOBSERVER / BRUSSELS - The Swedish Pirate Party - a group of online radicals who back free downloading of music and films from the internet - is taking advantage of a series of high profile anti-piracy cases to stage a pan-European electoral assault for 2009's European elections.

"The battle over our privacy and the hunt on filesharers is fought down in Brussels. That is why we want to go there," the party's leader Rickard Falkvinge told EUobserver.

The group's electoral platform is based on three principles: to fundamentally reform copyright law, get rid of the patent system, and ensure that citizens' rights to privacy are respected.

"Not only do we think these are worthwhile goals. We also believe they are realistically achievable on a European basis. The sentiments that led to the formation of the Pirate Party in Sweden are present throughout Europe," reads a party declaration.

It was in 2006, after a new law forbidding the downloading of copyright protected material from the internet, such as music and films, was introduced, that a group of Swedish file sharers decided to start a political movement, attracting over 4000 supporting signatures within the first 24 hours of the party's launch.

A list of possible future MEPs has now been drafted, and the party is convinced it stands a good chance of winning a seat in the European assembly.

"All the way up to the election in June, controversial legislation surrounding our issues are in the pipelines. The debate puts the spotlight on us, and attract voters," Rickard Falkvinge said.

The Pirate Party has already surpassed the long-established Green and Left parties in number of active members, while its youth wing, "Young Pirates", has become the second biggest political youth group in the country.

The group needs an estimated 100,000 votes to cross the country's four percent threshold in the election - a number the party thinks can be achieved by appealing to those who normally would not bother to vote but who do regularly share their strong views on computer freedoms: students, particularly at technical universities.

Perfect timing

The timing of the European elections is perfect for those who defend cost-free consumption of culture online.

The Swedish media, political establishment and public opinion has for over a year been involved in heated discussions about surveillance in society, bringing file-sharing and online rules to the top of the political agenda.

Last summer, a controversial law on tapping e-mails was passed by the Swedish parliament, giving officials the power to open all emails and listen to any telephone conversation in the country. The bill provoked widespread opposition, with protesters handing out copies of George Orwell's 1984.

Soon after, the new "Ipred-law", based on the European Union's Intellectual Property Rights Enforcement Directive, which would give copyright holders the right to seek a court order requiring internet service providers to reveal the names of people linked to IP-addresses through which illegal downloading occurs, caused a fresh ruckus.

Over 50,000 internet users immediately signed up to the "Stop the Ipred-law" group on Facebook, and the Pirate Party signed up 600 new members in only one day.

Expressen, a daily newspaper, wrote in an editorial that even though the EU has given young people things like the Erasmus study programme, aka the possibility of drinking wine in another EU country with other European youngsters, it has not made EU politics more interesting to them.

But the fact that the Brussels makes proposals such as the Ipred-law and the data retention directive has caught the young voters interest in the EU, the paper stated, guessing that election participation among the young would reach unexpected heights in June if for no other reason than pure "Ipred-fury".

Media-hyped trial

More than 10 percent of the Swedish population participates in file-sharing, according to Statistics Sweden. For men between the ages of 26 to 35, the figure rises to 56 percent.

With new anti-piracy measures, around 1.3 million 'ordinary people' - and voters - of all ages, professions and social backgrounds, risk being criminalised for a hobby they have no intention of giving up, and they are closely following the state of play with legislation that affects file-sharing.

On 16 February, a highly publicised trial of the content industry begnan against those responsible for the Pirate Bay, a site that enables people to find others willing to share audio, video, games and other files with them.

Four individuals have been charged with being accessories to breaking copyright law, facing fines or up to two years in prison if found guilty.

Plaintiffs in the case include media giants such as Warner Bros, MGM, Colombia Pictures Industries, 20th Century Fox, Sony BMG, Universal and EMI, led by the International Federation of the Phonographic Industry (IFPI). They are claiming damages of €12 million.

The first day of the trial was such an event that Swedish newspaper Dagens Nyheter's reported that tickets to get the courtroom were selling on the black market for as high as €50.

The trial's political undercurrent has been powerful, with the Pirate Party accepting more than 2000 new members since it began. The court's decision on the Pirate Bay trial is due on April 17.

European pirates unite

While Sweden is home to the first Pirate Party, similar groupings have since sprung up all over Europe, many of which are planning to run in the June elections on the same manifesto as their Swedish peers.

The German Pirate Party is busy trying to collect enough signatures to be able to run in the election.

"We have got a lot of hard work to do… but we really want to reach the goal we set for ourselves, to take part in the European elections," a spokesperson for the German pirate branch states on the party's website.

In an interview with Canal Plus, the leader of the Spanish Pirate Party, Carlos Ayala, explains that his party will use the internet rather than traditional campaigning methods to reach disaffected voters ahead of the June elections.

Other countries with their own pirate branches include Finland, Poland, Austria, Belgium and France. But not all have the same instant appeal to their voters.

"It's not realistic to hope for our own all-pirates political group in the European Parliament this year, but definitely for 2014," Rikard Falkvinge told this website.

Under current EU assembly rules, a party must have at least 25 members from seven member states"



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Toque de recolher: Europa.

Já comentei aqui sobre a questão do Toque de Recolher, imposto por algumas cidades do interior de São Paulo aos seus jovens. Minha opinião: Vergonhoso, é o Estado se eximindo da responsabilidade de educar e garantir a segurança da população e atentando contra o direito de ir e vir - garantia constitucional - e passando por cima da prerrogativa dos pais de controlar seus filhos (ainda que estes também sejam culpados pelo descontrole de muitos jovens).
"Alarmados com o aumento da delinquência e do alcoolismo entre os jovens, alguns países europeus começam a adotar o toque de recolher para adolescentes como forma de combater o problema"
Acredito que a análise feita para o caso brasileiro sirva igualmente para o europeu. Falta de controle por parte do Estado, falta de controle por parte dos pais, falta de perspectivas - especialmente nas pequenas cidades - de entretenimento (tudo hoje se resume ao capitalismo, ao comercial, as opções diminuem, tornam-se inalcançáveis) e etc.

Os Estados adotam o caminho, aparentemente, mais fácil, isolam os jovens sem, porém, atacar os reais problemas, os reais motivos que levaram os jovens à violência e ao alcoolismo e deixam para mais tarde os reflexos maléficos da revolta e das condições sexuais. Jovens insatisfeitos serão adultos e velhos insatisfeitos, por mais que o Estado tente esconder os efeitos agora.

Na Rússia, o presidente Dmitri Medvedev acaba de conseguir no Parlamento a aprovação de uma nova lei que permite a imposição do toque de recolher para o período das 22h às 6h aos jovens desacompanhados de maiores de idade. As restrições, no entanto, devem variar de cidade para cidade. Em Volgogrado (a antiga Stalingrado), as autoridades já anunciaram que pretendem implementar a lei ao pé da letra. Moscou também deve aderir, mas, pelo menos por enquanto, não tem a intenção de ser tão rígida. Na cidade que nunca dorme - há todo tipo de comércio aberto 24 horas por dia - existe apenas a recomendação aos pais de saber por onde andam os filhos no período vetado.
O caso russo é emblemático. Um país ainda afundado em problemas sociais, étnicos (como mostrei algumas vezes aqui, aqui e aqui), uma completa falta de perspectiva de futuro para muitos jovens - em especial das pequenas cidades, como pode ser visto aqui - e uma situação econômica problemática (que era terrível depois do fim da URSS, deu uma melhorada e depois voltou ao caos), além de níveis extremos de desemprego.

Dado o gosto Russo para medidas restritivas e punitivas, o toque de recolher não surpreende, na verdade seria até esperado.

A proibição vale para locais públicos como bares, restaurantes, parques, transportes, cibercafés, estádios e praças. Mas pode ser estendida de acordo com a leitura das autoridades dos lugares que consideram prejudiciais para o "desenvolvimento físico, espiritual e moral" das crianças. Os jovens infratores desacompanhados poderão ser detidos. E os pais ou responsáveis terão que se entender com as autoridades e estarão sujeitos a multas.

Já na Alemanha, segundo a lei de proteção da juventude, uma das mais rigorosas da Europa, jovens de até 16 anos não podem andar nas ruas ou frequentar shows de rock, discotecas ou restaurantes depois das 22h. O toque de recolher para adolescentes entre 16 e 18 anos é meia-noite. A vida noturna de Munique, no sul da Alemanha, por exemplo, ficou mais pobre com o fechamento do famoso clube Maxsuite. O clube, o principal ponto de encontro dos jovens da cidade, perdeu a licença de funcionamento por ter permitido o ingresso de adolescentes de 15 anos.

A proibição de menores em shows, discotecas e afins não surpreende, tal instrumento é aplicado em vários países, nada a comentar, porém é interessnate ver a completa proibição da circulação de menores, uma verdadeira limitação da liberdade de locomoção. E, pior, com a desculpa de que isso é para defender os jovens!

Na Espanha, por sua vez, o alvo é o chamado "botellón" (garrafão), bebedeira multitudinária ao ar livre, em praças e parques de todo país, de onde alguns adolescentes saem diretamente para o hospital em coma alcoólico. Lei antiálcool aprovada em 2006 proibindo que se beba ao ar livre também procurou secar a fonte dos jovens: não se pode vender bebidas alcoólicas em lojas e mercados entre 22h e 8h. Se o estabelecimento infringir a norma e vender para um menor de idade, a multa é de 600 a 10 mil euros. No entanto, um estudo divulgado há dois meses pela Organização de Consumidores constata que a lei não está sendo respeitada: 75% das vezes os menores compram bebidas alcoólicas sem problemas.
Já na Exspanha, ao menos buscarma atacar o problema e não os jovens, louvável, proibi-se a venda de álcool em determinado horário e em especial para os jovens, atacando assim um problema prático, o alcoolismo, e não limitando a liberdade dos jovens e da população em geral. Surpreende, porém, que uma medida não punitiva venha da Espanha, Estado que é célebre por suas medidas opressoras, tortura e perseguições.

Quanto ao fto da lei não ter "pego", esperamos que a Espanha não passe à repressão abertae irrestrita, como seria de esperar de tal país.

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A questão, no fim das contas, não é sobre a efetividade ou não do Toque de Recolher. É de se esperar que, fato, a violência diminua pelo maior policiamento, pela maior visibilidade e fiscalização, porém, a medida me parec epaliativa. O jovem violento de hoje não deixará de sê-lo poruqe existe um toque de recolher. Apenas irá desviar sua raiva para outro horário, para outro fim e, no fim das contas, não muda muita coisa.

Atacar um direito fundamental não é solução.
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Sionismo e Extrema-Direita: Espanha.


Na espanha, a Comunidade Israelita de Málaga pede apoio à um grupo político de extrema-direita, católico confessional e de viés fascista. Lamentável.

El abrazo del nazi-sionismo con el fascismo español.
El portavoz de la Comunidad Israelita de Málaga pide a los judíos españoles el voto para el partido fascista AES.

Malaga * Al-Ándalus الأندلس
Elías Benhamú Belilty, portavoz de la Comunidad Israelita de Málaga, ha pedido a los judíos españoles el voto para Alternativa Española (AES) en las próximas elecciones al Parlamento Europeo. Elías Benhamú, empresario textíl de 53 años.. "Son muchos los judíos malagueños que me han expresado su simpatía hacia AES y hacia su proyecto político", "Mi interpretación del derecho a la vida, de la familia, de la moral pública, de los derechos humanos, de la justicia social...estarán siempre más cerca del punto de vista de un dirigente de AES que del de un marxista israelí".
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Rio, Cartões Postais e Putaria

Me lembro de uma das últimas viagens que fiz ao Rio, com minha namorada, quando, andando pela Barata Ribeiro, a caminho da praia, me deparei com cartões postais simplesmente absurdos: Mulheres de corpos malhados, com biquinis sumários, com suas bundas viradas para a câmera e um resquício de paisagem ao fundo.

Eu já tinha ouvido falar deste tipo de "propaganda" em cartões postais mas nunca tinha tido o desprazer de ver uma boa quantidade destes na minha frente. Enojante e degradante.

O Brasil já é conhecido como paraíso do turismo sexual, nossas mulheres já são tratadas como objetos por turistas - e muitas vezes, no exterior, são tratadas como putas por gringos que conhecem a "nossa fama" - e em casos piores, mas comuns, nossas crianças são abusadas diariamente por estrangeiros nas praias do nordeste (algo que, também, tive o desprazer de presenciar em uma ou outra ocasião nos meus anos morando em Recife) e raramente alguma coisa é feita para coibir a ação, a prática e, sem dúvida, a propaganda que incentiva estas práticas abusivas.

Estes cartões postais passam a imagem de libertinagem, de mulher fácil, de paraíso sexual e devem ser combatidos não só pelas maiores vítimas da exposição - as mulheres - mas por todo e qualquer brasileiro que preza pela imagem de seu país e pela segurança de sua população, de suas mulheres e de suas crianças.

Uma coisa é incentivar o turismo no país, outra é incentivar o turismo sexual, o abuso. Nada contra o estrangeiro que queira conhecer os "prazeres" do país enquanto estiver por aqui, o problema é quando isso passa a ser ofertado em outdoors, com destaque, como um produto nacional necessário, livre e, pior, quando vem para o país só com este intuito ou atrás ainda de menores.

Tenho certeza de que na França, na Inglaterra ou na Espanha não vemos cartões deste tipo, degradando a mulher e o país. Por lá, este tipo de coisa, essa destruição da imagem da população, sem dúvida, é proibida.

"O bubum postal e o turismo sexual

JB Online

RIO - A partir de agora, aqueles famosos cartões postais que exibem mulheres esculturais apenas de biquíni e que não realcem outro tipo de beleza que não as belas paisagens do Rio, estão ilegais. A deputada Alice Tamborideguy (PSDB -RJ) elaborou um projeto de lei que proíbe a veiculação, exposição e venda de postais turísticos que utilizem fotos de mulheres em trajes sumários, que não mantenham relação ou não estejam inseridas na imagem original dos cartões-postais. A lei foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Estado.

Inicialmente elaborada pela deputada em 2005 e aprovada pela então governadora Rosinha Garotinho, a lei nº 2813/2005 foi modificada este ano. Uma das alterações diz respeito à fiscalização dos locais de venda dos cartões postais. Cabe à Secretaria de Turismo do estado, a tarefa de fiscalizar os pontos de venda de cartões postais.

O estabelecimento que descumprir a lei, está sujeito à uma multa de R$ 968,60 e em caso de reincidência, R$ 1.937,20 a penalidade vale tanto para quem vende, quanto para quem produz os cartões-postais. Segundo a deputada, a renda adquirida com as multas serão destinadas à Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) do estado do Rio de Janeiro. – Eu arrumei melhor a lei neste ano. Quando a elaborei em 2005, não havia quem fiscalizasse os pontos de venda – diz Alice.

Alice Tamborideguy alega ainda que as fotos dos postais incentivam o turismo sexual e a exploração da imagem da mulher, além de criarem quando enviadas por turistas ao exterior, uma imagem negativa das cariocas. – A gente tem tanta praia bonita, tanta paisagem, porque tem que ter mulher em traje sumário nesses cartões? A mulher brasileira não tem que ter chamariz, o que tem que ter chamariz é a paisagem – defende a deputada.

E os cartões, de fato, vendem. Tereza Lima gerente de uma banca no bairro de Copacabana, confirma que as fotografias das brasileiras são as preferidas dos turistas estrangeiros. – Os cartões são baratos, custam apenas 1 real. Vendem muito, mas só os gringos compram – afirma.

Já outro responsável por uma banca em Copacabana que não quis se identificar, alega que a venda dos catões caíram devido à " financeira internacional". - Desde a crise, não tenho vendido muito esses cartões porque o número de estrangeiros que são os que compram, caiu.

Tropical

Uma das empresas que produzem e comercializam estes cartões é a Colombo Card. No site da empresa, a "Linha Tropical", apresenta cartões com mulheres de costas e biquini mínimo."

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Bolsonaro e a Direita fanática brasileira: Saudosismo da tortura!

O Cartaz do criminoso Bolsonaro

Do Acerto de Contas:

Deputado perde o senso que já não tinha

O deputado federal Jair Bolsonaro, militar e saudosista do regime ditatorial brasileiro, anda perdendo o bom senso que nunca teve. Desde 2005, ele estampa na porta de seu gabinete o cartaz que mostramos ontem, aqui no blog.

Na quarta-feira, o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, veio a Recife participar das solenidades em homenagem ao padre Henrique, discípulo de Dom Hélder Câmara, que foi morto cruelmente pelos agentes da ditadura militar, em maio de 1969 (leia sobre o episódio clicando aqui). No mesmo dia, a deputada Jô Moraes, do PCdoB de Minas Gerais (partido que, à margem dos direitos políticos à época, organizou a chamada “Guerrilha do Araguaia”), deu um discurso no Congresso Nacional contra o infame cartaz que Bolsonaro estampa com orgulho e estultícia na porta de seu gabinete.

Alguns deputados, que estavam próximos, afirmaram que Bolsonaro insultou provocativamente a deputada, com palavras dignas de um inadjetivável cidadão.

O deputado defensor do regime ditatorial teria dito que haveria problema em encontrar os “terroristas” mortos, haja vista que eles teriam sido enterrados em cova rasa e devorado pelos porcos.

Ainda finalizou a provocação estapafúrdia à deputada dizendo que sentia pena dos porcos…

Abusando de sua “autoridade” protegida sobre o inescrupuloso manto da imunidade parlamentar, o deputado Bolsonaro disse, em entrevista por telefone ao UOL Notícias, o seguinte: “Esses terroristas foram fazer o que lá? Pescar lambari? Não, eles foram tomar o poder.”

Segundo o UOL, o deputado falou que não tinha medo de ser cassado, nem sequer repreendido. E soltou essa pérola das profundezas do Mar Morto: “Eu tenho imunidade para que? Com certeza não é para se juntar a essa esquerda.”

O Partido Comunista do Brasil está impetrando uma representação junto ao Conselho de Ética contra Bolsonaro, por quebra do decoro parlamentar.

O partido alega que “é inegável ofensa moral aos familiares dos cidadãos e das cidadãs brasileiros que desapareceram na ditadura militar, em razão de terem participado da ‘Guerrilha do Araguaia’ “.

De acordo com a representação, a conduta do deputado “desrespeita o disposto no artigo 4º da Lei nº 9.140, de 4 de dezembro de 1995, que criou a Comissão Especial destinada a proceder o reconhecimento de pessoas desaparecidas e diversas circunstâncias. Esta Comissão Especial tem como atributo “envidar esforços para a localização dos corpos de pessoas desaparecidas no caso de existência de indícios quanto ao local em que possam estar depositados.”

O PCdoB também enfatiza a ofensa de Bolsonaro ao Poder Judiciário brasileiro, “que em processo judicial de familiares de pessoas desaparecidas decidiu o mérito da demanda, reconhecendo a responsabilidade da União pelo desaparecimento das pessoas objeto da ação e determinou que sejam disponibilizadas as informações que contribuam para identificar o paradeiro de seus corpos.”

Agora, se a Justiça brasileira reconhece a responsabilidade da União nestes crimes, resta saber por que os responsáveis ainda estão impunes, e por que os arquivos secretos do período ainda não foram abertos.

Não é possível que a Justiça reconheça a responsabilidade do Estado brasileiro, e distribua indulgências em forma de indenizações, mantendo uma Lei de Anistia que concede perdão geral aos agentes que torturaram e mataram seus compatriotas neste período obscuro da recente história do Brasil.

Do Joildo Santos:

Torturadores Nunca Mais

Na Câmara dos Deputados há de tudo, inclusive trogloditas políticos. Um deles, o deputado federal Jair Bolsonaro passou dos limites em matéria de sordidez. Ele tem afixado um cartaz na porta de seu gabinete em que aparece um cachorro com um osso na boca e a seguinte legenda: “Desaparecidos da Guerrilha do Araguaia, quem gosta de osso é cachorro”.

Na verdade, o capitão Bolsonaro sempre defendeu torturadores e figuras da área militar que serviram a ditadura que se instalou no Brasil depois de 1 de abril de 1964. Tem se notabilizado por pronunciamentos provocadores que são reproduzidos em sites de extrema-direita.

Ao discursar e adotar práticas provocativas, Bolsonaro na verdade está se comunicando com seguidores da extrema de direita, onde angaria votos.

Só que agora este parlamentar boquirroto de baixo nível ultrapassou os limites. Deve ser advertido e até mesmo objeto de uma rigorosa investigação da Comissão de Ética da Câmara, que pode levar a uma cassação de mandato se o parlamentar não retirar imediatamente o cartaz desrespeitoso às vítimas da guerrilha de Araguaia e seus familiares, além de pedir desculpas pela ofensa.

O que Bolsonaro fez se equipara ao que nazi-fascistas fazem em relação aos acontecimentos da II Guerra Mundial, muitos deles negando até a existência do Holocausto e sempre quando podem humilhando as vítimas da barbárie do III Reich. Bolsonaro pertence à mesma linhagem e não pode ser objeto de complacência da presidência da Câmara dos Deputados.

Michel Temer precisa se posicionar imediatamente, inclusive responder as manifestações de entidades defensoras dos direitos humanos que escreveram para ele protestando, como o Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, contra o comportamento antiético de Jair Bolsonaro.

Se nada for feito no caso, Temer estará contribuindo para que a imagem do Congresso continue cada vez mais baixa em função não apenas da existência de um Bolsonaro, como de outros parlamentares que queimam tanto a Câmara dos Deputados como o Senado.

Como Temer precisa ser pressionado para se manifestar sobre qualquer coisa, é preciso que os leitores se empenhem no sentido de divulgar o que Bolsonaro fez e exigir que a mídia hegemônica noticie o caso. Se Michel Temer ler alguma coisa num dos jornalões de circulação nacional sobre o caso ou ser perguntado em algum telejornal, é possível então que o presidente da Câmara dos Deputados tome providências em relação ao parlamentar troglodita político.

Se Bolsonaro for beneficiado pelo silêncio da mídia, aí então dificilmente Temer e mesmo os integrantes da Comissão de Ética adotarão alguma medida. Bolsonaro e os seus amigos torturadores continuarão fazendo pronunciamentos justificando os anos de chumbo e apostando na impunidade.

Na Argentina, no Chile, no Uruguai e Paraguai se um troglodita contumaz tiver o mesmo comportamento de Bolsonaro, o referido estará com seus dias contados na política. Mais cedo ou mais tarde será removido para o lixo da história ou ainda punido por prestar solidariedade a torturadores.

Em suma: Bolsonaro e torturadores nunca mais!

Mário Jakobskind

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Tortura em Euskal Herria!

Igor Portu depóis de ser torturado

Depois da ONU e da Corte Europea de Direitos Humanos em Estrasburgo condenarem a situação no País Basco, de opressão, repressão, ilegalizações, tortura e verdadeiros crimes contra a cidadania Basca, a "justiça" espanhola resolveu se mexer.

Igor Portu e Mattin Sarasola foram torturados e humilhados pela Guarda Civil, não há como contestar.

A Defesa dos torturadores e das políticas corriqueiras Espanholas bem que tentou mas de maneira patética e típica, buscou apenas desacreditar os torturados, por sua suposta filiação/ligação à ETA sem, porém, conseguir derrubar as provas contundentes de tortura e abusos.

"El juez ordena seguir el proceso por torturas a dos etarras

El proceso judicial abierto para sustanciar si hubo delito de torturas contra los presuntos etarras Igor Portu y Mattin Sarasola seguirá adelante una vez que la Audiencia de Guipúzcoa ha desestimado el recurso contra la apertura del juicio oral presentado por la defensa de los guardias civiles imputados. El auto refleja que a la vista de las diligencias practicadas hasta ahora hay "indicios racionales suficientes" para continuar la instrucción de la causa.

El pasado 27 de febrero, el Juzgado de Instrucción número 1 de San Sebastián decidió transformar las diligencias previas de este caso en un procedimiento abreviado para continuar la causa penal contra 13 guardias civiles a quienes se imputan delitos de tortura en concurso con delitos o f

altas de lesiones durante la detención de ambos etarras. El auto de ayer también desestima la petición de la defensa sobre la falta de credibilidad de los dos etarras, sobre cuyas lesiones se dispone de seis informes."

Mattin Sarasola, torturado

Do Gara:

"La Audiencia ve «indicios serios» para juzgar el caso Portu-Sarasola

La Audiencia de Gipuzkoa ha desestimado todos los recursos presentados por la defensa de los trece guardias civiles que participaron en el arresto, traslado y custodia de Igor Portu y Mattin Sarasola y ratifica que existen «indicios racionales suficientes» para seguir con el proceso. Con esta sentencia se está un poco más cerca de que estos agentes se sienten en el banquillo acusados de delitos de tortura.

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La defensa de los agentes del instituto militar recurrió el auto emitido por el Juzgado de Instrucción 1 de Donostia, el pasado 27 de febrero, en el que se acordaba continuar la causa penal por el procedimiento abreviado contra los trece guardias civiles.

Las razones esgrimidas por la defensa de los guardias civiles para frenar la causa fue que debían practicarse pruebas testificales y apuntaba además que los indicios con que contaba el juez para acordar la continuación del procedimiento eran «insuficientes».

La Audiencia de Gipuzkoa, por su parte, ha ratificado que a la vista de las diligencias practicadas hasta ahora hay «indicios racionales suficientes» para continuar la instrucción de la causa. El auto destaca, además, que las pruebas testificales de los forenses y de Portu y Sarasola, que reclamaba la defensa de los guardias civiles, pueden practicarse en el propio juicio. Y desestima la petición de la defensa sobre la supuesta falta de credibilidad de los lesakarras.

Tras la resolución hecha pública ayer, la audiencia da un plazo de diez días a las partes para que soliciten bien la apertura de la vista oral, formulando escrito de acusación, o bien el sobreseimiento de la causa. Asimismo, la acusación cuenta con el mismo periodo de tiempo para practicar diligencias complementarias, en el caso de imposibilidad de formulación del es- crito de acusación.

El auto hecho público ayer identifica como José Manuel Escamilla, Jonathan González, Juan Luis González, Miguel Casado, Oliver Pérez y Juan Manuel Alvarez a los guardias civiles acusados de un delito de tortura y otro de lesiones contra Igor Portu. Asimismo, cita a los agentes del instituto armado Sergio Garcia, Sergio Martínez, Germán Fernández, Domingo Prada y Miguel Angel Tudela y los acusa de cometer el delito de tortura, en concurso con una falta de lesiones, contra Mattin Sarasola.

En último lugar, el auto se hace eco de la actuación del director de este operativo policial y del agente encargado de la custodia en los calabozos de Portu y Sarasola, que aparecen identificados como Juana Jesús Casas y Juan Carlos Maragoto, y a los que se acusaría de la comisión de dos delitos de tortura, en concurso con un delito y una falta por lesiones tanto contra Igor Portu como contra Mattin Sarasola.

El pasado 27 de febrero, el Juzgado de Instrucción número 1 de Donostia decidió transformar las diligencias previas de este caso (66/08) en un procedimiento abreviado para continuar la causa penal contra estos tres guardias civiles.

Portu, de Intxaurrondo a la UCI

Igor Portu y Mattin Sarasola fueron detenidos el 6 de enero de 2008 en Arrasate y la alarma saltó apenas unas horas después, al conocerse que Portu había sido ingresado en la UCI del Hospital Donostia con lesiones de gravedad. Según el informe médico, el joven lesakarra presentaba un pulmón perforado, una costilla rota, hemorragia en un ojo y hematomas por todo el cuerpo, además de otras afecciones diversas.

El informe de Osakidetza recogía, además, el relato de Portu sobre el trato recibido a manos de sus captores, en el que refería haber sido golpeado con puños y patadas en la cara, el tórax, el abdomen y las extremidades.

Su testimonio, sin embargo, fue aún más crudo cuando declaró ante el juez, a quien dio cuenta de todo tipo de torturas, igual que hizo Mattin Sarasola. Ambos relatos, de hecho, fueron tan parecidos a pesar de estar incomunicados entre ellos que el magistrado de la Audiencia Nacional Fernando Grande-Marlaska certificó su credibilidad."

La Sección Tercera de la Audiencia Provincial de Gipuzkoa ha desestimado los recursos de apelación presentados por la defensa de trece guardias civiles que participaron en la detención e interrogatorios da Igor Portu y Mattin Sarasola. Esta decisión de la Audiencia de Gipuzkoa permite por tanto al Juzgado de Instrucción número 1 de Donostia continuar con el procedimiento iniciado contra esos agentes por un delito de torturas y lesiones contra los dos jóvenes lesakarras.

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Fechamento da Gazeta Mercantil e crise dos jornais. [Update]


Vi hoje no "Acerto de Contas", excelente blog lá de Recife, onde morei por mais de dez anos (no fim, meus dois centavos):


Depois de 89 anos de circulação, chega ao fim o diário econômico Gazeta Mercantil. Embora pouco noticiado, este é um fato de extrema relevância na imprensa brasileira.

Este é o primeiro fechamento de uma série que deve acontecer nos próximos anos, em face à mudança de comportamento dos consumidores de informação.

É verdade que a Gazeta cometeu uma série de erros administrativos, como a regionalização dos jornais na década passada. Também sofreu uma feroz concorrência do Valor Econômico, que é um jornal muito mais moderno, com excelente conteúdo, mas pode representar uma mudança importante na imprensa brasileira.

No caso da Gazeta, foi uma morte lenta e anunciada. Com quase R$ 200 milhões em dívidas trabalhistas, não se esperava outra coisa.

O modelo de negócios dos jornais diários está ficando esgotado, principalmente em função da internet. A venda avulsa está caindo drasticamente nos últimos anos, e dificilmente a atual estrutura empresarial sustentará os grupos empresariais.

E estamos falando da Gazeta Mercantil, um jornal com boa credibilidade, de reportagens com densidade e voltada a um público específico altamente qualificado. O mais provável é que a marca vá a leilão. Mas isso não muda a essência do problema.

Em Pernambuco ainda temos 3 jornais diários, mas não é segredo para ninguém que a Folha de Pernambuco passa por sérias dificuldades. Como depende de venda avulsa, fica em situação ainda mais delicada, pois o custo comercial acaba muito elevado. E com o consumidor menos disposto a pagar para obter informação, a situação tende a piorar.

O Diário de Pernambuco e o Jornal do Commercio já chegaram a ficar sem circular, no auge da crise na primeira metade dos anos 90. Posteriormente receberam injeção de capital, e tiveram mudança societária e foram arrendados. Isso acabou permitindo forte mudança organizacional.

Mas dos jornais de grande circulação nacional eu já tenho uma dica do próximo a fechar: o tradicional Jornal do Brasil.

Concordo plenamente com a análise, em especial a provável próxima vítima, o JB, que leio sempre que posso e onde encontro a sobriedade de intelectuais como o Santayana, que deixará saudades. O JB ainda hospedou o grande e saudoso Fausto Wolff e, se acabar, deixará saudades mas, é fato, o JB está muito mal das pernas. Ele é impresso na gráfica de outro jornal, tem erros grotescos de português, a seção internacional é paupérrima e limitada à notícias compradas de agências, é um jornal muito pequeno e limitado e.... bem, caminha para seu fim, infelizmente.

Este pode ser o prenúncio da catástrofe, ou pode ser só o reflexo de péssima gestão e decisões erradas. Já comentei sobre o assunto aqui, sobre a crise dos jornalões, e este assunto parece recorrente.

Enquanto a mídia tradicional - o mesmo funciona para a indústria de músicas e afins - não aprender a se integrar com a internet, enfrentará sérios problemas. Ok, alguns jornais - como o JB - pouco tem a fazer, mas a adaptação às novas ferramentas é vital.

Copio parte do post anterior sobre os jornais e sua crise, que cai como uma luva no atual post:

"O fenômeno é mundial, a redução de tiragens é um fenômeno mundial e aparentemente irreversível. O NYT acumula prejuízos, o Boston Globe idem, alguns jornais nos EUA, como o The Christian Science Monitor circulam apenas online, alguns outros ainda circulam em poucos dias na semana... Não é algo que ocorre só no Brasil, é algo que finalmente chegou de vez ao Brasil.

As razões são várias.

Não é só a internet a vilã, mas também a falta de credibilidade, o gosto dos leitores e os novos tempos e ferramentas.

Vamos a alguns fatos em destaque:

1. Internet: Sem dúvida o principal "vilão" na história. Mesmo os grandes jornais colocam suas edições diárias na internet, seja de forma aberta ou paga. E ao longo do dia podemos acompanhar, de graça, com rapidez e comodidade, e onde quer que estejamos, o que acontece pelo mundo todo no site dos jornais, nos blogs e em várias páginas da internet.

2. Mobilidade

Quando assinamos um jornal o recebemos em casa. Se viajamos ele continua a chegar em casa e não vai até onde estamos. Caso viajemos, temos que nos locomover até um banca e nem sempre o jornal que você quer estará lá. Eu, por exemplo, leio todo dia a edição online do Gara, do País Basco, no Brasil é impossível achá-lo em qualquer banca.

3. Pílulas

Um ponto interessante é o fenômeno atual, graças à velocidade não só com que tudo ocorre e as informações chegam, mas também a falta de tempo/pressa dos leitores quando são bombardeados com milhões de informações ao mesmo tempo. É a pós-modernidade em sua verdadeira natureza. Os leitores procuram por notícias rápidas, explicativas e simples, que possam ser digeridas sem perda de tempo - vê-se o sucesso da Revista da Semana, qeu adota o modelo - e os jornais, com suas várias páginas de análises e notícias longas acaba colocad oapra escanteio.

4. Credibilidade

Ponto, ao meu ver, principal, ao menos recentemente no Brasil, a falta de credibilidade, ética e respeito. Os episódios da Ditabranda (que mostrei aqui e aqui) e mais recente da ficha de Dilma, claramente forjada e depois reconhecida como tal pela Folha, demonstram a falta de credibilidade, comprometimento e ética dos grandes jornais.

Não fala-se em neutralidade, imparcialidade, isso não existe, todos somos influenciados por alguma coisa e acreditamos em algo, ao buscar a imparcialidade não passamos o que realmente gostaríamos de passar à frente. Mas senão imparcialidade pelo menos não a mentira, não os ataques insensatos, o desrespeito e a tentativa clara de derrubar, atacar sem provas.

Não apoio o governo, não sou Petista nem gosto do Lula mas uma coisa é fazer oposição (como faço, à esquerda) e outra é denegrir, mentir e manipular, como vem fazendo os jornais brasileiros e em especial a folha de São Paulo.

Em suma, os jornais estão morrendo, não conseguiram ou não querem se adaptar aos novos tempos e, no caso brasileiro, soma-se a isso a falta de ética e credibilidade e o flagrante desrespeito ao leitor."
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Alguém parece pensar:

Chicago Tribune aposta em novo portal de notícias

Postado por mcavalcanti

ReproduçãoO jornal Chicago Tribune, dos Estados Unidos, colocou no ar nesta semana o portal ChicagoNow, que pretende combinar, em uma só plataforma, recursos de mídia social, conteúdo noticioso, opinião de celebridades, loja virtual e uma rede de blogs de especialistas em diversos assuntos voltados para à cidade americana, como esportes, política e entretenimento.

Ainda em construção e anteriormente previsto para ir ao ar em junho, o site, que está sendo comparado ao The Huffington Post, da jornalista britânica Ariana Huffington, já possui mais de 30 blogs e espera, até o final de 2009, agregar pelo menos 80 blogs. Com o lançamento, o grupo espera capturar 35% do tráfego Web local, já que a idéia, segundo comunicado oficial, é reunir usuários de Chicago.

O novo portal promete ainda fazer um eficiente uso de ferramentas de publicidade online, para entregar anúncios relevantes ao público. Um vídeo promocional sobre o empreendimento pode ser visto aqui. JW.

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This is Zionism / Isso é Sionismo

"Israeli police shut down a Palestinian theater in East Jerusalem on Thursday, forcing foreign writers taking part in an international literature festival to move elsewhere for the second time in a week. The police action was the latest in recent weeks against what Israel sees as attempts by the Palestinian Authority to host political activities in the city, where both sides in the conflict have staked claims to have their national capital."

Via The Angry Arab!

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Propaganda Sionista (Via The Angry Arab):

"The crude Zionist propaganda of Ethan Bronner

I strongly and enthusiastically recommend Ethan Bronner for a top job at MEMRI or any any organization run by Zionist hoodlums. When Zionists feign sensitivity they are at their worst. You want to beg them to not show any sensitivity and to not pose as humane. So in the article on Gaza today, he begins with a clear and categorical (and in passing) justification of the Israeli terrorist assault on Gaza: "Four months after Israel waged a war here to stop Hamas rocket fire..." So he establishes the justification and then he moves on. He then wants to convince you that the starvation and hunger in Gaza is not that bad: thanks to Israeli military sensitivity: " There is no acute malnutrition, and infant mortality rates compare with those in Egypt and Jordan, according to Mahmoud Daher of the World Health Organization here. This is because although Israel and Egypt have shut the borders for the past three years in an effort to squeeze Hamas, Israel rations aid daily, allowing in about 100 trucks of food and medicine. Military officers in Tel Aviv count the calories to avoid a disaster." That sentence speaks volume about the propagana interests of Bronner (assisted as always by Taghrid El-Khodary who has established a journalistic record of shame in one year only). First, he tells you that there is no "acute malnutrition." Don't you like the word acute here? This is like talking about a society in which there is no "acute slavery" or no "acute injustice", etc. He then tells you that the reason there is no "acute malnutrition" is because of the humanity of Israeli colonizers. But Bronner so strongly identifies with the oppressors that he parrots what he is told without realizing the Orwellian dimensions of the language used. He tells you that Israeli terrorist military officers "count the calories" but Bronner does not realize how awful and cruel and bizarre that sounds because his job is to serve Israeli military propaganda and that he does. He then justifies the bombing of the tunnels: "Israel periodically bombs those in hopes of weakening Hamas." So the goods and cattle that are smuggled are Hamas goods and Hamas cattle."
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Eleições em São Paulo, Kassab versus PT.

Lendo o Blog do Rovai ainda ha pouco vi um comentário interessante, o de que Kassab vem mexendo os pauzinhos para concorrer numa aliança Demo-Tucana ao cargo de Governador de São Paulo.

Que Serra fará de tudo para neutralizar Alckmin, todo mundo sabe, mas o que me surpreendeu no post do Rovai foi a certeza deste em afirmar que Kassab está eleito, caso concorra - posso ter me enganado na interpretação, claro. Ok, dificilmente o PT ganharia em São Paulo, Marta já deu o que tinha que dar - felizmente - e o outro candidato pretendido, por favor, é pavoroso, o amigo-de-mensaleiro e quebrador de sigilos, Palocci.

Longe de querer ou pensar em apoiar Kassab, Demos, Tucanos e corja do tipo mas com uma oposição capitaniada por Marta e Palocci, fica complicado ter alguma opção (senão a de votar no PSOL ou anular).

Marta "Relaxa e Goza" Suplicy ou Antônio "Sigilo" Palocci estão longe de serem candidatos minimamente viáveis, honestos, dignos ou capazes.

Ou o PT não quer realmente tomar São Paulo dos Demos, Tucanos e cia ou são absolutamente burros por não indicarem alguém com capacidade e qualidade. Com esse time, Kassab realmente leva fácil, ainda que eu veja uma queda no apoio a ele, ao menos dentre as pessoas que conheço e que o apoiaram, criticamente ou não. É esperar para ver. Com o apoio do Serra muita coisa pode ser alcançada.

Um bem informado vereador petista me garante que os aliados de Kassab estão trabalhando para que ele seja o candidato da frente demo-tucana ao governo de São Paulo.
O jogo estaria sendo realizado da seguinte forma. Por enquanto, eles e Kassab só dizem que não aceitam em hipótese alguma a candidatura de Geraldo Alckmin. Mas não falam, por exemplo, que apoiariam Aloysio Nunes Ferreira.
Mas por que Kassab quer ser o candidato e não espera o fim de seu mandato a frente da prefeitura para depois buscar novos vôos? A questão é que se Alckmin ou Nunes Ferreira venham a ser eleitos, ambos poderiam disputar a reeleição e ele teria que esperar oito anos para tentar o governo de São Paulo. Em política, isso é uma eternidade.
E quais seriam as chances de o plano de Kassab ter alguma viabilidade? Se para apaziguar os ânimos internos o PSDB decidir que vai à disputa presidencial com chapa pura (Serra e Aécio) alguma compensação terá que ser dada aos aliados.
Para o DEM, ficaria de excelente tamanho o apoio a Kassab em São Paulo. E para o PMDB paulista seria mais do que excelente como prêmio de consolação a prefeitura da capital, que teria em seu comando Alda Marco Antônio.
Claro que se trata de uma operação complexa. Mas Kassab vem se mostrando um político habilidoso e ambicioso. Sabe jogar o jogo da política tradicional muito bem. Bem melhor, por exemplo, que Alckmin.
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Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição

Lista interessante e, de fato, correta em muitos casos, na maioria das vezes pelo menos. A Globonews pelo menos gamou no irmão do Bussunda e, felizmente, o professor Francisco Carlos Teixeira.

Mas, é fato, a grande mídia prefere àqueles mais "adaptados" à sua linha de pensamento e desinformação, haja visto que Miriam Leitão ainda aparece na TV, seja na Globo ou na Globonews e alguns ainda conseguem não fazer cara de nojo ao vê-la desfilar a quantidade inominável de baboseiras a que está acostumada.

Do Blog do Sakamoto

Não existe imparcialidade jornalística. Qualquer estudante de jornalismo aprende isso nas primeiras aulas. Quando você escolhe um entrevistado e não outro está fazendo uma opção, racional ou não, por isso a importância de ouvir a maior diversidade de fontes possível sobre determinado tema. Fazer uma análise ou uma crítica tomando partido não é o problema, desde que não se engane o leitor, fazendo-o acreditar que aquilo é imparcial.

Infelizmente, muitos veículos ou jornalistas que se dizem imparciais, optam sistematicamente por determinadas fontes, sabendo como será a análise de determinado fato. Parece até que procuram o especialista para que legitime um ponto de vista. Ou têm preguiça de ir além e fugir da agenda da redação, refrescando suas matérias com análises diferentes. Dois amigos, grandes jornalistas com anos de estrada, ajudaram a fazer uma lista exemplar do que estou falando.

Vale ressaltar que boa parte destas fontes são especialistas sérios, reconhecidos em seus campos de atuação e que já deram importantes contribuições à sociedade. Como disse um desse amigos, terem posições conservadoras ou liberais não os descredencia. É um direito que eles têm. O problema são as mídias que sempre, sempre, sempre procuram esses mesmos caras para repercutir. Sempre eles. E somente eles.

Façam um teste e procurem esses nomes no seu jornal, revista, rádio, TV, site preferidos.

Questões trabalhistas? Disk Pastore
(O sociólogo José Pastore, mas sem dizer que ele dá consultoria para a Confederação Nacional da Indústria e a empresários que têm interesse direto no assunto)

Constitucionalismos? Disk Ives Gandra
(O respeitável jurista do Opus Dei não vacila jamais)

Ética? Disk Romano
(O professor de filósofia Roberto Romano)

Questões sindicais? Disk Leôncio
(O cientista político Leôncio Martins Rodrigues)

Ética na política? Disk Gabeira
(O deputado federal Fernando Gabeira, que viaja bastante de avião…)

Ética dos juros? Disk Eduardo Giannetti
(O professor do Ibmec é quase um gênio)

Pau no governo Lula? Disk Marco Antônio Villa
(Historiador. Tiro e queda. Mais pau no governo Lula? Disk Lúcia Hippólito - com a vantagem de ser uma das meninas do Jô)

Relações internacionais? Disk Rubens Barbosa
(Ex-embaixador. Precisa diversificar? Disk Celso Lafer, o ex-chanceler)

Mercado financeiro? Disk Arminio Fraga, o ex-BC
(Não rolou? Disk Gustavo Loyola? Ocupado? Ah, então vamos no Disk Maílson mesmo)

Mercado financeiro mundial? Disk Paulo Leme
(O cara está em Wall Street, pô, sabe tudo…)

Segurança pública? Disk Zé Vicente
(Ele é durão, estava lá dentro, mas fala como sociólogo. E com a vantagem de não ficar falando em direitos humanos para qualquer “resistência seguida de morte”. É o coronel esclarecido…)

Partidos? PT especificamente? Disk Bolívar
(O cientista político Bolívar Lamounier, mas, por favor, não diga que ele é filiado ao PSDB)

Geografia? História? Demografia? Sociologia? Socialismo? Política? Geopolítica? Raça? Relações internacionais? Coréia? Pré-sal? Cotas? Mensalão? América Latina? MST? Pugilistas cubanos? Liberdade de imprensa? Farc? Tarso Genro? Disk Demétrio Magnoli
(Se te ocorrer algum outro assunto, ligue para ele também)

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Cientologia versus Wikipedia


A notícia de que a Wikipedia resolveu proibir membros da seita da Cientologia e colaboradores de editar páginas na wikipedia reacende o debate sobre a censura e a liberdade na internet.

De um lado a wikipedia, que proíbe o uso da enciclopédia para o proselitismo e promoção de agendas pessoais - acusação que recai sobre os membros da Cientologia - do outro, a seita, que como qualquer outra organização tem o direito a publicar seu "perfil" na wikipedia, desde que dentro das regras.

Em tempo, vamos às regras da wikipedia:
"uso da enciclopédia para promover agendas pessoais - como proselitismo ou disputas filosóficas, ideológicas ou religiosas - e publicar ou promover material de pesquisa original é proibido"
Seguindo esta linha de pensamento, a Cientologia tem todo o direito de estar presente na enciclopédia, porém, deforma honesta, sem proselitismo, dentro da "lei" da Wikipédia.

O que vemos é desrespeito às regras, o que é comum à seita, visto o recente processo por fraude que enfrenta na frança.

Este é apenas um dos processos e dos problemas criados pela Cientologia, que já foi vítima também de protestos na Alemanha e por toda a Europa.
"Autoridades fecharam uma creche na cidade de Munique, Alemanha, dizendo que ela estava doutrinando as jovens mentes com Cientologia. A guerra entre a “igreja” da Califórnia e o governo alemão continua."
A Cientologia já foi condenada por todo o mundo mas continua a se propagar e a questão fica, até onde vai a liberdade, especialmente a liberdade na internet para organizações e seitas extremamente perigosas?

É um debate que vale à pena.

A questão final deste debate específico é saber se há algum tipo de censura pela cientologia ser uma seita ou se há uma reação à abusos das regras da Wikipedia.

Mas indo além, fica a questão do controle - necessário? - de seitas, grupos de ódio, grupos perigosos e criminosos no ambiente virtual, o que vai de encontro com o princípio da liberdade e neutralidade da internet.

Quem qualifica um grupo como "perigoso"? Quem controla, e como controla?

Ao menos a wikipedia tomou uma atitude democrática, com votos de um comitê arbitral, nada foi feito pela vontade de um ou outro mas, ainda assim, este tipo e controle é justo? Legal? Aplicável em larga escala?

Apenas para deixar clara minha opinião quanto à Cientologia: A Seita deveria ser processada em toda e qualquer esfera e colocada em seu devido lugar, o de um grupo de fanáticos perigosos.

Wikipedia proíbe Igreja da Cientologia de editar verbetes

O Globo

RIO - A Wikipedia tomou uma atitude inédita em seus oito anos de história e proibiu todas as pessoas ligadas à Igreja da Cientologia de editar verbetes no site. O Comitê Arbitral da enciclopédia online decidiu por 10 votos a 0 (com uma abstenção) bloquear os endereços IP de computadores operados pela seita, assim como os de vários colaboradores.

A Igreja da Cientologia, fundada pelo escritor de ficção científica L. Ron Hubbard em 1953, prega que os seres humanos são reencarnações de criaturas extra-terrestres. Acusada de fazer lavagem cerebral e explorar financeiramente seus seguidores - muitos deles famosos, como Tom Cruise e John Travolta -, a seita alimenta inflamadas discussões virtuais desde os primórdios da grande rede.

O caso, revelado pelo site The Register, teve início em dezembro e diz respeito a mais de 400 artigos sobre a igreja e seus membros. As páginas dos verbetes passaram por batalhas entre os seguidores e críticos da seita, que procuram dar seu viés ao material publicado, normalmente citando artigos próprios.

As contas banidas não poderão fazer qualquer modificação no site por pelo menos seis meses. A punição pode ser revertida se os responsáveis aceitarem seguir as regras da Wikipedia. Uma dessas regras diz que o "uso da enciclopédia para promover agendas pessoais - como proselitismo ou disputas filosóficas, ideológicas ou religiosas - e publicar ou promover material de pesquisa original é proibido".

Alguns sites sobre a Cientologia:

Alarme Scientology

Dossier Cientologia

Cientologia: A perigosa seita da ganância e do poder

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Bi'lin Weekly Protest / This is Zionism!

Three injured, and tens of cases of gas suffocation at Bil'in Demonstration in the fortieth anniversary of the martyrdom of Abu Rahma

Friday, 29 \ 5 \ 2009

After Friday prayers, the people began the weekly demonstration at Bil­­­­­'in, in which a group of international, Palestinian and Israelis from peace and anti-occupation movements gather to resist the building of the wall around the village in order to regain land that was taken in 2004. This Friday, demonstrators marched through the village towards the wall waving Palestinian flags, chanting anti-Zionist slogans demanding the cessation of the occupation and return of their land, and refusing the Israeli racist policy against our People in the occupied Palestine 1984, the protesters commemorated the martyr Bassem Abu Rahma and they were carrying metal shields, with his pictures, in order to protect themselves and others from Israeli fire. they also wear masks designed specially for Bassem, expressing his existence in all the demonstrations , and they are all Bassem.

A delegation from the general union of the women's committees with the presence of the Parliament member Al-Rafiq Qais Abu Laila , and the minister of the social affairs Ms. Majida Al-Masri participated in the demonstration , and they received a detailed explanation from Bi'l'in popular committee on the experience of the village in the last years in resisting the apartheid wall .

As the protestors arrived at the wall, they were greeted with a barrage of sound bombs, tear gas and rubber-coated bullets from the Israeli soldiers. The protestors demanded that the soldiers stop this strategy since the demonstration, involving internationals, was peaceful and nonviolent. The soldiers, however, continued to fire upon the protestors, injuring three Palestinians: minester of social affair Majeda el Masri and AP camera man Abed khabesa and Rani Burnat.

In response, Palestinian demonstrators threw balloons filled with animal dung to counter the Israeli military's use of poisonous gas.

The village is still commemorating the martyr Bassem Abu Rahma through the a series of events and festivals and also popular demonstrations .

Two days a go a big festival organized by Fattah was held in the village in cooperation with the village institutions , and today Friday we started the sports festival early in the morning under the title " The tournament of the martyr Bassem Abu Rahma " organized by Bil'in sports club, many sports teams from the villages around are participating in this football tournament. as the martyr was a member in the administration committee of Bil'in sports club.

For more information, contact:
Abdullah Abu Rahma - Coordinator of the Popular Committee to resist the wall and settlements in Bil'in
0599107069 or 0547258210

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nem me falem em salvar o jornalismo

Post vem do excelente O Biscoito Fino e a Massa, todos os créditos são dele.

Nem me falem em salvar o jornalismo

cartoon-1.jpg24 horas não passam sem que chegue notícia de alguma iniciativa dos oligopólios da mídia, do lobby pró-copyright e de associações como a RIAA no sentido de engessar a revolução desencadeada pela internet. É, meus leitores, a coisa anda feia. Um dos sofismas com os quais se travestem essas iniciativas é o de “salvar o jornalismo”, como se este, em seu sentido amplo, não pudesse sobreviver sem os ditos oligopólios.

Na semana passada, o Washington Post mobilizou dois advogados para iniciar um lobby por leis cuja aprovação representaria um pesadelo na internet. Se conheço a dinâmica desses movimentos, essas “ideias” não tardarão em chegar ao Brasil. Por isso, não avisem o Tio Civita nem o Tio Marinho sobre este post. Mas preparemo-nos. Depois não adianta chorar.

O texto escrito pelos advogados do Post chega a um ponto jurídico a que eu jamais vi nenhum lobby de mídia chegar. Ele já foi desmontado pelo Buzz Machine, mas eu quero acrescentar aqui meus dois centavos para o contexto brasileiro. Vejamos o que propõem esses dois senhores. Para benefício dos que não leem inglês, eu traduzo:

Os produtos (e lucros) do Google teriam uma cara diferente se, por exemplo, a lei dissesse que ele deve obter permissões de copyright para copiar e indexar as páginas da internet. Ao invés disso, os motores de busca exigem que os donos do copyright “optem por sair” da sua rede, e até agora o seu poder de mercado tem permitido que eles escapem ilesos. cartoon-1.jpg

Imaginem um mundo em que o Google tivesse que pedir permissão, sob a lei de copyright, para indexar as páginas da internet. Acredito serem desnecessárias maiores considerações. Seria melhor fechar a net e voltar à época em que datilografávamos cartas e lambíamos envelopes para levá-los aos correios.

Uma das coisas que ensina o mais perfeito jogo de baralho inventado pela espécie humana – o truco – é que você não blefa quando não tem condições de blefar. Se já blefou cinco vezes, perdeu todas elas e agora saiu com dois valetes e uma dama, não truque, porque ouvirá um “seis!” gigantesco na orelha. Evidentemente, essa proposta é um blefe. Caso ela prospere, eu faria o seguinte, se fosse executivo do Google. Convocaria uma conferência de imprensa e diria: aqueles grupos de mídia que acreditem que a indexação do Google é uma violação da lei de copyright, por favor se manifestem e nós retiraremos todas as referências a eles no motor de busca. Nem o mais demente funcionário do Washington Post sustentaria o blefe.

As sandices propostas pelos advogados do Post não param aí. A camisa-de-força jurídica vai além. Eles propõem:

1. Federalização da doutrina do “hot news”. Isso significaria que, durante um certo período em que a notícia está "quente", você não poderia sequer repetir seu conteúdo (atenção: o conteúdo, não o texto em si), já que os capangas do Washington Post acham que isso é pilhagem. Felizmente, disso já estamos protegidos no Brasil. O que é mais irônico é que a verdadeira pilhagem é feita pela fábrica de linguiça dos oligopólios de mídia, que sistematicamente tomam textos de jornais locais e os reproduzem sem dar crédito nem link aos jornalistas responsáveis por eles.

2. Usar a política fiscal para “promover a imprensa”. Sem comentários. Se essa sandice chega por aqui, veríamos o seu, o meu, o nosso dinheirinho sendo usado para salvar da insolvência e da irrelevância os oligopólios dos Marinho e dos Civita – não que isso já não esteja sendo feito, é claro.

3. Criar isenções nas leis anti-truste para os grupos de mídia, já que, segundo os advogados do Post, a “insolvência da mídia é hoje uma ameaça maior que a sua concentração”. Sobre isso, teríamos que retrucar: ameaça para quem, cara-pálida? Quem está se sentindo ameaçado? Será que a população realmente está preocupada com o desespero dos grandes oligopólios de mídia?

Por isso, a proposta do Biscoito é radical: acelerar a putrefação da mídia. Multiplicar as fontes de jornalismo independente. Disseminar a linkania. Apostar na circulação de informações na internet. E, sobretudo, ficar atento, porque eles estão desesperados e vão recorrer a qualquer coisa.


PS: Bem a propósito, o Biscoito reuniu numa só página seus 4 anos de posts de conteúdo jurídico. STF, TSE, plágio, copyright, censura a blogs, aborto, maconha, está tudo aqui: Direito e Justiça.

PS 2: Na PUC-SP, hoje, às 19 horas, acontece um interessante debate sobre jornalismo e mídia.

PS 3: As charges que ilustram o post foram colhidas lá no Dialógico.

PS 4: Guiado por um super especialista, comecei a estudar Direito Penal. Uma série de batalhas chave acontecerão nesse terreno nos próximos anos.


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Meu comentário ao post do Idelber (meus dois centavos):

No mais, concordo plenamente, blefe.

O que não quer dizer, porém, que atitudes como as da RIAA, de punir com pesadas multas meia dúzia de gatos pingados pelo mundo, não possam se repetir, agora com os jornais e afins.

Difícil, claro, mas nunca duvido das tentativas dos oligopólios de se movimentar.

Cada vez mais concordo com as teses do Cesidio Tallini, a Internet tem que ser totalmente livre, 100%. Regulamentações podem barrar abusos mas normalmente são usadas com propósitos pouco ou nada nobres. Ficamos em uma encruzilhada, libera tudo, absolutamente tudo, ou se aceita o controle até que existam ferramentas justas (sim, inocente o comentário mas...) de controle do que é e somente do que é abuso, ilegal (vago mas ainda assim...) e etc...

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Campanha Pixel Solidário [Update]

O Site foi lançado, http://pixelsolidario.net/, e a campanha continua forte nos blogs,no twitter, no orkut.

Doe um sms, doe um post, um twitt, um post no orkut ou use qualquer outro meio/ferramenta que dê visibilidade e faça parte desta campanha promovida pelo GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer.

Estenda a mão você também para as crianças com câncer. Eu doei este post, você só precisa doar um SMS = R$ 4,00 + impostos. Envie seu nome p/ 49222. (Válido apenas para clientes Claro.)
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Ato Contra o AI-5 Digital em BH!

Ato contra o AI-5 Digital em BH:

A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.

A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de conhecimento.

No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos internautas e, se aprovado, elevará o já elevado custo de comunicação no Brasil.

Nós, que somos mineiros, temos uma responsabilidade a mais em combater este projeto, por ser de autoria de um senador do nosso estado. Gostaríamos assim de convidá-lo a participar do Ato Público que será realizado no dia 1o de junho, às 19h30, e contará com um debate entre:

Sérgio Amadeu
Professor da pós -graduação da Faculdade de Comunicação Cásper Líbero em São Paulo.
Militante do Software Livre e do Movimento Mídia Livre.

Idelber Avelar
Professor na Tulane University, em Nova Orleans – EUA
Mantém o blog Biscoito Fino e a Massa

Local: Teatro da Cidade
Rua da Bahia, 1341
Centro - Belo Horizonte

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Blog do Movimento contra o AI5-Digital: http://www.ai-5digital.blogspot.com/

Petição online: http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html



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