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sábado, 19 de julho de 2014

Os "exemplos" do PTMDB: #PresosdaCopa deveriam pedir asilo

Via "Seja um manifestante, fique rico"
Os 23 ameaçados de prisão novamente tem que pedir asilo em embaixadas/consulados. Países escandinavos, Suiça, Uruguai... Não dá pra aceitar a situação. Esse processo é claramente político, conhecendo a "justiça" brasileira eles podem passar 10 anos presos por nada. Eu já teria pedido asilo e dedicaria minha vida a denunciar esse governo do PTMDB.

Não, não é exagero. Esses 23, assim como o Luswarghi e o Hideki são os "exemplos" que o PTMDB querem mostrar pra sociedade, pra quem luta. Quem ainda não reparou no perigo, acorde. Seu direito, nosso direito de protestar está por um fio.

E apenas PAREM de ficar divulgando cartinhas oportunistas de PT, LindBleargh, Juventude do PT (manipulada, canalha, demente). Estes são os MANDANTES dessas prisões políticas e que agora querem capitalizar porque sentiram que passaram do limite.

Passaram do limite na visão mesmo de simpatizantes, o que não quer dizer que irão recuar ou mudar de métodos. Irão apenas investir em propaganda - o que estão fazendo, buscando atingir os inocentes - e azeitar a máquina. Questionem quem realmente manda, Cardozo, Dilma e cia, e se irão recuar. Beltrame, Pezão, Cabral, Paes e toda a turma de canalhas aliados não irão recuar.

A criminalização tende a crescer. Ela foi a grande responsável pela diminuição do tamanho dos protestos durante a Copa (aliado ao efeito conhecido do futebol enquanto anestesiador popular, vide 1970) e não há indícios de que cederá.
Os 23 com prisão decretada pela Justiça são: Elisa de Quadros Pinto Sanzi, a "Sininho", Luiz Carlos Rendeiro Junior, o "Game Over", Gabriel da Silva Marinho, Karlayne Moraes de Souza Pinheiro, Eloysa Samy Santiago, Igor Mendes da Silva, Camila Aparecida Rodrigues Jourdan, Igor Pereira D'Icaray, Drean Moraes de Moura Corrêa, Shirlene Feitoza da Fonseca, Leonardo Fortini Baroni, Emerson Raphael Oliveira da Fonseca, Rafael Rêgo Barros Caruso, Filipe Proença de Carvalho Moraes,Pedro  Guilherme Mascarenhas Freire, Pedro Brandão Maia, Bruno de Souza Vieira Machado, André de Castro Sanchez Basseres, Joseane Maria de Souza e Rebeca Martins de Souza. Além de Caio Silva Rangel e Fabio Raposo Barbosa
Já não tínhamos uma normalidade democrática, agora temos a total insegurança, as perseguições e daí tende a piorar. Estes 23 (dentre outros muito) lutaram, contribuíram com a luta popular e com a resistência, mas é hora de saber quando fugir. Não há vergonha alguma em chegar até seu limite e se recusar a perder metade da vida em uma cadeia apenas por ter lutado por seus direitos. Há outras formas de lutar, mesmo longe.

Foram décadas lutando contra a Ditadura, contra os exílios, prisões políticas e torturas... Voltamos (voltaremos) ao passado?
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domingo, 13 de julho de 2014

Ditadura? Prisões preventivas ilegais podem virar tática padrão pós-Copa

O professor Wagner Iglesias fez um questionamento interessante e ao mesmo tempo assustador sobre as prisões políticas contra manifestantes no Rio no Facebook:
Quero crer (mas não tenho nenhuma certeza disso) que estas prisões sem base legal estão ocorrendo para não "atrapalhar" (desculpe o termo, não encontrei outro menos ruim) a Copa do Mundo, e que depois vão refluir. Mas não tenho certeza. O que te parece?
Ao que respondi:
A intenção do governo no momento é de evitar protestos, mas levando em conta que não é a primeira vez que usam este artifício que basicamente suspende a constituição para certos indivíduos, meu medo é que se torne algo comum. Se funcionar, ou seja, acabar diminuindo a potência dos protestos (mesmo que a prisões nem sejam o fator mais relevante pra isso), temo que vire lugar comum. Não custa nada ao Estado.
Acredito que a ideia mereça ser ampliada.

Não é a primeira vez que o governo do Rio, com a anuência do governo federal, age contra manifestantes com prisões preventivas absolutamente ilegais. E temo que não será a última.

Até o momento as prisões estão sendo feitas para "garantir" a Copa do Mundo, para evitar protestos, mas uma vez que estas medidas são vistas como eficazes (ainda que seja impossível medir, dado que o movimento #NãoVaiTerCopa, dentre outros, são horizontais), podem vir a se repetir indefinidamente sempre que um governo - qualquer governo - se sentir ameaçado ou vir seus interesses ameaçados.

A polícia e o Estado aprenderam com os protestos de junho. Ao invés de ouvir as ruas, preferiram reprimi-la, e conseguiram em grande medida fazê-lo. Em Minas cercaram manifestantes impedindo sua locomoção, em outros estados simplesmente continuaram a abusar da violência cada vez mais desproporcional. Mas viram que criminalizar, forjar provas e prender sem qualquer evidência poderia ser ainda mais eficaz.

Sim, há um enorme perigo desta "tática" virar moda. Caso os protestos continuem (temos olimpíadas pela frente e não nos esqueçamos que a Copa acabando seus efeitos permanecem), podemos ver mais e mais prisões arbitrárias "preventivas" ao arrepio da constituição.

Mas, mesmo ilegais, não assustam o poder.

Oras, o executivo de estados e do Estado não teriam chegado a este ponto sem o apoio não apenas das polícias, sempre interessadas em reprimir, mas com o apoio do judiciário, capaz de permitir tais operações sem pé nem cabeça.

Mas ainda pior que estas prisões preventivas (em que pessoas inocentes são mandadas a presídios pro até 5 dias com provas forjadas apenas para não poderem protestar), é a possibilidade de que haja uma escalada. De que as provas forjadas não sejam simplesmente esquecidas depois do não-protesto passar, mas que sejam usadas para efetivamente enviar para a cadeia ativistas.

E isso é algo factível. Melhor do que operações envolvendo Estado, Polícia e Judiciário a cada manifestação, porque não instaurar logo o Estado de Exceção e, com provas forjadas, enviar de vez para a cadeia certos elementos causadores de problemas?

Não é a primeira vez, nem a segunda. Mas podemos ver uma escalada no uso deste método contra coletivos sociais.

A certeza neste ponto é a de que teremos uma "militância" petista pronta a silenciar ou mesmo aplaudir e a mídia corporativa fará o resto do trabalho de convencer a população de que os presos são terríveis vândalos e não ativistas pelos direitos humanos criminalizados por governos com interesses escusos.



O circo está montado. Se não resistirmos perderemos o jogo e qualquer semelhança dos métodos do PTMDB de "controle" de manifestações com a ditadura não são mera coincidência. Infelizmente aprenderam bem com quem antes combatiam.
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segunda-feira, 21 de março de 2011

Obama no Brasil? Guerra, Truculência e Desrespeito [Update - Presos Políticos libertados!]


O saldo da visita de Obama ao Brasil é nefasto.

13 presos políticos, constrangimento de ministros brasileiros, exigências descabidas.... Mas o saldo positivo (ou quase), pode ser o desmascaramento da mente colonizada da grande mídia. Sim, já sabíamos, mas agora está escancarado para quem quiser ver.

A Guerra do Brasil

De início, o mais aberrante, o lançamento da Operação Aurora da Odisséia, para derrubar Khadafi, foi no Brasil!

Isso mesmo, Obama, em visita ao Brasil, passou por cima de nossa posição não beligerante e de não-intervenção e declarou guerra à Líbia do solo brasileiro. Uma tremenda e absoluta falta de respeito com os anfitriões, que se abstiveram na votação do Conselho de Segurança que decidiu pelo uso da força contra o país.

Os pesados ataques aéreos contra forças de Khadafi em diversas cidades líbias começaram no sábado, com a participação de tropas americanas, francesas e inglesas.
Em suma, o Brasil foi usado como palco para o inicio da guerra, em meio a uma visita de cortesia em que uma das partes, nós, éramos CONTRA a intervenção. Trata-se de um desrespeito tremendo, típico da potência imperial em toda sua arrogância e prepotência.

Desrespeito e prepotência

Não nos esqueçamos da desistência de Obama em discursar na Cinelândia (discurso em si já um traço de arrogância) porque talvez fosse ser recebido com alguns protestos, mesmo depois da estrutura do palco estar quase pronta.

Em primeiro lugar, senhora cara de pau de Obama querer "discursar ao povo brasileiro", para trazer as boas novas do Império e uma mensagem de democracia - se todos nos comportarmos e respeitarmos o Líder!

A isto juntamos ainda os protestos de pessoas na Cidade de Deus contra sua visita depois deste querer exigir casas de moradores como pontos para atiradores de elite (inclusive com ameaças aos que se recusavam a permitir o uso de suas propriedades).

Obama age como se estivesse em casa. constrange os brasileiros, tenta nos humilhar, passa por cima de nossa boa vontade e hospitalidade... É assim que age o chefe-terrorista.

Mentalidade colonizada da mídia

>Mas, se esta visita serviu para alguma coisa, foi para desmascarar mesmo para os mais cegos a mentalidade colonizada da mídia. Nem com Bush, muito mais alinhado aos interesses da nossa querida mídia e do empresariado (ALCA era palavra de ordem ainda), a mídia nacional teve tantos orgasmos múltiplos, uma cobertura tão ampla e repetitiva e nunca se viu jornalistas (sic) tão felizes em noticiar aquilo que eles consideram fatos.

Cobertura quase totalmente voltada à visita de Obama. Reportagens especiais sobre os gostos de Michelle Obama, sobre a refeição da família real presidencial, sobre o degustador real oficial (século XV feelings) sobre roupas e, claro, sobre os incontáveis benefícios de todo e qualquer acordo, por mais subserviente que seja, assinado pelo Brasil com o Império.

A mídia brasileira conseguiu chegar a um nível ímpar de vergonha alheia e sem-vergonhice.

Pra completar a vergonha, o PT do Rio proibiu manifestações contra Obama, num ato de total subserviência e falta de vergonha na cara.

Exemplo máximo de mídia colonizada:





Ministros revistados e absurdo aparato de segurança


Como comentado, um aparato de segurança que incluiu varredura das redes sociais, uso de perfis falsos e monitoramento completo do que se dizia aqui no Brasil - daí o cancelamento do discurso na Cinelândia depois que viram que haveriam protestos. Um esquema de segurança que chegou ao absurdo de querer revistar Ministros de Estado brasileiros!
O forte aparato de segurança instituído pela equipe do presidente Barack Obama fez com que quatro ministros brasileiros, entre eles o da Fazenda, Guido Mantega, e do Comércio e Indústria, Fernando Pimentel, desistissem de comparecer ao evento do mandatário americano com empresários.
Segundo a Folha apurou, o episódio causou mal-estar entre as autoridades brasileiras.
Além de Mantega e Pimentel, os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Edison Lobão (Minas e Energia) também desistiram de comparecer ao encontro por se sentirem constrangidos.

Laerte Braga, por outro lado, informa que os ministros aceitaram a revista sem problemas, só se retirando quando viram que o evento seria totalmente em inglês:
A despeito de terem abandonado o encontro os ministros não reagiram à revista e só deixaram o local ao perceberem que a língua a ser usada no encontro seria a inglesa.
Absurda não só a idéia de revistar Ministros de Estado, mas também estes darem meia volta e desistirem de entrar! Oras, são Ministros! Deveriam ter simplesmente entrado, avisando que eram autoridades e que Obama é um estrangeiro que está em solo brasileiro por cortesia e não manda em nada.




Alguém deveria avisar para Obama que Celso Lafer não é mais ministro e que o Brasil não é mais quintal dos EUA.


Mas, a humilhação não parou por aí, até carros da Polícia Federal foram revistados por agentes dos EUA!

Presos Políticos


O maior absurdo de todos talvez seja a prisão de 13 militantes políticos por protestar contra Obama. Sem direito a fiança, foram encaminhados para presídios:
Um légítimo protesto contra a visita de Obama ao Brasil, em frente ao Consulado dos EUA no Rio acabou em pancadaria, com a polícia atirando bombas e balas de borracha nos manifestantes que, por seu lado, responderam atirando um coquetel molotov em direção ao consulado e acertando um segurança.

13 pessoas foram presas e, de forma inacreditável, encaminhadas sem julgamento para presídios da cidade, sem direito a habeas corpus ou fiança!


São 10 militantes do PSTU, um menor do PSOL e outro aparentemente do movimento MV Brasil, de direita. As mulheres (são 3) foram encaminhadas para o presídio de Bangu, os homens para o presídio de Água santa, já o menor foi para o Instituto Padre Severiano.
Os advogados do PSTU estão entrando na Justiça com um pedido de libertação dos presos, já que não há provas contra eles. Também questionam os artigos apontados pelo delegado, que torna o crime inafiançável. O partido fará um ato neste domingo, às 10h, contra a visita de Obama e pela liberdade dos presos políticos. Hoje, em Brasília, militantes do partido irão até a Praça dos Três Poderes, também para exigir a libertação. 

Estes são os presos políticos:
Gilberto Silva - eletricista
Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE
Pâmela Rossi - professora do estado e casada
Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça
Yuri Proença da Costa - carteiro dos Correios
Gualberto Tinoco - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE
Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ
Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE UFRJ
José Eduardo BRAUNSCHWEIGER - advogado
Andriev Martins Santos - estudante UFF
João Paulo - estudante Colégio Pedro II (o nome correto seria João Pedro Accioly Teixeira)
Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil
Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica

O diretor cultural do DCE da UFRJ, Kenzo Soares, teme pela segurança do menor que encontra-se isolado dos demais presos políticos:
Tenho um amigo, membro do grêmio Estudantil do C.Pedro II São Cristóvão, João Pedro Accioly Teixeira,preso numa unidade prisional para menores a 24 horas sem direito a visita ou comunicação e com pedido de Habeas Corpus e liberdade condicional negados por ter participado de uma passeata em protesto frente a visita do Obama ao Brasil. Embora  11 outros militantes e mesmo uma senhora de 70 anos que passava pelo ato também estejam presos e na mesma situação pela mesma causa, ele é o único que se encontra isolado dos outros por ser menor de idade, ou seja, compartilhando uma cela com outros detentos sem nenhum companheiro presente.
São óbvios e grandes os riscos que sua integridade física e psicológica correm estando ele sozinho, como o de violência física e estupro,podendo ele permanecer nessa situação durante semanas pelo motivo de ter participado de uma passeata durante a qual alguém jogou um coquetel molotov na embaixada norte-americana  na ultima quinta-feira. Não há qualquer prova dele estar envolvido, e os videos das câmeras de segurança da Embaixada que registram o momento estão tendo seu acesso negado enquanto Obama permanecer no país,  até terça, sendo que a audiência que definirá sua liberdade ou encarceramento será amanhã as 11 horas. Ou seja, a única prova real sobre a autoria do coquetel molotov só será liberada após a sua audiência, e uma nova audiência necessária para sua liberação poderá ocorrer talvez somente em semanas.Seu pedido de habeas corpus foi negado textualmente pelo simples motivo de Obama permanecer no Brasil, motivo inclusive inconstitucional, mas assegurado pelo esquema "especial" de segurança que protege o Presidente do Estados Unidos.
Não sei porque, mas o Riocentro me vem logo à cabeça... Imaginem como será em 2014 e 1016!

Conclusão: Humilhação

O Brasil foi humilhado, submetido. Ministros foram revistados, cidadãos brasileiros foram presos e tratados como criminosos por protestar contra o chefe-terrorista, moradores da Cidade de Deus foram intimidados, líderes comunitários ficaram revoltados, mas a mídia e nossas elites se refestelaram: Um sucesso!

Como na época de FHC, aprendemos qual é o nosso lugar, à reboque dos interesses dos EUA, subservientes ao Império. Nem bem o Brasil ensaiou uma posição independente na ONU, ao não apoiar os EUA e a intervenção na Líbia, logo mostrou qual será efetivamente a cara deste governo: Submisso. Talvez a posição do Brasil tenha vindo apenas de um último lampejo de independência, mas a visita de Obama ao Brasil nos faz apenas ter preocupações com o futuro.

A Guerra contra a Líbia, que o Brasil se opôs, foi declarada de nosso território. A demonstração máxima de desrespeito e falta de apreço por parte dos EUA e um recado claro: Somos a potência e vocês nos devem obediência. Infelizmente, Dilma parece ter concordado.

Como discordar do Larte Braga?
No governo Dilma Roussef temos os primeiros presos políticos do país desde o fim da ditadura militar, na farsa do coquetel Molotov atirado contra o consulado norte-americano no Rio, numa manifestação promovida por um partido de esquerda. O PSTU.

A velha e requentada história do Riocentro. A quem interessa?
Este é o Brasil de Dilma? Lamentável!

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Sérgio Pacheco escreveu uma pequena carta a Obama, merece ser lida.
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Perdemos mesmo o respeito, até na Venezuela somos piada. Na Catalunha, destaque para o absurdos da segurança de Obama.

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Update: Os 13 Presos Políticos foram soltos, segundo informa o PSTU:
Durante o final de semana, uma grande campanha foi feita, com atos e milhares de assinaturas de apoio aos presos. "Estamos aliviados e agradecidos por toda a solidariedade. Foi o que garantiu a liberdade ao grupo. Agora é ver se todos estão bem", comemorou Cyro Garcia, presidente do PSTU, partido que tem 10 militantes presos. Cyro criticou o caráter político das prisões e até na libertação. "Nada vai apagar o que aconteceu. Foi um ataque sem precedentes aos direitos humanos. Obama discursou falando da democracia, comemorando não estarmos mais em uma ditadura, mas o governador deixou pessoas inocentes em presídios até que a viagem terminasse. O governo de Dilma, presa na ditadura, não fez absolutamente nada", afirmou.

O grupo ficou em celas isoladas nos presídios, mas ainda assim, os advogados irão averiguar indícios de maus tratos. "Todos os homens em Água Santa tiveram a cabeça raspada", conta Aderson Bussinger, da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, que acompanha o caso. "Obama veio aqui e deixou um Guantánamo. E ninguém noticiou", completa Cyro.
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sábado, 19 de março de 2011

Presos Políticos para Obama! 13 brasileiros presos por protestar contra o chefe-terrorista!


Um légítimo protesto contra a visita de Obama ao Brasil, em frente ao Consulado dos EUA no Rio acabou em pancadaria, com a polícia atirando bombas e balas de borracha nos manifestantes que, por seu lado, responderam atirando um coquetel molotov em direção ao consulado e acertando um segurança - este indivíduo, responsável pela bomba não foi preso nem identificado.

13 pessoas foram presas e, de forma inacreditável, encaminhadas sem julgamento para presídios da cidade, sem direito a habeas corpus ou fiança!

São 10 militantes do PSTU, um menor do PSOL, um independente e outro aparentemente do movimento MV Brasil, de direita. As mulheres (são 3) foram encaminhadas para o presídio de Bangu, os homens para o presídio de Água santa, já o menor foi para o Instituto Padre Severiano.
Os advogados do PSTU estão entrando na Justiça com um pedido de libertação dos presos, já que não há provas contra eles. Também questionam os artigos apontados pelo delegado, que torna o crime inafiançável. O partido fará um ato neste domingo, às 10h, contra a visita de Obama e pela liberdade dos presos políticos. Hoje, em Brasília, militantes do partido irão até a Praça dos Três Poderes, também para exigir a libertação. 
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Aqui a lista de nomes divulgada pelo PSTU
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Os presos estão sendo chamados de Presos Políticos e circula uma petição exigindo a libertação deles.
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Não é compreensível que os presos políticos tenham sido enviados para presídios, sem direito a fiança ou revogação de prisão, enfim, sem direitos fundamentais, por protestar contra a visita do chefe-terrorista ao Brasil!

Deputados e Senadores foram ao tribunal de justiça tentar a libertação dos presos, segundo o PSTU, e não conseguiram nada.

O PSTU, apesar de costumeiramente exagerar, está corretíssimo, são prisioneiros políticos de Cabral e Dilma. O governo é responsável pela integridade física e mental deles, mas além disso, não é dever do Brasil prender seus próprios cidadãos para ficar bem na fita com um terrorista estrangeiro, seja ele o presidente da Namíbia ou dos EUA!

Novamente, ASSINEM A PETIÇÃO pela libertação dos presos políticos!

Sao eles:
Gilberto Silva - eletricista
Rafael Rossi - professor de estado, dirigente sindical do SEPE
Pâmela Rossi - professora do estado e casada
Thiago Loureiro - estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça
Yuri Proença da Costa - carteiro dos Correios
Gualberto Tinoco - servidor do estado e dirigente sindical do SEPE
Gabriela Proença da Costa - estudante de Artes da UERJ
Gabriel de Melo Souza Paulo - estudante de Letras da UFRJ, DCE UFRJ
José Eduardo BRAUNSCHWEIGER - advogado
Andriev Martins Santos - estudante UFF
João Paulo - estudante Colégio Pedro II (o nome correto seria João Pedro Accioly Teixeira)
Vagner Vasconcelos - Movimento MV Brasil
Maria de Lurdes Pereira da Silva - doméstica

Enquanto Dilma se reúne com Obama, que mandou suas tropas bombardearem a Líbia, brasileiros são presos para agradar aos EUA!

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Update:
PELA IMEDIATA LIBERTAÇÃO DOS PRESOS DA PASSEATA DE PROTESTO DO RIO!
Nós, parlamentares e dirigentes políticos fluminenses, estamos empenhados na imediata libertação do(a)s cidadã(o)s - trabalhadores e estudantes - presos por estarem participando de manifestação democrática e pacífica, em 18/3, contra a política intervencionista dos governos dos EUA no mundo.
Em inquérito sumário e célere, 12 pessoas foram acusados de atirarem 'artefato incendiário' e 'causar lesões corporais' em funcionário do Consulado norte-americano no Rio e se encontram encarcerados. Os homens, inclusive, já tiveram suas cabeças raspadas!
Desafiamos as autoridades policiais do Rio de Janeiro e também o próprio Consulado estadunidense a provar o envolvimento de qualquer dos detidos no ato de vandalismo.
A continuada detenção desses militantes é arbitrária e injusta, e o Judiciário precisa acolher os pedidos de Habeas Corpus.
Liberdade para os presos já!
Assinam:
Senador Lindberg Farias (PT), Deputados Federais Chico Alencar (PSOL), Jean Wyllys (PSOL) e Stepan Nercessian (PPS), Deputados Estaduais Janira Rocha (PSOL) e Marcelo Freixo (PSOL), ex-Deputado Federal e Presidente Regional do PSTU, Cyro Garcia.
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Libertados os presos políticos detidos durante protesto contra Obama 
Após quase 70 horas detidos, finalmente foram libertados, na noite desse dia 20, os ativistas presos durante uma manifestação contra a vinda de Obama ao Brasil no Rio. Com grande emoção, os últimos presos políticos no presídio Ary Franco foram recebidos pelos próprios companheiros.

As prisões ocorreram na noite do dia 18, em frente ao consulado dos EUA. Acusados de “lesão corporal” e tentativa de incêndio, sem qualquer prova, os ativistas passaram a noite na delegacia e foram transferidos no dia seguinte para presídios. As mulheres foram transferidas para o presídio de Bangu 8, enquanto os homens foram para o presídio Ary Franco, em Água Santa, onde tiveram as cabeças raspadas. Um dos detidos era menor de idade e foi encaminhado ao Centro de Triagem da Ilha do Governador.
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domingo, 26 de dezembro de 2010

Chantagem ou Exercício Democrático?

Imagine que você faça parte de um grupo que, por alguma razão - não vem ao caso - é considerado inimigo do Estado, logo, ilegal. Você acaba preso por se associar a este grupo, mas é fiel aos seus ideais - mesmo que tenha críticas aos métodos empregados pelo grupo, por exemplo - e aos seus companheiros e sabe que, no fim das contas, apesar das críticas a história do grupo merece ser respeitada e lembrada.

Feita a introdução, agora pense que, preso, o Estado te oferece um "acordo". Você pode ter uma redução de pena, regalias e até mesmo ser transferido para uma prisão mais próxima da sua família.

Nesta pequena alegoria sem nenhuma relação com a realidade (ok, talvez tenha), você e seus companheiros, ao serem presos, são colocados em cadeias muito distantes das suas famílias, numa prática conhecida como "dispersão de presos".

Quem sabe como parte do acordo você até receba o status de preso político? Difícil, mas....

Mas, para conseguir estes benefícios você deve fazer algo muito simples: Trair seu grupo e seus companheiros.

Você deve basicamente renunciar ao grupo e denunciá-lo, usando as mesmas palavras e a mesma interpretação do Estado e, de quebra, ainda talvez tenha que denunciar uma ou outra atividade, esconderijo, companheiros....

Nada demais, não é?

O que você faz? Se recusa, enfrenta as consequências junto aos seus companheiros, mas mantém intacta sua honra e se respeito pelo grupo ou simplesmente adota a posição egoísta e trai todo o movimento para ganhar regalias e benefícios?

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Toda a introdução acima serve apenas para ilustrar a mais recente oferta por parte do governo espanhol aos presos políticos bascos - acusados de ligação com a ETA, mesmo que com escassas provas na franca maioria dos casos. Muitos dos presos são ligados à EPPK (Euskal Preso Politikoen Kolektiboa ou Coletivo de Presos Políticos Bascos).

A oferta é simples: Entregue seus companheiros, renuncie ao grupo, condene o grupo e você receberá benefícios. Seja egoísta, traia a todos e seja beneficiado pelo Estado.
El portavoz parlamentario del PSE, José Antonio Pastor, ha asegurado que el comunicado de los presos de ETA acusando al Gobierno de ofrecerles beneficios penitenciarios por desmarcarse de la banda demuestra que la apuesta política de Batasuna no llegado a "calar" entre los reclusos de la banda. Además, ha insistido en que esta política "no se trata de ningún chantaje, sino de un simple ejercicio democrático".
En declaraciones a 'RNE', Pastor ha recordado que "cuando alguien se inserta en la vida democrática tiene que aceptar las reglas de la democracia". Por ello, considera que si los presos de ETA creen que esa actitud "escrupulosamente democrática" supone un chantaje, significa que "no tienen ni mucho menos interiorizado que se ha acabado su tiempo y que la violencia de ETA no tiene ningún sentido".
Por esta razón el dirigente socialista opina que el documento de los presos "dice muy poco a favor" de que la apuesta de la izquierda abertzale ilegalizada "haya llegado a calar de verdad en el colectivo de presos". A su vez, la portavoz del Gobierno vasco, Idoia Mendia, ha restado valor a la carta de los presos por considerar que no hay novedad en ella. No obstante, sí que ha reconocido, en declaraciones a ETB, que el colectivo "tendrá que tener su papel en todo este debate que dentro de la izquierda abertzale se está montando".
A ETA declarou uma trégua já ha algum tempo, e passou a apoiar as iniciativas pela paz e pela normalização da situação no País Basco. Concordaram com os princípios do documento Zutik Euskal Herria e, mesmo assim, continuam a ser perseguidos, presos... Tanto membros da ETA quanto pessoas do seu entorno.

Ao governo espanhol - em especial PP e PSOE - interessa manter Euskal Herria em eterno Estado Policial, com medo, cercado. A ETA interessa ao Estado, mas jamais seu fim ou a trégua. Não surpreende que todas as provocações possíveis sejam feitas para testar a paciência do grupo.

Líderes de movimentos juvenis nacionalistas -  como o Segi - são presos acusados de ser parte da ETA, o líder do Batasuna, Arnado Otegi, e toda a direção do grupo são presos - mesmo inocentes - para evitar que coloquem em marcha acelerada o processo de discussão interna entre o movimento nacionalista e a ETA em torno do ideal de uma via pacífica para a resolução do conflito basco...

O Batasna permanece ilegalizado e o Estado ameaça qualquer nova formação que tenha ligação direta ou indireta com seus membros...

É o mais completo e perfeito Estado Terrorista usando todas as suas armas - legais ou ilegais - para tentar manter viva a ETA, para tentar fazê-la responder com igual violência os ataques do Estado. Este é o legitimador do próprio Estado. O inimigo perigoso a ser destruído.

Claro que isto não quer dizer, como talvez pensem alguns fanáticos por teorias da conspiração, que a ETA tenha qualquer tipo de ligação com o Estado ou seja apenas bucha de canhão, mas tão apenas que a contínua violência, hoje, serve aos propósitos do Estado mais do que aos propósitos de independência.

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sábado, 24 de julho de 2010

Liberdade para Arnaldo Otegi!

Arnaldo Otegi, líder da ilegalizado Batasuna, é um preso político. Foi colocado detrás das grades pela "justiça" espanhola ao tentar negociar uma solução pacífica para o conflito e buscar alianças entre os partidos "Abertzales" (Nacionalistas) para a formação de uma frente unificada e pela formação de um partido legal nas bases do Batasuna.

Por tentar negociar, foi preso. É o modus operandi espanhol. O conflito serve aos interesses coloniais espanholistas para manter constante a repressão sob a desculpa de lutar contra o "terrorismo".

Mas cada vez mais vozes se somam aos que exigem a liberdade de Otegi,para que este possa continuar o processo de conversas entre as diversas organizações que fazem parte do Movimento de Libertação Nacional  Basca, dentre eles a ETA.

O processo levado à frente pela Lokarri, organização que busca intermediar a paz na região, contando com o apoio de diversos prêmio Nobel e do mediador sulafricano Brian Currin, terá muito mais efeito com a presença de uma liderança sólida e reconhecida. E, sem dúvida, a simbologia da libertação do principal líder abertzale não pode ser desprezada.

Gerry Adams, líder do Sinn Feinn e ex-membro do IRA se somou ao filósofo e poeta Alfonso Sastre em sua defesa pela libertação de Otegi.

Ambos, assim como todos aqueles que defendem o fim do conflito, entendem que a manutenção de Otegi na cadeia não colabora com os esforços pela paz, muito pelo contrário,a penas perpetuam o conflito, dando mais elementos para que haja violência. A incapacidade da Espanha de negociar demonstra não ter limites.

A legalização do Batasuna é o passo mais importante no processo de diálogo e, antes deste, a libertação de Otegi e dos presos políticos mantidos na cadeia sob tortura e intimidação.

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Aliás, é digno de nota que a página de Otegi no Facebook foi apagada DUAS VEZES pelo site. A censura espanhola recebe mais um aliado.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vontade popular ou vontade dos políticos?

Três assuntos recentes de grande relevância vem me fazendo questionar cada vez mais se existe alguma, qualquer ligação entre a vontade popular e a vontade dos parlamentares.

Chego à conclusão de que não, não existe qualquer ligação. Os parlamentares, depois de eleitos, são seres independentes, fazem o que bem lhes convém e não prestam contas a nada nem ninguém. É uma conclusão óbvia,mas ainda assim e ainda hoje, surpreendem e irritam, causam revolta.

Vejamos o caso do Rio de Janeiro em que a ALERJ é alvo de protestos gigantescos dos professores do estado contra a piada de pulverizar o merecido aumento dos professores. Só verão o aumento final em 2015! Na hora de elevar seus próprios salários, deputados, vereadores, prefeitos e afins não pensam duas vezes, chegam a triplicar os salários de uma só vez, sem se preocupar em dar sequer 1% de aumento ao funcionalismo.

De um lado povo, os professores que exigem o que lhes é de direito - e ainda é MUITO POUCO! - e do outro os políticos, mais interessados em, como sempre, ferrar a população e manter os professores na miséria. Não se importam com protestos, pressões, simplesmente aprovam o que lhes convém.

A saída, para além de simplesmente ignorar os apelos e protestos dos professores acertadamente revoltados, existe o uso da força. O mais querido e usado instrumento das classes políticas contra o povo, o Aparelho Repressor em seu estado mais puro, a famigerada violência policial.

O povo não tem o direito de protestar e de se manifestar, é espancado, violentado. Suas opiniões são não só descartadas como, ainda, motivo para repressão.

Outro caso atual é o do Tocantins, onde um movimento popular exige eleições diretas para o cargo de governador - o anterior foi cassado - e, indo na contra-mão da vontade popular - vejam que foram 100 mil assinaturas na petição pela eleição direta em um universo de 700 mil eleitores! - a assembléia local decidiu pela eleição indireta. É óbvio, a situação tem maioria, irá eleger um aliado do governador cassado e se perpetuarão no poder.

Lembrando um período negro da história do Brasil, o da Ditadura Militar, o Tocantins será vítima de uma eleição indireta, antidemocrática, imposta. O povo exige o seu direito, o de votar e ser votado, o mínimo que se espera de uma democracia, os parlamentares pouco se importam com isto, com a democracia, elegerão um dos seus e que o povo se dê por satisfeito.

Por fim, outro caso é o do AI5 Digital. Este é emblemático e vem causando imensa revolta em toda a comunidade blogueira e usuários de internet. É fato que ninguém quer qualquer controle sobre a internet, qualquer indivíduo com um mínimo de conhecimento em como funciona a internet sabe que é impossível censurar a rede e sequer tentar é uma demonstração ímpar de mal-caratismo e, como já demonstrei em outro artigo, medo de que a rede propicie que verdades incovenientes venham à tona.

Na verdade, me veio à mente mais uma outra piada patrocinada pelos políticos, a história absurda do aumento do número de vereadores. Se os milhares atuais já roubam, imagina o que farão e quanto do patrimônio dilapidarão com outros tantos? Alguém perguntou aos brasileiros se eles querem mais vereadores?

Ou, ao menos, se os brasileiros preferem vereadores sem salário, como a maioria sem dúvida escolherá?

Não, ninguém perguntou ou perguntará, porque o político só faz o que lhe interessa.

Enfim, vemos exemplos atuais, dos milhões de outros possíveis e diários, de como a vontade popular não é levada em conta pela classe política que legisla para si e apenas para os seus. Todos os benefícios para si e para o povo a galhofa, o desrespeito, a violência.

O mais engraçado, para finalizar, é que quando o político resolve finalmente fazer alguma coisa que corresponda à vontade popular, é chamado de Populista - vide Chávez, Morales, Correa...

O "fazer a vontade do povo" é quase criminalizado. Político quer mesmo é fazer caixa 2.
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domingo, 6 de setembro de 2009

La Enfermiza Obsesión de Baltasar Garzón

Sobre a absurda perseguição a Maite Aranalde, acusada de pertencer à ETA.

Via Eusko Blog.

Pobre hombre, nos da pena, tan obsesionado en su rencor hacia todo lo vasco que es incapaz de siquiera disfrutar de sus vacaciones. Lo suyo ya es clínico, desafortunadamente para él a su jefazo Juan Carlos Borbón poco le importa la salud mental de sus subalternos, especialmente cuando la patología es precisamente la "cualidad más valiosa" para desempeñar la labor de andar truncando las vidas de los vascos que se atreven a levantar la voz en contra del fascismo madrileño.

En su efermiza obsesión, Baltasar Garzón no ha terminado ni de entrar en su oficina cuando al más puro estilo de George W. Bush ha ordenado que no quede piedra sobre piedra en la búsqueda y captura de Maite Aranalde, culpable de ser amada por sus familiares, algo que Garzón no puede permitir, que los seres humanos se tengan cariño y se expresen solidaridad. Poseedor de un ego desmedido, esta vez ha puesto en duda hasta la propia capacidad de su compañero inquisidor Eloy Velasco, que en el pasado tantos servicios a provisto a la corona española.

El gobierno de "la transición democrática", er, perdón, "del cambio" marcha a paso de ganso por la geografía de la CAV, no hay tiempo que perder, y después de leer esta nota publicada en Gara nos tememos que los sicarios de la Audiencia Nacional ya no tendrán más periodos vacacionales en los próximos cuatro años. Aquí la nota:

Garzón culpa al juez Velasco de que no hayan podido detener a Aranalde

La Policía española, la Guardia Civil y la Policía autonómica llevan desde el lunes intentando detener a la ex presa política Maite Aranalde, excarcelada el miércoles pasado después de que fuera entregada por el Estado francés. Garzón ordenó el lunes, a su regreso de las vacaciones, la detención de Aranalde, y ayer emitió una nueva orden de busca y captura al apreciar la imposibilidad de las FSE para ello. El magistrado ha responsabilizado al juez Eloy Velasco.

GARA

Aunque lo primero que el juez Baltasar Garzón ordenó el lunes tras su periodo vacacional fue la detención de la ex presa política de Ibarra Maite Aranalde, ayer emitió una orden de busca y captura contra la joven guipuzcoana después de que las FSE no hayan podido localizarla desde hace dos días. Por ello, achacó la responsabilidad de la «huida» de Aranalde a su compañero y sustituto el juez Velasco, que fue quien rechazó la petición de la Fiscalía española para que decretasen el ingreso en prisión de Maite Aranalde, que recuperó la libertad en la noche del jueves tras ser extraditada por el Estado francés, donde cumplió de forma íntegra la pena impuesta.

«No debe olvidarse al respecto que Aranalde huyó de España, que ha sido detenida y entregada por las autoridades francesas y que pertenece a la organización terrorista ETA y, por ende, con posibilidad más que probable de que, en cualquier momento, de estar en libertad, pueda volver a la actividad en el seno de la misma, a la que no ha renunciado ni expresa ni tácitamente», afirma Garzón en el auto que emitió ayer para ordenar la busca y captura de Maite Aranalde, a la vez que, a renglón seguido, criticaba a su sustituto el juez Eloy Velasco, porque, al entender de Garzón, ya había indicios suficientes para haber dictado el ingreso en prisión de Aranalde la semana pasada.

Permanente control policial

Además, agrega Garzón, «el hecho de que exista una sentencia absolutoria» en el caso de Iker Olabarrieta, que fue acusado como Aranalde de un supuesto delito de «tenencia de explosivos» y por el que fue absuelto, «no puede determinar la certeza o presunción de que la procesada vaya a correr la misma suerte».

El titular de la sección 5 de la Audiencia Nacional española entiende que «en todo caso, en este momento procesal, el juez debe velar, exclusivamente, porque la procesada no se sustraiga a la acción de la Justicia, riesgo que, en este caso, sólo se concita con la prisión provisional de la misma».

Y es que aquella absolución fue por lo que el juez Velasco rechazó la petición de la Fiscalía para encarcelar a Aranalde, a lo que se sumó el «extravío» por parte de París de una euroorden que emitió la Audiencia en contra de la joven de Ibarra, a quien la acusan de colocar bombas en gasolineras de Madrid en el puente de diciembre de 2004.

Desde que el jueves por la noche Maite Aranalde recuperara la libertad, el control policial y la persecución mediática han sido permanentes. Tanto que en la madrugada del viernes la Policía autonómica cargó contra sus familiares y allegados, arrestando a un tío de Aranalde y enviando a un centro sanitario a otro. Desde entonces, los controles policiales y la presencia de los medios ha sido «atosigante», según han denunciado.

Rubalcaba lo achaca a «un error burocrático»

El ministro español del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, aseguró ayer que las FSE detendrán a Maite Aranalde y achacó su excarcelación a «un error burocrático de Francia. Los primeros que lo lamentan son los franceses». Rubalcaba defendió que «el Estado de Derecho tiene sus reglas y sus normas: los jueces dictaminan cuándo alguien tiene que salir en libertad y los policías cumplen esa orden de los jueces, y los jueces dictaminan cuándo debe ser detenido y los policías cumplen las órdenes; ahora hay una orden del juez Garzón de que detengamos a esta presunta etarra y la vamos a detener».

Aunque reconoció que el fallo principal radicaba en «un error burocrático» de París, el ministro español hizo hincapié en que ello «no significa que la coordinación con Francia vaya mal».

Llamativamente sindicatos policiales como SUP y partidos como el PP también achacaron la responsabilidad de que Aranalde se encuentre en libertad al «error» del Estado francés. «Por ello, del buen trabajo de las FSE y de la Fiscalía cabe esperar que sea cuestión de horas, no de días, que esta persona sea puesta a disposición judicial», apuntaron desde el Partido Popular.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Alerta, Fascistas: Perseguições e prisões na Espanha

Cuando abrazar a una sobrina es motivo de arresto y saludar a una amiga que no ves desde hace años es «enaltecer al terrorismo», existe un abismo entre la lógica y la «justicia». La llegada de Maite Aranalde, la noche del jueves, hizo que afloraran cientos de sentimientos sin que el pánico extendido a porrazos lograra reprimirlos.




Presa na França desde 2005 por supostamente pertencer à ETA, Maite Aranalde foi entregue à Espanha e, após pagar fiança, libertada para seguir até sua cidade natal, Ibarra, rever seus parentes e amigos que não via ha pelo menos 7 anos.

Para sua chegada, seus parentes, familiares e amigos organizaram uma demonstração na cidade. Foram reprimidos com violência extrema pela Ertzainta por "enaltecimento ao terrorismo".

Na Espanha, receber alguém, dar às boas vindas à uma sobrinha, uma filha, uma amiga, é crime.
Tres imputaciones por "enaltecimiento del terrorismo" contra dos familiares directos y una amiga de Maite Aranalde, una docena de personas contusionadas y 15 identificadas por querer "saludar, besar y abrazar" a su allegada y amiga. Es la estela de la actuación de la Ertzaintza en la madrugada del viernes contra vecinos de Ibarra, que han llamado a una manifestación silenciosa mañana.

Um dos presentes foi detido, outro foi ferido e levado ao hospital. Ambos eram tios de Aranalde. Em que sociedade, dita democrática, o ato de esperar por uma parente, uma amiga, é crime? Xabi Ijurko, o tio preso de Aranalde, foi solto horas depois e enfrentará um processo por enaltecimento ao terrorismo.

A grande questão é, como podem parentes de uma ex-presa política serem presos, espancados, criminalizados, por receber à sua sobrinha, sua amiga? Manter contato com presos políticos virou crime, sob o governo SocioFascista do PSOE no País Basco.

Cabe ainda notar que este não é um fato isolado, os ataques fascistas e a criminalização da solidariedade vem chegando ao extremo.
Las palabras se transformaron en aplausos ayer en Ibarra. Ésa fue la fórmula que los allí congregados emplearon para protestar por lo ocurrido en estos últimos días en la localidad y para mostrar su apoyo a Maite Aranalde y a los tres imputados de «enaltecimiento al terrorismo» por saludarla a su llegada al pueblo.
Bajo el lema «Utzi pakean Ibarra», la manifestación recorrió las calles de la localidad guipuzcoana en silencio por la tarde. De este modo, sin corear lemas ni lanzar gritos, medio millar de personas consiguieron llevar a cabo la protesta en tranquilidad, aunque la presencia de la Ertzaintza, que tomó las calles del pueblo mucho antes de la hora de inicio de la protesta, hacía temer que se repitieran los incidentes.
O crescimento dos ataques de grupos fascistas, a repressão aos familiares de presos políticos, as tentativas de fechamento de bares Abertzales e o constante processo de ilegalização de formações nacionalistas são apenas a face visível de um processo de criminalização de qualquer coisa que se assemelhe ao Nacionalismo Basco, Abertzale. É o Estado fascista Espanhol atacando com todas as suas armas.

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«Alerta Fascista! Cristo Rey e Falangistas»,  em Blog do Tsavkko

«Destroços e pintadas no monumento aos foragidos do Forte de San Cristóbal», em lahaine.org

«Novo ataque fascista à Ezpala Taberna», em SareAntifaxista

«O terrorismo fascista renasce em Euskal Herria, perante o silêncio dos "democratas"» (com vídeo), em kaosenlared.net

«Ataques fascistas em Arbizu e Orkoien», em ezkerabertzalea.info
«O LAB apela à organização de uma resposta popular contra os ataques fascistas», em kaosenlared.net

"Denunciamos estes ataques ocorridos em diversos locais e enquadramo-los na ofensiva geral do fascismo espanhol".
Ver também o acompanhamento da situação em nafarroan.com

Ataques mais recentes e também noutros herrialdes:
«Ameaças fascistas na Câmara Municipal de Oiartzun» (Gipuzkoa), em askatu.org
Apareceram várias inscrições com a assinatura da Falange, entre as quais "Gora España" e "Vigilancia y Terror Falangista".

«Ataque fascista contra o cemitério de Berriobeiti» (Nafarroa), em antifaekintza via lahaine.org
"Nos seus muros exteriores, concretamente no frontal e num lateral, apareceram inscrições contra as vítimas do franquismo e outras de conteúdo fascista".

«Pintadas nazi-fascistas nos túmulos de Lasa e Zabala», em SareAntifaxista
"As inscrições - 'Cerdos comunistas' e 'Gora Galindo' - foram realizadas na noite de 27 para 28 nos túmulos de Josean Lasa e Joxi Zabala, em Tolosa (Gipuzkoa)".

«Eraso faxista! Argia Ikastola erasotua», em SareAntifaxista
A Argia Ikastola, de Fontella, na Erribera de Nafarroa, foi alvo de um ataque nazi-fascista pela segunda vez: nas paredes e numa das portas apareceram inscrições como «ikastola nidos de E.T.A», «escuela de etarras» ou «el euskara es E.T.A»).
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terça-feira, 7 de julho de 2009

Euskal Herria e Latuff






Cabe, já que estamos aqui, breves comentários sobre os desenhos - primorosos - do grande Carlos Latuff.

Oprimeiro, impecável, Zapatero, Sociofascista Primeiro-Ministro da Espanha pelo PSOE em um uniforme militar utiliza a Ley de España para açoitar, espcancar - quiçá torturar - o País Basco, para, enfim, manter o povo preso à Espanha contra sua vontade;

O segundo, por sua vez, demonstra a prisão em que se encontra o povo Basco, subjugado, humilhado pela Ley de España, sem possibilidade de se mexer, de se libertar.

Incríveis desenhos, certeiros, provocantes.
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O Berriak Egunkaria divulga também os Cartuns do Latuf.

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domingo, 7 de junho de 2009

Espanha = Tortura, Repressão, Desrespeito, Abusos... [Update]


Com a eleição (melhor dizendo, golpe) do Sociofascista do PSOE (PSE-EE) Patxi López (como mostrado aqui) a repressão aos nacionalistas cresceu de forma assustadora.

Primeiro, o Tribunal Superior de Justiça do País Basco (TJSPV) suspendeu alguns artigos do Decredo de Educação Infantil e Bacharelado que estabelecia o Euskera como principal língua veicular de ensino no País Basco.

A proposta foi aprovada na última legislatura, quando o PNV estava no poder (antes de ter patrocinado um golpe, junto ao PP e PSOE contra a Esquerda Abertzale e acabar sendo mais uma vítima, ao perder o cargo de Lehendakari), e a EA - recém-rachada - detinha a pasta da Educação.

Este fato é um claro ataque à nacionalidade Basca, à lingua Basca e à dingidade do povo. É impor o Espanhol frente à língua ancestral dos Bascos e desrespeitar a hhistória e a cultura. Não é de surpreender que tudo isto tenha sido arquitetado durante um governo Sociofascista no qual a Presidente do Parlamento, uma fascista do PP sequer sabe falar Euskera. Um golpe eleitoral seguido de um atentado contra a cidadania Basca.

Desde Eusko Blog:

Suspensión cautelar del euskera como lengua principal en la enseñanza vasca

El Tribunal Superior de Justicia del País Vasco (TSJPV) ha suspendido cautelarmente el contenido de los artículos de los decretos de Educación Infantil y Bachillerato que establecen el euskera como principal lengua vehicular en la enseñanza en Euskadi.

Ambos decretos fueron aprobados a finales de la pasada legislatura por el anterior Gobierno vasco, cuando el Departamento de Educación estaba en manos de EA. Las dos normas fueron recurridas por la Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística.

Por su parte, en la sesión de investidura del pasado 5 de mayo, el lehendakari, Patxi López, se comprometió también a derogar "de inmediato" diversos artículos de los decretos educativos que establecen el euskera como lengua vehicular, al considerar que "no respetan la Ley de escuela pública".

A través de un auto, la sala de lo Contencioso-Administrativo del TSJPV ha estimado ahora parcialmente el recurso de este colectivo y ha accedido a la parte del mismo en la que se solicitaba suspender de forma cautelar, antes de pronunciarse sobre el fondo del recurso, los contenidos de los decretos que establecen el euskera como lengua preeminente en la enseñanza, según informó hoy la plataforma a Europa Press.

En el auto se recuerda que el núcleo central de la argumentación del recurso "se sostiene en la alegación de que el precepto vulnera el derecho de los padres y tutores de los menores, o, en su caso, del alumno, a la elección de las dos lenguas oficiales en que han de recibir la enseñanza sus hijos, con la única restricción de la obligatoriedad de la enseñanza de la lengua oficial que no haya sido elegida".

Asimismo, el TSJPV indica que los recurrentes argumentan que "una inmersión lingüística en el ciclo inicial atentaría al principio de respeto del libre desarrollo de la personalidad que lleva a la exigencia de la lengua materna", por lo que "de no suspenderse el precepto se estaría habilitando y legitimando a los poderes públicos para conculcar un derecho fundamental".

El auto constata que la Administración no se opone a la suspensión cautelar del contenido del articulo que establece que "el euskera será la principal lengua vehicular en el ámbito escolar". Por ese motivo, la sala estima que "procede acceder a la suspensión interesada, en éste aspecto, sin necesidad de mayor argumentación, ante la conformidad de la Administración".

"AVISO A NAVEGANTES"

La Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística se felicitó por la decisión del TSJPV, sobre la que consideró que "es un aviso a navegantes para todos los colegios que, acogiéndose a decretos de dudosa legalidad, han cambiado sus modelos educativos, muchas veces en contra del criterio de los padres".

A juicio de este colectivo, con el auto del Tribunal Superior de Justicia del País Vasco a muchos centros que han eliminado el modelo A de enseñanza en castellano "se les desmonta el argumento legal, claramente contrario a la ley".

Segundo ponto, a violência e repressão absurdas contra as "Herriko Tabernas", contra as famílias dos presos políticos Bascos e contra os Direitos Humanos.

A Ertzaintza (Polícia Basca), sem qualquer respeito pela população, deu início a uma série de invasões à bares frequentados por Nacionalistas para retirar - à força - fotos de presos políticos Bascos e mensagens de apoio à eles, das paredes. Com ou sem resistência dos que etão no local, a polícia abusa da violência, da intimidação e das práticas de tortura.

Depois de a "justiça" condenar a Alcaldesa de Hernani, Marian Beitilarrangoitia a um ano de cadeia com uma acusação ridícula de "Enaltecimento ao Terrorismo" (como mostrado aqui), a polícia Basca resolveu se valer das mesmas acusações infundadas e absurdas e invadir os pontos de encontro nacionalistas e destruir seu interior, além de deixar um rastro de tortura e volência nos frequentadores.

A polícia, obviamente, busca disfarçar seus atos e afirma ter encontrado resistência violenta e que agentes ficaram feridos, o que foi prontamente desmentido pelos Nacionalistas, que mostram suas marcas, marcas da violência constante por parte dos fascistas contra a Esquerda Abertzale e a solidariedade com os presos políticos.

Desde Gara:

La Ertzaintza irrumpe en «herrikos» para retirar las fotografías de presos

Interior de Lakua se escuda en una providencia de la Audiencia Nacional española, pero sigue actuando «motu proprio» en su particular «caza» de las fotografías de los presos políticos vascos. Si el miércoles la Ertzaintza irrumpió en la «herriko taberna» de Alde Zaharra de Donostia, ayer hizo otro tanto en las de Galdakao, Ugao y Usansolo, cargando incluso contra algunos clientes. Sin embargo, la solidaridad en las calles quedó patente un viernes más.

Manex ALTUNA |

Si el miércoles la Policía autonómica se personó en la herriko taberna de Alde Zaharra de Donostia, Herria Taberna, amena- zando con querellarse contra sus trabajadores -una de las cuales fue identificada- por un delito de «enaltecimiento del terrorismo» en caso de que no retiren las fotografías de los presos políticos del barrio, ayer los policías bajo mando de Rodolfo Ares irrumpieron en al menos tres herrikos de Bizkaia, registrándolas, golpeando a quienes protestaron y retirando las fotografías de los presos políticos.

Una de esas localidades fue Galdakao, donde la Ertzaintza actuó por tercera vez en menos de una semana, tras las cargas en Ibilaldia y el despliegue policial para impedir la rueda de prensa del miércoles del movimiento pro-amnistía que, finalmente, ayer sí pudieron realizar, aunque también con el hostigamiento y las presiones de la Ertzaintza.

Imputaciones a los camareros

Tres dotaciones de la Policía autonómica se personaron al mediodía ante la herriko taberna de Galdakao. Entraron al interior del establecimiento y, tras registrarlo, se llevaron consigo las fotografías de los represaliados políticos.

Asimismo, arremetieron a golpes contra los que se encontraban en el interior del bar, causando al menos cinco heridos. El trabajador del establecimiento también fue identificado y advertido de que sería im- putado por «enaltecimiento del terrorismo».

Desde Galdakao, los ertzainas se dirigieron a Usansolo y Ugao. Según pudo saber GARA, irrumpieron en las dos herriko tabernas, apropiándose de las fotografías de los presos políticos vascos y realizando las mismas amenazas de imputación a sus respectivos trabajadores.

El movimiento pro-amnistía realizó un llamamiento a «defender» las fotografías.

Los contusionados de Ibilaldia interpondrán una denuncia

Media hora antes de que la Ertzaintza iniciara sus incursiones en distintas herriko tabernas de Hego Uribe, el movimiento pro-amnistía compareció en Galdakao para censurar la intervención policial con motivo de Ibilaldia. Pero por segunda vez, esta rueda de prensa también fue obstaculizada con presiones de la Ertzaintza y del Ayuntamiento para poder realizarla en el Kultur Etxea, tal y como habían solicitado.

En la comparecencia también participaron algunas de las personas que resultaron lesionadas tras la carga. Presentaron partes médicos y fotografías de brazos rotos, puntos de sutura y golpes recibidos y censuraron que esa es la imagen que «revela» lo que entiende por «espacios de impunidad» el nuevo Gobierno de Lakua.

Los heridos por la carga de la Ertzaintza en Ibilaldia también desmintieron la versión oficial. Señalaron que con el objetivo de «silenciar» lo ocurrido, la Ertzaintza afirmó que dos agentes resultaron heridos. Al respecto, denunciaron que más de una veintena de personas han sufrido lesiones de distinta consideración por la carga policial y que interpondrán una denuncia en sede judicial para exigir responsabilidades. M. A.

Aprueban mociones en apoyo a los presos en Arrasate y Oñati

Mientras que Madrid y el Gobierno de Lakua intensifican su actividad represiva para criminalizar la solidaridad hacia los prisioneros políticos vascos, las mociones para exigir el respeto a sus derechos siguen presentándose y aprobándose en distintos puntos del país. Así, el jueves, en Arrasate y Oñati se aprobaron sendas mociones, en las que se hace hincapié en la exigencia de liberar a los presos políticos gravemente enfermos, a los que siguen encarcelados pese a haber cumplido la condena impuesta y la exigiencia de poner fin a la dispersión.

En Oñati, donde 766 firmas de convecinos respaldaron la moción, el texto fue aprobado con los votos favorables de Aralar, EB y Zutik. Mientras, en Arrasate, el texto fue aprobado con los votos a fabor de la izquierda abertzale, EA, Aralar, Zutik y Alternatiba, y la abstención del PNV.

Asimismo, y en defensa de los derechos de los presos vascos, ayer 170 personas se movilizaron en Zarautz, 150 en Ondarroa, 39 en Lizarra, 30 en Ugao, 20 en Mundaka, 100 en Galdakao, 60 en Oñati, 56 en Lizartza, 65 en Lazkao, 54 en Tafalla, 50 en Deba, 60 en Algorta, 410 en Gasteiz, 34 en Barañain, 37 en Lezo, 23 en Larraga, 21 en Legorreta, 290 en Iruñea y 15 en Bera. GARA

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Update.

Mais sobre a perseguição ao idioma Basco, desde Nationalia.info:

L'èuscar perd la condició de llengua vehicular a l'ensenyament

05/06/2009

El Tribunal Superior de Justícia del País Basc suspèn cautelarment els decrets que feien del basc la llengua principal de comunicació a l'educació primària i al batxillerat · El tribunal ha admès a tràmit els recursos presentans per la Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística.

Comença el retrocés de la llengua basca a Euskadi. El Tribunal Superior de Justícia del País Basc (STJPV) ha suspès cautelarment dos decrets aprovats pel Govern anterior que garantien a l'èuscar la condició de llengua vehicular a l'educació primària i al batxillerat. Només presentar-se aquests decrets, una associació de pares anomenada Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística, els va recórrer als tribunals en considerar que se suprimia el dret d'elegir la llengua castellana.

El tribunal ha acceptat els recursos a tràmit, i per això ha procedit a suspendre els decrets de manera cautelar. Segons informa diariovasco.com , el nou lehendakari socialista, Patxi López, ja va dir durant la seva sessió d'investidura que es comprometia a derogar "immediatament" els articles dels decrets que estableixen l'èuscar com a llengua vehicular. Segons el diari, els decrets han pogut ser suspesos sense més dificultats perquè "l'Administració no s'hi oposa".

Davant d'aquesta notícia, l'organització interessada s'ha mostrat satisfeta i desafiant: "els centres d'ensenyament no es podran emparar en l'existència d'uns decrets per fer canvis en els models d'ensenyament de dubtosa legalitat", segons publica El Correo. Segons aquest mateix mitjà, la secció del Partit Popular al país no ha trigat a felicitar-se per una decisió que, diuen, "confirma la il·legalitat de les polítiques d'imposició de l'èuscar desenvolupades per l'anterior departament d'educació".

Més informació:



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