Aos meus leitores, um pequeno aviso:
O Blogficará parado até pelo menos o dia 3 ou 4 de janeiro por motivos de força maior. Estou recebendo parentes e em correria de fim de ano para terminar alguns projetos, logo, não tenho realmente tempo para escrever nada!
Talvez eu surja aqui ou ali com algum comentário breve, mas não prometo!=)
Vocês serão poupados do "Angry Brazilian" por alguns dias, mas não me deletem dos feeds, hehe!
No mais, aproveitem o final de ano, assim como pretendo fazer, e até o ano que vem com mais!
Blog de comentários sobre política, relações internacionais, direitos humanos, nacionalismo basco e divagações em geral... Nome descaradamente baseado no The Angry Arab
sábado, 26 de dezembro de 2009
Pequena pausa
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Gigantesca manifestação de solidariedade!
Multitudinária, gigantesca, memorável. São apenas algumas palavras que podem ser utilizadas para descrever o protesto de sábado orgnaizado pela Esquerda Abertzale - ao que se somaram Aralar e EA, mas não o PNV - contra as prisões arbitrárias patrocinadas pelo Estado Espanhol contra a população Basca, contra a a juventude Basca que se recusa a ceder, a se vender, a se submeter aos espanhóis.
Do total de 35 detidos - e possivelmente torturados durante o período em que foram negados até a presença de um advogado - 31 já estão presos, acusados de integrar grupo terrorista, basicamente de integrar uma organização juvenil e estudantil nacionalista o que, no País Basco, é suficiente para acabar na prisão por 30 anos.
É a volta da guerra suja. Uniu-se o "tudo é ETA" à luta aberta contra a juventude basca, contra a população baasca. A ordem é prender, torturar e matar quantos forem possíveis buscando sufocar a força nacionalista.
O que se vê é que não funciona.
Aliás, cabe adendo, a mídia brasileira engole tudo. Assim como na Espanha, a Globo e seus portais acreditam piamente que Tudo é ETA. Lamentável!
A marcha de sábado demonstrou a força da nacionalidade basca e o repúdio às perseguições constantes. O Estado espanhol já tentou de tudo, não satisfeita em financiar grupos fascistas para realizar seus serviços sujos, ilegalizar todas as formações próximas ao Batasuna, torturar, matar e perseguir, mas simplesmente não consegue calar o povo Basco.
Assinem a petição por "Todos os Projetos, Todos os Direitos"!
A escalada incessante de violência precisa ter fim. A Comunidade Internacional precisa se manifestar, assim como o fez no caso Irlandês e buscar uma solução negociada para o conflito que vem custando a vida e a liberdade de milhares de bascos a cada dia!
Mais solidariedade com os jovens detidos desde Juventude Comunista de Zamora, SEPC, Maulets e CAJEI da Catalunya, Izquierda Castellana, Gazte Komunistak .
Floren Aoiz dá o recado, inconstestável:
Do total de 35 detidos - e possivelmente torturados durante o período em que foram negados até a presença de um advogado - 31 já estão presos, acusados de integrar grupo terrorista, basicamente de integrar uma organização juvenil e estudantil nacionalista o que, no País Basco, é suficiente para acabar na prisão por 30 anos.
"Su único delito ha sido el ejercicio de sus derechos civiles y políticos"
É a volta da guerra suja. Uniu-se o "tudo é ETA" à luta aberta contra a juventude basca, contra a população baasca. A ordem é prender, torturar e matar quantos forem possíveis buscando sufocar a força nacionalista.
O que se vê é que não funciona.
Aliás, cabe adendo, a mídia brasileira engole tudo. Assim como na Espanha, a Globo e seus portais acreditam piamente que Tudo é ETA. Lamentável!
A marcha de sábado demonstrou a força da nacionalidade basca e o repúdio às perseguições constantes. O Estado espanhol já tentou de tudo, não satisfeita em financiar grupos fascistas para realizar seus serviços sujos, ilegalizar todas as formações próximas ao Batasuna, torturar, matar e perseguir, mas simplesmente não consegue calar o povo Basco.
Assinem a petição por "Todos os Projetos, Todos os Direitos"!
A escalada incessante de violência precisa ter fim. A Comunidade Internacional precisa se manifestar, assim como o fez no caso Irlandês e buscar uma solução negociada para o conflito que vem custando a vida e a liberdade de milhares de bascos a cada dia!
Mais solidariedade com os jovens detidos desde Juventude Comunista de Zamora, SEPC, Maulets e CAJEI da Catalunya, Izquierda Castellana, Gazte Komunistak .
Floren Aoiz dá o recado, inconstestável:
Esta é a resposta espanhola às esperanças que renascem na sociedade basca. Bordoadas vs. rebentos verdes. Uma provocação de manual para tentar sabotar os passos que a esquerda abertzale e outros agentes políticos, sindicais e sociais estão a dar. Coices vs. esforços para criar novos cenários.Euskal gazteria aurrera!!
Um burro pode dar muitos coices e pode dá-los com muita força mas não deixam de ser coices e aquele que os dá só mostra o quanto é burro. Coices dolorosos, sabemo-lo bem, mas incapazes de arredar este povo do caminho que empreendeu.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
14:00
Gigantesca manifestação de solidariedade!
2009-12-25T14:00:00-02:00
Raphael Tsavkko Garcia
Batasuna|Espanha|Estado Policial|ETA. Euskal Herria|Euskal Herria|Ilegalização|Perseguição política|Política|Protesto|Tortura|
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Bil'in Protest - This is Zionism
Four houses raided in military incursion to West Bank villages Bil'in
and Ni'ilin
The Palestinian villages of Bil’in and Ni’lin have been invaded by the
Israeli military in the early hours of Saturday, 19 December 2009.
Soldiers entered both villages at 2.30am and raided houses of four
families.
For more information:
ISM Media Office: 054 344 2512
Images of art created by Bil'in residents using spent munitions
available on request by emailing palreports@gmail.com.
In Bil’in, five military jeeps carrying about 30 soldiers entered the
village and invaded the house of Yassin Yassin. Family members, woken
up by the armed soldiers at the dark of night, were forced to leave
the house and stand outside in cold and rain. The raid was conducted
in order to arrest Yassin Yassin, wanted for his participation in the
village’s regular Friday demonstrations against the Wall and
settlements. As Yassin was not present in the house at the time of the
raid, the soldiers left a note ordering him to attend questioning at
the Ofer prison. Soldiers then continued to conduct a search in a
second house.
In a similar scenario, the army invaded two houses in Ni’lin,
detaining all family members in one room while searching the houses,
looking for a resident of the village. The only reason the military
had for searching for this young man was his participation in Ni’lin’s
weekly demonstrations.
Sasha Solanas, an American solidarity activist, who was sleeping in
one of the invaded houses, said: "The army raided two Ni'lin homes in
the middle of the night, looking for a villager suspected of
participating in the demonstrations. The recent revival of night raids
is part of a new campaign to quash unarmed demonstrations in both
Ni’lin and Bil'in. The army has used night raids to scare the
villagers into abandoning their just cause."
Owner of second house raided in Bil’in, Wajeeh Burnat, was questioned
by the soldiers about used spent tear-gas canisters and bullets, left
on the village’s land by the Israeli military, who fire them at
demonstrators. In a non-violent act of resistance, residents of the
village collect the used munitions at the end of every demonstration,
using them to create art and to showcase the violence used against
them by the Israeli army. The Israeli military, however, consider such
spent munitions illegal and has recently raised suspicions against a
member of the Popular Committee for their possession.
Mohmmed Khatib, member of the Bil’in Popular Committee said: “The
popular struggle is gaining momentum and its growing achievements both
in Palestine and world-wide put Israel in a position which makes the
military desperate to de-legitimize and stop us. Tonight’s raids are a
part of an escalation in Israeli military’s failed attempts to break
the spirit of the people of Bil’in and Ni’lin, their popular
leadership, and the popular struggle as a whole – aimed at crushing
demonstrations against the Apartheid Wall and settlements built on
land stolen from both villages.”
Recently, Adv. Gaby Lasky, who represents many of Bil’in’s detainees,
was informed by the military prosecution that the army intends to use
legal measures as a means of ending the demonstrations. As a part of
this strategy, the Israeli military investigators used intimidation
techniques to coerce the young boys from the village to testify
against the popular leaders. So far, all three detained coordinators
of the Bil’in Popular Committee were released for lack of evidence,
and, in the case of another member, Mohammed Khatib, the court even
found some of the presented evidence to be falsified.
31 residents of Bil’in have been arrested since 23 July 2009, during a
night raid and arrest campaign conducted by the Israeli military,
targeted at boys accused of throwing stones at the Wall as well as
participants and organisers of the weekly demonstrations. Amongst
those arrested are Adeeb Abu Rahmah, a leading activist from the
village and Abdallah Abu Rahmah, coordinator of the Popular Committee.
Adeeb, who has been detained for over five months, is not suspected of
committing any violence, but was indicted with a blanket charge of
“incitement”, which was very liberally interpreted in this case to
include the organizing of grassroots demonstrations.
and Ni'ilin
The Palestinian villages of Bil’in and Ni’lin have been invaded by the
Israeli military in the early hours of Saturday, 19 December 2009.
Soldiers entered both villages at 2.30am and raided houses of four
families.
For more information:
ISM Media Office: 054 344 2512
Images of art created by Bil'in residents using spent munitions
available on request by emailing palreports@gmail.com.
In Bil’in, five military jeeps carrying about 30 soldiers entered the
village and invaded the house of Yassin Yassin. Family members, woken
up by the armed soldiers at the dark of night, were forced to leave
the house and stand outside in cold and rain. The raid was conducted
in order to arrest Yassin Yassin, wanted for his participation in the
village’s regular Friday demonstrations against the Wall and
settlements. As Yassin was not present in the house at the time of the
raid, the soldiers left a note ordering him to attend questioning at
the Ofer prison. Soldiers then continued to conduct a search in a
second house.
In a similar scenario, the army invaded two houses in Ni’lin,
detaining all family members in one room while searching the houses,
looking for a resident of the village. The only reason the military
had for searching for this young man was his participation in Ni’lin’s
weekly demonstrations.
Sasha Solanas, an American solidarity activist, who was sleeping in
one of the invaded houses, said: "The army raided two Ni'lin homes in
the middle of the night, looking for a villager suspected of
participating in the demonstrations. The recent revival of night raids
is part of a new campaign to quash unarmed demonstrations in both
Ni’lin and Bil'in. The army has used night raids to scare the
villagers into abandoning their just cause."
Owner of second house raided in Bil’in, Wajeeh Burnat, was questioned
by the soldiers about used spent tear-gas canisters and bullets, left
on the village’s land by the Israeli military, who fire them at
demonstrators. In a non-violent act of resistance, residents of the
village collect the used munitions at the end of every demonstration,
using them to create art and to showcase the violence used against
them by the Israeli army. The Israeli military, however, consider such
spent munitions illegal and has recently raised suspicions against a
member of the Popular Committee for their possession.
Mohmmed Khatib, member of the Bil’in Popular Committee said: “The
popular struggle is gaining momentum and its growing achievements both
in Palestine and world-wide put Israel in a position which makes the
military desperate to de-legitimize and stop us. Tonight’s raids are a
part of an escalation in Israeli military’s failed attempts to break
the spirit of the people of Bil’in and Ni’lin, their popular
leadership, and the popular struggle as a whole – aimed at crushing
demonstrations against the Apartheid Wall and settlements built on
land stolen from both villages.”
Recently, Adv. Gaby Lasky, who represents many of Bil’in’s detainees,
was informed by the military prosecution that the army intends to use
legal measures as a means of ending the demonstrations. As a part of
this strategy, the Israeli military investigators used intimidation
techniques to coerce the young boys from the village to testify
against the popular leaders. So far, all three detained coordinators
of the Bil’in Popular Committee were released for lack of evidence,
and, in the case of another member, Mohammed Khatib, the court even
found some of the presented evidence to be falsified.
31 residents of Bil’in have been arrested since 23 July 2009, during a
night raid and arrest campaign conducted by the Israeli military,
targeted at boys accused of throwing stones at the Wall as well as
participants and organisers of the weekly demonstrations. Amongst
those arrested are Adeeb Abu Rahmah, a leading activist from the
village and Abdallah Abu Rahmah, coordinator of the Popular Committee.
Adeeb, who has been detained for over five months, is not suspected of
committing any violence, but was indicted with a blanket charge of
“incitement”, which was very liberally interpreted in this case to
include the organizing of grassroots demonstrations.
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O Plebiscito de Evo Morales e a reação no Twitter
Interessante discussão na madrugada de 14 para 15 de dezembro no Twitter.
Mesmo em apenas 140 caracteres uma boa discussão se iniciou em torno da proposta de Evo Morales de um plebiscito latinoamericano contra as bases yankess na Colômbia.
@Caetano_Pacheco e @mauricioas eram os mais céticos, comentando sempre que nenhum país teria legitimidade para fazer nada contra a Colômbia ou que a colômbia faria o que quisesse pois era sua soberania em jogo - o que devo discordar, afinal, a presença de bases estrangeiras por si só se configura numa quebra da soberania - e, por fim, que a presença dos EUA seria apenas uma ameaça para àqueles de determinada ideologia, é apenas subjetivo.
Bem, discordei e continuo discordando frontalmente de tais argumentos, assim como o fizeram @Mingo_tome, @Mayroses e @dolphindilun.
Uma voz mais distanciada foi a de @nideoliveira77, mais contemporizadora.
A idéia do plebiscito pode ser interpretada de duas formas: Primeiro como uma forma direta de pressionar tanto Uribe quanto Obama e demonstrar o repúdio internacional. E, segundo, como forma de legitimar a luta contra as bases e a ingerência dos EUA e pressioanr até mesmo a OEA a agir, aí sim, com efeitos práticos.
A proposta do Plebiscito de Evo Morales vai neste sentido, ele busca de cara demonstrar que os países da região e membros da ALBA não irão aceitar passivamente que um país vizinho se arme até os dentes e seja base para uma potência agressiva - e isto não é subjetivo, é histórico.
Aliás, a posição da mídia neste caso é clara. O perpétuo alinhamento à potência do norte. Discordar dos desígnios divinos dos EUA - é a periferia feliz em satisfeita em adotar para si o Monroísmo já morto do norte - é loucura, radicalismo.
Interessante que alguém tenha encontrado algum "radicalismo de esquerda" nas verdades ditas na reunião da ALBA:
Mesmo em apenas 140 caracteres uma boa discussão se iniciou em torno da proposta de Evo Morales de um plebiscito latinoamericano contra as bases yankess na Colômbia.
@Caetano_Pacheco e @mauricioas eram os mais céticos, comentando sempre que nenhum país teria legitimidade para fazer nada contra a Colômbia ou que a colômbia faria o que quisesse pois era sua soberania em jogo - o que devo discordar, afinal, a presença de bases estrangeiras por si só se configura numa quebra da soberania - e, por fim, que a presença dos EUA seria apenas uma ameaça para àqueles de determinada ideologia, é apenas subjetivo.
Bem, discordei e continuo discordando frontalmente de tais argumentos, assim como o fizeram @Mingo_tome, @Mayroses e @dolphindilun.
Uma voz mais distanciada foi a de @nideoliveira77, mais contemporizadora.
A idéia do plebiscito pode ser interpretada de duas formas: Primeiro como uma forma direta de pressionar tanto Uribe quanto Obama e demonstrar o repúdio internacional. E, segundo, como forma de legitimar a luta contra as bases e a ingerência dos EUA e pressioanr até mesmo a OEA a agir, aí sim, com efeitos práticos.
é subjetivo. Tudo isso de nação beligerante e dominadora, assim como uma comparação com Honduras, é subjetivo. Ideológico. @caetano_pacheco 15 minutes ago from webNão estamos falando apenas da soberania da Colômbia, mas de uma questão de segurança regional e um problema regional. Pergunte a qualquer militar e ele lhe dirá que bases de nações historicamente hostis em território vizinho e próximo da fronteira são um perigo à segurança de um país.
[isso afeta todos os vizinhos] Como afeta? Objetivamente, não é fato. Tudo que pensamos sobre EUA é político/ideológico. @caetano_pacheco 20 minutes ago from webE o caso é este. Temos uma nação historicamente ligada à golpes e guerras "preventivas" fincando bases em um Estado reconhecido por seu desrespeito aos direitos humanos e inclusive por invasões a territórios de outros Estados (vide o caso da invasão de tropas colombianas no Equador) sob a bandeira de uma guerra contra o terror que pode abarcar todo o continente em um conflito.
Não se trata unicamente da soberania de um país que de antemão já abriu mão da mesma ao permitir as bases e e pôr o controle quase total de seus recursos nas mãos de interesses estrangeiros.é subjetivo. Tudo isso de nação beligerante e dominadora, assim como uma comparação com Honduras, é subjetivo. Ideológico. @caetano_pacheco 7 minutes ago from web
Pacheco, o problema é: No caso das Bases a Colombia é soberana, claro. Entretanto, isso afeta todos os vizinhos. Fato. @mingo_tome 14 minutes ago from TweetDeckA Colômbia se apresenta, hoje, como um perigo regional e tal questão deve ser tratada com seriedade.
Acho q/ lançar a ideia q/ Evo lançou é uma tentativa de pensar uma estratégia regional p/ superar o domínio eterno sobre a AL. @Mayroses 4 minutes ago from web
A proposta do Plebiscito de Evo Morales vai neste sentido, ele busca de cara demonstrar que os países da região e membros da ALBA não irão aceitar passivamente que um país vizinho se arme até os dentes e seja base para uma potência agressiva - e isto não é subjetivo, é histórico.
O que eu disse é que um referendo não só solaparia a sobernia do povo colombiano como é inviável politicamente. @flavio_as 1 minute ago from web
Estamos em um mundo cada vez menor e interligado, o que alguns chamam de soberania passa pelos interesses e pela segurança de outros. Este é o caso.mas todos sabemos que um plesbiscito não vai resolver a questão, ninguém aqui é criança para crer nisso. @dolphindiluna 10 minutes ago from TweetDeck
Pacheco, ninguem aqui defende intervenção onde que que seja.Isso é má interpretação do que Evo deseja de fato. Ele ñ é tolo. @mingo_tome 5 minutes ago from TweetDeckEnfim, a proposta de Evo vem no sentido de PRESSIONAR a Colômbia em um primeiro momento e, penso, em desdobramentos futuros, numa ação conjunta na OEA ou na UNASUL a fim de evitar que haja uma escalada militar na AL sob a desculpa da guerra contra o terror quando, na verdade, existe uma tentativa de cercar países considerados inimigos dos EUA como Venezuela, Equador e Bolívia.
3) No máximo, dá para fazer pressão internacional sobre a Colômbia. Reunir os países da AL e discutir como pressionar. @nideoliveira77 23 minutes ago from webÉ o velho Monroísmo e Corolário Roosevelt atacando a América Latina. Nada mais que a reedição de uma diplomacia intervencionista que conhecemos bem e que nos resultou numa bela Aliança para o Progresso: Ditaduras.
@caetano_pacheco Ninguem falou em "impor nossa vontade" a Colombia, e sim em pressioná-los. #diplomacia @mingo_tome less than a minute ago from TweetDeckProgresso para quem?
Plebiscito é forma de legitimar pressões e até sanções intl contra colômbia e demonstrar o repúdio da AL.É manobra política @Tsavkko 10 minutes ago from TweetDeckNão tomemos a idéia de Morales como um plebiscito específico, pode até acontecer! Mas a idéia passa pela pressão e condenação internacional.
O plebiscito foi jogar verde. A idéia é o repúdio. Isso é comprável. @Tsavkko 1 minute ago from TweetDeckE, tratando de tecnicidades, o plebiscito não precisa ser levado à frente necessariamente pelo governo brasileiro, mas pela sociedade civil, como foi o plebiscito da Vale.
O plebiscito ñ precisa ser como vc's pensam, pode ser levado pela sciedade civil. 5 minutes ago from @Tsavkko via TweetDeck
Exato!Pode ser feito pela sociedade civil, sim..é pressão. É dizer q/ não esta todo mundo topando o eterno jogo do império @Mayroses 2 minutes ago from web
Aliás, a posição da mídia neste caso é clara. O perpétuo alinhamento à potência do norte. Discordar dos desígnios divinos dos EUA - é a periferia feliz em satisfeita em adotar para si o Monroísmo já morto do norte - é loucura, radicalismo.
Interessante que alguém tenha encontrado algum "radicalismo de esquerda" nas verdades ditas na reunião da ALBA:
Um carta de Fidel Castro, lida por Chávez, reabriu o capítulo das más relações com os EUA, após uma pausa provocada pelo fim do mandato de do presidente George W. Bush.
"São óbvias as intenções do Império (EUA), desta vez sob o sorriso amável de um rosto afro-americano".
Os Estados Unidos "não podem conosco, saiba o senhor Obama, saiba o senhor Prêmio Nobel da guerra", disse Chávez.
"A América Latina será o segundo Vietnã", advertiu o boliviano Evo Morales.
Promoveram um golpe de Estado em Honduras (...), um acordo com a Colômbia que permite aos Estados Unidos o uso de sete bases militares, tudo isto após a posse de Obama, destaca a carta de Fidel Castro.
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Tragédia de Bhopal, Índia
A World Comics India, organização não governamental capitaneada pelo meu amigo Sharad Sharma fez um interessante trabalho com a Bhopal Gas Peedit Mahila Udyog Sangathan (Organização indiana que luta pelos direitos das vítimas em Bhopal) onde crianças da cidade de Bhopal, capital de Madhya Pradesh, no norte da Índia.
A World Comics India (já postei antes outro trabalho da organização, do meu amigo Sharad) trabalha conscientizando jovens e adultos de regiões remotas, pobres e abandonadas do mundo, além de pessoas em situação de risco, através de desenhos, cartuns e afins. É um trabalho interessantíssimo e de uso amplo e simples.
Bhopal Gas Tragedy
World Comics India (WCI) is collective of cartoonists, media persons and grassroots activists. WCI promotes comics as a communication tool and as mode of self-expression in remote and difficult areas South Asia and other countries.
A World Comics India (já postei antes outro trabalho da organização, do meu amigo Sharad) trabalha conscientizando jovens e adultos de regiões remotas, pobres e abandonadas do mundo, além de pessoas em situação de risco, através de desenhos, cartuns e afins. É um trabalho interessantíssimo e de uso amplo e simples.
"Só para antecipar alguma coisa, a WCI tem por objetivo ensinar técnicas de desenho à crianças, jovens e adultos para que estes possam, através do desenho, expressar seus sentimentos, demonstrar sua situação, protestar e manter um registro daquilo que sofrem, que desejam, do que passaram e passam todos os dias."
Para saber mais sobre a Tragédia (Desastre) de Bhopal - e a consequente morte de mais de 25 mil indianos na regiõ atingida pelo vazamento de gás venenoso - vale à pena ler o artigo da Wikipedia (inglês) e folher as páginas abaixo do resultado dos trabalhos da WCI com crianças da região afetada.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Cerceamento do direito de ir e vir em São Paulo
A partir de 4 de janeiro, o Paulistano que precisar trabalhar levará uma facada. O desempregado que precisa girar toda a cidade se verá em situação - ainda mais - desesperadora. Aquassab nos deu um excelente presente para começarmos bem o ano: A passagem de ônibus subirá dos absurdos R$2,30 para os simplesmente inaceitáveis R$2,70.
Uma integração ônibus-metrô chegará aos exorbitantes 4 reais! Um aumento real de mais de 17% de uma só vez!
A desculpa de Aquassab é a de que o aumento desta vez respeita a inflação. Qual inflação? A mesma que é usada para corrigis os salários do funcionalismo público em 0,1%, 1%? Ou a que reajusta o salário do prefeito e secretários municipais em quase 50%?
Será que o prefeito, gostando da idéia de reduzir em 20% o dinheiro da coleta de lixo e nos ajudando ainda mais a morrer afogados - não só em dívidas -, resolveu também cortar os investimentos e subsídios ao transporte público (sic) e nos presentear com um aumento que beira o ridículo?
Zé Alagão e Aquassab são uma piada, uma piada de mal gosto que mata o povo de São Paulo, nos humilha e desrespeita dia após dia e não fazemos nada.
Uma integração ônibus-metrô chegará aos exorbitantes 4 reais! Um aumento real de mais de 17% de uma só vez!
A desculpa de Aquassab é a de que o aumento desta vez respeita a inflação. Qual inflação? A mesma que é usada para corrigis os salários do funcionalismo público em 0,1%, 1%? Ou a que reajusta o salário do prefeito e secretários municipais em quase 50%?
Será que o prefeito, gostando da idéia de reduzir em 20% o dinheiro da coleta de lixo e nos ajudando ainda mais a morrer afogados - não só em dívidas -, resolveu também cortar os investimentos e subsídios ao transporte público (sic) e nos presentear com um aumento que beira o ridículo?
Zé Alagão e Aquassab são uma piada, uma piada de mal gosto que mata o povo de São Paulo, nos humilha e desrespeita dia após dia e não fazemos nada.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
Bil'in Weekly Protest - This is zionism
On the 42th anniversary of the foundation of the Popular Front for Liberation of Palestine
Bil'in - This Friday the demonstration organized by the Popular Committee against the Wall was joined by dozens of leaders, members and supporters of the Popular Front for the Liberation of Palestine. As every Friday a number of international and Israeli peace activists and people from Bil'in and neighboring villages took part to the demo.
After the Friday prayers, a joyful and wet group of demonstrators carried banners condemning the Israeli occupation and its repressive practices while they marched towards the wall built on Bili'n land.
Slogans and speeches called for national unity and reminded the principles of the Palestinian. When the demonstrators approached the wall the Israeli army fired sound bombs and tear gasses and after a while a soldier also shot some rubber-coated metal bullets.
The Popular Committee Against the Wall and settlement activities just won the "Arab Creativity Award for 2009" in a special ceremony held late tenth of December 2009 in Kuwait. This is considered the best experience of Bil'in popular resistance to occupation and it comes a year after another prestigious award, Carl von Oositzackhe award, which was granted by the World Association for Human Rights in Berlin. The People's Committee also got an award for achievement Yasser Arafat in 2007, the highest award associated with the eternal leader Yasser Arafat. this has got the experience of Bil'in Palestine International Award for innovation and distinction as the best experience of two years before the Palestinian Telecommunications Company as well.
People's Committee has expressed its happiness and promised that it will be constantly committed to the struggle.
Today's demo followed a night invasion carried out by five military jeeps full of soldiers and Immigration police officers. They surrounded the house where international activists usually sleep, then they entered the apartment and proceeded in checking passports. When asked, they didn't showed any paper allowing them in declaring the whole area to be " a close military zone".
The Popular Committee Against the Wall in Bil'in asks all the international human rights organizations, UN Human Rights Council, the International Committee of the Red Cross, the General Assembly of the United Nations to work for the release of Abdullah Abu Rahma, coordinator of the Popular Committee Against the Wall and settlements in Bil'in .
For more information contact:
Dr.Rateb Abu Rahma - Member of the Popular Committee Against the Wall and settlement \ Bil'in
saborahmeh42@yahoo.com 0597117673
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