segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Moradores do Jd Prainha protestam em frente à prefeitura

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Na sexta, dia 11 de fevereiro, cerca de 50 moradores do Jd Prainha, no Grajaú, extremo sul de São Paulo, protestaram em frente à prefeitura contra a demolição de suas casas e pela urbanização da região.

Os moradores sofrem com constantes ameaças de terem suas casas derrubadas e a prefeitura em momento algum lhes ofereceu compensações, como moradia alternativa ou mesmo um aluguel ou compensação financeira.

Avisado por um amigo ligado à Rede Extremo Sul, fui participar e cobrir a manifestação:
Nosso recado foi claro: nenhuma casa será derrubada; queremos uma alternativa habitacional para os moradores que tiveram suas casas interditadas; e exigimos o projeto de “urbanização” do Jd. Prainha. E não para daqui a um ano, mas AGORA!
Entregamos nossa reivindicação, e demos um prazo para uma resposta. Caso nossa exigência não seja atendida, vamos de novo para a luta, com ainda mais força, e reunindo outras comunidades que se encontram na mesma
situação.
Um salve aos camaradas do Jd. Pantanal, do Campo Limpo, e das demais comunidades do Extremo Sul, além dos compas da Rádio Várzea, que representaram no dia de hoje.


População do Extremo Sul grita palavras de ordem e ocupa a frente da Prefeitura
Líderes do movimento discursam brevemente
Mais discursos e apelos ao Kassab para recebê-los e ouvir suas demandas
Suely discursa e, logo depois, a emocionante declaração de Regina, desempregada, com filha pequena e há pelo menos um ano sem casa, derrubada pela prefeitura. Desesperada, ela pede para que a prefeitura respeite o povo.
Negociação para que Suely, junto com um jornalista, possam entrar na prefeitura e entregar a pauta de reivindicações. Apesar do tom calmo, é visível a intransigência da inspetora Ivonete.
Suely retorna do interior da prefeitura e informa o que conseguiu.








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