sábado, 21 de novembro de 2009

Bil'in Weekly Protest - This is Zionism

Dozens suffered tear gas inhalation at the weekly demonstration

by Bil’in Popular Committee
Residents of Bil’in gathered in a demonstration today, commemorating the 21st anniversary of the Declaration of Independence and condemning the ongoing expansion of illegal Israeli settlements.
After the Friday midday prayers, about 150 Palestinian, Israeli and international activists raised dozens of Palestinian flags and posters with the picture of the late Yasser Arafat and chanted slogans calling for the national leadership to keep fighting for the national principles.

In a reaction to recent announcements from the Israeli government regarding plans to continue with the construction of 900 new housing units in the settlement of Gilo, they protested against the expansion of illegal settlements in East Jerusalem and the threat this expansion poses for the future Palestinian state with East Jerusalem as its capital.


The demonstrators marched to the Wall built on Bil’in’s land, where the Israeli army, based on the other side of the fence, responded to their presence by throwing tear gas bombs and shooting tear gas canisters. Dozens suffered from the effects of tear gas inhalation.

In addition, residents of Bil’in were calling today for the end of the ongoing arrest campaign, which escalated the day before, when a group of undercover Israeli soldiers invaded the village and arrested a local youth, Mohammad Yassin (20), who was targeted for his participation in the weekly demonstrations. They entered the village in a civilian Isuzu pick-up, dressed like Palestinians, and went directly to the workshop where Mohammad works. Before he was arrested, he was beaten by the soldiers, as were his brother and mother.
In addition to Yassin, another 27 Bil’in residents were arrested for their involvement in the demonstrations since the 23 June 2009. Among them is Adeeb Abu Rahma, who has been held in detention for more than four months under a charge of ‘incitement’ – organizing demonstrations.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cacique Cobra Coral no Senado [Update]

Não tenho como objetivo discutir a seriedade ou não da Fundação Cobra Coral (ver notícia no final da postagem).

De família espírita que sou - mas ateu - devo, no mínimo, respeitar a instituição, mas o que não posso é aceitar a falta de noção, de decência, respeito e de tino político da DemoTucanalhada ao convocar para depor ou dar explicações sobre o blecaute da semana passada tal instituição.

Em primeiro lugar salta aos olhos a indecência de convocar uma entidade religiosa para qualquer coisa que seja dentro de uma casa pública, do Senado Federal. O Brasil é laico, as explicações e análises de entidades religiosas não valem de nada - ou não deveriam valer - enquanto para que alguma explicação seja dada ou análise seja feita, estas instituições se valham de artifícios não científicos ou de cunho religioso, se valendo da fé.


Com todo respeito que ainda tenho por organizações próximas do espiritismo, não posso deixar de concordar com o governo ao não se preocupar com qualquer mensagem vinda de uma psicografia ou de qualquer instituição religiosa que diga prever o futuro - por mais que alguns acreditem nisso.

Mas, na verdade, o grande problema é o segundo ponto, o do aberto e canalha desrespeito por parte da DemoTucanada por uma organização religiosa. Convocar uma entidade deste cunho para protestar contra o governo significa denunciar o grau de desespero e despreparo da oposição (sic, pois oposição deve saber ao que se opõe, os DemoTucanos parecem não fazer idéia, só atiram para onde apontam) e o nível de desrespeito a que chegam ao convocar uma organização séria - para seus seguidores ao menos - apenas para fazer papel de ridícula e servir a um show midiático infame da dita oposição.

O desrespeito, o ataque, é contra a instituição, contra o governo e, obviamente, contra o país que quer ver esclarecida a questão do blecaute - que qualquer pessoa com discernimento compreende como um evento imprevisível e que simplesmente aconteceu, diferente do apagão de FHC e da piada do racionamento - e não um circo.

Já basta que os parlamentares ganhem absurdos para trabalhar 3 dias por semana, que ganhem para viajar à turismo para onde quiserem e ainda de quebra levarem suas famílias e já basta das falcatruas, roubalheiras e corrupção endêmicas no mundo política, não precisamos de mais piadas, de mais circo e de mais desrespeito.

Entidade esotérica diz ter alertado governo sobre blecaute

MELINA CARDOSO
colaboração para a Folha Online
O requerimento da oposição que convida os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Edison Lobão (Minas e Energia) para explicar as causas do apagão na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado se estendeu a uma entidade esotérica: a Fundação Cobra Coral.
Em seu site na internet, a fundação diz "intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza". Explica também ter uma médium que incorpora o "espírito e mentor Cacique Cobra Coral" --que já teria sido de Galileu Galilei e Abraham Lincoln. A oposição pediu a presença do representante da Cobra Coral como forma de protesto contra o governo.
Segundo o diretor de assuntos corporativos e governamentais da Fundação Cobra Coral, Osmar Santos, a entidade já sabia do blecaute --que atingiu 18 estados do país no dia 10 de novembro-- desde janeiro do ano passado.
"Em 2008 encaminhamos um relatório para o ministério [Minas e Energia] com linguagem técnica alertando para o apagão, mas não houve nenhuma manifestação em relação a este alerta da Fundação", explica Osmar Santos
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Update:

Caiu por terra a piada de convocar a entidade espírita (com trocadilhos) para "depor" no Senado.
 "O convite era um protesto pela maneira com que o governo debochava do Senado ao convocar tantas autoridades", disse Virgílio. O tucano chegou a trocar farpas com o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que também havia apresentado requerimento para retirar o convite à Fundação Cobra Coral.
A forma encontrada pelo Grande Inútil de protestar foi fazendo pouco caso de uma instituição que muitos consideram séria, de uma determinada posição religiosa e do senado como um todo, enfim, do Brasil.

Protestar com nosso dinheiro é extremamente fácil, melhor seria se o nobre senador protestasse com o dinheiro que vem apenas de seu bolso e não fizesse o Brasil perder tempo com seus melindres e tosquices.

Mais um episódio lamentável nas costas do Senado Brasileiro.

Mas vale uma nota, também, sobre o Senador Marcelo Crivella (vergonha de ser brasileiro de termos um ladr.... Bispo no Senado à mando da IURD), que demonstrou extremo preconceito religioso em todo este episódio. Não se pôs contra o convite à instituição de caráter espírita pela convocação ser um protesto imbecil e sim por ter enormes preconceitos contra o que não signifique lavagem de dinheiro de sua própria instituição religiosa (sic). O resto que fique com o capeta.

A participação do "vidente" foi a maneira encontrada pela oposição para protestar contra a audiência conjunta. Em seu site na internet, a Fundação Cacique Cobra Coral se apresenta como uma entidade criada para "intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza".
Com o meu, o NOSSO dinheiro, é muito fácil protestar.

Realmente, vejam como os nobres (sic) parlamentares se preocupam com o povo brasileiro.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

CPI do Rodoanel

Nenhuma surpresa da base do governo Serra se recusar a abrir uma CPI para investigar as falcatruas em torno das obras do Rodoanel. Dos 94 deputados da Assembléia, 73 são Serristas e, muito provavelmente, estão envolvidos até o pescoço com o acidente recebendo financiamento das empresas diretamente ligadas ao "acidente".
Para o líder do PSDB na Assembleia, deputado Samuel Moreira, "não existe a hipótese e muito menos a necessidade" da abertura uma CPI. "Os órgãos competentes, como o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e o IC (Instituto de Criminalística), além do governo do Estado, estão apurando, e todas as providências estão sendo tomadas. Não há necessidade alguma. Nosso dever é acompanhar as investigações e as providências", diz.
Três pessoas quase morreram, por sorte não foram atingidas mais pessoas, mais inocentes, porém os Deputados não vêem qualquer problema em jogar o caso debaixo do tapete, com medo de não se verem em perigo.

"Quando houve o acidente nas obras da Linha 4 do Metrô disseram a mesma coisa, mas por que eles não fiscalizam para evitar que o problema aconteça? Vão acabar colocando a culpa só nos engenheiros da obra ou nas empreiteiras. A responsabilidade nunca chega ao governador e ao secretário", afirma o petista Ênio Tatto.
O que será que podemos tirar destes casos? O que os Serristas - e Serra - tem a esconder? Se não tem rabo preso, não vejo problema para a abertura de uma CPI para investigar como foram feitos os contratos para as obras, quem, recebeu o que e quanto - de forma lima ou, mais provavelmente, suja - e como as obras vem sendo conduzidas - sem qualquer fiscalização séria.

Há algo de muito podre sendo encoberto por Serra e seus comparsas.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Telefônica, Vivendi, GVT e a farsa ministerial

O ministro Hélio "Telefônica" Costa nunca escondeu sua preferência - suborno, caixinha, chamem como quiser - pela Telefônica frente à Vivendi para a compra da GVT (Destruição, no caso da primeira ter saído vencedora), mas agora resolveu se fazer de desentendido e afirmar que a compra da GVT pela Vivendi trará competição para o país.

Ou o ministro mentia antes ou mente agora. Vejam suas declarações díspares.

Antes:
Costa viu na atitude da Telefônica um movimento natural de mercado e disse que ela está reagindo à fusão da Oi com a Brasil Telecom. Ele demonstrou a sua preferência:
- A Vivendi é uma empresa tipicamente europeia, enquanto a outra já está no Brasil. 
"O Ministério das Comunicações acredita que a GVT deve ser vendida à Telefônica, equilibrando o mercado entre uma supertele nacional e uma internacional. Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acha que a compra das ações pela Vivendi é o desfecho ideal, por representar a entrada de novo player (participante), favorecendo a competição."
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bil'in Protest

18 Demonstrators arrested after a Gate in the Wall was Breached in Deir alGhussoun

The protesters were arrested as the demonstration was coming to an end, by soldiers who invaded the village and flanked them from the back.

Eighteen demonstrators were arrested today in the West Bank village of Deir alGhussoun, north of Tul Karem, after Israel's Separation Wall was breached by Palestinian, Israeli and international protesters. The protesters intended to march to village's lands that were left isolated behind the Wall, and managed to break open one of the barrier's gates.



The demonstrators managed to break the lock on the gate by rocking it back and forth, despite the presence of soldiers, but could not reach their lands, as they were being shot at with rubber-coated bullets and teargas . One demonstrator was lightly injured after being struck with a rubber-coated bullet in the leg.

As the demonstration was coming to an end, a large group of soldiers surprised a group of the protesters by closing in on them from the direction of the village, and arrested eighteen of the village's youth.

Today's demonstration was the opening salvo for a public campaign by the Deir elGhussoun municipality and the affected farmers, which will accompany an appeal the Israeli High Court of Justice to remove the already-built wall from the village's land. The said appeal is expected to be filed in the near future.



The wall in the area of the village cuts deep into West Bank land, leaving about 2,500 dunams (620 acres) of the village's land west of the wall (on the "Israeli" side), effecting 120 land owners, dozens of which do not receive permits from the Israeli army to even minimally tend to their lands.

In an advisory opinion issued in July 2004, the International Court of Justice in the Hague has declared the path of Israel's wall in the West Bank illegal in its entirety, and ordered its removal. To date, Israel continues to disregard international law, and continues to build the wall and expand settlements.

For more details: Jonathan Pollak (Hebrew and English): +972546327736
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um primeiro passo para o processo democrático


Um primeiro passo para o processo democrático: Princípios e vontade da Esquerda Abertzale

 Somos independentistas, homens e mulheres de diversas gerações que temos trabalhado e trabalhamos ara construir e desenvolver um projeto de liberação nacional e social. Nosso objetivo é a constituição de um Estado próprio, ao considerar que é a única forma de garantir totalmente a sobrevivência e o desenvolvimento pleno do Povo Basco, em harmonia e solidariedade com o resto dos povos da europa e do mundo. É nosso projeto político legítimo, que pretendemos alcançar graças à adesão majoritária da sociedade Basca.

 O atual ordenamento jurídico-político que divide nosso território e limita os direitos de seus cidadãos e cidadãs, se confirmou como um cenário que perpetua o conflito político e armado. Não permite que a cidadania basca possa decidir, sem restrições, seu próprio futuro.

Neste contexto, foi estendida para além do que ninguém deve querer a violência eo confronto armado com os custos humanos e políticos que todos sabem. É nossa prioridade para superar este cenário.

Estas últimas três décadas de conflito deixam sentir outra conclusão: Somos um movimento político ao qual o tmepo há dado razão. Assim o demonstram, desde aquela inical exigência de ruptura dmeocrática em respeito ao regime franquista, ao "não" do Povo Basco à constituição espanhola, à OTAN ou à central nuclear de Lemoiz. Assim demonstra o nosso esforço para evitar que a armadilha do estatutismo se consolide. Assim o demonstra nossa frontal oposição ao capitalismo selvagem.

Não tem sido só no terreno da oposição e do protesto onde temos ganhado, os e as independentistas, batalhas políticas e ideológicas . As propostas de solução e futuro realizadas pela esquerda abertzale criaram raízes em amplas camadas da sociedade de forma majoritária em diversas ocasiões. As iniciativas por uma solução negociada, os desenhos para se alcançar um marco democrático ou as dinâmicas de construção nacional possibilitaram avanços indiscutíveis no processo político Basco.


Nestes últimos anos se avançou em certas questões que nos fizeram não só desejar mas também tornar possível materializar positivamente para toda a cidadania uma mudança de ciclo;  no debate político aberto na última década - que situou perfeitamente os nós a serem desatados para encontrar uma solução -; no trabalho e luta incansáveis de milhares de pessoas e setores sociais que nos permitiu chegar até o umbral [limiar] da mudança política desejada; assim como a necessidade de deixar para trás as consequências perniciosas deste conflito. Uma mudança de ciclo que substitua o enfrentamento armado, o bloqueio e a falta de expectativa pelo diálogo, o acordo e uma solução justa estável e duradoura para o país.

Com acertos e erros temos trazido o processo de libertação à fase de mudança política. Agora se trata de tornar este caminho irreversível. Materializar a mudança exige também mudanças em nós mesmos. Era necessária uma profunda reflexão e autocrítica, e a estamos fazendo.

A esquerda abertzale tem presente que não se trata de conhecer ou esperar o que o resto dos agentes estão dispostos a fazer, senão aquilo que nós devemos e temos que fazer. A nova fase necessita de novas estratégias, de novas políticas de alianças e de novos instrumentos.

Partindo de que os objetivos a alcançar na nova fase são o reconhecimento nacional de Euskal Herria e o reconhecimento do direito de autodeterminação, para chegar à mudança de faz indispensável uma crescente acumulação de forças e levar a confrontação com os Estados ao terreno onde este é mais débil, que não é outro senão o político. Por ele, a luta de massas, institucional e ideológica, a mudança na relação de forças e a busca de apoio no concerto internacional deverão ser pilares fundamentais da nova estratégia.


O instrumento básico para a nova fase política é o Processo Democrático e a sua execução, uma decisão unilateral da Esquerda Abertzale. Para o seu desenvolvimento se buscarão acordos bilaterais e multilaterais; com os agentes políticos bascos, com a comunidade internacional e com os Estados para a superação do conflito. Em definitivo, o Processo Democrático é a aposta estratégica da esquerda abertzale para conseguir a mudança política e social.


Todas estas considerações estão sendo comumente compartilhadas na Esquerda Abertzale no marco do debate que está se desenvolvendo dentro dela com responsabilidade. Assim mesmo, através deste debate se pretende afirmar como próprios para toda sua base militante e social os seguintes princípios que desejamos compartilhar agora com a cidadania basca, agentes políticos, sindicais e sociais do país, assim como com a  Comunidade Internacional:
1. La voluntad popular expresada por vías pacíficas y democráticas, se constituye en la única referencia del proceso democrático de solución, tanto para confiar en su puesta en marcha y su óptimo desarrollo así como para alcanzar los acuerdos que deberá refrendar la propia ciudadanía. La Izquierda abertzale, como debieran hacer el resto de agentes, se compromete solemnemente a respetar en cada fase del proceso las decisiones que libre, pacífica y democráticamente vayan adoptando los ciudadanos y ciudadanas vascas.
2. El ordenamiento jurídico-político resultante en cada momento debe ser consecuencia de la voluntad popular y garante de derechos para el conjunto de los ciudadanos y ciudadanas. Los marcos legales vigentes en cada momento, no pueden ser obstáculo o freno a la voluntad popular libre y democráticamente expresada, sino garantes de su ejercicio.
3. Los acuerdos a alcanzar en el desarrollo del proceso democrático deberán respetar y regular los derechos reconocidos tanto en la Declaración Universal de los Derechos Humanos como en el Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales y el Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos, así como demás normativa internacional concerniente a los Derechos Humanos, sean estos individuales o colectivos, entre ellos la Carta de Derechos de las Mujeres.
4. El diálogo político inclusivo y en igualdad de condiciones se constituye en la principal herramienta para alcanzar acuerdos entre las diferentes sensibilidades políticas del país. La izquierda abertzale muestra su total voluntad de formar parte de ese diálogo.
5. En el marco del proceso democrático, el diálogo entre las fuerzas políticas debe tener como objetivo un Acuerdo Político resolutorio, a refrendar por la ciudadanía. El acuerdo resultante deberá garantizar que todos los proyectos políticos puedan ser no sólo defendidos en condiciones de igualdad de oportunidades y ausencia de toda forma de coacción o injerencia, sino que además puedan ser materializados si ése es el deseo mayoritario de la ciudadanía vasca expresado a través de los procedimientos legales habilitados.
6. El proceso democrático tiene que desarrollarse en ausencia total de violencia y sin injerencias, mediante la utilización de vías y medios exclusivamente políticos y democráticos. Partimos del convencimiento de que ésta estrategia política posibilitará avances a través del Proceso Democrático. Sudáfrica e Irlanda son ejemplo de ello.
7. Reiteramos nuestro compromiso con la propuesta de Anoeta. Conforme a la misma, debe establecerse un proceso de diálogo y acuerdo multipartito y en igualdad de condiciones entre el conjunto de fuerzas políticas del país, que aborde la consecución de un marco democrático por el cual la ciudadanía pueda decidir libre y democráticamente sobre su futuro sin otro límite que la voluntad popular. Dicho proceso, entendemos debe regirse por los principios del senador Mitchell.
Por otro lado, debe establecerse un proceso de negociación entre ETA y el Estado español que verse sobre la desmilitarización del país, liberación de presos y presas políticas vascas, vuelta de exiliados y exiliadas y un tratamiento justo y equitativo al conjunto de víctimas del conflicto.
Por todo ello, nos reafirmamos en nuestra posición sin reservas con un proceso político pacífico y democrático para lograr una democracia inclusiva donde el pueblo vasco, libre y sin intimidación de ningún tipo, determine libremente su futuro».

Euskal Herria,

14 de Novembro de 2009
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Documento apresentado

Ezker Abertzalearen Oinarriak eta Borondatea
Principios y Volontad de la Izquierda Abertzale
Principes et Volonté de la Gauche Independantiste
Principles and Will of the Basque Abertzale Left
Principis i Voluntat de la Esquerra Abertzale
Prinzipien der Baskischen Abertzalen Linken


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A Esquerda Abertzale aposta «sem reservas num processo político pacífico e democrático»

Uma vastíssima representação da esquerda abertzale – em que havia desde eleitos até ex-presos, advogados, professores e militantes históricos – afirmou hoje em Altsasu (Nafarroa) a aposta «sem reservas num processo político pacífico e democrático».

Nesta apresentação pública juntaram-se cerca de 110 pessoas que são referências no âmbito do independentismo e que quiseram lançar uma mensagem: «O processo democrático tem de se desenvolver na ausência total de violência e sem ingerências, mediante a utilização de vias e meios exclusivamente políticos e democráticos. Partimos da convicção de que esta estratégia política possibilitará avanços através do processo democrático. A África do Sul e a Irlanda são exemplo disso».

O documento evoca também os princípios do senador George Mitchell que facilitaram o diálogo político resolutivo na Irlanda, através de um compromisso com a utilização exclusiva das vias políticas e democráticas.

O documento, que foi lido por Itziar Lopategi e Txelui Moreno em representação de todos os presentes, parte da premissa de que «se prolongou muito mais do que alguém deveria desejar a situação de violência e de confronto armado, com os custos humanos e políticos que todos e todas conhecemos. É nossa prioridade superar este cenário».

A esquerda abertzale realça a necessidade de uma mudança política e sublinha que «agora se trata de tornar essa mudança irreversível» através de uma ferramenta: o processo democrático.

A partir daí, expõe sete princípios que deseja partilhar com os agentes sindicais, sociais e políticos bascos, e também com a comunidade internacional. Neles se manifesta, entre outras coisas, um compromisso «solene» de «respeitar em cada fase do processo as decisões que, livre, pacífica e democraticamente, forem sendo adoptadas pelos cidadãos e pelas cidadãs bascas».

Reafirma-se o compromisso com a proposta de Anoeta, cuja apresentação foi exactamente há cinco anos, e propõe-se a necessidade de um processo de negociação ETA-Estado espanhol sobre «a desmilitarização do país, a libertação dos presos e das presas políticas bascas, o regresso dos exilados e das exiladas, e um tratamento justo e equitativo ao conjunto das vítimas do conflito».

Para citar alguns dos mais de 100 nomes presentes, em Altsasu estiveram Rufi Etxeberria, Itziar Aizpurua, Txomin Ziluaga, Iñigo Iruin, Adolfo Araiz, Begoña Sagarzazu, Joxean Agirre, Julen Kaltzada, Félix Soto, Kepa Bereziartua, Maitane Intxaurraga, Sotero Etxandi... A apresentação pública foi realizada sem perguntas e com a presença de numerosos meios de comunicação.

Fonte: ASEH
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domingo, 15 de novembro de 2009

Telefônica derrotada, vitória do Brasil

Um pequeno post neste domingo de calor infernal para me juntar à comemoração pela derrota fantástica, nos acréscimos do segundo tempo da Telefônica!

A Vivendi, que já é parceira da GVT, conseguiu realizar uma manobra digna de nota e passou a perna na Telefônica, na ANATEL e no vendido ministro Hélio Costa.

Para aqueles que tem a sorte de contar com um serviço de qualidade, resta comemorar, e muito, pois a venda para a Telefônica seria o fim da qualidade da GVT, seria substituir este padrão pelo padrão Telefônica, ou seja, ser vítima do Slowly da empresa.
"No texto, o CEO da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, afirma que a oferta pela GVT reflete a qualidade excepcional do operador e suas equipes. Com as soluções e produtos inovadores em telefonia e internet, a GVT tem o melhor desempenho, entre operadores brasileiros, de banda larga larga, informa o documento."

Não deu para o ministro vendido nem para a ANATEL, que havia colocado imposições de conto-de-fada para a Telefônica abocanhar e destruir a GVT.
"A Telefônica esperava comprar a GVT com nosso, o meu e o seu, dinheiro emprestado, através de uma operação com os bancos públicos (Brasil e Votorantim), já que até a Anatel tinha aprovado.
A agência tinha colocado algumas exigências de faz de conta para que a fusão acontecesse, como a manutenção de operações separadas por 5 anos. Para uma agência abduzida pelos interesses privados, nada diferente era esperado."
Impressiona que a Telefônica tenha a capacidade de capitalizar mais de 6 bilhões para destruir uma empresa rival mas não tenha mais do que míseros 700 milhões para investir em qualidade de seus produtos. tudo, vale lembrar, com a conivência da piada de agência regulatória conhecida como ANATEL.
 "Segundo o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, o valor de 50,50 reais por ação oferecidos pela operadora espanhola pela GVT era a oferta máxima que poderia ser feita pela empresa."
Fica com o Antonio Carlos Valente a dica: Que tal usar este dinheiro para investir em qualidade? Não precisa nem gastar 6 bilhões, talvez "só" com uns 4 ou 5 bilhões o serviço medíocre da empresa consiga pelo menos sair da lanterna da qualidade.

Mas, enfim, sabemos que este dinheiro será guardado e nada será feito. Para os usuários da GVT, a qualidade deve permanecer e até aumentar, para nós que sofremos com NET's da Vida ou Slowlys, cabe sonhar que um dia a GVT chegará até nossas casas com a certeza de que, até lá, seremos vítimas, mais do que clientes.
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