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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Moldova: Os Comunistas perdem o trono [2]


Apenas para apresentar o resultado oficial final das eleições, uma pequena mudança nas cadeiras, mas, no fim das contas, os Comunistas foram reduzidos à 48 cadeiras e a oposição conquistou 53. Lemrando que, para eleger o presidente são necessários 61 votos dos 101 possíveis.

Com 53 cadeiras a oposição pdoe indicar o Primeiro Ministro e o Líder do Parlamento mas não, ainda, o Chefe de Estado.

Resultado das eleições de Abril:

Vitória esmagadora Comunista, mas sem a maioria para indicar o novo presidente por uma cadeira.

Comunistas: 49,48% - 60 de 101 cadeiras no parlamento
Partido Liberal: 13,14% - 15 cadeiras
Partido Democrático Liberal: 12,43% - 15 cadeiras
Aliança Nossa Moldávia: 9,77% - 11 cadeiras

Resultado das eleições da semana passada:

Comunistas: 44,69% - 48 de 101 cadeiras no parlamento (menos 12)
Partido Liberal: 14,68% - 15 cadeiras (mesmo número de abril)
Partido Democrático Liberal: 16,57% - 18 cadeiras (3 a mais)
Aliança Nossa Moldávia: 7,35% - 7 cadeiras (4 a menos)
Partido Democrático: 12,54% - 13 cadeiras (aumento de 13 cadeiras, na eleição de abril o partido conseguiu apenas 2,97%)

Não conseguiram superar a barreira dos 5%:

Partido Popular Democrata Cristã: 1,91%
Partido Social Democrata: 1,86%
Aliança Verde: 0,41%

Participação total: 58,8%

Informações da Agência EFE
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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Moldova: Os Comunistas perdem o trono


Desde a independência de Moldova que o Partido Comunista domina o cenário político de Moldova e esta era parece ter chegado ao fim.

Depois dos protestos após as eleições de abril/maio, onde a casa presidencial e o parlamento foram atacados, depredados e quase incendiados, a candidata de Voronin, presidente então de Moldova, Zinaida Greceanii, não conseguiu se eleger pelo bloqueio imposto pela oposição.

Depois de dois turnos uma nova eleição foi convocada e, desta vez, os Comunistas conseguiram o maior número de votos mas perderam 12 deputados, conseguiram "apenas" 48 deputados. A oposição, enfim, triunfou. Nenhum dos partidos de oposição chegou aos 20% dos votos mas, unidos, somam 53 cadeiras.

Os Comunistas, agora, terão de negociar com a oposição liberal para a formação de um novo governo, lembrando que são necessários 61 votos para a eleição do presidente.

Fato notável dos protestos pós-eleitorais que sacudiram o país foi o uso do Twitter como ferramenta de organização e convocação de protestos. E, no fim, os manifestantes mostraram que realmente eram arautos da vontade popular.





Resultado das eleições de Abril:

Vitória esmagadora Comunista, mas sem a maioria para indicar o novo presidente por uma cadeira.

Comunistas: 49,48% - 60 de 101 cadeiras no parlamento
Partido Liberal: 13,14% - 15 cadeiras
Partido Democrático Liberal: 12,43% - 15 cadeiras
Aliança Nossa Moldávia: 9,77% - 11 cadeiras

Resultado das eleições desta semana:

Comunistas: 45,07% - 48 de 101 cadeiras no parlamento (menos 12)
Partido Liberal: 14,36% - 15 cadeiras (mesmo número de abril)
Partido Democrático Liberal: 16,40% - 17 cadeiras (2 a mais)
Aliança Nossa Moldávia: 7,37% - 8 cadeiras (3 a menos)
Partido Democrático: 12,61% - 13 cadeiras (aumento de 13 cadeiras, na eleição de abril o partido conseguiu apenas 2,97%)



É válido notar que, no geral, o Partido Comunista perdeu menos de 5% de seu apóio, mas, ainda assim, perdeu um grande número de cadeiras e dificilmente governará Moldova daqui pra frente.

O que vem a seguir é uma icógnita. A oposição provavelmente buscará eleger um candidato de seu bloco, mas vale lembrar que os partidos da atual oposição não são homogêneos, na verdade são bem díspares, o que os une é o sentimento anti-comunista e pró--europeu. Daí em frente, muita negociação erá de ser feita, até mesmo para lançar um candidato de coalizão num meio de partidos que tem pequena votação e pouca diferença no número de votos entre si para que algum desponte como favorito.

Uma outra opção seria a do Partido Comunista simplesmente bloquear qualquer nova eleição presidencial e Voronin se manter no cargo até pelo menos o ano que vem e, neste meio tempo, tentar recuperar os votos perdidos.

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dissolvido o Parlamento de Molvoda


Como era de se esperar, a oposição Liberal e Pró-Romena de Moldova bloqueou pela segunda vez a eleição do candidato do Partido Comunista à presidência (o primeiro bloqueio mostrei aqui) e, com isso, forçou a dissolução do Parlamento recém-eleito.

É um momento de incerteza. Depois dos grandes protestos contra o partido vencedor - mas que acabou não levando o cargo almejado - e do bloqueio resta saber se o Partido Comunista irá conseguir uma vitória esmagadora, o impasse permanecerá ou se a oposição conseguirá triunfar finalmente e derrubar a hegemonia do Parlamento Comunista, que vem desde o fim da URSS e a independência e Moldova.

Para além desta questão fica o grande problema da República autoproclamada da Transdniestria. Os Comunistas são a favor de negociações e uma integração dando certa autonomia à república, já os liberais, se recusam a ceder e exigem uma rápida reintegração.

Moldàvia, abocada a nous comicis pel bloqueig de l’oposició liberal

Els comunistes no poden fer presidenta la seva candidata · Incertesa sobre el futur de les converses de Transnístria

Darrera actualització: 4 de juny de 2009

La República de Moldàvia haurà de celebrar eleccions anticipades, després que el Partit Comunista (PCM) no hagi pogut trencar el bloqueig de l’oposició liberal i hagi estat incapaç de trobar suports per fer escollir presidenta la seva candidata, Zinaida Greceanii. Als comunistes els ha faltat el vot d’un diputat per situar Greceanii com a cap d’estat de la república exsoviètica.

Segons les lleis moldaves, cal que el president obtingui el suport del 60% dels diputats. Greceanii sols ha assolit el vot de 60 dels 101 parlamentaris moldaus, tant en primera votació com en segona. Això aboca el país a repetir les eleccions, que s’havien celebrat el passat abril i que van venir seguides de greus disturbis quan milers de manifestants protestaven per la, segons ells, tupinada electoral que havien comès els comunistes.

Els tres partits liberals de la cambra parlamentària van prometre llavors que bloquejarien l’elecció de la candidata comunista, amenaça que han acabat complint.

La nova situació posa molts dubtes sobre l’escenari de futur de Transnístria, república autoproclamada independent a l’est del territori moldau. El Govern de Moldàvia actual, dirigit pels comunistes, és partidari d’un acostament al règim independentista per arribar, amb l’ajuda de Rússia, a un acord que permeti reintegrar Transnístria a canvi d’una autonomia substancial.

Els partits liberals, però, són menys partidaris de fer concessions als independentistes, i advoquen per una «ràpida» reintegració de la república separatista a Moldàvia. Dels resultats dels propers comicis -que, segons el diari Azi, podrien convocar-se a mitjan agost- pot dependre en gran mesura el caire que prenguin les negociacions amb Transnístria.

Vegeu també:

+ Azi: Vladimir Voronin: There are circumstances leading to dissolution of parliament

+ BBC: New poll in prospect for Moldova

+ Seguiment a MónDivers: L’oposició moldava bloca l’elecció de l’aspirant comunista a la presidència | La Comissió Electoral de Moldàvia confirma la victòria dels comunistes | Moldàvia i Transnístria s’emplacen a continuar negociant un acord

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Moldova: Impasse

Dando continuidade à cobertura do processo eleitoral e posterior crise em Moldova (como mostrei aqui, aqui e aqui), a eleição do novo presidente chegou a um impasse.

Com 101 cadeiras, o Parlamento de Moldova exige 61 votos para a eleição do presidente; os comunistas tem 60. Voronin, o atual presidente, indicou sua aliada e atual primeira-ministra Zinaida Greceanii, já que não pode concorrer à um terceiro mandato - mas garantiu para si a presidência do Parlamento (Parliament Speaker).

Haverá um segundo turno e caso Graceanii não seja eleita, o parlamento será dissolvido e novas eleições serão convocadas, o que pode fragilizar o Partido Comunista depois dos grandes protestos do mês passado, da invasão do parlamento, da csa presidencial e do quebra-quebra na capital, Chisinau.

Ao fim uma paquena referência ao conflito congelado entra Moldova e a República separatista da Transdniestria, apoiada pela Rússia, em um discurso típico, inócuo e claramente "diplomático", ou seja, que não diz nada.

"Moldovan Communists Fail In Presidential Vote

Vladimir Voronin (left) with during the vote in Chisinau.

May 20, 2009
CHISINAU (Reuters) -- Efforts by Moldova's Communist Party to keep its leader, Vladimir Voronin, in a position of power suffered a setback when his protegee was rejected as presidential candidate in a parliamentary vote.

Voronin, president since 2001, cannot seek a third term in office; but he has secured the position of parliament speaker, a job he hopes will enable him to maintain control of Europe's poorest country.

A second round of voting was immediately scheduled for next week. Failure then to elect a president would result in the chamber being dissolved and new parliamentary elections.

The outcome of the vote had been all but clear after three opposition parties said they would boycott the contest.

Valeriu Sava, head of parliament's election commission, said Prime Minister Zinaida Greceanii won 60 votes -- one less than the 61 needed to win in the former Soviet republic's 101-seat chamber.

Greceanii is seen as a loyalist easily controlled by Voronin. A second Communist candidate, entered to make the contest look more competitive, won no votes.

"It is necessary to organize a second round of voting," Voronin told the session convened in a large meeting hall. Within minutes, he told deputies a second round of voting would take place on May 28.

Parliamentary elections that sparked riots last month left the Communists with 60 seats and the opposition parties with a combined total of 41.

Igor Botan, head of the Adept think tank, said before the vote that the Communists had a better chance in a second round.

"In the second round, the stakes will be raised," he said. "But I still think the chances of an early parliamentary election are about 50-50."

Solving The Separatist Problem

In her address to deputies, Greceanii vowed to uphold the sovereignty and neutral status of the former Soviet republic. She also pledged to promote Moldova's integration with Europe and intensify efforts to solve an 18-year-old "frozen conflict" with separatists in the Russian-speaking Transdniester region.

"I will direct all my strength to enhancing Moldova's statehood," she told the session.

"A solution to Transdniester is absolutely necessary for the existence of our state. We need to resume negotiations on Transdniester in an internationally recognized format."

Plunging Moldova into new parliamentary elections could produce new turmoil in the country wedged between Ukraine and EU-member Romania, with which it shares historical and linguistic ties.

After the April elections, students disheartened by an economic crisis and the prospect of further Communist rule ransacked the presidential and parliamentary buildings. The opposition said the election was rigged and accused the police of brutality against protesters.

Leaders of opposition parties, broadly pro-Romanian and favoring closer links to the European Union, walked out of the session before voting started. They demand a new poll.

Voronin said the violent protests in April amounted to an attempted coup fuelled by Romanian support.

Voronin has overseen stability and economic growth but has been unable to solve the rebellion in Transdniester, a sliver of land populated by Russian speakers that broke away in 1990 because of fears Moldova might one day unite with Romania.

Voronin was at first close to Russia, then fell out with Moscow over its peacekeeping troops based in Transdniester, which he said blocked any resolution to the conflict. He has in the past year restored closer ties with Russia."
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Moldova, enfim...

Como era de se esperar, o Partido Comunista foi reconhecido como vencedor, a comissão eleitoral considerou que não houve fraudes mesmo sob acusações da oposição e dos protestantes.

Apuração final confirma vitória comunista na Moldova.

Os Comunistas controlarão 60 das 101 cadeiras do parlamento e serão obrigados a fazer acordos para conseguir a cadeira que lhes falta para governar.

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Moldova em Crise! [Update 2]

Atrasado, graças à Telefónica que me fez ficar todo o dia sem internet, vamos à notícia relevante do dia.

O Parlamento de Moldova e a casa presidencial foram invadidos, saqueados e incendiados hoje por estudantes anticomunistas (isto diz a imprensa) que gritavam slogans pró-unificação com a Romênia e substituíram a bandeira de Moldova pela da União Européia em frente à residência oficial.

Pelo segundo dia consecutivo estudantes - mais de 10 mil - protestaram contra a vitória Comunista nas últimas eleições, qualificando as eleições de fraude ainda que observadores internacionais tenham garantido sua lisura.

Durante o dia de hoje Voronin, atual presidente, e a oposição concordaram em realizar uma recontagem dos votos para tentar amenizar os protestos.

Ao fim do dia de hoje a polícia havia retomado o controle dos locais invadidos.

Segundo a Interfax, vários estudantes e policiais ficaram feridos.

Vale lembrar que a Moldávia e o país mais pobre da região, tem um histórico de movimentos pró-integração com a Romênia - relativamente mais próspera - é o último país da região sob governo Comunista e, finalmente, "Revoluções" não são incomuns hoje em dia nos países da ex-URSS, vide as "Revoluções" Laranja e Rosa, na Ucrânia e Geórgia, respectivamente.

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Update 1

A situação na Moldávia continua tensa, o presidente em exercício, Voronin, acusou a Romênia de estar por trás dos protestos contra o partido Comunista, vencedor das eleições. O Ministro de Relações Exteriores russo apoiou as declarações Moldávias afirmando que a revolta dos últimos dias tem por objetivo minar o governo.

Cerca de 10 mil pessoas s e manifestaram contra a vitória Comunista após a vitória destes nas eleições locais e desde então protestos são constantes.

Os Manifestantes portam bandeiras romenas e gritam "Abaixo o Comunismo", "Melhor estar morto que ser Comunista", "Queremos estar na Europa" e 'Somos Romenos".

193 manifestantes já foram presos pela polícia local e a segurança dos prédios governamentais foi reforçada. Pelo menos uma mulher morreu e mais de 100 ficaram feridos nos últimos dias.

Para piorar a situação, a Comissão Eleitoral rechaçou o pedido de recontagem dos votos que havia sido acordada pelo líder Comunista e partidos de oposição, principal reivindicação dos manifestantes anticomunistas.


Vídeo dos protestos pode ser visto aqui.

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Update 2

Aparentemente os protestos foram organizados via Twitter, uma demonstração fantástica da força da internet pelo mundo e das ferramentas sociais. Se por um lado, aqui no Braisl os protestos contra a Folha foram organizados pelos blogs, é curioso ver que o Twitter também virou uma arma.

E sobre a eleição, o resultado oficial aponta uma vitória esmagadora dos Comunistas porém estes não conseguiram a maioria necessária para indicar - sozinhos, o próximo presidente. Os Comunistas conquistaram 60 de 101 cadeiras, csão precisos 61 votos paraeleger o presidente.


Resultados finais:

Comunistas: 49,48%
Partido Liberal: 13,14%
Partido Democrático Liberal: 12,43%
aliança Nossa Moldávia: 9,77%

Agora, a oposição pode bloquear a indicação do novo presidente e os Comunistas serão obrigados a negociar.
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terça-feira, 7 de abril de 2009

Moldova em crise!

Atrasado, graças à Telefónica que me fez ficar todo o dia sem internet, vamos à notícia relevante do dia.

O Parlamento de Moldova e a casa presidencial foram invadidos, saqueados e incendiados hoje por estudantes anticomunistas (isto diz a imprensa) que gritavam slogans pró-unificação com a Romênia e substituíram a bandeira de Moldova pela da União Européia em frente à residência oficial.

Pelo segundo dia consecutivo estudantes - mais de 10 mil - protestaram contra a vitória Comunista nas últimas eleições, qualificando as eleições de fraude ainda que observadores internacionais tenham garantido sua lisura.

Durante o dia de hoje Voronin, atual presidente, e a oposição concordaram em realizar uma recontagem dos votos para tentar amenizar os protestos.

Ao fim do dia de hoje a polícia havia retomado o controle dos locais invadidos.

Segundo a Interfaz, vários estudantes e policiais ficaram feridos.

Vale lembrar que a Moldávia e o país mais pobre da região, tem um histórico de movimentos pró-integração com a Romênia - relativamente mais próspera - é o último país da região sob governo Comunista e, finalmente, "Revoluções" não são incomuns hoje em dia nos países da ex-URSS, vide as "Revoluções" Laranja e Rosa, na Ucrânia e Geórgia, respectivamente.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Pelo mundo! [Update]

Vários processos eleitorais ocorrendo, terminando ou começando hoje, vale saber...

Hoje ocorreram eleições em Moldova e os comunistas devem vencer, como fazem desde o fim da URSS.

Moldovans went to the polls on Sunday to elect a new parliament, with the ruling Communist party expected to claim a victory.

The new parliament will then elect a successor to incumbent President Vladimir Voronin who has served two four-year terms and must step down soon.

Over 2.6 million eligible voters are electing 101 members of parliament from among 12 political parties and five independent candidates. Some 5,500 local and international observers are monitoring the country's parliamentary elections.


Vale sempre lembrar que Moldova possui dois "problemas" internos. De um lado a República da Gagaúzia, região autônoma mas integrada à Moldova. É comum a vontade de muitos Moldávios a unificação com a Romênia, país com o qual compartem grande semelhança cultura e histórica, e no caso de uma união a Gagaúzia teria o direito de decidir seu futuro.

Por outro lado existe ainda a República da Transdniestria, região rebelde, controlada por Russos e de maioria Russa e Ucraniana e que não participa de qualquer esforço eleitoral Moldávio.

É uma região independente de facto da Moldova e uma pedra no sapato do país que não aceita seu desmembramento tampouco tem forças para assegurar a união.

Update: Com 93% dos votos contados, o Partido Comunista venceu com ampla margem, 49,85% dos votos contra 12,97 do Partido Liberal, 12,22% do Partido Liberal Democrático e 9,88% da aliança "Nossa Moldova".

O Partido Comunista deterá entre 60 e 62 cadeiras no parlamento de 101 membros, sendo, para eleger o president,e necessários 61 cadeiras.

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Gasparovic foi eleito ontem para a presidência da Eslováquia, um cargo cerimonial mas importante no apoio ao Primeiro-Ministro do país, Socialista.

Slovak President Ivan Gasparovic has won a clear victory in the presidential election runoff with a decisive 55.5% of the votes, the country's central election commission said on Sunday.

Slovakia held the second round of the presidential elections on Saturday. Gasparovic, 68, gained 55.53% of the vote while his center-right challenger Iveta Radicova won 44.47%, the central election commission said after processing the data from all of the country's polling stations.


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Na Macedônia foi eleito ontem, o novo presidente, ligado ao partido conservador no poder do Primeiro-Ministro, Gjorge Ivanov, com a promessa de resolver os problemas comuns com a Grécia (como a questão do nome "Macedônia!, que a Grécia se recusa a ceitar) e a entrada do país na OTAN.

Macedonia's ruling party presidential candidate was set for a landslide victory on Sunday and said he could repair relations with neighbor Greece which have hampered its efforts to join NATO and the European Union.

Gjorge Ivanov, 49, who has never run for office before, was ahead by about two to one against former Foreign Minister Ljubomir Frckovski of the main opposition SDSM party with more than half of the votes counted.


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Depois de 25 anos um dos conflitos mais sangrentos da história está por um fio. Os tigres Tâmil, do Sri Lanka, estão reduzidos a menos de mil combatentes e a um território ínfimo, no norte do país e o exército do Sri Lanka rejeitou qualquer tipo de cessar-fogo.
Three separate units killed at least 420 rebels after surrounding them in a triangle-shaped single square kilometer (0.5 square mile) during a three-day battle, the military said.

That means the remaining rebel-held area is less than 20 square km (8 sq miles) of coconut groves on the Indian Ocean island's northeast coast where the United Nations has said the Tigers have kept more than 100,000 civilians as human shields.

Este talvez seja o fim de uma das guerrilhas historicamente mais bem sucedidas detodos os tempos mas que, no fim das contas, acabou derrotada. Os Tiges Tâmil (LTTE- Liberation Tigers Tamil Eelan) possuíam todo um aparato militar, desde um exército forte até uma marinha considerável e uma força aérea que atacou por diversas vezes a capital do Sri Lanka, Colombo.

Os Tigres Tâmil foram o primeiro grupo a utilizar os atentados suicidas com homens bomba como arma na guerra contra a ocupação mas perderam muito apoio com as críticas contra o uso de civis como escudos e torturas além de terem sofrido algumas divisões internas.

Nos próximos dias espera-se um resultado final.

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Ainda ontem, um protesto contra Berlusconi reuniu mais de 2 milhões e meio de pessoas no centro de Roma.

La masiva protesta, que convocó a los manifestantes con el lema "Futuro sí, hacia atrás no", fue una expresión de la preocupación de los trabajadores italianos por las consecuencias de la crisis económica. Fuentes de la Confederación General Italiana del Trabajo (CGIL) indicaron que la protesta convocó a unas 2,7 millones de personas en el Circo Máximo, una plaza del centro de la ciudad, pero la policía cifró la asistencia en 200.000.

Os protestos se deram contra as propostas e políticas anticrise do govenro Berlusconi. surpreende, no entanto, o apoio que tem o Governo que venceu quase todas as eleições regionais nos ultimos meses.
















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