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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Estadão e Apple: A modernidade do século passado.

A não ser que eu esteja muito enganado, estamos no século XXI, onde podemos encontrar qualquer musica caso saibamos o que vem a ser torrent ou mesmo caso tentemos encontrar algum servidor http ainda válido (o fim do Megaupload e as restriçoes no Fileserver e etc prejudicaram muito o pirata eventual e o inveterado, mas não de forma irreversível).

Claro que se o leitor tiver um gosto peculiar como o meu para rock cambojano dos anos 60 ou metal extremo em linguas "exóticas" a coisa complica, mas para tudo dá-se um jeito, até entrar em contato com o cantor ou cantora ou mesmo banda por e-mail ou sinal de fumaça. Até hoje foram raros os artistas que não consegui encontrar.

Enfim, o que temos hoje é uma facilidde tremenda para compartilahr cultura e encontrar a musica que queremos rapidamente ou com algum esforço recompensador. Mas eis que o Estadão anuncia com pompa e com ares de importância um parceria com a Apple para... dar 3 músicas do coldplay para seus leitores.
Na estreia, nesta terça-feira, você poderá fazer o download de três faixas exclusivas do Coldplay gravadas no iTunes Festival 2011 em Londres. São elas: Every Teardrop is a Waterfall, God Put a Smile Upon Your Face e Fix You. Além disso, os álbuns da banda também estão disponíveis na loja com preços promocionais. Baixe neste link o primeiro presente.
Pois é, o Estadão vai fazer algo que em 1998 talvez fosse grandioso e vai liberar três míseras músicas de uma banda pop que, hoje, qualquer ser humano poderia baixar se levar sequer 5 segundos pesquisando (aliás, os links nas músicas acima vieram de rápida pesquisa que fiz).

Tudo bem, o Estadão pode alegar que são versões especiais, exclusivas, únicas e blablabla... Sem problema, espere uns 2-3 dias e estas versões exclusivas logo cairão na rede.

A seção de tecnologia do Estadão é até boa, com bons colunistas, mas esta foi realmente de doer. Em pleno século XXI achar que oferecer musicas de uma banda famosa configura-se em "promoção" de qualquer tipo. Aliás, uma promoção exclusiva para quem possui um iPhone ou similar, quem usa Android fica aver navios - ou usa a cabeça e procura na internet.

Mas o mais surpreendente de tudo são so comentários no post do jornal em que jovens - e não gente de 50 anos ou mais - acham que baixar musicas prejudica o artista! Que garantir enormes lucros à gravadoras (e  à Apple) é ser "cool". Realmente, lamentável.

Vamos aprender de uma vez por todas: A venda de CD's não altera os rendimentos dos artistas, mas tão somente das gravadoras e de sua capacidade de fabricar artistas sem talento, de pagar jabá e de enriquecer investidores. O artista lucra, em grande parte, com shows. Ao invés da restrição dos CD's - só compra quem tem dinheiro e também onde ele está disponível - ou do iTunes (só compra quem tem Apple), o compartilhamento que insistem em chamar de pirataria permite que o artista fique mais conhecido e, logo, possa fazer mais shows, e até onde sequer sonharia.

Aliás, o próprio Estadão publicou o óbvio ha algum tempo, que compartilhar não afeta renda dos artistas e já há muito se sabe que, em média, quem mais compartilha arquivos consome mais, compra mais.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Gravadoras: Constatação da estupidez

Leio hoje uma notícia de jornal e um artigo do excelente Remixtures sobre o zilhonésimo estudo que comprova: Pirataria ajuda a indústria.

Ao contrário do que muitos defendem -em especial os crápulas das gravadoras - a pirataria, por incrível que pareça (ironia mode on), acaba por ajudar a venda de CD's e afins e não o contrário.

A dita pirataria é a melhor forma de conhecer bandas, filmes, cantores e cantoras que, de outra forma, passariam longe, continuariam desconhecidos do público.

Isto porque as alternativas ilegais online são sobretudo usadas pelos fãs de música para descobrirem e experimentarem música nova.
É simplesmente óbvio. Como eu vou comprar o CD daquela banda de Punk do Nepal (pior que conheço uma excelente de lá) se eu não puder baixar o CD da banda, conhecer a bendita e, então, encomendar o material?

O grande problema - para as gravadoras - é que esta garimpagem acaba por ajudar muito mais as bandas alternativas, de selos independentes - ou mesmo sem selo - que lançam seu material na rede e ganham em cima de shows e da venda deste material direto. Claro que isto deixa os magnatas cheios de ódio, afinal eles investiram milhões para fabricar alguma boy band ou criar do nada alguma cantora que nunca cantou na vida e nada mais é que maquiagem e silicone.

Não que este tipo de lixo não venda, mas o grosso dos heavy downloaders, eu creio, esté atrás de outras coisas.
"Aqueles que compartilham arquivos são os que estão mais interessados em música. Eles usam essa troca como um mecanismo de descoberta”
Quando as gravadoras compreenderão o óbvio? Ou melhor, as várias obvieddes?

NUNCA irão impedir a troca de arquivos. Se bloqueiam um programa, se derrubam um site, outros nascerão no lugar, e melhores, mais rápidos, mais confiáveis...

Vejam que tudo começou com o Napster, que era péssimo, passamos pro Audiogalaxy e hoje temos dezenas de programas e ferramentas muito superiores, para desespero dos que querem nos censurar e proibir.

Cortem uma cabeça, várias nascerão no lugar.

NUNCA irão conseguir nos censurar por completo, restringir nossa liberdade. A rede, por definição, é anárquica, um caos, não há controle.

NUNCA irão impedir que busquemos o que gostamos. Nunca irão nos impedir de ir até o Cazaquistão atrás de uma banda (também tenho música de lá, acreditem), baixar o CD e fazer o que bem entendemos com ele!

É questão de tempo, a queda de braço é constante, mas basta ver de que lado está a verdade e o tamanho da estupidez das gravadoras.

Aliás, eis o estudo.
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terça-feira, 2 de junho de 2009

Cruzada contra a Pirataria: A vez do Mininova


As gravadoras e corja correlata não se cansam, depois de processar - e ganhar, apesar da fraude de ter o juiz no seu bolso - um processo contra o Pirate Bay, como mostrei aqui, aqui e aqui, (vale à pena ler também aqui, aqui e aqui) a bola da vez é o Mininova, que irá hoje ao tribunal na Holanda.

Do Blog do Mininova:
"Hi all,

Today was the courtroom seating of our trial with BREIN. It was a very interesting day. The verdict is scheduled for the 15th of July.

Regards,

The Mininova staff"

O veredito deve sair dia 15 de julho e o processo foi aberto por uma empresa Holandesa chamada BREIN. torçamos para que o site da associação seja rapidamente hackeado, caso não tenha ainda sido ou a associação não tenha um.

Abaixo duas notícias sobre o fato, uma da Folha de São Paulo de hoje e outra do TorrentFreak.

Ao fim, onde achar mais informações sobre o julgamento à medida em que se desenvolve.

Da Folha de São Paulo:
"Caça aos piratas

Tribunais e leis apertam o cerco contra sites de downloads ilegais; o popular Mininova vai a julgamento hoje


BRUNA BITTENCOURT
DA REPORTAGEM LOCAL

A batalha travada entre sites de downloads (de filmes, séries e música) e a indústria de entretenimento, que defende a proteção de direitos autorais, passa atualmente pelo seu momento mais acirrado, mas está ainda longe de uma solução.
Na tarde de hoje, o site Mininova (www.mininova.org), um dos mais populares para downloads, vai a tribunal, na Holanda. O Mininova é acusado de distribuição de material protegido por direito autoral por uma associação holandesa antipirataria, chamada Brein.
O objetivo da associação, que representa de artistas a produtores de música, é fazer com que o site holandês passe a filtrar seus resultados de busca e bloqueie arquivos que tenham direitos autorais protegidos.
O julgamento do Mininova acontece menos de dois meses após o site Pirate Bay (www.piratebay.org) ter ido ao tribunal. No dia 17 de abril, quatro diretores do site de troca de arquivos da Suécia foram condenados pela Justiça do país a um ano de prisão, além do pagamento de US$ 3,6 milhões (cerca de R$ 7,2 milhões) a empresas da indústria de entretenimento por cumplicidade na violação dos direitos autorais.
O cantor e compositor Paul McCartney chegou a apoiar publicamente o veredicto, sintetizando a insatisfação de muitos artistas: "Se você pega um ônibus, deve pagar pelo bilhete", disse o músico.
O caso, no entanto, está longe do fim. Os diretores do Pirate Bay avisaram que apelariam da decisão. Quase dez dias depois, solicitaram um novo julgamento, por meio de seus advogados, alegando que o juiz responsável pelo veredicto fez parte de grupos suecos de defesa de direito autoral e, portanto, foi parcial em sua decisão. A juíza convocada a analisar o caso foi afastada pelo mesmo motivo, segundo jornais suecos. Enquanto o caso segue em aberto, o site permanece no ar.
Fora dos tribunais, o Senado francês aprovou, no último dia 13, uma lei que irá punir com desconexão da internet usuários que fizerem downloads ilegais. A nova lei obriga provedores de internet a fornecer a identidade de quem baixar material protegido por direito autoral. Os internautas que o fizerem serão advertidos por e-mail. Se insistirem, serão mais uma vez repreendidos por carta e, depois, banidos da internet por um ano e terão que continuar a pagar pelo serviço.
O editor da revista de tecnologia norte-americana "Wired", Chris Anderson, coloca em dúvida a eficácia da lei, mas acredita tratar-se de um aviso repreensivo. "Eles estão mandando um recado", diz.
Segundo o advogado Renato Opice Blum, especializado em direito autoral e eletrônico, os dois julgamentos, assim como a nova lei francesa, terão pouco impacto na vida do internauta brasileiro, por não estarem relacionados diretamente a cidadãos ou à legislação do Brasil, que também prevê este tipo de processo. "Mas teremos um impacto cultural, do que se pode ou não fazer. Tudo isso mostra que a internet não é um mundo sem leis e que existem processos", diz."
Do TorrentFreak:

"Mininova and BREIN Clash in Court

Written by Ernesto on June 02, 2009

The largest torrent indexer on the Internet defended itself in court today in a landmark case for the BitTorrent community. The outcome of the civil dispute between the anti-piracy group BREIN and Mininova will decide if the BitTorrent indexer has to actively filter torrents from the site.

Mininova, based in The Netherlands and founded by five Dutch students, was up against local anti-piracy outfit BREIN in court today. BREIN’s lawyer tried to convince the court that Mininova has to remove from their site any torrents linking to unauthorized content. It also demanded that Mininova should cover the costs of implementing such a system.

Mininova’s lawyer argued that the site is already taking measures to ensure rights holders can protect their content, and this amounts to more than they are required to do under the law. The site has a ‘notice and takedown’ policy and recently started offering an infohash filter where content owners can blacklist torrents.

The Mininova team working in their Utrecht office (photo richard.pyrker)

erik niek mininova

Mininova’s case against BREIN was heard at the Utrecht court. Three judges have been appointed to the case. One of them is a replacement for a judge who was taken off the case a few weeks ago because he was connected to the entertainment industry. The hearing started at 1 PM with BREIN’s lawyer Dirk Visser.

Visser began by informing the court that Mininova has over 5 million daily users who use the site to download copyrighted content. A brief look at the site’s homepage clearly shows that they link to illegal content, and their business models is to make money off the millions of ads that are displayed, he said.

Mininova’s attempt to offer a distribution platform to publishers through their “featured content” section is nonsense, BREIN’s lawyer insisted. According to research conducted by BREIN 92% of the torrents on Mininova point to ‘illegal’ content, and the tag cloud with popular searches also shows that illegal content is what people are mainly looking for on the site.

In 2006 and 2007 BREIN and Mininova had lengthy discussions on how to deal with copyrighted content, Visser said. Mininova wanted BREIN to come up with specific keywords that should be in the filter, and BREIN wanted Mininova to cover the costs. They never reached an agreement and the negotiations ended.

All in all Visser is arguing that Mininova aids in distributing copyright infringing works, and BREIN demands that the site installs a filtering mechanism that will put an end to this. Mininova will have to cover the costs of such a copyright filter themselves, they say.

Next up was Mininova’s lawyer Vita Zwaan. She started out by informing the court that this is a landmark case because it’s the first to make a judgment about the legality of the BitTorrent platform in The Netherlands, pointing out that this case obviously has far reaching consequences.

Zwaan further told the court that, while the hearing was taking place, approximately 180 torrents would be added to the site’s database and that Mininova has no knowledge of the content currently tracked by these torrents. In addition Zwaan explained that Mininova has partnerships with content owners to distribute works though their distribution platform.

On top of this, Mininova offers several options for content owners to take ‘infringing’ torrents off the site, the lawyer explained. Together with the Motion Picture Association (MPA), Mininova started experimenting with a content filter through which torrents can taken off the site by the content owners.

The filter trial is a success according to Mininova’s lawyer, who quoted one of TorrentFreak’s recent articles to point this out. BREIN also had to option to participate in the filtering trial so they could see for themselves how it works, but BREIN rejected this offer.

It is unclear what BREIN’s demands actually are according to Zwaan. They want Mininova to implement “preventive measure” but are vague about the details. However, BREIN doesn’t want to provide the info-hashes for the torrents it wants removed, and argues that this is something Mininova should do themselves. This is the opposite of what the MPA (a member of BREIN) is doing now.

According to Mininova’s lawyer, this disagreement on who should provide information on what to filter is what the case is all about.

A keyword filter that was proposed by BREIN is unworkable according to Zwaan because it would result in too many false positives. A filter for the keyword ‘office’, as BREIN suggested, would result in the removal of 92 torrents linking to “Open Office” she said.

Mininova’s lawyer then discussed some of the costs Mininova made thus far to take down torrents upon request from copyright holders (though the old system). She said that 155,876 takedown requests have been reviewed which cost the site 250,000 euro ($350,000). In addition, Mininova invested several thousand euros in the content filter.

Zwaan went on to explain that Mininova is not a necessary nor sufficient part of the BitTorrent download process. Unlike The Pirate Bay they don’t host a public tracker, and neither do they offer a BitTorrent client through which users can download torrents. BREIN argued otherwise and this is incorrect Zwaan said.

Towards the end of her plea, Zwaan argued that Mininova is not infringing the rights of various copyright holders as BREIN stated. She cited several cases in and outside The Netherlands to make point out why, and pointed out that The Pirate Bay may not have been found guilty if they had a notice and takedown policy like Mininova has.

After a short break the hearing continued briefly and the judges asked both lawyers for clarification on some issues. Mininova’s lawyer asked about the moderators that Mininova has, and why they remove porn but not copyrighted content. This question remained unanswered. The site currently has 5 moderators and their names are unknown according to Mininova.

After roughly two hours the hearing ended and it’s now up to the judges to come up with a decision. The verdict is due on July 15. Erik Dubbelboer and the other Mininova founders think they have the law on their side. “We have confidence in the outcome of the case and we don’t think Mininova will cease to exist,” Erik told TorrentFreak.

This is a developing story, info might be added."


Outras fontes de informação são o Blog do Mininova e o TorrentFreak. Por enquanto pouca coisa vem sendo publicada sobre o assunto.

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Pirataria?

Imagine a seguinte cena: os funcionários da APCM vêem um link no 4Shared com conteúdo musical para baixar e logo pensam em retira-lo do ar para poder satisfazer os cada vez mais pobres, mas ainda nervosos, donos de gravadoras. Eles enviam uma correspondência/ intimação/ ameaça para o 4Shared com o intuito de pedir para que o link seja retirado do ar, afinal, isso é pirataria e o mundo NÃO pode baixar NADA sem autorização deles.

Tirando o fato de que eles não têm qualquer poder para pedir que qualquer coisa saia do ar, tá tudo normal, isso acontece (com mais frequência do que gostaria). Só tem um problema nessa história: a banda não tem qualquer vínculo com gravadora nenhuma, e muito menos pediu ajuda para a APCM, além dos próprios integrantes da banda terem colocado o álbum para baixar. Trata-se da banda Lagartos de Saturno, que o nosso amigo blogueiro André Pacheco, do Vestiário, está ajudando a divulgar.

Ao receber um e-mail do 4Shared avisando que o link seria removido, o Pacheco foi dar uma olhada e se deparou com a mensagem abaixo:

This file is no longer available because of claim by APCM - Associação Anti-Pirataria Cinema e Música.

Ele não perdeu tempo e mandou logo uma réplica das mais potentes, que eles, com certeza, jamais irão responder:

Sem querer parecer grosso, mas já sendo: Vocês têm merda na cabeça? Eu postei um link no 4Shared para o EP de uma banda independente e o download foi retirado do ar. A justificativa do 4Shared é que vocês clamaram que este arquivo ia contra as leis de direitos autorais. Te dou o link? Aqui, ó:

http://www.4shared.com/file/88876793/876c2a70/2008_Lagartos_de_Saturno_EP.html

Só tem um problema. Eu estou fazendo a divulgação dessa banda, e tenho autorização deles para postar o material. Vocês estão tão afoitos em querer mostrar serviço que saem atirando pra tudo quanto é lado? É uma vibe do tipo é mp3 é crime? Desde quando vocês são donos de todas as obras CULTURAIS feitas no Brasil?

Faça-me o favor. Depois não reclamem quando pedirem falência. Faliu não porque as pessoas baixam músicas, mas porque vocês são burros mesmo.

Agora eu pergunto: quem vocês apoiariam ou apoiam? Nerds que disponibilizam suas músicas online pelo simples desejo de compartilhar (90% de quem disponibiliza alguma coisa na internet, não ganha um centavo com ela), ou tubarões que somente querem seu dinheiro e não estão nem aí para arte? Coloque no caldo o fato deles invadirem propriedade alheia, mentirem, espionarem fóruns, e nem saberem o que combatem. Sim, além do fato de serem criminosos, são estúpidos.

É como eu disse ontem: virei pirateiro, não vou financiar quem se acha dono da internet!

Via Vestiário

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Comentário pessoal?


A coisa está passando dos limites.


As gravadoras estão já abusando além do aceitável do que elas poderiam até reclamar, se é que alguém pode dar qualquer razão à uma indústria que ao invés de se modernizar, luta contra os que querem.


Absurdo é pouco. Daqui ha pouco as gravadoras vão tornar a posse de um mp3, não importa qual ou de onde, crome.


Eu tenho milhares de mp3 comigo de bandas independentes, a maioria peguei de membros das próprias bandas e outra grande parte eu comprei o CD da banda depois de conehcer o som pela internet.


A "industria" vai proibir isso também? Minha liberdade de ouvir musica, a liberdade da banda ou do cantor/cantora de divulgar seu trabalho?


Patético!


O download de MP3's é real, impossível retroceder, impossível controlar.


Aliás, existe um teórico que trata da questão da internet ser um espaço fora do controle estatal, a parte. Procurem por Cesidio Tallini e a Cesidian Law, especialmente a parte sobre Jus cerebri electronici.


Dando um resumo, este dispositivo defende, juridicamente, que a internet não é e nem pode fazer parte da jurisdição de qualquer país, de qualquer Estado. Nem a internet, nem os servidores ou os computadores.


Fica a dica.


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