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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Curtas: Irã, Peru e Israel/Canadá


Irã:

Hoje mais de 100 mil pessoas participaram de manifestações em Teerã, em mais um dia de luta contra a fraude eleitoral conservadora no país. Hoje a marcha foi em homenagem aos 8 mortos pela milícia Basij, pró-Ahmadinejad.

Vale, como de costume, uma ida ao Blog do Pedro Dória.


Peru:

Vitória do povo peruano, vitória dos indígenas, o governo Peruano derrubou as leis que causaram os protestos e as mais de 30 mortes no país nas últimas semanas.

É uma grande derrota política para Alan Garcia, que ainda vem enfrentando uma batalha midiátia contra Evo Morales.

Lentamente Garcia vai sendo colocado em seu devido lugar e espera-se que rapidamente volte para o limbo do qual nunca deveria ter saído.

Israel/Canadá:

Organização judia canadense Independent Jewish Voices, decidiu, depois de votação, aderir à campanha mundial pelo boicote à Israel.
"Independent Jewish Voices has voted to join the international boycott campaign because we stand in solidarity with the Palestinian people and support their right to self-determination," says Diana Ralph, co-chair of IJV. "We are calling on the Canadian government and all Members of Parliament to push for immediate sanctions on Israel."

"The time has come for people around the world to rise to the challenge in Israel/Palestine, as we did for South Africa," says Fabienne Presentey, Steering Committee member of IJV. "All voices that can be raised against this injustice must be."

95% dos membros da organização aprovaram a adesão ao boicote internacional e à buscar uma atitude mais coerente e menos acrítica por parte do governo canadense em relação ao seu apoio à Israel.

Aliás, lembrando a piada de Neatanyahu sobre o "Estado" Palestino, Lieberman, seu chanceler, demonstra as reais intenções do Estado Genocida de Israel ao afirmar que não porá fim ao "crescimento natural" do país e não frerá os assentamentos ilegais na cisjordânia.
"No tenemos ninguna intención de modificar el balance demográfico en Judea y Samaria"

"Dondequiera que nazcas tienes derecho a morir, y no podemos aceptar la visión de poner fin por completo al mantenimiento de las construcciones. Debemos continuar con el crecimiento natural"
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terça-feira, 16 de junho de 2009

Curtas

Peru:

No Peru, o Primeiro-Ministro, Yehude Simon, afirmou que vai renunciar ao cargo caso não seja encontrada uma solução satisfatória para o conflito indígena no país nas próximas semanas.

Ameaçar e fácil, vamos ver se o Primeiro-Ministro realmente assumirá sua responsabilidade para com o povo Peruano e renunciará caso os conflitos e protestos persistam.

Palestina:

O ex-Presidente dos EUA, Jimmy Carte, em visita à Palestina afirmou que Palestinos da Faixa de Gaza são "tratados mais como animais do que como seres humanos".

Carter não se limitou à esta crítica e lançou severas reprimendas ao Estado Genocida de Israel, via Terra:
"Em uma visita ao território, ele condenou o bombardeio de Israel em janeiro em Gaza e seu contínuo bloqueio ao comércio, que ele diz proíbe até mesmo brinquedos às crianças.

"Eu entendo que até mesmo papel e giz-de-cera são tidos como um perigo à segurança", ele disse à população em um gabinete das Nações Unidas. "Eu procurei uma explicação para isto quando eu me encontrei com as autoridades israelenses e não recebi nenhuma porque não há explicação."

"Nunca antes na história houve uma ampla comunidade como esta sendo atacada brutalmente por bombas e mísseis para depois ser privada de reparos", ele disse."

Declarações lúcidas, corretas e que chegam até a dura verdade: Israel trata os Palestinos pior que a animais, os priva de liberdade, saúde e qualquer tipo de direito básico, os coloca em camposde concentração, os tortura e costumeiramente os mata.

As declarações de Carter chegam no momento em que Israel, cinicamente, diz defender um Estado Palestino: Mutilado, sem soberania sem exército, sem espaço aéreo.... Uma piada.

É extremamente fácil desmontar o discurso israelense. Quando alguns acreditam em um avanço - apenas pessoas que acreditam em duendes, logicamente - a verdade surge facilmente logo depois.

Nicarágua/Irã:

Seguindo a lamentável parabenização por parte de Chavez e os comentários inúteis e descartáveis de Lula, Ortega, presidente da Nicarágua resolveu dar atambém os parabéns a Ahmadinejad por sua eleição fraudulenta. Ortega teve a cara-de-pau de chamar a fraude e "triunfo contudente"!

""Cada povo tem a faculdade soberana de escolher seus modelos de democracia e de desenvolvimento com justiça, respeito e igualdade", diz a mensagem de Ortega ao governante iraniano.

"O povo do Irã, nas triunfais jornadas eleitorais, e em sua vitória de sexta-feira passada, rejeitou mais uma vez esse imperialismo e todas as suas modalidades de domínio""


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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Massacres no Peru: O que a mídia não vê e nem se importa [2]

Update! Rádio que denunciou a noticiou os confrontos e o massacre indígena foi fechada pelo governo Peruano! Censura no Peru!

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Os protestos amazônicos se espalharam para as grandes cidades. Em Lima milhares de manifestantes entraram em choque com a polícia hoje em uma grande demonstração na capital do país, Lima.

Organizações civis, sindicais e estudantis foram responsáveis pela convocação que reuniu milhares em lima e os confrontos não tardaram a acontecer quando um grupo de estudantes rompeu o cerco policial ao palácio do governo e correu em direção à ele. Em todo o país houveram marchas, porém, pacíficas.

Com informações do El País e Nationalia:

Las protestas de la selva llegan a las ciudades en Perú

Los manifestantes en apoyo a los nativos y la policía se enfrentan en las calles de Lima

Decenas de miles de personas han salido a la calle en Perú en solidaridad con los pueblos nativos de la Amazonia y en rechazo a la postura del Gobierno respecto a la llamada ley de la selva. En Lima, la capital, se han producido duros enfrentamientos entre la policía y los asistentes a la manifestación, convocada por organizaciones sindicales, universitarias y civiles.

La marcha convocada en la capital del país tuvo un inicio pacífico, pero cambió de cariz cuando un grupo de jóvenes rompió el cerco policial, que les impedía acercarse al Palacio de Gobierno, y comenzó a correr en dirección al Parlamento. Las astas de las banderas, que hasta ese momento habían enarbolado frases como "la selva no se vende", "Alan asesino, igual que el Chino [en referencia al ex presidente Alberto Fujimori]" o "No más derramamiento de sangre por culpa de los otorongos (congresistas)", se convirtieron entonces en proyectiles y palos cuyo objetivo era la policía.

Las fuerza de seguridad respondieron al ataque con bombas lacrimógenas, cuyo gas provocó el caos entre los manifestantes, que respondieron con nuevos lanzamientos de piedras y botellas de vidrio, así como algunos cócteles molotov.

En el resto de las principales ciudades del país las marchas también fueron numerosas, aunque no derivaron en episodios violentos.

Polémica sobre la ley de la selva

El decreto legislativo 1090, conocido como ley de la selva, que modifica la Ley Forestal del año 2000, fue aprobado el 28 de junio de 2008 como parte de un grupo de leyes propuestas por el Ejecutivo peruano para adecuarse a las condiciones del Tratado de Libre Comercio con Estados Unidos. El Gobierno sostiene que la norma pretende regular y supervisar la gestión y aprovechamiento sostenible de los recursos forestales, incluyendo concesiones de ecoturismo y de conservación, a través de una autoridad dependiente del Ministerio de Agricultura.

Sin embargo, los indígenas de la Amazonia peruana temen que los decretos abran la puerta a una descontrolada inversión privada y denuncian que la norma fue aprobada sin el consentimiento de los pueblos nativos, contra lo establecido por la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

Este miércoles, el congreso peruano decidió suspender durante 90 días esta ley , con el objetivo de estudiar posibles modificaciones y encontrar una salida a los problemas con los pueblos nativos amazónicos.

Desde hace dos meses, unas 5.000 personas de más de 60 tribus peruanas, aglutinadas en la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (Aidesep), se han pronunciado en contra de dichos decretos y han bloqueado carreteras y vías fluviales, y han obstaculizado las operaciones petroleras y gasíferas de la región, lo que ha causado que varias ciudades sufran desabastecimiento de alimentos y cortes de energía.

El episodio más violento se produjo el pasado fin de semana, cuando 34 personas murieron en los choques entre los nativos y la policía, que intentaba romper los bloqueos en las carreteras y oleoductos que estaban asfixiando a varias ciudades de la selva peruana. Los peores enfrentamientos ocurrieron cerca de la localidad de Bagua Chica, a unos 700 kilómetros al norte de Lima.

Estudiants i treballadors s'uneixen als indígenes a les protestes contra el Govern peruà

12/06/2009

El president Alan García va suspendre ahir dos dels deu decrets que els pobles autòctons consideren que amenacen el seu sistema de vida · La xifra de víctimes a la matança de Bagua sobrepassa els 50 · Nicaragua ha concedit l'asil polític al portaveu de la principal organització indígena de l'Amazònia peruana.

Lluny de calmar-se, les protestes dels pobles indígenes de la selva amazònica peruana agafen més força cada dia que passa. Desenes de milers de persones s'han manifestat avui a diferents ciutats del país, per mostrar el seu suport a les reivindicacions dels pobles autòctons, rebel·lats contra el Govern d'Alan García des del passat mes d'abril. En els carrers de Lima i moltes altres ciutats, organitzacions estudiantils, sindicals i cíviques han sortit al carrer i, en alguns casos, s'han enfrontat a la policia.

El president del Govern peruà, Alan García, va veure's obligat ahir a fer una mínima concessió davant de la intensitat i el ressò que estan agafant les protestes, que demanen que l'executiu derogui els deu decrets que regulen l'entrada d'empreses privades a les terres de la selva amazònica habitades pels pobles autòctons. García va anunciar la suspensió durant 90 dies de dos decrets legislatius -el 1.090 i el 1.064-, però els indígenes demanen la completa derogació de tots els decrets.

Per tant, la sortida al conflicte continua semblant difícil. Els protestants han abandonat bona part de les vies bloquejades, mentre Alan García adverteix que en el futur la policia podria actuar encara amb més "diligencia i energia per a imposar l'ordre i alliberar vies si són bloquejades de nou".

A les protestes contra els decrets, ara s'hi ha afegit la indignació contra la mort de desenes de persones -indígenes i policies- la setmana passada a Bagua, al nord del país, quan les autoritats van trencar per la força el bloqueig d'una carretera. Segons fonts oficials, fins a 24 policies van morir en l'operació, mentre que fonts indígenes asseguren que les víctimes entre els manifestants superen el centenar, i han denunciat que el Govern està intentant fer desaparèixer els cadàvers per fer baixar la xifra.

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Para mais informações: IPS Notícias, Pachamama Radio e Eusko Blog (recomendado)
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terça-feira, 9 de junho de 2009

Massacres no Peru: O que a mídia não vê e nem se importa [Update]

Nesses últimos dias vimos o massacre que vem ocorrendo no Peru contra a população indígena que clama por seus direitos. Mais de 50 mortos, de ambos os lados (indígenas na maioria mas também policiais) em uma violência que o Presidente do país, Alan Garcia, não consegue nem quer acabar - este se limita a apontar o dedo para os indígenas, como se criminosos fossem.

Uma amiga minha Peruana esteve nas manifestações indígenas - felizmente não sofreu nada e está bem - e mandou essa msg pelo Facebook:

“Por la solidaridad con los fallecidos (indígenas y policías), por el cese a la violencia, por un gobierno que sea capaz de reconocer y responsabilizarse por sus grandes y fatales acciones e inacciones, por el respeto a los derechos de todos y de los menos favorecidos, por la selva: Este jueves 11 de junio, gran marcha para decir Basta!!”

E uma outra sobre a situação:

” la situación aquí es extrema… hay muchos fallecidos policías e indígenas, lo peor es que la muerte de estos segundos se relativiza o no se informa… la gente llama pidiendo ayuda y respeto a sus derechos, mientrsa que la normatividad que desencadenó todo esto sigue vigente… estamos ahora tratando que las cosas no se agraven aún más… espero que la ciudadanía actúe para contrarrestar en algo esta situación, y que el gobierno haga una salida pacífica de una vez por todas…”

Slide com algumas imagens - fortes - do massacre: Alan Garcia Asesino!
Como se vê, está feio. A Anistia Internacional já se manifestou:
"A organização civil Anistia Internacional, de proteção aos direitos humanos, manifestou hoje "muita preocupação" com a "situação crítica" na Amazônica peruana, após os confrontos da última sexta-feira (5) entre indígenas e a polícia, que causou ao menos 31 mortes. "O direito à vida, à integridade física e à liberdade contra a tortura e os maus tratos deve ser respeitado em todo momento", declarou Nuria García, investigadora da organização no Peru. "
Genocídio!
A ministra venezuelana para os Povos Indígenas, Nicia Maldonado, chamou hoje de "genocídio" as operações realizadas pela polícia peruana na cidade de Bagua, norte do país, onde ao menos 30 pessoas já morreram desde a última sexta-feira.
"Mais uma vez, mostra-se o atropelo aos quais sempre foram sujeitos os povos indígenas, sobretudo durante a época dos governos neoliberais", enfatizou. "Condenamos categoricamente este genocídio cometido contra nossos irmãos."
O líder do movimento indígena, Alberto Pizango, pediu asilo à embaixada da Nicarágua, temendo perseguições polícias e tentativas de assassinato e a Ministra Peruana para assuntos da Mulher renunciou ao cargo em protesto.
"A Ministra da Mulher e Desenvolvimento Social, Carmen Vildoso, renunciou hoje de forma inapelável ao cargo depois dos conflitos ocorridos em Bagua na sexta-feira passada e que deixaram, até o momento, 24 policiais mortos e um número indeterminado de índios desaparecidos."
Mais informações no CMI, Estado Anarquista, Vi o Mundo e copio abaixo matéria do Nationalia sobre o caso:

El conflicte entre indígenes i exèrcit a l'Amazònia peruana assoleix dimensions crítiques

09/06/2009

Algunes fonts parlen de fins a 30 indígenes i 22 policies morts des de divendres passat · Alberto Pizango, el líder de referència del moviment indígena al Perú, s'ha refugiat a l'ambaixada de Nicaragua · Els pobles de la selva amazònica han aturat el país per protestar contra els decrets del Govern peruà, que autoritzen l'explotació privada del gas i el petroli del territori.

L'Amazònia del Perú ha passat en pocs dies de la tensió al conflicte obert entre els indígenes de la selva i les forces de l'Estat, amb la matança de divendres com a punt àlgid. Més de 50 persones, entre indígenes i cossos de seguretat, van morir a la regió de Bagua, en uns fets que no han pogut ser aclarits degut a les grans diferències entre la versió dels fets que ha explicat l'exèrcit i la dels testimonis indígenes i activistes.

Tal com informa IPS News, les autoritats defineixen els fets de divendres a Bagua com un enfrontament entre els manifestants que havien tallat una carretera i la policia, durant el qual els indígenes van retenir i assassinar vint-i-dos policies, mentre que nou manifestants van morir a conseqüència durant els fets. Els altres, en canvi, sostenen que la policia i l'exèrcit van atacar la població quan molta gent encara dormia, van matar almenys quaranta indígenes i se'n van endur els cossos. Segons aquesta versió, fou després de l'atac que un grup d'indígenes revoltats va segrestar i degollar un nombre indeterminat d'agents de policia.

Siguin quines siguin les xifres, la situació és greu i ha estat condemnada per desenes d'organitzacions de defensa dels drets humans d'arreu del món. El Govern d'Alan García ha declarat el toc de queda a Bagua i ha explicat que "hi ha una conspiració per impedir-nos utilitzar la nostra riquesa natural". El president peruà no va dubtar a incriminar, sense dir noms, els seus adversaris regionals -especialment Veneçuela i Bolívia- tot preguntant-se quines són "les xarxes internacionals que fomenten els disturbis".

Els pobles nadius amazònics, agrupats sota les sigles d'AIDESEP (Associació Interètnica de Desenvolupament de la Selva Peruana), protagonitzen des del passat 9 d'abril una gran protesta en forma de bloqueigs de carreteres i de rutes fluvials, i ocupacions d'instal·lacions petrolíferes, perquè el Govern d'Alan García faci marxa enrere en l'aplicació de deu decrets legislatius que volen promoure la inversió privada en els territoris habitats pels pobles indígenes. Aquests asseguren que les lleis els obligaran a deixar les seves terres i possibilitaran la destrucció de la selva, i recorden que la Comissió de Constitució i la Defensoria del Poble -ambdós òrgans institucionals- han dit que els decrets són anticonstitucionals. Els decrets també violen alguns tractats internacionals, com el Conveni 169 de l'OIT.

Ordre de captura i fugida de Pizango
Amb tot això, el principal interlocutor dels indígenes en revolta, Alberto Pizango -líder de l'AIDESEP- ha demanat asil polític a l'Estat de Nicaragua, ja que Lima ha decretat contra ell una ordre de recerca i captura pels delictes de sedició, homicidi qualificat i atac a les forces armades. La Fiscalia de l'Estat l'acusa d'haver instigat els enfrontaments de divendres passat. Pizango resta refugiat a l'ambaixada nicaragüenya del Perú, a l'espera de saber si se li concedeix l'asil polític.

Crítiques i mostres de preocupació a escala internacional
Els fets ocorreguts a l'Amazònia peruana durant les darreres setmanes ràpidament han travessat fronteres. Els pobles nadius han recollit la solidaritat de bona part de les organitzacions indígenes del continent sud-americà, entre les quals hi destaca la de la Coordinadora Andina d'Organitzacions Indígenes. A la seva web hi ha un recull de les altres organitzacions que han expressat el suport als peruans revoltats.

Amnistia Internacional ha alertat que la situació és crítica, ha demanat a les autoritats "proporció" en les seves accions i als indígenes que aturin la violència. Una altra entitat internacional, Survival International, ha demanat a les companyies petrolíferes que abandonin la zona fins que Lima no solucioni el què han anomenat com "el Tiananmen de Perú".

A Catalunya, les organitzacions AlterNativa i Lliga dels Drets dels Pobles estan fent un seguiment dels esdeveniments gràcies a personal que tenien desplaçat sobre el terreny.

Imatges: Mobilització indígena i Alberto Pizango (AIDESEP).

Més informació:


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Update:

Governo Peruano cede! Mas apenas parcialmente.

"De acordo com o PNP, ao suspender a vigência da lei, o Estado peruano quer "iludir" os indígenas e tentar enfraquecer sua mobilização, que já dura 62 dias."

Congresso peruano suspende lei que gerou protestos indígenas

10 de junho de 2009 • 16h56 • atualizado às 18h59

O Congresso do Peru aprovou hoje a suspensão durante 90 dias de uma polêmica lei que gerou uma série de protestos indígenas, que no fim de semana passado deixaram pelo menos 33 mortos.

A iniciativa, que suspende o decreto 1.090, obteve 57 votos a favor, 47 contra e uma abstenção.

O Governo contou com o apoio da aliança conservadora União Nacional, a fujimorista Aliança pelo Futuro e a independente Aliança Nacional, enquanto o Partido Nacionalista Peruano votou contra e protestou no plenário, exigindo a revogação da lei.

O decreto 1.090 busca regulamentar e supervisionar a gestão e aproveitamento sustentável dos recursos florestais, incluindo concessões de ecoturismo e de conservação, através de uma autoridade subordinada ao Ministério da Agricultura.

Sua criação responde ao pedido dos Estados Unidos de que o Peru tenha uma entidade para investigar as infrações na gestão do sistema florestal e garantir que a madeira comercializada não tenha origem ilícita, condição imposta por esse país para a aprovação do tratado de livre-comércio promulgado por ambos os Governos no ano passado.

No entanto, os povos amazônicos e ONGs que os apoiam reivindicam a revogação dessa norma, porque as comunidades indígenas não foram consultadas para a aprovação, conforme o disposto pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

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domingo, 19 de abril de 2009

Fujimori na frente....

"Keiko Fujimori lidera as pesquisas graças à condenação de seu pai"

Até agora:

Keiko Fujimori (filha do assassino): 35%
Luis Castañeda (Prefeito de Lima e membro de uma coalizão Democrata Cristã): 19%
Ollanta Humala (Controverso líder de Esquerda e "etnocacerista", seja lá o que for isso): 17%

Tudo bem que ainda falta algum tempo até as eleições, que são em 2011 mas desde início o título da matéria já assusta. Como alguém pode liderar as pesquisas por sue pai ter sido condenado pelos crimes cometidos enquanto presidente?

Que tipo de país aprova a filha de um criminoso e assassino porque este foi acertadamente processado e condenado?

Esta, se vencer, ainda indultará seu pai. É vergonhoso!
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terça-feira, 7 de abril de 2009

Fujimori!

Maravilhosa notícia, Fujimori passará os próximos 25 anos na cadeia.

Depois de estuprar um país, com perseguições políticas, prisões, tortura e assassinatos de inocentes, finalmente um dos maiores criminosos da AL vai para a cadeia!

A cara de pau da figura é tanta que chegou a gritar "Sou inocente" ao ouvir sua sentença!

Ele deve ser adepto da máxima "uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade". Felizmente, só para ele que deve ter repetido para si mil vezes que era inocente.

O mais impressionante é saber que o crápula ainda tem apoiadores!

Se fossem trancados todos com ele o mundo não sentiria falta.

Nestes links é possível encontrar boas leituras sobre o assunto:

ADITAL e Eusko Blog
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