Reparem num detalhe fundamental: O grito de "É Campeão" dos garis.
O
pobre foi ensinado a gritar gol. A comemorar gol e depois voltar pra
casa quieto, num trânsito de merda, num transporte público de merda...
Para voltar pra favela, pra periferia, pros extremos. Alegria é (era) o
futebol, o título, o gol.
Não mais.
Os garis
representam uma das classes mais exploradas e humilhadas. São
considerados sujos, quando não lixo. São invisíveis, ou motivo para
cruzar a rua.
Não mais.
Deram uma lição a todos os movimentos, sindicatos, partidos... Uma lição de que a luta muda, de que quem luta vence.
Precisamos aprender com os garis, que nos ensinaram uma grande lição. A
luta foi deles. Sem sindicatos, sozinhos. Começaram na raça e foram
angariando apoio, mas foram ELES que lutaram e conquistaram o que lhes é
de direito.
Dignidade.
Não ganharam só salário e benefícios, mas ganharam dignidade, visibilidade, respeito.
Obrigado garis! E parabéns!
"Garis Unidos JAMAIS SERÃO VENCIDOS" ! Lindo demais.
Vocês tem noção que uma das classes mais exploradas,tratadas como lixo, das mais mal pagas e "baixas" DERROTOU O PTMDB?
Que lição pro país! Lição pra movimentos, sindicatos, partidos, pra todos e todas! Só a luta muda a vida!
OOOOOOHHHHH O GARI ACORDOU!
E acordou o Brasil todo! Pras ruas!
Blog de comentários sobre política, relações internacionais, direitos humanos, nacionalismo basco e divagações em geral... Nome descaradamente baseado no The Angry Arab
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segunda-feira, 10 de março de 2014
A vitória dos Garis e a analogia do futebol
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Violência: O futebol brasileiro morre mais um pouco
![]() |
| Tem um torcedor do Vasco sendo morto ali no meio.... |
Não aparece viv'alma da CBF para resolver os problemas posteriores.
Logo a CBF e os "legisladores" proporão "soluções" geniais, como banir torcidas organizadas. Coisa de gênio! Resolve muita coisa. Por exemplo acabaram com a Mancha Verde e o que aconteceu? Fundaram a Mancha Alviverde. E, se banirem todas e proibirem que se fundem novas teremos torcidas organizadas na ilegalidade, existindo sem que o Estado possa exercer qualquer controle.
Não, temos de defender as Organizadas, obrigá-las a se tornar organizações de fato, para que possam ser multadas, responsabilizadas. E, a melhor solução é a de identificar CADA bandido nas organizadas, todos com suas caras estampadas na TV, e baní-los para o resto da vida (além de colocá-los detrás das grades).
Não adianta banir bandeiras, forçar o torcedor a ficar sentado e em cadeira numerada. Isso é matar o futebol brasileiro sem tocar no problema, sem tocar nos violentos e na estrutura que os mantém.
E, como disse logo no começo, o MP-SC impediu a PM de entrar no estádio, mas como lembrou no Twitter a Rosangela Basso:
Agora, fala sério: Precisar de PM p reprimir um monte de torcedor enquanto a segurança nas ruas está cada dia pior é muita sacanagem
![]() |
| Identificar, prender e banir |
PM não traz segurança. Ela reprime. E mesmo neste jogo foi o que ela fez, jogando bombas a esmo, mesmo junto a torcedores que nada faziam, enchendo o estádio de gás. Um preparo e treinamento exemplares.
A necessidade da PM e de forte esquema de segurança apenas denuncia o problema: Do futebol e do país.
E não se enganem, a violência nos estádios não é algo estranho, não é algo isolado: É reflexo da sociedade. Reflexo de uma sociedade violenta, excludente, socialmente injusta. O futebol como válvula de escape não cumpre sua função... ou cumpre, mas pelo lado errado. As frustrações de indivíduos brutalizados pelas condições sociais, econômicas, vai ao estádio e desconta sua frustração da forma única que conhece.
Não adianta PM, pois ela é parte do problema (dentro e fora do estádio), é preciso políticas públicas e sociais.
Cabe ao Bom Senso impor soluções à CBF e Globo. E cabe à sociedade forçar CBF e Globo (sim, ambas organizações, ambas donas do futebol) a ouvir os jogadores e a sociedade e buscarem soluções de verdade, não paliativos inúteis.
Podem construir centenas de estádios bilionários, pouco importa se não há estrutura. Estrutura de transporte, estrutura de segurança, estrutura humana.
![]() |
| Típico bandido que Globo, CBF, polícia e governos dizem ser incapazes de identificar, trancafiar e banir dos estádios |
Pouco importa o resultado do jogo. O futebol está manchado, foi novamente manchado. Com a conivência da CBF, Clubes, Organizadas, Globo e nossa. Sim, nossa, que ficamos apenas lamentando sem qualquer pressão efetiva sobre os mandantes do futebol.
Ano que vem teremos Copa. Vai ser lindo...
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
O Maracanã perde a sua alma
Ao custo de mais de um bilhão de reais (R$1,3 bilhões) o Maracanã, ou Estádio Mário Filho, foi mais uma vez reformado. Desta vez, porém, foi desfigurado, diminuído, tornado uma "arena", modernizada e sem alma.
Não iremos nunca mais entrar no Maracanã e nos surpreender com seu tamanho, com sua beleza. Entrar no Maracanã era uma experiência única, era ficar boquiaberto, sem fôlego quando lotado, com duas torcidas ocupando cada espaço de seu interior. Era uma experiência única para a torcida e para os times e nunca era igual a experiência de ir ao grande templo do futebol brasileiro.
Mais que um cartão postal, era um símbolo e uma referência, a alma carioca e da pátria de chuteiras. Hoje resta apenas a casca. Uma casca superfaturada que será praticamente doada ao Eike Batista pelo governo do PMDB e PT. "Comprado" por nem bem 10% do valor da última reforma. Um prejuízo em todos os sentidos, tanto material quanto afetivo. Por 181 milhões, Eike será dono do Maracanã por 35 anos, lucrando 150 milhões por ano, e não mais o povo, não mais o torcedor.
Hoje o que resta é um Cabralzão, um Maracarena, um estádio acanhado, apenas uma casca vazia, comportada, onde torcedores poderão (deverão?) torcer de acordo com o que manda a FIFA, sentados, quietos, como bons europeus. Quem tiver dinheiro para pagar as entradas, obviamente, o objetivo das novas arenas é a de garantir que o pobre não mais tenha acesso e se misture com a elite.
Um dos últimos espaços populares efetivamente dignos deste nome, o Maracanã e diversos outros estádios pelo país estão sendo elitizados, transformados em simulacros do país que sonha o PT - se este realmente elevasse a renda ao invés de maquiar dados reduzindo a renda necessária para se considerar um indivíduo de classe média, a classe que em tese deveria frequentar os estádios.
Os estádios da copa são, aliás, apenas a ponta do iceberg na onda privatizante do PT de Dilma e de Lula. Nosso petróleo está sendo vendido para o mesmo amigo Eike, que já é dono de marcos como o Hotel Glória e planeja destruir a Marina da Glória e o Aterro, nossos aeroportos estão sendo virtualmente doados para empresas estrangeiras, nossas estradas estão sendo vendidas no mesmo modelo que o PSDB as vendia em São Paulo (e eram criticados, vejam só, pelo PT)... Dentro de pouco tempo o que nos restará?
O Maracanã é mais um símbolo que se vai, que é privatizado, descaracterizado, destruído.
Ao lado dele se vão ainda os estádios de atletismo e natação, históricos para suas respectivas modalidades, mas obsoletos no novo projeto privado. Ainda no mesmo complexo que tantas alegrias nos trouxe fica o Museu do Índio, casarão antigo e importante em nossa história há anos ocupado por indígenas que pleiteavam um verdadeiro museu, ou mesmo um centro de ensino para seus povos.
Foram removidos com violência. Tentaram resistir, a população ao seu lado tentou resistir, mas a força do capital e a força motora da destruição de tudo que parece obsoleto e incapaz de gerar lucros àqueles que financiam as campanhas de políticos venceu.
Os índios foram expulsos, a vida do local foi expulsa e, como o Maracanã, restou apenas uma casca vazia.
Fala-se que o Maracanã, construído em 1950, foi um dos responsáveis pelo fim ou pelo início do fim dos clubes menores do Rio. Os grandes não iam mais aos bairros, mas os pequenos tinham que ir ao Maracanã para jogar longe de suas torcidas. Hoje apenas América, Bangu e Goytacaz ainda mantém torcidas que se mostram presentes nos jogos de suas equipes, os demais não empolgam.
Verdade ou não, é fato que a morte do Maracanã vem junto com o visível declínio do futebol no Rio de Janeiro. Presença pífia, rendas vergonhosas, resultados medíocres e nenhum interesse por parte da torcida ou das torcidas no campeonato que um dia foi o mais importante e forte do país.
A morte do Maracanã é também a morte do futebol carioca, da sua segunda morte, ou ao menos de seu declínio, da morte de sua alma, do abandono de sua história, de suas raízes.
A transformação inevitável do futebol carioca - mas este também é um fenômeno que percorre todo o país - em um futebol de e para a elite, com estádios pensados para o conforto de um grupo e não para a festa popular e para a mistura de classes e raças, passa pela destruição do estádio que por tantos anos foi o símbolo de nosso futebol alegre, habilidoso, apaixonante.
O Maracanã perde sua alma, e o futebol brasileiro se perde.
Publicado originalmente na edição impressa do Jornalismo B, número 54
Não iremos nunca mais entrar no Maracanã e nos surpreender com seu tamanho, com sua beleza. Entrar no Maracanã era uma experiência única, era ficar boquiaberto, sem fôlego quando lotado, com duas torcidas ocupando cada espaço de seu interior. Era uma experiência única para a torcida e para os times e nunca era igual a experiência de ir ao grande templo do futebol brasileiro.
Mais que um cartão postal, era um símbolo e uma referência, a alma carioca e da pátria de chuteiras. Hoje resta apenas a casca. Uma casca superfaturada que será praticamente doada ao Eike Batista pelo governo do PMDB e PT. "Comprado" por nem bem 10% do valor da última reforma. Um prejuízo em todos os sentidos, tanto material quanto afetivo. Por 181 milhões, Eike será dono do Maracanã por 35 anos, lucrando 150 milhões por ano, e não mais o povo, não mais o torcedor.
Hoje o que resta é um Cabralzão, um Maracarena, um estádio acanhado, apenas uma casca vazia, comportada, onde torcedores poderão (deverão?) torcer de acordo com o que manda a FIFA, sentados, quietos, como bons europeus. Quem tiver dinheiro para pagar as entradas, obviamente, o objetivo das novas arenas é a de garantir que o pobre não mais tenha acesso e se misture com a elite.
Um dos últimos espaços populares efetivamente dignos deste nome, o Maracanã e diversos outros estádios pelo país estão sendo elitizados, transformados em simulacros do país que sonha o PT - se este realmente elevasse a renda ao invés de maquiar dados reduzindo a renda necessária para se considerar um indivíduo de classe média, a classe que em tese deveria frequentar os estádios.
Os estádios da copa são, aliás, apenas a ponta do iceberg na onda privatizante do PT de Dilma e de Lula. Nosso petróleo está sendo vendido para o mesmo amigo Eike, que já é dono de marcos como o Hotel Glória e planeja destruir a Marina da Glória e o Aterro, nossos aeroportos estão sendo virtualmente doados para empresas estrangeiras, nossas estradas estão sendo vendidas no mesmo modelo que o PSDB as vendia em São Paulo (e eram criticados, vejam só, pelo PT)... Dentro de pouco tempo o que nos restará?
O Maracanã é mais um símbolo que se vai, que é privatizado, descaracterizado, destruído.
Ao lado dele se vão ainda os estádios de atletismo e natação, históricos para suas respectivas modalidades, mas obsoletos no novo projeto privado. Ainda no mesmo complexo que tantas alegrias nos trouxe fica o Museu do Índio, casarão antigo e importante em nossa história há anos ocupado por indígenas que pleiteavam um verdadeiro museu, ou mesmo um centro de ensino para seus povos.
Foram removidos com violência. Tentaram resistir, a população ao seu lado tentou resistir, mas a força do capital e a força motora da destruição de tudo que parece obsoleto e incapaz de gerar lucros àqueles que financiam as campanhas de políticos venceu.
Os índios foram expulsos, a vida do local foi expulsa e, como o Maracanã, restou apenas uma casca vazia.
Fala-se que o Maracanã, construído em 1950, foi um dos responsáveis pelo fim ou pelo início do fim dos clubes menores do Rio. Os grandes não iam mais aos bairros, mas os pequenos tinham que ir ao Maracanã para jogar longe de suas torcidas. Hoje apenas América, Bangu e Goytacaz ainda mantém torcidas que se mostram presentes nos jogos de suas equipes, os demais não empolgam.
Verdade ou não, é fato que a morte do Maracanã vem junto com o visível declínio do futebol no Rio de Janeiro. Presença pífia, rendas vergonhosas, resultados medíocres e nenhum interesse por parte da torcida ou das torcidas no campeonato que um dia foi o mais importante e forte do país.
A morte do Maracanã é também a morte do futebol carioca, da sua segunda morte, ou ao menos de seu declínio, da morte de sua alma, do abandono de sua história, de suas raízes.
A transformação inevitável do futebol carioca - mas este também é um fenômeno que percorre todo o país - em um futebol de e para a elite, com estádios pensados para o conforto de um grupo e não para a festa popular e para a mistura de classes e raças, passa pela destruição do estádio que por tantos anos foi o símbolo de nosso futebol alegre, habilidoso, apaixonante.
O Maracanã perde sua alma, e o futebol brasileiro se perde.
Publicado originalmente na edição impressa do Jornalismo B, número 54
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sexta-feira, 9 de março de 2012
Aldo Rebelo e FIFA, o chilique de um bufão
Há coisa de uma semana, o Secretário Geral da FIFA, Gêrome Valcke, afirmou que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" para se mover e realizar todas as obras necessárias para a Copa. Em tese, ele não estava errado, mas é óbvio que não cabe à FIFA dar tal declaração e neste tom. Ele errou e a reação brasileira foi correta.
Imediatamentea piada o ministro dos Esportes Aldo Rebelo respondeu afirmando que não aceitaria mais Valcke como interlocutor.
A declaração, frente à total subserviência do governo brasileiro frente à FIFA, surpreendeu. Mas a surpresa durou pouco.
A pressa na provação da Lei Geral da Copa, que estupra as leis brasileiras e a dignidade do país, eliminando o direito à meia-entrada para estudantes e limitando este direito a ingressos mais baratos e que provavelmente serão os piores e para os piores lugares dos estádios e ainda criando o tosco instrumento do sorteio para tais ingressos, dentre outros absurdos, não se alterou.
Pressa, tudo feito nas coxas e do jeitinho que a FIFA queria. A FIFA cedeu um pouco, mas muito pouco. Enquanto isso brasileiros são expulsos de suas casas à força para dar lugar às obras e nada de infra-estrutura efetiva para o povo está sendo construído e feito para durar.
Nada de novos trens, metrôs, aeroportos... Estes, aliás, foram vendidos. Mais uma vez o governo dá razão ao deselegante Valcke e confirma que não tem capacidade para realizar as obras "necessárias".
Como se vê, tudo continuou saindo da forma que a FIFA planejava. O que demonstra que a declaração de Aldo contra Valcke não passou de um piti infantil, de um momento histérico usado para fingir independência e ousadia.
Pura balela.
Dias depois Aldo aceitou o pedido de desculpas (que na verdade não foi nada além de uma afirmação de que houve "erro na tradução" da frase do pontapé no traseiro) e as coisas continuam como antes: A toque de caixa, sem planejamento, sem qualidade e violando direitos.
É interessante notar que no ínfimo intervalo entre a declaração de que não aceitaria mais negociar, Aldo tenha voltado atrás com tanta facilidade. Arroubo de um farsante para enganar a platéia e para contentar a Milícia governista fingindo se livrar da subserviência frente à FIFA.
A farsa foi breve. Mas tem quem tenha acreditado. E o Brasil de Dilma pode agora se vangloriar de ser uma piada, tratado como lixo pela FIFA e comendo na sua mão.
Agora é só esperar que a legislação que tratará grevistas e manifestantes como terroristas seja aprovada, para alegria e gozo da FIFA, de Valcke e de Aldo/Dilma.
Imediatamente
A declaração, frente à total subserviência do governo brasileiro frente à FIFA, surpreendeu. Mas a surpresa durou pouco.
A pressa na provação da Lei Geral da Copa, que estupra as leis brasileiras e a dignidade do país, eliminando o direito à meia-entrada para estudantes e limitando este direito a ingressos mais baratos e que provavelmente serão os piores e para os piores lugares dos estádios e ainda criando o tosco instrumento do sorteio para tais ingressos, dentre outros absurdos, não se alterou.
Pressa, tudo feito nas coxas e do jeitinho que a FIFA queria. A FIFA cedeu um pouco, mas muito pouco. Enquanto isso brasileiros são expulsos de suas casas à força para dar lugar às obras e nada de infra-estrutura efetiva para o povo está sendo construído e feito para durar.
Nada de novos trens, metrôs, aeroportos... Estes, aliás, foram vendidos. Mais uma vez o governo dá razão ao deselegante Valcke e confirma que não tem capacidade para realizar as obras "necessárias".
Como se vê, tudo continuou saindo da forma que a FIFA planejava. O que demonstra que a declaração de Aldo contra Valcke não passou de um piti infantil, de um momento histérico usado para fingir independência e ousadia.
Pura balela.
Dias depois Aldo aceitou o pedido de desculpas (que na verdade não foi nada além de uma afirmação de que houve "erro na tradução" da frase do pontapé no traseiro) e as coisas continuam como antes: A toque de caixa, sem planejamento, sem qualidade e violando direitos.
É interessante notar que no ínfimo intervalo entre a declaração de que não aceitaria mais negociar, Aldo tenha voltado atrás com tanta facilidade. Arroubo de um farsante para enganar a platéia e para contentar a Milícia governista fingindo se livrar da subserviência frente à FIFA.
A farsa foi breve. Mas tem quem tenha acreditado. E o Brasil de Dilma pode agora se vangloriar de ser uma piada, tratado como lixo pela FIFA e comendo na sua mão.
Agora é só esperar que a legislação que tratará grevistas e manifestantes como terroristas seja aprovada, para alegria e gozo da FIFA, de Valcke e de Aldo/Dilma.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
10:30
Aldo Rebelo e FIFA, o chilique de um bufão
2012-03-09T10:30:00-03:00
Raphael Tsavkko Garcia
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Crise no Carnaval de São Paulo: Culpa da Globo e do ... PSDB?
Raciocínio (sic) corrente: A Globo armou o barraco na apuração das escolas de samba de São Paulo para ganhar ibope, afinal, tudo no país é manipulado pela Globo que, todos sabemos, se opôs à Lei Áurea (notem a ironia, por favor).
Outro raciocínio (sic), é o de que os bandidos da Gaviões da Fiel, tadinhos, arrumaram toda a confusão na apuração apenas porque se sentiam prejudicados pelo enredo de sua escola, qeu homenageia o Lula, não ter vencido, afinal, era perfeito e maravilhoso e os terríveis tucanos travestidos de jurados cortaram o barato do "companheiro".
Acreditem, são duas versões lidas em blogs e no twitter e com muita gente dando crédito.
O fato de torcida organizada não combinar com samba - e nem com futebol, sejamos honestos - não entra em pauta. São Paulo é governada pelo PSDB, logo, enredo com Lula teria de perder. Qualquer outra explicação é coisa de tucano, de psolista, de direitista...
É o culto à personalidade encontrando-se com o fanatismo petista em conluio com a violência típica de torcidas organizadas.
É fato que o primeiro imbecil a invadir a área de apuração, rasgar votos e escondê-los na cueca era do Império de Casa Verde, mas logo após este... "incidente", a torcida do Corinthians resolveu partir pra briga, continuando a depredar o que viam pelo caminho na Marginal, com direito a tocar fogo em um carro alegórico da Pérola Negra.
Pobre do Lula!
Enquanto as imagens eram claras e a torcida da Gaviões tocava o terror, lulistas fanáticos diziam que a Globo estava manipulando as imagens, que os pobres Corinthianos tinham direito a expressar sua raiva pela injustiça (O.o) de Lula ter perdido... Aliás, como se Lula em pessoa tivesse sido derrotado. Inconcebível!
Vejam um trecho:
Outro raciocínio (sic), é o de que os bandidos da Gaviões da Fiel, tadinhos, arrumaram toda a confusão na apuração apenas porque se sentiam prejudicados pelo enredo de sua escola, qeu homenageia o Lula, não ter vencido, afinal, era perfeito e maravilhoso e os terríveis tucanos travestidos de jurados cortaram o barato do "companheiro".
Acreditem, são duas versões lidas em blogs e no twitter e com muita gente dando crédito.
O fato de torcida organizada não combinar com samba - e nem com futebol, sejamos honestos - não entra em pauta. São Paulo é governada pelo PSDB, logo, enredo com Lula teria de perder. Qualquer outra explicação é coisa de tucano, de psolista, de direitista...
É o culto à personalidade encontrando-se com o fanatismo petista em conluio com a violência típica de torcidas organizadas.
É fato que o primeiro imbecil a invadir a área de apuração, rasgar votos e escondê-los na cueca era do Império de Casa Verde, mas logo após este... "incidente", a torcida do Corinthians resolveu partir pra briga, continuando a depredar o que viam pelo caminho na Marginal, com direito a tocar fogo em um carro alegórico da Pérola Negra.
Pobre do Lula!
Enquanto as imagens eram claras e a torcida da Gaviões tocava o terror, lulistas fanáticos diziam que a Globo estava manipulando as imagens, que os pobres Corinthianos tinham direito a expressar sua raiva pela injustiça (O.o) de Lula ter perdido... Aliás, como se Lula em pessoa tivesse sido derrotado. Inconcebível!
Vejam um trecho:
No caso da Escola de Samba Gaviões da Fiel, cuja temática abraçada foide homenagem a uma personalidade política de estima elevada entre as classes trabalhadoras, não seria razoável esperar que sua aprovação contasse com o endosso fácil dos jurados, na maioria recolhidos de extratos diversos da sociedade.
O veto esperado ao repertório de símbolos levados à avenida pela Gaviões de Fiel, só poderia portanto redundar em frustração e em repúdio dos foliões. Tampouco surpreendeu a explosão de violência que seguiu a uma nota politicamente motivada, que traduziu o inconformismo dos torcedores no sambódromo da cidade de São Paulo com resultados baseados em critérios personalistas de julgamento.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
10:30
Crise no Carnaval de São Paulo: Culpa da Globo e do ... PSDB?
2012-02-23T10:30:00-02:00
Raphael Tsavkko Garcia
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Comments
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Antropólogo da USP é espancado pela PM na Paulista
Carta recebida via listas de e-mail diversas com denúncia de antropólogo da USP espancado por um PM na Av. Paulista enquanto comemorava a vitória do Corinthians no dia 5 de dezembro. Não é preciso nem comentar o que está por trás, senão o típico sentimento de ódio contra torcedores de um time que representa historicamente (ao menos no imaginário) as classes mais pobres que, claro, são o alvo especial da PM marginal deste e de outros estados do país.
Sou vascaíno, sei que meu time foi roubado e que CBF e Globo conspiraram para garantir mais uma vitória ilegítima ao Corinthians, como em 2005, mas não posso aceitar que um torcedor seja vítima do ódio da PM por comemorar inocentemente a vitória de seu time, sendo esta vitória legítima ou não.
Segue a carta:
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A Meia-Entrada e a FIFA: Quando a soberania e os direitos não valem nada
A bola da vez entre ativistas e mídia é a discussão sobre a meia-entrada, que virou bode-expiatório na disputa entre governo e FIFA, ou melhor, na disputa entre nossas leis, direitos e soberania e a FIFA, que não se importa com nada disso.
Agnelo Queiroz, governador do DF foi o primeiro a ceder às pressões da FIFA. Se bem que, na verdade, cedeu de boa vontade, com sorriso no rosto, afinal, não é ele que terá direitos garantidos por lei negados.
O Ministro do Esportes ensaia aceitar, também sorrindo, diversas das imposições da FIFA e Dilma aparenta tentar resistir, mas até que ponto é jogo de cena, não posso garantir. Durona ela é, pena que tenha mostrado mais este lado contra funcionários públicos em greve.
A Folha publicou, no dia 10, uma carta minha em sua seção de leitores que, acredito, resume um pouco a ópera:
Diferentemente do que dizem alguns "Comunistas Ruralistas", a comparação da situação com as recentes condenações do Brasil na Corte e Comissão Interamericana de Direitos Humanos (sobre Lei da Anistia e Belo Monte respectivamente) é tosca e não resiste a uma análise mais aprofundada de um aluno de primeiro ano de Relações Internacionais.
O Brasil assinou e ratificou o Tratado de San José, que deu origem às duas CIDH's. O país é membro ativo da OEA e de ambas organizações de Direitos Humanos (inclusive com representante indicado na Comissão, o Paulo Sérgio Pinheiro), logo, não tem qualquer cabimento falar que respeitar uma decisão de organização cujos pactos foram assinados e ratificados pelo Brasil seriam uma quebra da soberania nacional, uma invasão estrangeira ou um atentado contra o país.
Já a FIFA é uma entidade privada, controlada por empresários. Isto, por si só, deveria ser explicação suficiente. Envolta em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro e o que mais puder ser lembrado, a FIFA representa apenas os interesses de meia dúzia de cartolas sem qualquer tipo de ligação sequer com a ampla maioria dos torcedores.
Não é preciso ser gênio para entender as diferenças. Mas é preciso ser Aldo Rebelo para passar por cima disso.
Mas, enfim, a questão da meia-entrada virou assunto do momento na intenção de desviar o foco da vulneração de direitos garantidos por lei aos brasileiros. E a coisa vai até além. Já que setores políticos não vêem problema na suspensão temporária de leis estaduais (a meia-entrada não é garantida por lei federal, mas por leis locais), foi votado o Estatuto da Juventude que, pese algumas críticas, garante a federalização do direito.
Sendo federal, a FIFA terá mais dificuldade em forçar mudanças. E o governo em justificar caso ceda. Daí nasce a imensa pressão midiática para pegar um detalhe - a meia-entrada - e demonizá-la, como forma de diminuir as pressões sobre a FIFA e facilitar que os "amigos empresários" garantam também seus lucros por aqui.
Parece estranho misturar o Estatuto da juventude, que foi bravamente defendido pela Manuela d'Ávila e pelo Jean Wyllys com a FIFA, mas são duas questões que se tocam, pois a criação de uma legislação federal coloca em risco os interesses da FIFA e já aparece aqui e ali "insatisfeitos" com um direito garantido e apenas "federalizado" dos estudantes, comentando como é absurdo garantir eia para vagabundos e etc.
A própria Manuela, aliás, também notou como os assuntos relacionados à meia-entrada - FIFA e Estatuto - se relacionam.
Sobre a meia-entrada em si, devo dizer que sou favorável à sua existência, mas como defensor do Estado forte que sou, vou além, defendo total gratuidade de transporte público para jovens e trabalhadores e gratuidade para todo espetáculo financiado com dinheiro público, via incentivos ou não.
Enquanto isto, acredito que o governo devesse fiscalizar e proibir lucros abusivos e absurdos e controlar os preços de ingressos par shows, por exemplo, evitando que, para se recuperar do pseudo-prejuízo da meia-entrada, oscanalhas empresários lucrem colocando os preços da "inteira" nas alturas.
Não apenas os lucros dos bancos devem ser limitados, mas também de aproveitadores travestidos de empresários do entretenimento.
Devemos pensar na meia-entrada como direito, mas, dentro disto, criar maneiras de garantir que nenhum lado seja prejudicado. Um evento foi totalmente financiado com dinheiro estatal? Qual o sentido, então de cobrar, para pagarmos duas vezes? Um vento teve financiamento parcial do Estado? Então pensemos em meia-entrada. Não há financiamento estatal, meia-entrada e talvez contrapartida governamental e por aí vai.
Acabei meio sem querer dando a idéia à Manuela de uma consulta pública sobre formas de reglamentar a questão da meia-entrada, garantindo ao máximo os direitos dos estudantes, dos artistas e etc. Vamos ver o que sai daí!
Não sou contra pensar em pensar formas de melhorar o sistema e garantir que todos os lados se beneficiem, mas JAMAIS aceitarei que se eliminem direitos garantidos por nós, estudantes.
Mas, entrementes, como sabemos que de um lado o governo (qualquer governo neste ponto) é frouxo demais para se mexer, e os preços continuarão abusivos, defendo a meia-entrada, pois sua extinção não garantirá que os preços caiam. Acreditar que os preços podem cair neste país é como acreditar no bicho-papão (se bem que o Aldo deve achar que tem um debaixo da sua cama, com camisa do Greenpeace e boné da USAID).
Enfim, resumindo, esse papo de meia-entrada é forma de mascarar o real problema de vulneração de direitos dos brasileiros e brasileiras e desculpa para a FIFA se aproveitar e lucrar como nunca.
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O Idec lançou uma campanha contra as imposições da FIFA. Assinem a petição e curtam a página no Facebook!
Agnelo Queiroz, governador do DF foi o primeiro a ceder às pressões da FIFA. Se bem que, na verdade, cedeu de boa vontade, com sorriso no rosto, afinal, não é ele que terá direitos garantidos por lei negados.
O Ministro do Esportes ensaia aceitar, também sorrindo, diversas das imposições da FIFA e Dilma aparenta tentar resistir, mas até que ponto é jogo de cena, não posso garantir. Durona ela é, pena que tenha mostrado mais este lado contra funcionários públicos em greve.
A Folha publicou, no dia 10, uma carta minha em sua seção de leitores que, acredito, resume um pouco a ópera:
Aparentemente muitos leitores da Folha ainda não compreenderam que, gostando ou não da meia-entrada, a questão vai além. O problema principal é a soberania brasileira. Quer dizer que abrir mão de leis para agradar a uma empresa estrangeira não é problema? Não se trata de gostar ou não da lei, e sim de aceitar que uma empresa possa nos fazer abrir mão de nossa legislação para maximizar lucros.E é exatamente este o ponto. Pouco importa o que A ou B acha da meia-entrada e sim o que significa sua suspensão baseada nas vontades de uma empresa estrangeira sem qualquer legitimidade para mandar o Brasil fazer nada.
RAPHAEL TSAVKKO GARCIA (São Paulo, SP)
Diferentemente do que dizem alguns "Comunistas Ruralistas", a comparação da situação com as recentes condenações do Brasil na Corte e Comissão Interamericana de Direitos Humanos (sobre Lei da Anistia e Belo Monte respectivamente) é tosca e não resiste a uma análise mais aprofundada de um aluno de primeiro ano de Relações Internacionais.
O Brasil assinou e ratificou o Tratado de San José, que deu origem às duas CIDH's. O país é membro ativo da OEA e de ambas organizações de Direitos Humanos (inclusive com representante indicado na Comissão, o Paulo Sérgio Pinheiro), logo, não tem qualquer cabimento falar que respeitar uma decisão de organização cujos pactos foram assinados e ratificados pelo Brasil seriam uma quebra da soberania nacional, uma invasão estrangeira ou um atentado contra o país.
Já a FIFA é uma entidade privada, controlada por empresários. Isto, por si só, deveria ser explicação suficiente. Envolta em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro e o que mais puder ser lembrado, a FIFA representa apenas os interesses de meia dúzia de cartolas sem qualquer tipo de ligação sequer com a ampla maioria dos torcedores.
Não é preciso ser gênio para entender as diferenças. Mas é preciso ser Aldo Rebelo para passar por cima disso.
Mas, enfim, a questão da meia-entrada virou assunto do momento na intenção de desviar o foco da vulneração de direitos garantidos por lei aos brasileiros. E a coisa vai até além. Já que setores políticos não vêem problema na suspensão temporária de leis estaduais (a meia-entrada não é garantida por lei federal, mas por leis locais), foi votado o Estatuto da Juventude que, pese algumas críticas, garante a federalização do direito.
Sendo federal, a FIFA terá mais dificuldade em forçar mudanças. E o governo em justificar caso ceda. Daí nasce a imensa pressão midiática para pegar um detalhe - a meia-entrada - e demonizá-la, como forma de diminuir as pressões sobre a FIFA e facilitar que os "amigos empresários" garantam também seus lucros por aqui.
Parece estranho misturar o Estatuto da juventude, que foi bravamente defendido pela Manuela d'Ávila e pelo Jean Wyllys com a FIFA, mas são duas questões que se tocam, pois a criação de uma legislação federal coloca em risco os interesses da FIFA e já aparece aqui e ali "insatisfeitos" com um direito garantido e apenas "federalizado" dos estudantes, comentando como é absurdo garantir eia para vagabundos e etc.
A própria Manuela, aliás, também notou como os assuntos relacionados à meia-entrada - FIFA e Estatuto - se relacionam.
Sobre a meia-entrada em si, devo dizer que sou favorável à sua existência, mas como defensor do Estado forte que sou, vou além, defendo total gratuidade de transporte público para jovens e trabalhadores e gratuidade para todo espetáculo financiado com dinheiro público, via incentivos ou não.
Enquanto isto, acredito que o governo devesse fiscalizar e proibir lucros abusivos e absurdos e controlar os preços de ingressos par shows, por exemplo, evitando que, para se recuperar do pseudo-prejuízo da meia-entrada, os
Não apenas os lucros dos bancos devem ser limitados, mas também de aproveitadores travestidos de empresários do entretenimento.
Devemos pensar na meia-entrada como direito, mas, dentro disto, criar maneiras de garantir que nenhum lado seja prejudicado. Um evento foi totalmente financiado com dinheiro estatal? Qual o sentido, então de cobrar, para pagarmos duas vezes? Um vento teve financiamento parcial do Estado? Então pensemos em meia-entrada. Não há financiamento estatal, meia-entrada e talvez contrapartida governamental e por aí vai.
Acabei meio sem querer dando a idéia à Manuela de uma consulta pública sobre formas de reglamentar a questão da meia-entrada, garantindo ao máximo os direitos dos estudantes, dos artistas e etc. Vamos ver o que sai daí!
Não sou contra pensar em pensar formas de melhorar o sistema e garantir que todos os lados se beneficiem, mas JAMAIS aceitarei que se eliminem direitos garantidos por nós, estudantes.
Mas, entrementes, como sabemos que de um lado o governo (qualquer governo neste ponto) é frouxo demais para se mexer, e os preços continuarão abusivos, defendo a meia-entrada, pois sua extinção não garantirá que os preços caiam. Acreditar que os preços podem cair neste país é como acreditar no bicho-papão (se bem que o Aldo deve achar que tem um debaixo da sua cama, com camisa do Greenpeace e boné da USAID).
Enfim, resumindo, esse papo de meia-entrada é forma de mascarar o real problema de vulneração de direitos dos brasileiros e brasileiras e desculpa para a FIFA se aproveitar e lucrar como nunca.
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O Idec lançou uma campanha contra as imposições da FIFA. Assinem a petição e curtam a página no Facebook!
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sábado, 21 de maio de 2011
CBF e o.... Sionismo? / CBF and the.... Zionism?
English version below
Marcelo vieira é lateral-esquerdo do Real Madrid (time conhecido por sua torcida fascista e por ter sido time do coração de Francisco Franco) e, até ontem, era dado como certo para disputar a Copa América e para os amistosos contra a Romênia e Holanda no começo do próximo mês.
O corte na seleção seria algo normal se o jogador não tivesse se envolvido em uma polêmica recentemente por apoiar a causa palestina.
No dia 15 de maio, dia da Nakba, ou Grande Catástrofe, a criação oficial do Estado Nazi-Sionista de Israel, Marcelo postou em seu facebook uma foto de um lutador palestino com a frase "My heart with Palestinian now as they fighting with Israel” ["Meu coração está com os palestinos em sua luta contra Israel", em tradução literal]. Foi o suficiente para que o facebook DELETASSE o perfil de Marcelo Vieira depois de pressão de Sionistas.
O primeiro absurdo do caso é o fato do facebook deletar a conta de um usuário por este manifestar solidariedade ao povo palestino. Que direito tem o facebook de deletar a conta de alguém, sem aviso, por defender uma causa política legítima? Não é a primeira vez que o Facebook deleta contas de militantes políticos ligados à causa palestina ou mesmo à causa basca, movimentos sociais, de esquerda e etc.
O segundo absurdo vem da CBF e do curioso corte do jogador logo depois de suas declarações. Será mera coincidência? Ou o mais puro Nazi-Sionismo tomando conta?
Uma página foi criada no facebook em homenagem ao jogador e centenas de pessoas estão postando mensagens de apoio e agradecimento pela sua clara defesa da Causa Palestina.
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Informações iniciais me foram passadas pela @ReginnaSampaio
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English version:
Marcelo Vieira is a left-winger playing for the Spanish team Real Madrid (known for his fascist supporters and as the team of the dictator Francisco Franco) and, until yesterday, he was considered as guaranteed to play in the Copa America and for the friendly matches against Romania and Netherlands early next month.
Not to be drafd this time for the Brazilian team would be something normal if the player had not been involved in a controversy recently by supporting the Palestinian cause.
On May 15, day of the Nakba, or Great Catastrophe, the official creation of the Nazi-Zionist state of Israel, Marcelo posted on his facebook a photo of a Palestinian fighter with the phrase "My heart with Palestinian now as they fighting with Israel”. It was enough for Facebook to DELETE Marcelo's profile after the pressure from the Zionists.
First, the absurdity of Facebook deleting the account of an user because of a demonstration of solidarity to the cause of the Palestinian people. What right has facebook to delete someone's account, without notice, for defending a legitimate political issue? It is not the first time that Facebook deletes accounts of political activists linked to the Palestinian cause or even linked to the Basque cause, to social movements, to the left and so on.
The second absurdity comes from the CBF [Brazilian Football Confederation] and the curious cut of the player from the national team shortly after his remarks. Is it mere coincidence? Or the pure Nazi-Zionist taken hold?
A Facebook page has been created to honor the player and hundreds of people are posting messages of support and gratitude for his clear defense of the Palestinian Cause.
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Marcelo vieira é lateral-esquerdo do Real Madrid (time conhecido por sua torcida fascista e por ter sido time do coração de Francisco Franco) e, até ontem, era dado como certo para disputar a Copa América e para os amistosos contra a Romênia e Holanda no começo do próximo mês.
O corte na seleção seria algo normal se o jogador não tivesse se envolvido em uma polêmica recentemente por apoiar a causa palestina.
No dia 15 de maio, dia da Nakba, ou Grande Catástrofe, a criação oficial do Estado Nazi-Sionista de Israel, Marcelo postou em seu facebook uma foto de um lutador palestino com a frase "My heart with Palestinian now as they fighting with Israel” ["Meu coração está com os palestinos em sua luta contra Israel", em tradução literal]. Foi o suficiente para que o facebook DELETASSE o perfil de Marcelo Vieira depois de pressão de Sionistas.
Two days later, the unexpected happened. Marcelo Vieira’s Official facebook page was shut down. Official Real Madrid website mentioned that the facebook administration received requests from Israelis to shut down the page as it was inciting violence against Israel by supporting the Palestinian Intifada.Interessante é a ausência total de repercussão do caso no Brasil, assim como em blogs pelo mundo. O jornal israelense YNET divulgou o caso (em hebraico, e aqui uma tradução) e alguns poucos blogs repercutiram.
O primeiro absurdo do caso é o fato do facebook deletar a conta de um usuário por este manifestar solidariedade ao povo palestino. Que direito tem o facebook de deletar a conta de alguém, sem aviso, por defender uma causa política legítima? Não é a primeira vez que o Facebook deleta contas de militantes políticos ligados à causa palestina ou mesmo à causa basca, movimentos sociais, de esquerda e etc.
O segundo absurdo vem da CBF e do curioso corte do jogador logo depois de suas declarações. Será mera coincidência? Ou o mais puro Nazi-Sionismo tomando conta?
Uma página foi criada no facebook em homenagem ao jogador e centenas de pessoas estão postando mensagens de apoio e agradecimento pela sua clara defesa da Causa Palestina.
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Informações iniciais me foram passadas pela @ReginnaSampaio
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English version:
Marcelo Vieira is a left-winger playing for the Spanish team Real Madrid (known for his fascist supporters and as the team of the dictator Francisco Franco) and, until yesterday, he was considered as guaranteed to play in the Copa America and for the friendly matches against Romania and Netherlands early next month.
Not to be drafd this time for the Brazilian team would be something normal if the player had not been involved in a controversy recently by supporting the Palestinian cause.
On May 15, day of the Nakba, or Great Catastrophe, the official creation of the Nazi-Zionist state of Israel, Marcelo posted on his facebook a photo of a Palestinian fighter with the phrase "My heart with Palestinian now as they fighting with Israel”. It was enough for Facebook to DELETE Marcelo's profile after the pressure from the Zionists.
Two days later, the unexpected happened. Marcelo Vieira’s Official facebook page was shut down. Official Real Madrid website mentioned that the facebook administration received requests from Israelis to shut down the page as it was inciting violence against Israel by supporting the Palestinian Intifada.Interesting is the total absence of repercussions of the case in Brazil, as well in blogs around the world. The Israeli newspaper YNET reported the case (in Hebrew, and more info in english here) and a few blogs reverberated.
First, the absurdity of Facebook deleting the account of an user because of a demonstration of solidarity to the cause of the Palestinian people. What right has facebook to delete someone's account, without notice, for defending a legitimate political issue? It is not the first time that Facebook deletes accounts of political activists linked to the Palestinian cause or even linked to the Basque cause, to social movements, to the left and so on.
The second absurdity comes from the CBF [Brazilian Football Confederation] and the curious cut of the player from the national team shortly after his remarks. Is it mere coincidence? Or the pure Nazi-Zionist taken hold?
A Facebook page has been created to honor the player and hundreds of people are posting messages of support and gratitude for his clear defense of the Palestinian Cause.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
16:30
CBF e o.... Sionismo? / CBF and the.... Zionism?
2011-05-21T16:30:00-03:00
Raphael Tsavkko Garcia
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Nós Decidimos!
Sob o lema de "Nosaltres Decidim, Som Una Nació" (Nós decidimos, somos uma nação), um milhão e meio de pessoas se reuniam no Sábado, dia 10 de julho, no centro de Barcelona, para deixar claro à Espanha que querem a independência da Catalunha que, hoje, permanece como uma simples região.
Presentes na marcha originalmente organizada pelo órgão de promoção da língua catalã Omnium Cultural, grupos dos mais diversos, que vão desde os que exigem maior autonomia (como por exemplo os Socialistas do PSC, braço regional do PSOE do Premier espanhol) até a independência completa da região (desde os conservadores da CiU, passando pelos Social-Democratas do ERC de esquerda até os radicais das mais diversas formações como Endavant, CUP e ICV-Verdes).
No total, mais de 1400 organizações, entre partidos, sindicatos, associações culturais e coletivos participaram e convocaram a manifestação que foi a maior já realizada em toda a história catalã. Ausentes apenas o PP e partidos "españolistas" minoritários sem participação no Parlamento local.
Por se dar na véspera da grande final – ironia do destino, com a participação da própria Espanha – a Catalunha foi deixada de lado. Porém, a escolha do dia não poderia ser mais simbólica.
A seleção espanhola que entraria em campo no dia seguinte para se tornar campeã era um belo exemplo da diversidade de povos e nações que formam o Estado: Nada menos que 7 jogadores da seleção, praticamente a base titular, eram catalães (sem contar os 8 jogadores do Barcelona onde Iniesta e Villa eram os únicos não-catalães); Outros três jogadores eram bascos, um – e artilheiro do time, Villa – era Asturiano; Outros eram, canários, valencianos e, dentre os 23 jogadores convocados, apenas 9 eram efetivamente espanhóis.
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Sobre esta interessante característica da seleção "Espanhola" - a de não existir -, vale a leitura deste post.
Resumo: Dos 23 jogadores, 14 são de nacionalidades diferentes da espanhola, são minorias oprimidas, proibidas de defender suas próprias cores. Muitos destes jogadores, como Fábregas ou Llorente já jogaram pela Catalunya e pelo País Basco em amistosos não reconhecidos pela Fifa.
Enfim, todo um circo midiático foi montado para esconder a insatisfação de Bascos e Catalães e para exacerbar o sentimento "espanhol". Notem como na TV apenas Madrid era mostrada. A seleção desfilou por Madrid, fez festa em Madrid... Se fossem para Bilbao, para Donostia - onde uma manifestação imensa sob o lema "Nazio Gara, Autodeterminazioa", fez coro à da catalunha , ou mesmo para Barcelona, os jogadores da "Roja" seriam ou ignorados ou, mais provavelmente, seriam recebidos à pedrada.
Claro, um pequeno grupo provavelmente os recepcionaria, mas duvido que este fato confortasse alguém. Um exemplo?
O excelente blog "Las Malas Lenguas" fez um post que merece ser lido, sobre o papelão que vários cargos eleitos do PP - que até hoje se nega a condenar o Franquismo, seu berço ideológico - fizeram ao posar com a bandeira espanhola em frente à estátua de Aguirre, o primeiro Lehendakari (Premier) do País Basco que morreu no exílio durante o regime de Franco e que lutou por um País Basco independente.
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Em português, outra boa fonte sobre o caso.
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Para compreender o quão importante é Aguirre, tentem pensar no que foi Churchill, de Gaulle ou FDR para seus países. É por aí. E, como um nacionalista, nad amais humilhante do que ter à sua volta fascistas com bandeiras do conquistador que até hoje tortura e mata o povo que ele amava.
O fato foi igualmente ignorado por boa parte da mídia - nem esperava que citassem nada no Brasil.
É a demonstração do caráter dos "españolistas". Em geral, a população Basca e Catalã ignorou a copa, ignorou a vitória da "seleção espanhola". Na Catalunha ao menos havia algum interesse nos jogadores locais ou do Barcelona, maioria do time titular, mas nenhum pela seleção em si, pelo que esta representava.
Coube aos fascistas em geral a comemoração absurda, o momento vergonha-alheia da copa, a tentativa torpe de aparecer na mídia comemorando como se fossem minimamente relevantes.
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Postado por
Raphael Tsavkko Garcia
às
10:00
Nós Decidimos!
2010-07-16T10:00:00-03:00
Raphael Tsavkko Garcia
Autodeterminação|Catalunya|Espanha|Europa|Euskal Herria|Fascismo|Futebol|Independência|Nacionalismo|Política|Protesto|
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Sexta é #DiaSEMGlobo
Sexta-Feira, convocado na esteira do CALA BOCA GALVAO e do CALA BOCA TADEU SCHMIDT, é o Dia Sem Globo. 24h em que tod@s estão convidados e convocados a não assistirem a Rede Globo.
Assistam ao jogo do Brasil pela Band! Vamos boicotar a rede manipuladora!
A iniciativa tem tudo para dar certo. Não apenas porque tem grande visibilidade no Twitter, mas porque, se o CALA BOCA GALVAO era apenas uma brincadeira, as manifestações do CALA BOCA TADEU SCHMIDT e o grande apoio que Dunga vem recebendo demonstram que algo mais existe na história.
Faço minhas as palavras do Murilo Rodrigues:
Dunga se tornou meu ídolo, no exato momento em que eu ouvi, pela internet, após a exibição do Fantástico na Globo, o 'pronunciamento' desta emissora, cujo porta-voz foi o seu palhaço da vez, o mauricinho encapuzado, Tadeu Schmidt. Oh, coitado! Todavia, eu não esperava ver confirmada tão rapidamente a minha tese do post anterior, escrito no último dia 17, pela qual eu argumentei que o Brasil já luta contra a Globo, mas o que foi que me surpreendeu hoje pela manhã, nos trending topics do twitter? O sonoro CALA BOCA TADEU SCHMIDT, que dominou o mundo.Raras vezes acompanhei um repúdio tão óbvio contra esta rede de TV que cheira a podre. E não falo apenas dos meus seguidores ou de quem sigo, mas de muita gente bem longe do meu... "cícrculo", e algo bem amplo.
Desta vez, não queríamos somente fazer piada. Fomos mais diretos em nossa mensagem. CALA BOCA REDE GLOBO foi o subtexto. Estarmos imbuídos disso dá-me vontade de chorar! Num dia só, ganhei um general e um exército ou, para ser engraçadinho, num só dia ganhei uma seleção brasileira para eu torcer (cosa que nunca fiz na vida, juro) e um circo inteiro do qual eu rirei cada vez mais, junto com meus contemporâneos.
Esta amplitude, aliás, é o mais importante, pois de nada adianta se apenas um pequeno grupo aderir e, falando daqueles que conheço, estes já não assistem a Globo de qualquer forma. Seria chover no molhado.
Diz muito bem o Rovai em seu blog:
E agora Dunga não joga mais sozinho. Nesta sexta-feira a blogosfera e os tuiteiros têm um encontro com a Globo. Iniciou-se um movimento para derrubar a audiência da emissora na hora do jogo Brasil e Portugal. É o #diasemglobo.Espero que um grande número de pessoas apoie a idéia e que o IBOPE da globo tenha uma bela queda! Um ponto que for já é uma vitória, são mais de 55 mil pessoas se unindo ao boicote!
Derrubar a audiência da Globo na sexta pode criar um novo patamar nas relações entre o seu tão propalado poderio e a força da rede.
Aliás, a Globo já vem tomando uma goleada da internet nesta Copa. Além de o CALA BOCA GALVAO ter assumido a liderança mundial do twitter nos primeiros dias de jogos, depois da briga da emissora com o técnico Dunga, a liderança passou a ser do Cala a Boca Tadeu Schimidt, que foi o porta voz do editorial da emissora contra o técnico da seleção.
Sexta, dia 25 de junho, façamos um dia histórico, um dia sem Globo!
Já aparecem acusações de que a Globo está manipulando os TT para que o #DiaSEMGlobo não apareça entre os mais tuitados!
Vejam algumas reações no Twitter:
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terça-feira, 22 de junho de 2010
A Espanha não existe!
Analisando a seleção "espanhola" de futebol presente na copa, noite que ela só pode ser assim chamada com muita boa vontade. Melhor seria chamar de Seleção da Catalunya, com a adição de alguns outros elementos Bascos ou efetivamente espanhóis. Não à toa a federação catalã de futebol - que a FIFA e a UEFA se recusam a reconhecer - afirma ter uma seleção competitiva e que brigaria para entrar numa copa do mundo se pudesse.
Vejamos a lista, presente na wikipedia, dos jogadores da "Espanha" presentes na Copa:
Agora, analisando um por um:
Jogadores Catalães:
Piqué, Puyol, Capdevila, Xavi, Fábregas, Busquets, Valdés.
Jogadores Bascos:
Xabi Alonso, Llorente e Javi Martínez
Jogadores Canários:
David Silva e Pedro Rodriguez
Jogadores Valencianos (Catalães):
Albiol
Jogadores Asturianos:
David Villa
Total: 14 jogadores não espanhóis, pertencentes à minorias oprimidas pela Espanha.
Vale notar que, entre os Catalães, a maioria é titular.
Agora vamos aos espanhóis:
Casillas, Fernando Torres e Reina são da região de Madrid, Arbeloa é de salamanca, Iniesta é de Albacete, Mata é de Burgos.
Marchena, Navas e Sergio Ramosa são Andaluzes e a situação é discutível. Vale lembrar que há movimento nacionalista regional, ainda que pequeno. Por hora os coloquemos como espanhóis.
Total: 9 jogadores espanhóis.
Resumo: Dos 23 jogadores, 14 são de nacionalidades diferentes da espanhola, são minorias oprimidas, proibidas de defender suas próprias cores. Muitos destes jogadores, como Fábregas ou Llorente já jogaram pela Catalunya e pelo País Basco em amistosos não reconhecidos pela Fifa.
Enfim, a "Espanha" não existe. A seleção espanhola nada mais é que uma farsa baseada na punição coletiva de povos minoritários sobmetidos a um governo fascista e centralizador.
como diria o Padre Quevedo: Isto [a Espanha] non ecziste!
Vejamos a lista, presente na wikipedia, dos jogadores da "Espanha" presentes na Copa:
| No. | Pos. | Player | DoB (Age) | Caps | Goals | Club | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | GK | Iker Casillas (captain) | 20 May 1981 (1981-05-20) (age 29) | 105 | 0 | |||
| 12 | GK | Víctor Valdés | 14 January 1982 (1982-01-14) (age 28) | 1 | 0 | |||
| 23 | GK | Pepe Reina | 31 August 1982 (1982-08-31) (age 27) | 20 | 0 | |||
| 2 | DF | Raúl Albiol | 4 September 1985 (1985-09-04) (age 24) | 23 | 0 | |||
| 3 | DF | Gerard Piqué | 2 February 1987 (1987-02-02) (age 23) | 17 | 4 | |||
| 4 | DF | Carlos Marchena | 31 July 1979 (1979-07-31) (age 30) | 59 | 2 | |||
| 5 | DF | Carles Puyol | 13 April 1978 (1978-04-13) (age 32) | 84 | 2 | |||
| 11 | DF | Joan Capdevila | 3 February 1978 (1978-02-03) (age 32) | 46 | 4 | |||
| 15 | DF | Sergio Ramos | 30 March 1986 (1986-03-30) (age 24) | 61 | 5 | |||
| 17 | DF | Álvaro Arbeloa | 17 January 1983 (1983-01-17) (age 27) | 15 | 0 | |||
| 6 | MF | Andrés Iniesta | 11 May 1984 (1984-05-11) (age 26) | 44 | 6 | |||
| 8 | MF | Xavi Hernández | 25 January 1980 (1980-01-25) (age 30) | 88 | 8 | |||
| 10 | MF | Cesc Fàbregas | 10 May 1987 (1987-05-10) (age 23) | 50 | 6 | |||
| 13 | MF | Juan Manuel Mata | 28 April 1988 (1988-04-28) (age 22) | 8 | 3 | |||
| 14 | MF | Xabi Alonso | 25 November 1981 (1981-11-25) (age 28) | 70 | 9 | |||
| 16 | MF | Sergio Busquets | 16 July 1988 (1988-07-16) (age 21) | 14 | 0 | |||
| 20 | MF | Javi Martínez | 2 September 1988 (1988-09-02) (age 21) | 2 | 0 | |||
| 21 | MF | David Silva | 8 January 1986 (1986-01-08) (age 24) | 37 | 7 | |||
| 22 | MF | Jesús Navas | November 21, 1985 (1985-11-21) (age 24) | 7 | 1 | |||
| 7 | FW | David Villa | 3 December 1981 (1981-12-03) (age 28) | 59 | 38 | |||
| 9 | FW | Fernando Torres | 20 March 1984 (1984-03-20) (age 26) | 74 | 24 | |||
| 18 | FW | Pedro Rodríguez | 28 July 1987 (1987-07-28) (age 22) | 4 | 1 | |||
| 19 | FW | Fernando Llorente | 26 February 1985 (1985-02-26) (age 25) | 7 | 3 | |||
Agora, analisando um por um:
Jogadores Catalães:
Piqué, Puyol, Capdevila, Xavi, Fábregas, Busquets, Valdés.
Jogadores Bascos:
Xabi Alonso, Llorente e Javi Martínez
Jogadores Canários:
David Silva e Pedro Rodriguez
Jogadores Valencianos (Catalães):
Albiol
Jogadores Asturianos:
David Villa
Total: 14 jogadores não espanhóis, pertencentes à minorias oprimidas pela Espanha.
Vale notar que, entre os Catalães, a maioria é titular.
Agora vamos aos espanhóis:
Casillas, Fernando Torres e Reina são da região de Madrid, Arbeloa é de salamanca, Iniesta é de Albacete, Mata é de Burgos.
Marchena, Navas e Sergio Ramosa são Andaluzes e a situação é discutível. Vale lembrar que há movimento nacionalista regional, ainda que pequeno. Por hora os coloquemos como espanhóis.
Total: 9 jogadores espanhóis.
Resumo: Dos 23 jogadores, 14 são de nacionalidades diferentes da espanhola, são minorias oprimidas, proibidas de defender suas próprias cores. Muitos destes jogadores, como Fábregas ou Llorente já jogaram pela Catalunya e pelo País Basco em amistosos não reconhecidos pela Fifa.
Enfim, a "Espanha" não existe. A seleção espanhola nada mais é que uma farsa baseada na punição coletiva de povos minoritários sobmetidos a um governo fascista e centralizador.
como diria o Padre Quevedo: Isto [a Espanha] non ecziste!
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