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sexta-feira, 22 de março de 2013

Peulo Bernardo e a revolta-fake da militância: Tudo passa, tudo passará.



Faço oposição à Dilma desde a primeira semana em que ela foi eleita.

Oposição a este governo de direita, privatista, genocida e vendido pras teles, bancos e empresariado. Esse governo que é PIOR que qualquer governo FHC foi ou poderia ter sido, pois além de ter a mesa ideologia e as mesmas práticas, ainda conta com militância fanática, coisa que o PSDB nunca teve (nem militância, nem fanáticos).

Mas agora uma parcela do PT e dos petistas (alguns poucos fanáticos e muitos iludidos) resolveu gritar contra o Paulo Bernardo e sua privatização final das telecomunicações. Oras, onde eles estavam quando Dilma privatizou aeroportos e estradas e onde estarão quando Dilma privatizar áreas do pré-sal, ferrovias e etc? Estarão novamente no seu silêncio conivente e iludido gritando que é "concessão", como se fosse algo diferente?

Pois bem, questiono os iludidos que abrira um olho: Bernardo é PT, DIlma é PT. Se o PT é contra a PRIVATIZAÇÃO levada a cabo por eles, porque não faz nada? Ou os iludidos são apenas massa de manobra pra fingir que há democracia no PT?

Não me venham dizer que eu não tenho tática, que eu sou radical, porque desde que essa CANALHA da Dilma foi eleita que alerto para o que virá. E aí está. Não adiantou "não farei propaganda de opção sexual", não adiantou dar o país para os krents com cancelamento de kit anti-homofobia, kit-anti-aids, apoio a Cabral, Paes, os aliados Feliciano (na CDH), Katia Abreu (junto com a PIOR média de assentamentos da história), Collor, Renan Calheiros e a corja toda.

Vocês CONTINUARAM apoiando, ma pagando de revoltadinhos aqui ou ali, mas só faltando vestir a camisa "Sou PT, Voto Renan".

E sempre com papo de PIG, ainda que seja o GOVERNO DO PT a financiar a mídia inteira, ou reclamando do STF MAJORITARIAMENTE NOMEADO PELO PT que condenou os mensaleiros. E não adianta reclamar que o PSDB também rouba ou rouba mais, ninguém está discutindo isto. Claro que o PSDB rouba. Mas o PT também. Este é o ponto. O PSDB fazer não lhes dá carta branca para copiar.

Agora resolvem pagar de revoltadinhos de novo, fazer #mimimi com o Paulo Bernardo.

Continuem, até a hora em que Dilma (que parece mandar no PT) ou o Lula (que efetivamente manda) mandarem vocês calarem a boca. O que vocês farão com prazer, como em TODAS as revoltinhas forjadas anteriores.

Se quiserem ter alguma moral ainda - vocês, militantes, porque o governo não tem nenhum - façam algo efetivo para PARAR a privatização das telecomunicações.

Mas duvido muito que o façam, afinal, vocês já comemoraram a re-privatização de todo o setor elétrico querendo nos fazer acreditar que a energia iria baixar, quando na verdade as empresas nos deviam bilhões e Dilma não pode JAMAIS reduzir seus lucros, senão ela fica sem dinheiro pra campanha.

Enfim, aposto que esta é mais uma revoltinha-fake, forjada, para aparecer e para alguns militantes pagarem de independentes e de comprometidos com o povo. Espero estar errado, ma,,, Já até cansie de dizer isso!


Bernardo vai continuar, vai privatizar, e vocês continuarão a apoiar Dilma, a salvadora.

Errei foi em criticar o velho Plínio que tinha já dado a dica: Dilma é pior que Serra. O PSDB tinha o PT para fazer oposição. Hoje temos o PSDBdo B no poder e a oposição...

Aproveitem sua "coalizão", no dia em que saírem do poder não serão mais nada. Vocês penhoraram sua ideologia, suas bandeiras. Tudo pelo poder. Pois morram abraçados ao poder.
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domingo, 1 de maio de 2011

Alternância de Poder como instrumento de controle burguês

Trigésima quarta coluna  para o portal anticapitalista Diário Liberdade, "Defenderei a casa do meu pai".

Alternância de Poder como instrumento de controle burguês

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Alternância de poder é o nome bonito que a burguesia, a elite, usa para garantir que nenhum governo de Esquerda possa durar mais do que o tempo que esta elite permitir.


Alternância de poder é a forma pela qual a burguesia faz parecer que respeita a democracia, criada por ela, a mesmo tempo em que nada muda. De forma inteligente, transformam a alternância em algo ligado apenas à pessoa, ao indivíduo, mas jamais ao partido ou ao grupo político em si.


A idéia de alternância é corrompida por uma elite interessada em se perpetuar, e ao mesmo tempo, acaba demonstrando uma falha tradicional das esquerdas, que é a insistência em fabricar líderes personalistas e não uma variedade de quadros de renome.


A elite fabrica um número quase infinito de candidatos, investe quanto dinheiro tiver interesse neles e pode trocá-los de tempos em tempos, fazendo parecer que houve alguma alternância, quando, na verdade, mudou a figura teoricamente no poder, mas não a classe por trás, não os que se beneficiaram do governo e muito menos mudou o modelo, a estrutura.


A esquerda, por outro lado, tem a tradição de ter um nome forte, um Chávez, um Morales (até mesmo um Vargas para determinados grupos) que, ao buscarem se re-eleger - pois dificilmente fazem sucessores tão fortes quanto eles - são acusados pelas forças conservadoras de desrespeitar o princípio sagrado da alternância de poder, simplesmente porque seu modelo de governo não corresponde aos anseios da elite.

O fato de "democracia" significar, em termos eleitorais, que quem tem mais votos vence, sempre que o vencedor se opõe, mesmo que minimamente, aos interesses da elite, é tachado de ditador (ou ditatorial).
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Artigo completo no Diário Liberdade.
"Nire aitaren etxea
defendituko dut"
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"Defenderei
a casa de meu pai"
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