Voto em Maringoni porque a política precisa não só de renovação, mas de ideologia.
De uma nova ideologia política que não seja travestida de malufismos, nem seja azulada ou disfarçada de bons costumes. Uma política que seja ligada aos movimentos sociais, à cultura e que seja feita com seriedade, mas sem esquecer o humor.
Precisamos desenhar uma nova cidade, caminhar juntos e lutar pelos direitos das minorias, dos criminalizados e marginalizados e tenho certeza de que Gilberto Maringoni será um aliado nesta e em outras causas. Maringoni e o PSOL não estão aliados com o que há de pior na direita brasileira, não estão aliados com setores fundamentalistas das igrejas e não fazem promessas que, mesmo que cumpridas, não passarão de uma farsa populista inócua.
Conheço o Maringoni por sua atuação tanto no ensino quanto nos movimentos sociais e, especialmente, por seus desenhos, seus cartoons e por toda a politização que busca, através da cultura, levar a todos e todas e recomendo o voto, não irão se arrepender.
Conheça o site da campanha do Maringoni, participe da campanha e, no dia da eleição, vote 50550
Blog de comentários sobre política, relações internacionais, direitos humanos, nacionalismo basco e divagações em geral... Nome descaradamente baseado no The Angry Arab
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Eu apoio Maringoni vereador! PSOL 50550!
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Sobre o salário dos vereadores: Ter ou não ter?
Li a seguinte notícia recentemente na revista Época:
O senador Cyro Miranda (PSDB-GO) quer acabar com a remuneração de vereadores nos municípios com menos de 50 mil habitantes. Ele apresentou uma proposta de emenda constitucional nesse sentido. Se for aprovada, muda política em quase 90% das cidades brasileiras, muitas das quais têm dificuldade em arcar com a folha de pagamento dos vereadores. De acordo com levantamento da assessoria de Miranda, o Brasil é um dos poucos países que pagam salário aos seus vereadores de todas as suas cidades. Na maioria do países, o trabalho do vereador é visto como serviço à comunidade.Á primeira vista, como discordar? Políticos sanguessugas e corporativistas interessados apenas em garantir feudos nas suas cidades deveriam receber salários? Claro que não, o cidadão de bem responderia.
Felipe Patury
Mas e quanto àquele militante social, aquele professor, aquele ativista dedicado que consegue com muito esforço e trabalho de base se eleger fará para se sustentar se não é um empresário riquíssimo e representar a população?
Este(s) projeto(s) é(são) típico(s) de partidos e políticos fisiológicos que jogam para a torcida, pois jamais seriam aprovados (corporativismo, lembrem-se), mas são populares e fazem o nome do político que os propõem.
Quem apoia tais projetos é, no mínimo, ingênuo. E posso dizer que eu mesmo já cheguei a achar que este tipo de projeto era uma boa idéia! Oras, políticos ganham muito, para que? Já são ricos!
Mas isto apenas mascara o principal problema da política brasileira, a eleição de magnatas, de elites que não representam a população mas que chegam lá graças à sua riqueza e ao financiamento normalmente espúrio de campanha. Elimianr os salários seria um proibitivo a mais para que pessoas do povo pudessem representar o povo que as elegeu, pois como iriam se sustentar, já que não são ricos?
Cargos políticos, hoje, servem na maioria das vezes para que ricos aumentem suas contas ou assegurem suas riquezas. O problema, logo, não é o salário, mas a forma como se encaram os cargos - no caso, o de vereador.
A solução é uma nova interpretação da política municiapl, a conscientização do povo sobre a importância do cargo e a busca por uma mobilização popular para que pessoas comprometidas com os interesses do povo sejam eleitos.
Agora, é óbvio que os salários, somados às mil "ajudas" são absurdos, mas não é isto que está em questão.
Sem salário, o cargo de vereador se torna inalcançável para membros do povo e elitizariam ainda mais o cargo. E qual a desculpa para que o fim dos salários valha apenas para cidades menores? Uma cidade com 50 mil habitantes é tão diferente assim de uma com 60 mil? Ou, ainda, quem vive em cidade de 50 mil habitantes pode se dar ao luxo de trabalhar de graça?
Porque, sejamos honestos, é possível conciliar uma jornada de 8h diárias com o trabalho de vereador? Quando se reuniriam, de madrugada?
O fim dos salários para vereadores é elitista e retrógrado e passa longe de discutir os reais problemas em torno do cargo.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Audiência Pública sobre a situação na Cracolândia
No dia 11 de janero estive na Câmara Municipal de São Paulo para acompanhar uma audiência pública sobre o que vem ocorrendo na chamada Cracolândia, na região da Luz. Muito blablabla, muitap resença de "autoridades", muito pouco espaço para os movimentos sociais se expressarem, acusações, disputas e quase nada de soluções, mas apenas promessas de boa vontade da parte dos vereadores e deputados estaduais presentes.
No início, o auditório Júlio Prestes estava lotado, inclusive com a presença da mídia - que provavelmente não citou sequer o evento em seus jornais -, mas dada a lenga-lenga típica de políticos (Jamil Murad conseguiu dar uma aula de como ser um anfitrião tedioso, sempre disposto a comentar por mais tempo que os discursos oficiais), aos poucos o local foi esvaziando e, como de costume, os movimentos sociais falaram quase que só para eles.
O assunto é de máxima importância e, no entanto, pouco ou nada ficou resolvido, mas ao menos pudemos ter acesso a algumas informações importantes, como as do presidente do Sindicato dos Guardas Municipais (GCM), Clóvis (vídeo 10), que denunciou o comando da GCM pela incitação clara à violência e anunciou a existência de uma "Ordem de Serviço 01" que obrigava todo GCM a retirar dos espaços públicos todo e qualquer sem-teto, não importando como. Ou seja, basicamente dando carta branca, ou melhor, obrigando ao uso da violência.
O Padre Júlio Lancelotti descreveu um cenário de pânico e terror onde ele mesmo foi abordado por policiais nada amistosos que se fazem isso com uma figura pública e um padre conhecido na região, imaginem com os "nóias", que não são sequer gente para a PM e para boa parte da população paulista (em especial elementos da elite racista e da classe mérdia).
Anderson, do Movimento Nacional de População de Rua traçou um panorama assustador da situação dos moradores de rua e da cracolândia, cobrando uma ação efetiva e não-policial, mas com saúde, educação, lazer e, enfim, respeito e dignidade.
O Desembargador Antônio Carlos Malheiro e o Presidente da AJD, Luis Fernando Vidal, fizeram seus discursos tendo em mente a necessidade de ação da justiça. Cumpriram seus papéis sem grandes necessidades de comentários.
Carlos Weiss, da Defensoria Pública de São Paulo "resumiu longamente" o trabalho feito pela defensoria na região ao passo que o Deputado Estadual Major Olímpio, para surpresa de muitos - e minha em especial - fez um excelente discurso criticando a ação da polícia no local e exigindo respeito e dignidade para a população em situação de rua. Saiu bastante aplaudido.
No início, o auditório Júlio Prestes estava lotado, inclusive com a presença da mídia - que provavelmente não citou sequer o evento em seus jornais -, mas dada a lenga-lenga típica de políticos (Jamil Murad conseguiu dar uma aula de como ser um anfitrião tedioso, sempre disposto a comentar por mais tempo que os discursos oficiais), aos poucos o local foi esvaziando e, como de costume, os movimentos sociais falaram quase que só para eles.
O assunto é de máxima importância e, no entanto, pouco ou nada ficou resolvido, mas ao menos pudemos ter acesso a algumas informações importantes, como as do presidente do Sindicato dos Guardas Municipais (GCM), Clóvis (vídeo 10), que denunciou o comando da GCM pela incitação clara à violência e anunciou a existência de uma "Ordem de Serviço 01" que obrigava todo GCM a retirar dos espaços públicos todo e qualquer sem-teto, não importando como. Ou seja, basicamente dando carta branca, ou melhor, obrigando ao uso da violência.
O Padre Júlio Lancelotti descreveu um cenário de pânico e terror onde ele mesmo foi abordado por policiais nada amistosos que se fazem isso com uma figura pública e um padre conhecido na região, imaginem com os "nóias", que não são sequer gente para a PM e para boa parte da população paulista (em especial elementos da elite racista e da classe mérdia).
Anderson, do Movimento Nacional de População de Rua traçou um panorama assustador da situação dos moradores de rua e da cracolândia, cobrando uma ação efetiva e não-policial, mas com saúde, educação, lazer e, enfim, respeito e dignidade.
O Desembargador Antônio Carlos Malheiro e o Presidente da AJD, Luis Fernando Vidal, fizeram seus discursos tendo em mente a necessidade de ação da justiça. Cumpriram seus papéis sem grandes necessidades de comentários.
Carlos Weiss, da Defensoria Pública de São Paulo "resumiu longamente" o trabalho feito pela defensoria na região ao passo que o Deputado Estadual Major Olímpio, para surpresa de muitos - e minha em especial - fez um excelente discurso criticando a ação da polícia no local e exigindo respeito e dignidade para a população em situação de rua. Saiu bastante aplaudido.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
10:30
Audiência Pública sobre a situação na Cracolândia
2012-01-13T10:30:00-02:00
Raphael Tsavkko Garcia
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Estudantes protestam na Câmara Municipal e garantem reunião!
Em vários momentos os vereadores que discursavam eram interrompidos por gritos dos manifestantes insatisfeitos com as besteiras e absurdos ditas por estes. Foi um festival de PDTista desrespeitando os estudantes, do presidente da audiência nos chamando de moleques, de um secretário de transportes - Marcelo Branco - dando respostas evasivas e absurdas... Mas no fim ficou ao menos acertada uma negociação de verdade com o Executivo municipal.
Digno de nota foram as vaias que Netinho (do PCdoDEM) recebeu ao tentar piorar a situação e passar por cima do direito dos estudantes de falarem na tribuna, as boas intervenções dos vereadores do PT e o papel ridículo de Jamil Murad (também do PCdoDEM) de tentar comandar a situação e ainda dar depoimento defendendo aliança com Kassab.
Seguem vídeos e fotos da conturbada manhã, que rendeu corre-corre, cenas de violência policial felizmente contidas e muitos xingamentos contra o vereador Police Neto, presidente da casa.
Mais fotos:
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Secretário dos Transportes Marcelo Branco |
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Estudantes em frente ao estacionamento depois de perseguir o Police Neto |
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Estudantes esperando os que estavam na galeria da Câmara Municipal descerem em segurança |
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Fim da perseguição ao Police Neto, no estacionamento da Câmara Municipal |
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Palavras de ordem |
PT vai à Justiça impugnar planilha usada para aumentar passagem de ônibus
Diante da ausência de explicações da Prefeitura de São Paulo, os vereadores do PT vão acionar a Justiça para impugnar a planilha usada pela administração para calcular a nova tarifa de ônibus em São Paulo, que no início de janeiro subiu de R$ 2,70 para R$ 3,00. A Bancada também vai encaminhar ao Tribunal de Contas do Município um questionamento sobre os valores contidos na planilha, que está inflacionada.
A passagem de ônibus na cidade de São Paulo vem sendo reajustada acima da inflação nos últimos anos, mas os investimentos para melhorar o transporte público (construção de mais corredores de ônibus, por exemplo) não são feitos. Por trás disto pode estar uma manobra eleitoral da gestão Kassab de aumentar pesadamente a tarifa agora para não precisar dar reajuste em 2012, ano de eleição municipal.
Na audiência pública realizada hoje de manhã na Câmara Municipal de São Paulo, o secretário dos Transportes, Marcelo Cardinale Branco, não respondeu à reivindicação dos integrantes do Movimento Passe Livre – que exigem o cancelamento do reajuste – e nem explicou as contradições nos valores da planilha apontadas pelos vereadores do PT. Para calcular a nova tarifa, a São Paulo Transportes usou como referência do preço do óleo diesel o valor de R$ 1,8543 o litro, mas a Petrobrás vende o produto a R$ 1,70 o litro na cidade de São Paulo.
Considerando que o sistema de transporte consome, mensalmente, aproximadamente 37,9 milhões de litros, e adotando-se o valor de $ 1,70, a diferença representaria uma economia de R$ 5,85 milhões/ mês (ou R$ 70 milhões ano) com gasto de combustível. Só aí o valor da tarifa já poderia ter uma redução de R$ 0,05 (cinco centavos) por passageiro pagante.
Outro dado que chama a atenção na planilha é o gasto com pneus, que saltou de R$ 280,00 para R$ 670,00. Além disso, entre março de 2005 – quando a tarifa custava R$ 2,00 – e janeiro de 2011, em que chegou aos R$ 3,00 (reajuste de 50%, contra uma inflação de 30% no período), o gasto com subsídio da passagem cresceu 232%, saltando de R$ 224 milhões, em 2005, para R$ 743 milhões em 2011 (valor que consta do orçamento municipal).
Tais números são injustificáveis e mostram que a planilha usada pela SPTrans é irreal e está inflacionada. O PT defende que ela seja submetida a uma auditoria independente para apurar corretamente os valores.
Ao final da audiência, o presidente da Câmara Municipal comprometeu-se em marcar uma reunião de negociação entre o MPL e o Executivo, com a participação do Legislativo, antes da próxima manifestação de rua contra o aumento abusivo da passagem, marcada pelo movimento para a próxima quinta-feira (17).
Ver. Ítalo Cardoso
Líder da Bancada do PT
Câmara Municipal de São Paulo
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
17:15
Estudantes protestam na Câmara Municipal e garantem reunião!
2011-02-15T17:15:00-02:00
Raphael Tsavkko Garcia
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