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sexta-feira, 13 de março de 2015

Nem dia 13, nem dia 15, chega de falsa polarização!

Ato em defesa da Petrobrás nada mais é que um ato em defesa do PT e, por consequência, de seu "direito" de dilapidar a empresa porque, claro, com o PSDB seria pior.

E acreditando nisso (ou sendo financiado para acreditar) movimentos como MST, MAB (?), CUT, UNE, dentre outros, se mobilizaram para ir às ruas defender a Petrobrás (sic). Trata-se da mais explícita defesa das ações do PT não apenas na empresa, mas das ações criminosas do partido contra o país, como corte de direitos trabalhistas, cortes na educação e desmandos sem fim.

O governo Dilma chegou ao limite mal tendo começado seu segundo mandato. Isolado no congresso, repudiado pelos mesmos aliados que escolheu e deu poder (e verba), e acuado busca nas ruas dar uma resposta aos críticos - pese o PT ter "oficialmente" se desmarcado dos protestos.

Das duas uma, ou o governo por debaixo dos panos move as engrenagens de movimentos cooptados para protestar por si e demonstrar suposta força (que não tem), ou movimentos cooptados resolveram à revelia da direção mostrar esta mesma força em solidariedade. Em ambos os casos, é um tiro no pé.

Chegamos ao ponto do surrealismo do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) apoiar manifestação pró-PT. O MST que tem sido tratado como lixo apoia o PT e usa sua base como figurantes para sustentar Katia Abreu e o latifúndio. A UNE se apresenta para apoiar o governo que cortou bilhões da educação e que deixa bolsistas perigarem passar fome e a CUT, a organização pelega por excelência, sai às ruas para defender o governo que cortou direitos trabalhistas e previdenciários e que adotou política econômica que aumentará o desemprego.

Se isto não é surreal, nada mais é.

Remoções forçadas para grandes obras, criminalização de todo tipo de manifestação aos gritos de VAI PM por parte da "militância que cada dia mais se transforma em seita, corrupção endêmica, estelionato eleitoral descarado e reconhecido, aliança com o que há de pior na política nacional, medievalização e retrocessos grotescos nos direitos humanos, crescimento do agronegócio (transgênicos, agrotóxicos, desmatamento e todo o pacote), continuidade do genocídio de negros nas favelas (mas em troca de algumas cotas movimentos se calam e seguem adiante no apoio), privatização de estradas, aeroportos e mesmo de parte da Petrobrás e do pré-sal... Este é um resumo rápido das realizações de Dilma e do PT nos últimos anos.
Os capos do Governo Federal e do PT querem nos impor esta nova chantagem / armadilha: nos defendam, mais uma vez, das ratazanas e dos porcos que nós alimentamos ao longo desses 12 anos, confundindo-se conosco (como se fôssemos a mesma coisa) para "salvar a Democracia e a Esquerda do país".
Ora, quem vem fortalecendo políticos fascistas e uma sociedade cada vez mais fascista ao longo dos últimos anos é o Governo Federal comandado pelo PT... Quantos Bilhões entraram nos cofres da Rede Globo de Televisão, ao longo dos últimos anos, esta Rede de Televisão que hoje articula e comanda o Golpismo do Impeachment da Extrema-Direita?! Agora nos digam quanto foi investido e fortalecido em meios de comunicação, jornais, revistas, TVs ou rádios verdadeiramente populares e comunitárias?!
Vamos agora sair às ruas para defendê-los, Mandatários do PT et caterva, nos confundindo mais uma vez com vocês, para vocês seguirem governando com os Joaquim Levys, Temers, Renans, Cunhas, Sarneys, Marinhos, Kassabs, Kátias, Andres Sanchez e companhia?! Até quando acham que podem fazer esta chantagem e este jogo perverso com o nosso povo, e os nossos anseios legítimos - sempre deixados em segundo plano por vocês?!


E, ainda assim, há movimentos que bancam tudo isso e gritam que a direita quer derrubar o governo de esquerda. A triste verdade é que a esquerda foi derrotada pelo próprio PT, na verdade, sequer chegou ao poder.

Este protesto hoje, dia 13, "em defesa da Petrobrás", ou na verdade em defesa descarada do PT é simplesmente vergonhoso. Envergonha a história da esquerda brasileira e deveria envergonhar seus participantes. Ou, mais ainda, poderia significar uma virada da esquerda, demonstrar de vez a necessidade dos movimentos não-cooptados de se unir buscando alternativas.

Nada disto, porém, justifica ou dá razão ao outro protesto convocado para o dia 15. Não vou dizer "convocado pela direita" porque no fim o protesto de hoje também é a defesa da direita, de políticas de direita que seriam aplicadas, por exemplo, por Aécio, caso tivesse sido eleito.

O que temos são dois protestos (ou duas convocações de protesto) de direita. Em defesa de políticas e políticos de direita. Tampouco diria que se trata, no dia 15, de uma manifestação "golpista". Impeachment não é golpe, não importa o quanto gritem os petistas. Collor não foi vítima de golpe e não importa que hoje ele seja melhor amigo do PT, a história não será reescrita para caber nos devaneios dessa turma.

Mas o protesto do dia 15, no entanto, é um balaio de gatos perigoso. De apoiadores de Eduardo Jorge a neofascistas e integralistas. De PSDB a Revoltados Online, um caldo que vai da direita "light" à mais extremada direita que pede (esta sim) golpe e volta dos militares.

Antes de mais nada, o conteúdo "light" exigido pela "direita" é ridículo. Impeachment. Para que? Para Temer assumir? O que mudará? Não passa de demonstração de força de grupelhos radicalizados com apoio de um PSDB ferido querendo se vingar do PT, mesmo que não chegue ao poder graças à esta manobra.

É igualmente um protesto vergonhoso. E, bom lembrar, protestos CONTRA o PT pedindo impeachment apenas FORTALECEM o PT. A inteligência daqueles que odeiam o PT é realmente artigo em falta.

E a polarização - pelos motivos colocados acima - é falsa. E, pior ainda, acaba jogando pra debaixo do tapete problemas reais do país, o fato de que tanto PT quanto PSDB se beneficiaram e se beneficiam da corrupção da Petrobrás, como o PSDB se beneficia da corrupção do Cartel Tucano no metrô, como o PT se beneficiou do Mensalão, como todos os partidos satélites igualmente tem se beneficiado... E, claro, cria artificialmente diferenças ideológicas e práticas entre PT e PSDB que efetivamente não existem.

PT e PSDB ativamente defendem a repressão de movimentos populares que saem às ruas, ambos partidos fecham os olhos (quando não incentivam) chacinas e assassinatos contra pobres e negros, ambos privilegiam o agronegócio, privilegiam os bancos, o capital financeiro, desprezam educação pública... Sair às ruas dia 13 ou dia 15 significa a mesma coisa: A defesa de políticas de austeridade, da direita, de políticas contra a população.

Nem 13, Nem 15, Nem 45! Nem PT, nem PMDB, nem PSDB!
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sábado, 13 de julho de 2013

Dia Nacional de Lutas: Da "Greve Geral" ao Fracasso.

O termo "fracasso" talvez seja muito pesado, mas a verdade passa muito perto dele.

Algumas milhares de pessoas tomaram as ruas em várias cidades pelo país mas, em geral, eram poucas e não faltaram denúncias de "compra de manifestantes" (não surpreende que UGT e a até então desconhecida por mim CSB tenham precisado pagar para que pessoas fossem às ruas com suas bandeiras) e mesmo de manobras de direções sindicais (notadamente da pelega e governista CUT) para afastar a base das manifestações que, querendo ou não, prejudicam o PT no governo federal.

Se por um lado é fato que cidades como São Paulo e Rio pararam, por outro era fato que muita gente não saiu de casa já antecipando os efeitos da greve "geral" e não por participarem dela - enquanto em vários locais o comércio abriu normalmente e mal se sentiu os efeitos de tal greve.

Uma greve não se traduz apenas por uma cidade parada, mas por uma cidade mobilizada e parada por uma causa, não apenas porque acreditam que não chegarão ao trabalho.

Nas ruas um amontoado de pautas, e por parte da pelegada cutista e da CTB, governistas do PT e PSeudoB, a imposição de suas pautas em apoio ao governo federal, ao plebiscito que nem a base aliada aceita encampar e a reforma política.

Pautas estas que não foram acordadas com as demais centrais. Aliás, uma nota cabe aqui, parecia ter mais "Centrais" que sindicatos na Paulista! É impressionante como o movimento sindical é vergonhosamente fracionado.

Além de fracionado, pareceu fraco.

Diversas categorias não se somaram, umas com medo de serem massa de manobra nas mãos da CUT (caso dos Metroviários de São Paulo, cuja base não quis parar), outras manobradas pelas direções (caso dos Bancários de São Paulo e de Recife, segundo informações).

E ficou patente que manifestações do MPL convocadas pelo Facebook tem mais força de mobilização que todas as centrais sindicais brasileiras juntas.
Como se vê, o fracasso bateu às portas das centrais.

De geral a greve não tem nada, na verdade mal vimos uma greve de verdade. Em algumas cidades ônibus pararam ou o metrô, mas em geral não houve paralisações relevantes na maioria das capitais.

As mobilizações contavam com número ínfimo de participantes frente às manifestações do mês passado - que para alguns governistas foi o "junho negro" - e ao menos em São Paulo foi bem desanimada.

O movimento sindical não precisa apenas se reinventar e chegar ao século XXI, mas precisa olhar para sua imensa divisão e entender que da forma como as coisas estão, não adianta se mobilizar.

Simplesmente porque não conseguem.

Deixo claro que eu tenho simpatia e defendo a maior parte das propostas das sindicais nos protestos do dia 11, apenas vejo que as Centrais, divididas por um lado e pelegas por outro, não tem mais a capacidade (ou a vontade) de atrair milhões às ruas. Muito do que vimos foi um show para bases e direções.

Os maiores sindicatos, CUT e Força Sindical são risíveis. Um era aliado do governo até poucos dias, mas não devem ter recebido quanto queiram para alienar suas bases. Outro é pelego e vendido, subserviente aos interesses do PT. Já os demais passam de arremedos e de centrais de aluguel - CSB, UGT, etc - a entidades combativas, mas pequenas e infelizmente divididas - caso da Conlutas e Intersindical que, juntas, poderiam ter muito mais força e relevância.

Dava vontade de rir quando, na Paulista, avistei petistas empunhando bandeiras e com cartazes de apoio a Dilma... Oras, a ampla maioria dos pontos contidos na pauta ampla das Centrais era de combate a medidas adotadas e promovidas... pelo PT e por Dilma!
É o mesmo papo dos petistas aparecendo para "comemorar" a vitória do MPL - e a derrota de Alckmin e de Haddad - quando eles próprios foram derrotados. Hipocrisia, cara de pau e falta de capacidade de retornar às ruas depois de as terem abandonado pelos palácios e pelo poder.

Com esta divisão e comprometimento com bolsos da direção e com governos não tem carro de som que dê jeito. Continuarão perdendo para as mobilizações REALMENTE populares organizadas por movimentos sociais não-alinhados ao peleguismo institucional.

Como li no Twitter, mas infelizmente não me lembro a fonte, as Centrais vem do século XX tentar ocupar espaço no Século XXI sem, porém, entender o novo século. Eu acrescentaria que até TEMEM o novo século.

Termino o post com texto magistral do Cid Benjamin sobre a tosquice que é hoje a CUT e sua presença em manifestações que, no fim, são contra o PT e suas medidas direitistas, entreguistas e liberalizantes:

A CUT é alinhada com o PT e o governo federal. No entanto, quase todos os pontos que constam da pauta de reivindicações desse tal Dia Nacional de Luta (e que, portanto, no entender da central devem ser os mais importantes no momento) dependem do governo federal, que os obstaculiza. Vejamos a pauta:

• Redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução de salários –o governo é contrário.
• Fim do fator previdenciário – foi implantado pelo PT no governo federal.
• 10% do PIB para a Educação – o governo é contrário.
• 10% do Orçamento da União para a Saúde - o governo é contrário.
• Transporte público e de qualidade – é uma declaração genérica, mas é bom lembrar que, recentemente, com o apoio da CUT o governo federal deu isenção fiscal para as montadoras de automóvel, num gesto de estímulo ao transporte individual.
• Valorização das Aposentadorias – todos os atos dos governos do PT foram em direção contrária, ao fazer a reforma da Previdência que FHC não conseguiu aprovar (entre outros motivos, por resistência dos petistas, então na oposição).
• Reforma agrária – dispensa comentários. O desempenho dos governos do PT ficou aquém do dos governos FHC.
• Fim dos Leilões do Petróleo e todo tipo de privatização - o governo do PT manteve os leilões, que antes criticava.
• Contra o PL 4330, sobre Terceirização - o governo é contrário.
• Reforma política e realização de plebiscito popular – reforma política é um assunto, não uma proposta em si.
• Reforma urbana – idem.
• Democratização dos meios de comunicação – o governo Dilma já disse que não vai mexer no assunto. Seu comportamento é patético. Mantém como ministro das Comunicações Paulo Bernardo, vassalo dos grandes meios de comunicação.
• Pelos Direitos Humanos:
• Contra o genocídio da juventude negra e dos povos indígenas – é uma declaração genérica, mas se há algum genocídio, a Guarda Nacional tem sido acusada de participação nele;
• Contra a repressão e a criminalização das lutas e dos movimentos sociais – de novo, uma declaração genérica, mas governos estaduais, alguns apoiados pelo PT, estão processando por formação de quadrilha as pessoas presas nas recentes manifestações. Nem a ditadura militar fez isso.
• Contra a aprovação do Estatuto do Nascituro – aqui há uma coincidência, o governo Dilma e o PT também são contrários. Ufa!
• Pela punição dos torturadores da ditadura – o governo Dilma é contrário a se tentar reabrir o tema. Mais: determinou que a Procuradoria Geral da União defendesse o notório criminoso Brilhante Ustra em processo que tinha como objetivo apontá-lo como torturador.

Como se vê, diante dessa pauta fica uma dúvida: ou ela é pra inglês ver, e estamos diante de uma demonstração explícita de oportunismo, ou há um quadro de esquizofrenia aguda, em que as centrais sindicais (aí incluída a CUT) apoiam um governo que é contrário às suas principais reivindicações.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Querem derrotar o PT? Lula e o neoPTcostalismo

Os NeoPelegos da CUT recebem recadinho simpático do Lula: "Querem derrotar o PT?".

Duvido muito. Mas demonstra certo desespero frente às greves e ao descontrole por parte das direções sindicais pelegas de suas bases.

O impressionante nisso tudo é a "percepção" do Lula de que apoiar greves dos trabalhadores é lutar contra o PT. O fato do partido estar envolvido no julgamento de seu maior escândalo, em um dos maiores casos de corrupção do país (falta ainda julgar o Mensalão Mineiro do PSDB) parece, ao Lula, piorar a situação.

Mas pergunto, O Lula queria que os trabalhadores ficassem quietinhos porque o PT está com a corda no pescoço? Se o partido não faz NADA por eles - e Dilma deixa claro seu desprezo pelo funcionalismo público em cada declaração desastrosa que faz - porque os trabalhadores deveriam fazer algo pelo PT?

Aliás, fazer algo pelo PT? Desde quando movimentos sociais devem abandonar suas bases para respeitas as vontades do poder?

Mas fazer o que? Fingir que o partido não é responsável por falcatruas, corrupção endêmica e por ajudar na precarização do emprego de milhares de trabalhadores? Se o PT jogou sua história na lama, que não tente carregar os trabalhadores juntos para o fundo do poço.

PT, PSDB e cia não são opções, são cânceres irmãos que devem ser extirpados. São iguais em suas ações, mas está claro que o PT consegue ser ainda mais nefasto, pois age como se os trabalhadores e sindicatos fossem seus para manobrar, pois de fato possuem força para manobrar a muitos, coisa que o PSDB nunca teve.

A CUT é amestrada, mas alguns setores mostram insatisfação ou, ao menos, alguma indecisão (não confundir com estratégia, pois esta não existe).

Frente às maiores greves que muitos setores vêem em décadas, são forçados a usar seu peleguismo para tentar cooptar trabalhadores (vide o Proifes e a greve dos professores), mas vendo que estão sendo derrotados vergonhosamente, adotam um discurso pseudo-conciliador com as bases, de pequena confrontação com o governo quando, na verdade, seu desejo é o de furar todas as greves que conseguirem.

O discurso da direção é de dar tapinhas no governo para arrancar aplausos da base mais radicalizada - e correta. Mas não passa de jogo de cena, pois a maioria dos NeoPelegos tem cargos garantidos nas administrações petistas e não querem colocar nada disso em perigo. O que importa são seus bolsos, não suas bases.

Ainda assim, Lula não aceita um mínimo de resistência, mesmo que forçada e/ou fingida. Quer a submissão total. Está acostumado a mandar, a ser opoderoso chefão, que comanda o partido, os sindicatos, indicando quem quer para cargos, fazendo candidatos à revelia das bases e sendo tratado como um deus à semelhança do deus vingativo e perverso de seus aliados mais próximos, os neopentecostais.

Esta é a face mais visível do NeoPTcostalismo, que passou por cima de qualquer ideologia, sindicalismo ou honestidade e tornou o PT uma seita de fanáticos prontos a fazer o que manda o Lula e sua profeta, a Dilma, passando por cima de qualquer resistência ou crítica, ao passo que, em sue fanatismo, se tornam iguais ou piores do que o que diziam combater.

Recomendo a leitura dos comentários do Rogério Junqueira, no Facebook, que reproduzo abaixo:
Ainda bem que ele - só ele - sabe o que é bom para o povo: 50% do orçamento público para banqueiros e especuladores, PAC em favor de empreiteiros, Copa e Olimpíadas para empresários, renúncia fiscal para montadoras de carros e fabricantes de geladeiras, Belo Monte para fabricar cimento e alumínio, apoio ao agronegócio e aos grileiros, privatização de portos e aeroportos, truculência contra professores, servidores públicos, estudantes, sem-teto, sem-terra, ambientalistas, mulheres, LGBT, indígenas, negros...

Estamos diante do clássico paradoxo em que formações de centro-esquerda chegam ao poder e governam com (e à) direita, fazendo contrarreformas que a direita jamais conseguiu fazer porque as esquerdas se opunham a elas. As próximas serão a "regulamentação da lei de greve" e o desmonte da CLT - coisas que nem Sarney, Collor ou FHC ousaram fazer.

E ainda nos dizem que o "outro" faria pior! O outro quem? Faria o quê?

Será que temos que lhes demonstrar eterna gratidão por nos traírem, nos atacarem, demolirem nossos direitos e eliminarem garantias históricas durante conquistadas?

Lula, de resto, já disse que nunca foi de esquerda. Uma confissão contra a qual não podemos suscitar objeções e suspeitas.

Maldito o país que se submete a uma liderança.

Malditos os movimentos que abandonam suas bases e que, em troca de boquinhas, deleitam-se em lamber as botas de quem insulta aqueles que um dia foram as suas bases.
Como eu já disse antes, está na hora de acordar e compreender que o PT, assim como o PSDB, é nosso INIMIGO e precisa ser derrotado e as razões são inúmeras, como também mostrou o Robson Fernando no Facebook:
Eu vejo com temor que esse governo do PT tá caminhando cada vez mais a uma práxis de governança fascista. Já posso ver diversos sintomas de fascismo atualmente:
- Princípio de repressão militar, com designação do Exército pra "proteger" os

prédios públicos (pra ter uma morte, é questão de tempo)
- Corporativismo e peleguismo oficializados
- Cooptação da oposição - no final das contas, todos os partidos do Congresso (menos o PSOL se sobreviver) vão seguir uma mesma ideologia de direita radical
- MIlícia fanática que segue princípios como "Se não concorda conosco, está contra a nação" e "Brasil, ame ou deixe-o" e parte pra recursos sujos como a ameaça explícita contra opositores de esquerda
- Violações dos Direitos Humanos como praxe de exercício da governança (indígenas e LGBTs não nos deixam mentir)
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