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sábado, 28 de agosto de 2010

Egito e Proselitismo Religioso: O Brasileiro irresponsável

Leio no excelente Paulopes Weblog algo que, depois viria a ler exaustivamente nos diversos portais de internet: O caso do imbecil evangélico preso no Egito por fazer proselitismo.

Minha opinião? Deveria mofar na cadeia.

O Egito é, em média, mais aberto que os demais países árabes à discussão religiosa e possui uma significante população cristã (Copta), logo, para alguém ser preso por proselitismo é porque, sem dúvida, deve ter abusado. Existe população cristã? Sem dúvida, mas tudo tem limite.

A nação é francamente muçulmana e, se bem conhecemos "nossos" evangélicos, a figura deveria pregar aos berros em praça pública incomodando a todos e, não duvido, até sendo elogioso com os islamismo.

Todos conhecemos os neopentecostais, são francamente preconceituosos e não tem limites ou noção de respeito pelos demais, não me surpreenderia se, dentre os panfletos encontrados com a figura, constassem ofensas ao Islã. Pessoalmente, acredito que a pregação aos berros em praça pública, em um país não-cristão, já seja razão suficiente para um processo.

Liberdade religiosa é uma maravilha, quando você sabe usar e respeita o lugar onde se encontra. Quer juntar uns amigos e falar de religião? Problema seu, mas não vá em praça pública "evangelizar". Pena que os Trolls de Cristo não entendem o recado.

Obviamente estou fazendo conjecturas, mas não duvido que esteja certo.

O cara mora ha 6 anos no país, não virou evangélico semana passada e dificilmente começou a pregar no dia da prisão, aí tem coisa.

Eu sou totalmente favorável à liberdade religiosa, mas não tolero pregação no meio da rua ou tentativas de evangelizar, especialmente em um país cuja cultura destoa absolutamente da nossa.

Pois bem, ele está preso e será deportado, o Itamaraty tem total obrigação de ajudar neste processo, mas, uma vez no Brasil, a figura deveria arcar não só com as consequências pessoais, mas com as financeiras.

Não faz sentido que o contribuinte seja responsabilizado pelas atitudes - típicas - de um fanático religioso querendo causar confusão pelo mundo.

Art.2*:   Islam is the Religion of the State. Arabic is its official language, and the principal source of legislation is Islamic Jurisprudence (Sharia).

As leis egípcias são claras em proibir que evangélicos façam o que mais gostam: Encher o saco de qualquer um com uma pregação infinita e sem noção. Mas, bem, jesus deve tê-lo mandado se achar acima da lei e agir como um bom Trol de Cristo. Agora que aceite as consequências e pague por elas - não nós.

O Egito, neste ponto, acerta. O ouvido deles não é penico e lugar de crente é no templo, sem encher o saco de ninguém que não quer ouvir. Pena que o Brasil não copie esta idéia.
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Petições contra Israel. Parem o Genocídio!

Tomei conhecimento de ao menos quatro petições contra o Estado Nazi-Sionista de Israel.
A primeira petição, que creio ser de máxima importância, pede à ONU para que Israel seja expulsa da organização. Criada aparentemente por um cidadão e não por uma organização, tem sido divulgada via Twitter e redes sociais.
We, the citizens of the world, call upon you to shape the 21st century with a new ethic, already enshrined in the United Nations. We call upon you to end Zionist apartheid and racial injustice by stripping Israel of its UN membership.
Para assinar: Link.
A segunda petição vem da organização Avaaz e pede por uma investigação do crime cometido por Israel. Creio que a petição seja por demais branda ao exigir apenas uma investigação e não uma punição contra o Estado Nazi-Sionista, mas é um começo. No momento em que escrevo a petição alcançou perto de 185 mil assinaturas.
O ataque israelense mortal sobre uma frota de barcos humanitários para Gaza, gerou uma indignação global. Desta vez, não podemos aceitar só discursos dos nossos governantes. Chegou a hora de agir.
Esta petição será entregue à ONU e a líderes globais quando atingir 200.000 assinaturas -- assine a participe do chamado global pela verdade, responsabilidade, e justiça para Gaza!
Para assinar: Link.
A terceira petição vem a Anistia Internacional, seção do Reino Unido e pede ao Secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, uma investigação das mortes na Flotilla.
Given the international nature of this incident and the continuing lack of credible Israeli investigations into violations of human rights in the context of the Gaza conflict, there is a strong need for an immediate international investigation and it’s important for the interests of regional peace and security that the UK strongly and publicly advocate such a call.
Para assinar: Link.
A quarta petição segue o modelo da AI, mas é capitaneada pela Palestine Solidarity Campaign e pede ações duras contra Israel.
I call on the UK to:

    * Immediately recall Britain's ambassador to Israel
    * Expel Israel's ambassador to Britain
    * End UK arms sales to Israel
    * Suspend the EU-Israel Trade Agreement
    * Withdraw Israel's membership of the OECD
    * Ban the import of goods from illegal Israeli settlements into the UK
    * Demand an end to Israel's siege of Gaza
Para assinar: Link.

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Israel, investigações e hipocrisia


Os pedidos para uma investigação urgente e, acima  de tudo, independente, não são à toa. Os EUA em sua política de apoiar incondicionalmente o genocídio Palestino chegaram ao desplante de exigir, na ONU, que Israel lidere uma investigação para apurar os fatos. Seria, como @avinunu bem colocou no Twitter -reproduzi no início do post - o mesmo que a British Petroleum investigar a si mesma no caso do derramamento de petróleo no Golfo. Imparcialidade alguma.
"Apoiamos nos mais fortes termos o pedido do Conselho de Segurança (da ONU) por uma investigação imediata, imparcial, de credibilidade e transparente", afirmou Hillary. "Apoiamos uma investigação israelense que cumpra estes critérios."
"Estamos abertos a formas diferentes para garantir que a investigação tenha credibilidade, incluindo a participação internacional", acrescentou Hillary, sem entrar em detalhes.
Obama sumiu. Ninguém viu. Não declara nada e deixou para Hillary, eterna amiga dos Sionistas, o trabalho de piorar ainda mais a situação. É realmente uma vergonha e uma ofensa.
“Hillary Clinton on North Korea: ‘I think it’s important to send a clear message to North Korea that provocative actions [sinking a war ship] have consequences. We cannot allow the attack on South Korea to go unanswered by the international community.’ … Hillary Clinton on Israel’s attack on a humanitarian aid convoy: Silence.” Diana Buttu
Ingrid Storgen, em Kaos en la Red resume bem a situação. O que há para se investigar? Os crimes estão gravados, documentados! Israel admitiu ter invadido, admitiu a pirataria e matou civis para depois sequestrá-los. O que há para investigar numa frota de ajuda humanitária lotada de civis - incluindo uma Nobel da Paz e uma sobrevivente do Holocausto - que carregava purificadores de água, cadeiras de roda, brinquedos... E cujos passageiros portavam terríveis "armas" tais como bolas de gude enquanto soldados israelenses atiravam em civis feridos?

Como disse a @maria_fro, Israel é motivo de piada na blogosfera.

¿Investigar qué? ¿Hace falta más evidencia?
¿Actos violentos de quiénes? Acá hay nombres y hay apellidos que dieron y recibieron la orden de bajar con cuerdas desde helicópteros y no están dentro de ese gueto emplazado.
¿Investigar si las personas comprometidas con la ayuda humanitaria estaban desarmadas cuando recibieron un ataque con tropas de elite desde el aire y durante la noche?
¿Investigar haría pensar que tal vez no fue tan malo el estado israelí y que “algo habrán hecho” los miembros de la misión humanitaria para recibir la artillería de muerte que descargaron sobre ellos?
¿No podemos caer con este criterio en la tristemente célebre teoría de los dos demonios?
Las fuerzas de elite asaltaron al barco Mavi Marmara disparando con sus fusiles, convirtieron el barco en un baño de sangre disparando a la cabeza, utilizaron picanas contra los voluntarios entre los que se encontraba una mujer con su hijo de un año.
¿Los actos de violencia los ejercieron quienes iban en ayuda de un pueblo que eligió quien habría de gobernarlo más allá de que a sus enemigos les guste o no su decisión?
El propio ministro de Defensa, Barak, elogió a sus “hombres” por lo tanto aprobó el ataque ¿qué hay que investigar acá, no está todo dicho?
 Em Israel, os ativistas permanecem presos. Apenas 250 deverão ser expulsos. E os demais? Serão torturados e ilegalmente presos como costuma fazer Israel? O que acontecerá com os Palestinos e Israelenses que estavam à bordo dos navios?
At least four Palestinian/Israelis, Free Gaza Movement board director, Lubna Masarwa, Sheik Raed Salah, leader of the northern branch of the Islamic Movement in Israel, Mohammed Zeidan, Director of International Advocacy Programme for the Arab Association for Human Rights. and Hamed abu Dabis are facing multiple serious criminal offences for their participation in a peaceful voyage to break Israel’s blockade of Gaza.
Hanin Zoabi, deputada do Knesset pelo partido Balad, Árabe-Israelense, foi ameaçada por uma deputada do neonazista Likud que a chama de traidora e pede para que ela seja expulsa de Israel.
"Zoabi is party to a double crime – joining terrorists and a moral crime against the State of Israel," she said during a heated Knesset session Wednesday. "She must be punished. We don’t need Trojan horses in the Knesset." Regev even shouted at Zoabi in Arabic, "Go to Gaza, traitor."


O mundo precisa se mobilizar e denuncias estes crimes. Israel não pode escapar impune!
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Redução da maioridade penal e exceções possíveis

O artigo que pretendo escrever é polêmico. Nem de longe tenho a intenção de ser dono da verdade ou de esgotar qualquer argumento. É apenas minha visão sobre algo que volta e meia entra nos noticiários e, como tudo, é vítima de manipulação.

A recente soltura do assassino do menino João Hélio reacendeu o debate sobre a maioridade penal. Na verdade, sobre a redução desta idade limite para que adolescentes sejam julgados como tal ou como adultos.

De saída, concordo com o movimento social, a redução da maioridade penal é um absurdo, um crime. Com raríssimas exceções, quem vai para a cadeia é pobre. Seja o moleque do morro que assaltou, ou o aviãozinho que matou e daí em diante.

A maioriade penal, dentre outras coisas, é a barreira que garante - ou tenta(ria) garantir - que um adolescente que cometeu um erro, possa se arrepender, pagar sua pena e ser reintegrado à sociedade. E, neste meio tempo, deveria ser educado, ensinado, recuperado... Claro, este é o ideal, sabemos que nossas FEBEM (ou seja lá qual foro o nome que usam hoje. O sistema prisional para jovens é como o DEMO, dá uma crise e muda de nome, o interior continua o mesmo.) são uma escola do crime mais do que um local para reabilitação.

Reduzir a maioriadade penal é a forma pelo qual a elite tem de fechar ainda mais seus olhos para o problema da marginalização da periferia. A idéia é colocar todos, seja adultos ou crianças, de forma irremediável, na cadeia. Para que não mais precisem olhar para eles, para os "marginais", ou seja, pobres.

Pessoalmente, enxergo esta discussão como inócua, como uma elite sem qualquer vergonha querendo esconder o resultado de suas ações, o resultado da marginalização da maior parte da população com o objetivo de manter as benesses de uma ínfima parcela.

Pois bem, tudo isto apenas para deixar claro que sou totalmente contrário sequer a discutir a redução da maioriade penal, que iria atingir quase que exclusivamente os pobres do país e em nada iria resolver nosso problema com a criminalidade - iríamos, na verdade, condenar jovens à morte e ao abandono.

Mas, a questão que levanto aqui é o das exceções.

Vejam o caso, por exemplo, do assassino do menino João Hélio. Ou, até mesmo, o tal Champinha, que assassinou a sangre frio o casal Liana Friedembach e Felipe Caffé. Faz algum sentido que alguém que tenha estuprado, cometido um crime com requintes de crueldade e torturado seja libertado depois de fazer 18 ou 21 anos? Ou que seja agraciado com o regime semi-aberto?

Uma coisa é reduzir a maioridade penal como uma punição coletiva, outra coisa, bem diferente, é a análise de casos específicos em que o crime choca pela violência, descaso pela vida e completa insensibilidade do criminoso que, por ser menor, será liberdade sem ter cumprido sequer uma pena equivalente ao de um assalto.

A questão, e é o que defendo, é que casos especiais sejam tratados de forma especial. Claro, é preciso que dispositivos legais sejam criados, par evitar achismos e perseguição - e não finjo saber quais seriam - mas é inaceitável que potenciais serial killers e assassinos frios e sem sentimento algum sejam soltos por terem chegado à maioridade, sem terem cumprido a pena.

Obviamente, fica sempre o medo de que a ou as exceções propostas sirvam, no fim, apenas para condenar o pobre à penas ainda maiores, mas entendo como necessária uma saída para o impasse. Da mesma forma que um rapaz que, vítima desde a infância da violência tem o direito a rebelar-se e cometer um crime dentro do que considera o senso comum, e se beneficiar - sendo menor - de uma reabilitação e pena menor, um assassino frio e irrecuperável não pode se beneficiar de nenhuma redução, de nenhuma vantagem, pois pode e certamente irá cometer outros crimes assim que tiver a oportunidade.

Creio que, ao menos, o assunto precise ser debatido seriamente e uma solução deva ser encontrada. Se existe uma alternativa ao atual modelo ou se não há qualquer forma de se mudar.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Arruda... preso? Até quando, Gilmar?

Não se fala de outra coisa no Twitter. E aos poucos vão chegando novas notícias, mas até agora toda a informação de que o Governador Arruda estaria com mandato de prisão decretada se limitam às veiculadas pela Revista Época.

Vale notar, porém, que a notícia da Revista Época foi inicialmente publicada às 15:06, e o Deputado Brizola Neto veiculou notícia semelhante pouco antes, às 14:34, eu seu blog.

Primeiro a anunciar a prisão decretada, começa a ter sua versão confirmada. Neste momento, a GloboNews informa que o Ministro do STJ acolheu o pedido de prisão preventiva do governador.

Até este momento nenhum grande portal confirmou a notícia e, destes, apenas o Noblat replicou a notícia da Época em seu blog.

A prisão em si seria uma grande vitória para o povo de Brasília e do país todo, uma demonstração de que - raras vezes - pode existir alguma justiça e que alguns ricos acabando indo para a cadeia.

Mas não nos esqueçamos de Maluf. Preso, condenado e hoje livre, leve e solto (e elegível, obrigado pela lembrança, @Barbaraaz), como se honesto e cumpridor da lei fosse.

O principal agora, sem dúvida, é saber não se Arruda será mesmo preso, mas em quanto tempo o Ministro Gilmar Mendes o libertará. Em quanto tempo e, no caso de um juiz corajoso resolver condená-lo outra vez, quantas vezes o soltará.


Vamos esperar para ver o quanto a impunidade está enraizada em nossas estruturas judiciárias.

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 É oficial, decretada a prisão de Arruda! 12 votos a 2 (números da Globonews)!

STJ decreta prisão de José Roberto Arruda
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reunida extraordinariamente nesta quinta-feira (11), determinou a prisão preventiva do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e de mais cinco pessoas, com o objetivo da preservação da ordem pública e da instrução criminal (artigo 312 do Código de Processo Penal).

Foi decretada a prisão preventiva também do suplente de deputado distrital Geraldo Naves; do ex-secretário de Comunicação do governador, Wellington Moraes; do ex-secretário e sobrinho de Arruda, Rodrigo Arantes Carvalho, e Haroldo Brasil Carvalho, ex-diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB), origem funcional e política de Arruda.

Também foi decretada a prisão de Antonio Bento, funcionário público aposentado e conselheiro do metrô do Distrito Federal flagrado pela Polícia Federal quando entregava uma sacola com cerca de R$ 200 mil ao jornalista Edson Sombra.

O pedido de prisão preventiva foi elaborado pelo Ministério Público Federal e acolhido pelo ministro Fernando Gonçalves, relator do Inquérito 650 que investiga a suposta distribuição de recursos suspeitos a membros da base de apoio ao governo do Distrito Federal.

A tentativa de suborno do jornalista Edson Sombra, protagonizada pelo conselheiro da CEB Antonio Bento, gravada pela Polícia Federal com autorização de Sombra, associada a fortes indícios de autoria e materialidade, justificaram o pedido de prisão.

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Foto-montagens via @Aarles.

Variações de um mesmo tema:

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Os ratos começaram a abandonar o barco. Demos entregam cargos em Brasílai fingindo não terem qualquer ligação com o Roberto Arruda, DEMO!

Demo soltou nota exigindo que todos os seus filiados com cargos no governo Arruda deixem seus cargos. Agora é tarde, foram todos apanhados!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Bil'in Protest - This is Zionism (Mohammed Al Khatib arrested)


Once again, a political leader of the village of Bil'in has been arrested without any decent reason but the one to prestes for the rights of it's people. Mohammed Al Khatib is one of the main leaders of the pacifist movement in the West Bank and now he's in some Israeli filthy jail.

With information from the Bil'in Popular Committee:
Mohammed Al Khatib Bilin Popular Committee Member Arrested
 28.1.10
Mohammed Al Khatib from the Bil'in Popular Committee was arrested in his home early Thursday morning around 1.30 am. Soldiers entered his home and confiscated papers, check receipts, cell phones and things related to popular demonstration. After his arrest, soldiers returned to the house to continue their search, his wife and four children as well as other family members were also at home. The search lasted for approximately one hour. International activists and independent media were present outside the house, but soldiers agressively kept them at a distance and attempted to prevent them from documenting the events. One immigration officer as well as a police officer were also present and threatened the international observers with arrest. No other arrests were made. This is part of the late 2009 - early 2010 wave of intensified Israeli miltary violence against non-violent popular demonstrations. There have been weekly arrests and constant harassment of activists and organizers of the demonstrations against Israel 's Apartheid wall and illegal settlements.

For more information contact:
  D. Rateb Abu Rahmeh - Member of the Popular Committee Against the Wall and settlement \ Bil'in 0597117673 saborahmeh42@yahoo.com



 More comprehensive information:

Mohammed Khatib, Coordinator of West Bank Coordination Committee Arrested

28/01/2010
Popular Struggle Coordination Committee
In the highest profile arrest of the recent wave of repression against West Bank popular struggle, Israeli soldiers arrested Mohammed Khatib today before dawn. Khatib is a member of Popular Committee against the Wall and Settlement in the West Bank village of Bil’in and the coordinator of the Popular Struggle Coordination Committee.
At a quarter to two AM tonight, Mohammed Khatib, his wife Lamia and their four young children were woken up by Israeli soldiers storming their home, which was surrounded by a large military force. Once inside the house, the soldiers arrested Khatib, conducted a quick search and left the house.
Roughly half an hour after leaving the house, five military jeeps surrounded the house again, and six soldiers forced their way into the house again, where Khatib’s children sat in terror, and conducted another, very thorough search of the premises, without showing a search warrant. During the search, Khatib’s phone and many documents were seized, including papers from Bil’in’s legal procedures in the Israel High Court.
The soldiers exited an hour and a half later, leaving a note saying that documents suspected as "incitement materials" were seized. International activists who tried to enter the house to be with the family during the search were aggressively denied entry.
Mohammed Khatib was previously arrested during the ongoing wave of arrests and repression on Augst 3rd, 2009 with charges of incitement and stone throwing. After two weeks of detention, a military judge ruled that evidence against him was falsified and ordered his release, after it was proven that Khatib was abroad at the time the army alleged he was photographed throwing stones during a demonstration.
Khatib’s arrest today is the most severe escalation in a recent wave of repression again the Palestinian popular struggle and its leadership. Khatib is the 35th resident of Bil’in to be arrested on suspicions related to anti-Wall protest since June 23rd, 2009.
The recent wave of arrests is largely an assault on the members of the Popular Committees – the leadership of the popular struggle – who are then charged with incitement when arrested. The charge of incitement, defined under Israeli military law as "an attempt, whether verbally or otherwise, to influence public opinion in the Area in a way that may disturb the public peace or public order," is a cynical attempt to punish grassroots organizing with a hefty charge and lengthy imprisonments. Such indictments are part of the army’s strategy of using legal persecution as a means to quash the popular movement.
Similar raids have also been conducted in the village of alMaasara, south of Bethlehem, and in the village of Ni’ilin – where 110 residents have been arrested over the last year and half, as well as in the cities of Nablus, Ramallah and East Jerusalem.
Among those arrested in the recent campaign are three members of the Ni’ilin Popular Committee, Sa’id Yakin of the Palestinian National Committee Against the Wall, and five members of the Bil’in Popular Committee – all suspected of incitement.
Prominent grassroots activists Jamal Jum’a (East Jerusalem) and Mohammed Othman (Jayyous) of the Stop the Wall NGO, involved in anti-Wall and Boycott, Divestment and Sanctions campaigning, have recently been released from detention after being incarcerated for long periods based on secret evidence and with no charges brought against them.
For more details: +972546327736 | media@popularstruggle.org



And also from Ynet:

Bilin councilman arrested after predicting another intifada

28/01/2010


by Ali Waked
Leader of protests against West Bank security barrier arrested hours after telling Ynet, ‘We’re positive 2010 will see us beat the occupation
Muhammad Khatib, considered by many the leader of the Palestinian protests against the construction of the West Bank security barrier, was arrested overnight Thursday by the IDF just hours after telling Ynet, "We are on the eve of an intifada."
During Wednesday’s interview Khatib, a senior Bilin village councilman, said, "The resistance will spread, like it did in the (1987) Intifada, but this one will be much more creative.
"We’re positive 2010 will see us beat the occupation. We see it in the fact that the Israeli military is nervous about the fact that it can’t curb (the protest)," he told Ynet.
Khatib’s family members said soldiers arrived at their Bilin home at 1:45 am and arrested him following a search of the residence. They said the soldiers did not present a search warrant, and confiscated a cell phone and documents the troops claimed were possibly inciting.
Khatib was arrested a few months ago and was released by a military judge two weeks later. The prosecution claimed he was photographed throwing stones at security forces, by Defense Attorney Gabi Lasky proved Khatib was abroad when the rally in question was staged.
Members of the anti-separation fence committee allege that Israel has hardened its policies against rioters arrested in the West Bank in order to "break the resistance".
Left-wing activist Yonatan Pollak said he believed Khatib was arrested due to the interview with Ynet.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Presa a Mesa Nacional do Batasuna: A ETA avança!

Mais um duro golpe contra a paz no País Basco. A "justiça" espanhola leva às últimas consequências a máxima de que com repressão haverá paz. Não haverá. Repressão apenas cria mais ódio e mais ressentimento.

A série de abusos contra a Esquerda Abertzale vê seu mais novo capítulo, a prisão de vários membros da Mesa Nacional do Batasuna, que foi criminosamente ilegalizada há alguns anos.
La policía entró en la sede sindical sobre las 18.30. Poco después de las nueve de la noche, los cinco detenidos fueron conducidos en coche a la subdelegación del Gobierno, antes de ser trasladados a Madrid. Un grupo de unas 50 personas que se concentró en la puerta del sindicato lanzó diversos gritos de apoyo a los detenidos, como "Jo ta ke, irabazi arte" (sin parar, hasta la victoria). Otegi sonrió a sus simpatizantes.
Arnaldo Otegi (porta-voz do Batasuna), Miren Zabaleta (filha do líder do Aralar, Patxi Zabaleta), Rafa Díez Usabiaga (ex-líder do sindicato LAB), Sonia Jacinto (ex-tesoureira do ilegalizado PCTV-EHAK), Rufino Etxebarria (líder histórico Abertzale), Arkaitz Rodríguez (absolvido em 2006 da acusação de ser membro da ETA), Jose Manuel Serra, Amaia Esnal e José Luis Moreno Sagüés foram presos em diferentes cidades do País Basco acusados de tentar reconstruir o Batasuna, partido político que chegou a representar mais de 20% da população Basca (como Batasuna, Euskal Herritarrok e Herri Batasuna) por mais de 20 anos e hoje encontra-se criminosamente ilegalizado pelas forças espanholistas e pela justiça fascista nacional.

O Batasuna foi ilegalizado em 17 de março de 2003 pela Corte Suprema espanhola - "justiça" espanhola legislando sobre o PAís Basco, um crime em si - com base na Lei de Partidos criada em 2002 exatamente com o objetivo de perseguir, ilegalizar e condenar a Esuqerda Nacionalista (Abertzale).

Impressiona que em um país que se diz democrático - embora não seja e nem pareça uma democracia - uma lei é criada com o objetivo específico de condenar ao limbo, à cadeia, uma parcela significativa da população de uma região.
"La detención ayer de 8 militantes abertzales es grave, muy grave. Se une a una larga lista de actuaciones graves que tienen como objetivo la perpetuación del marco político. Le tienen miedo al cambio, le tienen miedo a que la Izquierda Abertzale proponga nuevas iniciativas. Le tienen miedo a la mayoría de Euskal Herria. Le tienen miedo a lo que este pueblo es capaz de hacer cuando hay ilusión.

Pero la izquierda abertzale no pasará a la clandestinidad, ni dejará de ofrecer alternativas sociales y abertzales para este pueblo. La izquierda abertzale no dejará de luchar por una solución justa y democrática para Euskal Herria. Una solución que vendrá del reconocimiento a los derechos de este pueblo. La izquierda abertzale ha venido defendiendo en los últimos tiempos la necesidad de idear una estrategia política eficaz para recuperar los derechos que como pueblo nos pertenecen. En ello estamos y en ello seguiremos, pese lo que le pese a algunos."
Não é o primeiro nem será o último ataque da Espanha à nacionalidade Basca. Não basta a tortura, as humilhações e a ilegalização, o objetivo é calar, seja pelo assassinato (vide o caso de Jon Anza) ou pela prisão arbitrária, a voz nacionalista, a voz da liberdade dos povos.

Ainhoa Etxaide, secretaria general de LAB, declaró ayer que "la operación está dirigida por Garzón, que sólo sabe irrumpir en el mapa político vasco a través de la represión, y es una operación contra la izquierda abertzale y su estrategia de dar pasos para el cambio político en Euskal Herria".
A cusação de Garzón, conhecido juiz midiático, afeito às demonstrações públicas e prisões espetaculares, com um ego maior do que pode suportar, é ridícula, para dizer o mínimo. Este acusa os líderes Abertzales de tentar formar um partido político, "Bateragune (Ponto de Encontro)", para tentar levar de volta a Esquerda Abertzale à política Basca, ou seja, para permitir que a população Basca tenha acesso à pseudo-dmmocracia Espanhola e possa lutar pelo fim de sua situação colonial.
Para Garzón, isto é um crime.


Todo este movimento tem o objetivo - dizem - de derrotar a ETA. Confunde-se todo Abertzale e o Abertzalismo com a ETA e ainda, obviamente, fortalece a ETA ao dar ainda mais munição ao grupo em seus ataques contra a falta de democracia no Estado Espanhol.

"Rafa Díez, el propio Rufi Etxeberria, que se sabe de su posición política, Arnaldo Otegi y hasta siete más, que una es la hija de Patxi Zabaleta. Pues si se sabe que todas estas personas están apostando por esas vías políticas, es evidente que no están pidiendo ingresar en ETA para seguir en la lucha armada, sino todo lo contrario".
Por ello, Joseba Egibar considera que, "quien actúa de esta manera, no quiere la desaparición de ETA, y eso es lo que concluye mucha gente".

Joseba Egibar, do PNV, deixa tudo mais claro, na verdade diz apenas o óbvio. Os lideres do Batasuna buscam a via política para solucionar o conflito e são impedidos, apenas os espanhóis dão mais munição à ETA.

A situação é clara, aumenta a repressão, aumenta o respaldo político e moral da ETA. Não adianta exigir seu fim sem que, porém, existam condições e garantias.
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domingo, 27 de setembro de 2009

Objeção de Consciência de jovens Israelenses



Felizmente, nem todo Israelense é um Genocida. Muitos jovens ano após ano se recusam a servir no exército de Israel e a matar indiscriminadamente o povo Palestino. Estes jovens são chamados de SHMINISTIM, que em Hebraico significa mais ou menos "[aquele] que está no décimo segundo grau [da escola]".
Shministim means “twelfth-graders” in Hebrew. Military service is mandatory after high school for young Jewish Israelis. The Shministim are Israeli youth who refuse to serve in the army because it enforces Israel’s 40-year occupation of the Palestinians.
While a number of Shministim letters have been written in the past (read about the first letter sent to Prime Minister Golda Meir here ), about one hundred youth have signed the current 2008 Shministim letter which articulates the basis for refusal.
Estes jovens, ao se recusar a servir no Exército Genocida enfrentam a cadeia, além do preconceito inerente em uma sociedade francamente militarista e que exalta os valores militares, ou seja, exalta o assassinato de Palestinos.
Because of their principled refusal to serve in an occupying army, youth who sign the letter face jail terms in Israeli military prisons. Terms range from 21 to 28 days; those who refuse to wear a military uniform while in jail are sent to solitary confinement for the duration of their term.
 A "Democracia" Israelense sentencia os jovens que se recusam a servir à penas que variam de 21 a 28 dias de cadeia e, se estes se recusam a usar uniforme militar na cadeia, passam seus dias na solitária. Como se vê, nada mais democrático do que respeitar o direito de um cidadão a se recusar a ser forçado a matar outro indivíduo e compactuar com um genocídio.

Os jovens podem ser sentenciados repetidas vezes à cadeia pois, como se recusam a servir, podem ser reconvocados indefinidamente e, a cada recusa, são presos novamente. Em alguns casos o jovem jamais recebe os papéis de dispensa, viva a Democracia!

After completing their sentence, they are then drafted again and if they refuse a second time, as most do, they face the same sentence. This can be a repeated process in which Shministim return home for a few days or longer and are then drafted and then imprisoned. Even through they refuse to serve, they still in a sense ‘belong’ to the military until they receive their discharge papers. A Shministi may never receive these papers, and although the Israeli military may tire of re-calling objectors into prison regularly, without these papers, an objector’



O site December 18th traz mais informações, uma petição e declarações de jovens que se recusam a servir no Exército Genocida. Apóie a campanha!

O movimento Shministim data de 28 de abril de 1970 quando um grupo de jovens próximos da época do alistamento enviaram uma carta para a então primeira-ministra Golda Meir anunciando suas reservas quanto à ocupação da Cisjordânia e Gaza. Um novo grupo foi formado em 1987, jovens se recusavam a servir nos Territórios Ocupados e contribuir com o genocídio e deram a si o nome de "Shministim", o nome uqe a imprensa ahavia usado apra (des)qualificar o grupo original dos anos 70.

Em 2001 um novo grupo se formou e hoje são cerca de 3 mil ou mais os membros do Shministim que se recusam a servir em protesto contra a situação dos direitos humanos na Palestina e os constantes abusos do Exército de Israel.

Para mais informações:

Movimento Why We Refuse
The Times Online - Father, forgive me, I will not fight for your Israel
YNet - Conscientious objector to IDF service jailed
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Censura na Internet: Desobediência Civil!


Me somo a Pierre Lucena do excelente Acerto de Contas, ao Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, ao Caribé do Entropia, ao Sérgio Amadeu do Trezentos e tantos outros blogueiros e afirmo que não compactuarei com esta palhaçada proposta pelo Senador Azeredo e por Marco Maciel de controlar a internet e atentar contra sua neutralidade e liberdade.

Não passa de absurdo e de total demonstração de completo desconhecimento dos mecanismos que regem a internet a proposta de proibir que, por exemplo, se use o Youtube para campanha eleitoral. Como o digníssimo Azeredo acha que vai proibir? O povo brasileiro não merece uma nova Cicarelli!

Do Acerto de Contas, as propostas risíveis de Azeredo e Maciel:
Veja as idéias “avançadas” de Azeredo:
  1. O YouTube deve seguir as regras de TV
  2. Os blogs estarão proibidos de emitir opiniões favoráveis ou desfavoráveis sobre candidatos
  3. Debates apenas se todos forem convidados
  4. Entrevistas só com todos
  5. Em resumo….blogs e sites deverão ser tratados como jornais.
Me pergunto, como os senadores acham que vão forçar o Youtube a seguir as regras da TV? Não me surpreenderia se os digníssimos ainda propusessem horário eleitoral no portal de vídeos, igual queriam fazer com a TV a cabo, que pagamos exatamente para escapar do carnaval ridículo de cada eleição onde uns vão passar peroba e outros construir o aerotrem. Se já é uma piada na TV aberta, imaginem na fechada e na internet?

O segundo ponto é terrível, uma verdadeira censura! Estaremos nós, blogueiros, proibidos de falar, de emitir opinião! Seremos brutalmente censurados em nosso direito de nos expressar! Aí me pergunto, como ficam os blogs que fazem direta referência à um partido ou candidato? Serão fechados? E os blogs críticos a um ou outro, seus donos serão presos, multados?
Senadores e deputados que se deram mal na Internet (não preciso nem citar os nomes) buscam retirar a maior qualidade das redes distribuídas que é a possibilidade do cidadão comum falar e comentar o que quiser, como faz na porta de sua casa, na roda de amigos ou no seu bar predileto. O mundo da rua veio para a rede e certos políticos estão incomodados.
Os demais pontos nem valem comentário, imaginem um humilde blogueiro convidando um candidato de sua cidade, de 5 mil habitantes, para uma entrevista no seu blog com 10 acessos por dia sendo forçado a entrevistar todos os outros! Só rindo pra não chorar! Ou melhor, é pra chorar de rir!


E tudo isto veio da cabeça pensante (sic) do Senador Azeredo, responsável pelo mensalão mineiro que vai ter que se explicar para o ministro Joaquim Barbosa, do STF. Ou seja, vejam só a figura ilibada e decente responsável por nos censurar, ou segundo ele, "moralizar" a internet e a campanha eleitoral.
os senadores decidiram que os sites noticiosos, cujo conteúdo se assemelhe aos jornais impressos, poderão publicar propagandas pagas de candidatos. Mas, ao contrário dos jornais de papel, somente veicularão anúncios de candidatos a presidente da República. A regra é a mesma que vale para os jornais: no máximo dez anúncios, em datas diferentes, até dois dias antes da eleição, no formato de até um oitavo de página de um jornal formato standard.
Os Blogs viraram jornal.Mas este nem é o problema, imaginem, só pra começar, quem e como iriam ser verificado se um blog ou um "site noticioso" tem conteúdo que "se assemelhe aos jornais"? Ora, este meu blog é carregado de notícias, além de comentários, se assemelha a um jornal? Quem vai dizer o que é ou não é, o Senador Azeredo e seus milhões de ciberpoliciais 24h no ar prontos a ler todo e cada blog e site do país?

O pior de tudo, a regra do tamanho e local, será que o senador conhece o conceito de pixel, resolução, será que ele sabe que um anúncio "fica" no site, no servidor e não se apaga sozinho para que a regra seja cumprida?

Até mesmo a estúpida regra de que os sites dos políticos tem que sair do ar pouco antes da eleição é estapafúrdia. Os senadores Azeredo e Maciel conhecem o conceito de "Cachê"? De "PrintScreen"? Só pra ficar no básico para que os dinos compreendam.


As propostas (sic) são tão sem pé nem cabeça que só podemos chegar à conclusão de que o Senado perdeu o bonde da história, não sabem lidar com a internet e com as críticas, campanhas e movimentos contrários à si e resolveram partir para o ataque, buscando censurar, proibir e limitar. Só esbarram em um pequeno problema, o técnico.

Estes senadores são dinossauros, não compreendem o mínimo funcionamento de um site, de um servidor, de um blog. O que farão se um blog crítico à um candidato for hospedado na Eslovênia? Como irão censurar? Irão punir de qualquer forma, mesmo o site estando fora da jurisdição brasileira?

A cara de pau dos políticos é ilimitada. Não basta roubar, extorquir, corromper e se corromper, agora querem ainda censurar o que há de mais livre no mundo hoje, a internet. Não conseguirão.
O Senador está tão fora de si que quer fazer algo que nem o governo iraniano consegue, que é controlar a internet. Não sabe ele que a internet é justamente o território individual onde as pessoas se expressam. É o meio mais democrático de opiniões que já foi produzido.

A Justiça Eleitoral não consegue controlar a compra de votos através de bocas de urna, no dia da eleição. Imagine controlar o que todos têm a dizer.
Espero pelos milhões de ciberpatrulheiros da tropa de choque do mensaleiro. Ansiosamente!

Toda esta novela tem um só motivo e objetivo: Censurar a mídia mais democrática que existe. É o medo dos dinossauros do novo, do que os desafia e prejudica, tanto pela sua incapacidade de usar a ferramenta quanto pela facilidade e alcance com que seus podres são expostos.

Não surpreende que a proposta tenha nascido do ninho de cobras DemoTucanas, dinossauros criados na Ditadura Militar, acostumados à censura, a não serem questionados. A Internet lhes dará uma bela lição.

Este blog desobedecerá ostensivamente qualquer tentativa torpe de limitar e censurar a internet. Assim como o companheiro Pierre Lucena, só me calam na prisão.

À Desobediência Civil, todos e todas!
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

A "Democracia" Espanhola: Prisão de Beitilarrangoitia! [Update]


A Alcaldesa (prefeira) de HErnani, Marian Beitilarrangoitia, foi condenada pela "justiça" espanhola a 1 ano de prisão e 7 sem direitos políticos por "enaltecimento ao terrorismo" por, em 8 de janeiro, ter pedido uma salva de palmas a Igor Portu e Mattin Sarasola em um comício da hoje ilegalizada ANV-EAE.

Igor Portu e Mattin Sarasola, como mostrei aqui e aqui, foram presos e torturados pelas forças de segurança espanholas e conseguiram recentemente dar prosseguimento ao processo contra a polícia, que, obviamnte, nega o fato óbvio.

A condenação, claramente política e descabida, vai novamente de encontro ao que a ONU repetidas vezes chamou à atenção: A perseguição a partidos indivíduos Abertzales, quetem sua liberdade de expressão proibida, são censurados, perseguidos, presos, torturados e ilegalizados sob a desculpa da caça à ETA.

Uma das juízas inclusive afirmou que Beitilarrangoitia teria tentato "calumniar a los Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado, tildándolos de torturadores, para así obtener fuertes aplausos de los asistentes al acto".

Ora, mas a polícia espanhola é, de fato, torturadora, e isso foi reconehcido, ao menos em primeira instância, pela mesma justiça do país! Então se a polícia, os treze agentes torturadores, forem condenados, como fica a questão? Beitilarrangoitia terá sido condenada por falar nada mais que a verdade!

Condenan a un año de prisión y siete de inhabilitación a la alcaldesa de Hernani

La Audiencia Nacional española ha condenado a la alcaldesa de Hernani, Marian Beitialarrangoitia, a un año de cárcel y siete de inhabilitación por "enaltecimiento del terrorismo" por pedir un aplauso para Igor Portu y Mattin Sarasola.

05/06/2009 15:18:00

MADRID-. La Sección Cuarta de la Sala de lo Penal de la Audiencia Nacional española ha condenado a Marian Beitialarrangoita a un año de cárcel y a siete de inhabilitación por un delito de "enaltecimiento del terrorismo" por pedir un aplauso para Igor Portu y Mattin Sarasola en en un acto político celebrado el 12 de enero de 2008 en el Anaitasuna de Iruñea.

La sentencia absuelve a la alcaldesa de Hernani del delito de "injurias graves" a las FSE del que le acusaba la AVT.

Las magistradas Ángela Murillo, Teresa Palacios (ponente) y Carmen Paloma González afirman que las palabras que pronunció la alcaldesa no pueden atribuirse a "una forma de expresar unas ideas" porque entienden que su "expresivo recordatorio" se dedicó a quienes "en pro de la independencia del País Vasco perpetran atentados de todos conocidos y por muchos sufridos. En puridad, lo que se hace sencillamente es ensalzar a ese colectivo", sostienen.

Las juezas consideran acreditado que "la finalidad" de Marian Beitialarrangoitia "no era otra que la de exaltar a los que, desde su prisma, están en prisión por la lucha por la independencia del País Vasco, dispersados en prisiones españolas y francesas, los que han de ser tributarios del recuerdo y cariño que les dispensó, siendo estas personas integrantes de ETA o relacionadas con la misma".

Voto particular de Murillo

El fallo ha contado con el voto particular discrepante de la juez Ángela Murillo, que considera que el delito debería haber sido el de "injurias" y no de "enaltecimiento del terrorismo". Murillo sostiene que Beitialarrangoitia pretendió "calumniar a los Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado, tildándolos de torturadores, para así obtener fuertes aplausos de los asistentes al acto".

Cabe recordar que Igor Portu y Mattin Sarasola, detenidos días antes por la Guardia Civil, habían denunciado que sufrieron brutales torturas durante la incomunicación, y las denuncias ante la actuación policial así como las muestras de solidaridad con los lesakarras fueron numerosas en todo Euskal Herria.

El juez Santiago Pedraz había archivado la denuncia contra la primera edil de Hernani a las pocas semanas, pero esta decisión fue recurrida por la Fiscalía y revocada por la Sala de lo Penal del tribunal especial.

Finalmente, Marian Beitialarrangoitia fue juzgada el pasado 21 de mayo y el fiscal Ignacio Gordillo pidió para ella un año de prisión y siete de inhabilitación.

Outras fontes são o Diario Vasco e o El Correo Digital.

Abaixo a cobertura do Gara na época das declarações de Beitilarrangoitia que a levaram À condenação:

ACTO POLÍTICO DE EAE-ANV EN IRUÑEA

ANV abarrota el Anaitasuna con un claro mensaje por la independencia

Varios miles de personas abarrotaron ayer el pabellón Anaitasuna de Iruñea durante un acto político en el que ANV lanzó un nítido mensaje a favor de la independencia y del derecho a decidir sobre la creación de un Estado vasco. Marian Beitialarrangoitia tuvo duras críticas para PNV, NaBai, EA, IU y Aralar, de quienes dijo que la «oleada represiva» no hubiera sido posible sin su ayuda, y Mariné Pueyo recordó «el aval de 200.000 personas» para estar en las elecciones.

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Iñaki VIGOR | IRUÑEA

El acto político del Anaitasuna comenzó cerca de las seis de la tarde, pero más de media hora antes ya se encontraban ocupadas todas las gradas y las sillas colocadas en la cancha, así como los pasillos y la parte superior del pabellón. La gran expectación mediática que suscitó esta convocatoria se reflejó en el hecho de que el acto fue cubierto por una docena de canales de televisión y casi una veintena de periodistas.

Entre gritos de «Independentzia», «Jo ta ke irabazi arte» y «Presoak kalera, amnistia osoa», los miles de asistentes recibieron en pie a los ioaldunak, que dieron una vuelta al pabellón con antorchas. Tras el saludo a la ikurriña por parte de un grupo de dantzaris, Lander Garro y Amparo Lasheras explicaron los motivos que les han impulsado, «al igual que otros muchos miles de personas», a firmar el manifiesto de ANV a favor de la independencia.

A continuación se emitió un vídeo sobre los países que han alcanzado la independencia en los últimos años y los que están en proceso de conseguirla, entre los que se incluyó Euskal Herria. Este vídeo fue acogido con una prolongada ovación, al igual que las intervenciones de representantes políticos de Flandes y Escocia, que desearon al pueblo vasco que alcancen la independencia.

El canto del himno de Nafarroa en euskara, con los asistentes puestos en pie, dejó paso a una emotiva actuación de Fermín Balentzia, que interpretó temas tan lejanos y actuales como «Llorando está la pastora en la muga de Ibardin» o «Navarra tiene cadenas».

Ovación para Portu y Sarasola

Seguidamente tomó la palabra Marian Beitialarrangoitia, secundada en el estrado por varias decenas de cargos electos de ANV que fueron recibidos con fuertes aplausos y gritos a favor de la independencia.

Pero la ovación todavía fue mayor para Igor Portu, Mattin Sarasola y todos los presos políticos dispersados en cárceles francesas y españolas, presos que fueron recordados por la alcaldesa de Hernani nada más iniciar su intervención. Su segunda frase fue para Rubalcaba, al que acusó de mentir «como lo hizo su antecesor» al frente del Ministerio de Interior español, Angel Acebes.

«Pasarás a la historia como el ministro de la mentira, como el ministro de la represión, porque como dice el refrán, se le pilla antes a un mentiroso que a un cojo. Nuevamente habéis hecho el ridículo. En Euskal Herria todo el mundo lo sabe: aquí se tortura, todos los cuerpos policiales y represivos utilizan la tortura sistemáticamente contra los independentistas vascos. Y aunque tengamos declaraciones de tortura y malos tratos escalofriantes -añadió-, Azkarate, Ibarretxe y los que se denominan como los grandes defensores de los derechos humanos se limitan sólo a poner en duda la versión oficial».

En este sentido, recordó las recientes palabras del propio lehendakari en el sentido de que «El Gobierno Vasco en ningún momento ha dicho que se hayan producido torturas», y añadió en euskara: «Muchas gracias, Ibarretxe, por la aclaración».

«Hasta aquí habéis llegado»

Tras recordar que el próximo mes de febrero se cumplen 27 años de la muerte por torturas de Joxe Arregi, Beitialarrangoitia dijo que «ha llegado la hora de decir `basta ya' a este estado de excepción, de decir `hasta aquí habéis llegado' y de poner límite a la idea de que `todo vale' contra Euskal Herria».

Las palabras de la portavoz independentista fueron seguidas de gritos de «Jo ta ke irabazi arte» por parte de los asistentes que abarrotaban el pabellón Anaitasuna. A continuación, la representante de la izquierda abertzale acusó a PNV, NaBai y PSOE de «querer blindar» el actual marco y de preparar «un nuevo fraude al amparo de la Constitución española, con el claro objetivo de mantener la partición territorial de Euskal Herria y negar al pueblo vasco decidir sobre su futuro político». «Para poder llevar a cabo este fraude en Navarra -agregó-, el PSOE ha buscado un aliado necesario: Nafarroa Bai, al ser un agente atado a la línea del PNV. NaBai le ayudará a mantener el actual marco y confluirán en la intención de acabar con la izquierda abertzale».

Marian Beitialarrangoitia enmarcó en este contexto político la «oleada represiva» de los últimos meses y los intentos de ilegalización de ANV. «Queremos dejar claro -afirmó- que la marea represiva que estamos viviendo no hubiera sido posible sin la ayuda de PNV, NaBai, EA, IU y Aralar». A todos estos partidos les acusó de «haber demostrado que están dispuestos a continuar aceptando todos los ataques contra los derechos de Euskal Herria» y de «no hacer nada, como hasta ahora», para evitar la ilegalización de partidos políticos vascos.

«No esperábamos otra cosa», agregó, para concluir con un llamamiento a responder a las agresiones contra los derechos del pueblo vasco.

Llamamiento a organizarse

«Esta es la propuesta que acabamos de poner encima de la mesa, una propuesta realista que, aquí y ahora, puede devolver la palabra y la decisión a las y los ciudadanos de Euskal Herria, en general, y a los de Nafarroa. Una propuesta que posibilita crear un marco democrático a modo de transición, compuesto por dos autonomías. Y esa propuesta será nuestra oferta para las próximas elecciones», anunció en su intervención la representante de ANV.

Poco antes de finalizar el acto político de ANV en Iruñea se hizo un llamamiento a organizarse «barrio por barrio y pueblo por pueblo» para hacer frente a la oleada represiva, al tiempo que se advirtió de que «la represión se puede intensificar en las próximas horas y en las próximas semanas».

El canto de «La Internacional» y del «Eusko gudariak» puso fin a un acto político multitudinario y que, en palabras de algunos asistentes, puede ser histórico si se confirma que el Gobierno español tiene decidida ya la ilegalización de ANV para evitar que pueda presentarse a las próximas elecciones de marzo.

Erauskin acusa al PSOE de «preparar el terreno» para justificar la ilegalización

La parlamentaria de Ezker Abertzalea Nekane Erauskin acusó ayer al Gobierno del PSOE de «estar preparando el terreno poco a poco, mediante declaraciones y manipulaciones», para «justificar la decisión política» de ilegalizar este partido y ANV. Erauskin enmarcó las amenazas de ilegalización «dentro de la estrategia que tienen PP y PSOE para este pueblo, que no es otra que la del totalitarismo, la represión, las ilegalizaciones y la conculcación de derechos». «No tienen voluntad de solucionar el conflicto por vías políticas -declaró a Radio Euskadi-, y por eso van preparando el terreno para tomar las decisiones políticas que van a tomar. Que luego no digan que son decisiones judiciales».

Por su parte, Gaspar Llamazares emplazó al Gobierno de Zapatero a que «no tome decisiones apresuradas y sin consenso, únicamente por interés electoral o arrastrados por el extremismo del PP», y José Bono (PSOE) dijo tener la «intuición» de que los integrantes de ANV son «cómplices y encubridores» de ETA y señaló que le agradaría la ilegalización GARA

Gran expectación

La gran expectación que levantó el acto de ANV en Iruñea se reflejó en el amplio seguimiento mediático que tuvo, con una docena de cadenas de televisión y cerca de una veintena de periodistas, algunos de otros países.

Presentados los cabezas de lista para las elecciones

Después de la intervención de Marian Beitialarrangoitia tuvo lugar la presentación de los cabezas de lista de ANV para las elecciones del próximo 9 de marzo. Andoni Elorrieta (Bizkaia), Miren Legorburu (Gipuzkoa), Aitor Bezares (Araba) y Mariné Pueyo (Nafarroa), subieron al estrado para hacer una lectura de la actual situación política y exponer algunas líneas básicas del programa con el que se presentarán a los comicios.

Mariné Pueyo, actual concejala de ANV en Iruñea, aseguró con voz firme que «por encima de todos los obstáculos, represión e ilegalización, EAE-ANV estará en las elecciones de marzo».

«Tenemos el aval de 200.000 personas -recordó Pueyo-, la legitimidad otorgada en las elecciones anteriores por 200.000 vascos y vascas, y porque somos la única fuerza política que quiere un verdadero cambio para nuestro país, y porque somos el único partido que tenemos una oferta política de izquierdas».

La concejala abertzale remarcó que todos los ataques que se vienen produciendo desde hace meses contra la izquierda abertzale no les moverán «ni un ápice» del camino emprendido. «Tenemos la firme determinación de estar presentes en los próximos comicios y llevar el clamor de la independencia a las urnas, porque lo consideramos un acto de responsabilidad con los compromisos adquiridos con nuestro pueblo. Porque a las elecciones del 27 de mayo -recordó- nos presentamos con un objetivo claro: para darle un sí rotundo al proceso democrático, para decir sí al cambio político y para construir Euskal Herria desde la izquierda».

De cara al 9 de marzo próximo, Mariné Pueyo anunció que «vamos a continuar por ese camino y vamos a las elecciones para darle un sí rotundo a un verdadero cambio políticos, un sí rotundo a la independencia».

«En marzo -concluyó su intervención-, Euskal Herria le tiene que dar un no rotundo a la Constitución española, un no a la Constitución que permite seguir con la partición y negación de nuestro pueblo, un no a la Constitución que encarcela los derechos de Euskal Herria, y un sí rotundo a la independencia».

I. V.


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Novas informações do El País:

"En el juicio, la alcaldesa declaró que pidió ese "chaparrón de aplausos" para Portu y Sarasola como "una expresión puntual de cariño" ante los presuntos malos tratos que sufrieron en su detención. Beitialarrangoitia no ingresará en prisión al ser la pena inferior a dos años de cárcel y tampoco quedará inhabilitada porque la sentencia todavía no es firme, ya que cabe recurso ante el Supremo, informa EFE."

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

HRW denuncia prisões e brutalidade em Papua Ocidental


Já comentei algumas vezes sobre a situação de Papua Ocidental (veja aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), que luta ha anos por sua independência da Indonésia e tudo que recebe em troca é brutalidade, violência, prisões e assassinatos encomendados pelo Estado.

A Human Rights Watch acaba de lançar um longo comunicado sobre a situação local, com prisões, brutalidade e mais violência contra a população da região que reproduzo abaixo.

São mais de 230 prisioneiros políticos, alguns presos por se manifestarem pacificamente contra a Indonésia e outros sem aparentemente qualquer razão - como se "protestar" fosse razão para prisão e tortura.

Recentemente a Indonésia realizou eleições nacionais para renovar o parlamento nacional e regionais e pela primeira vez partidos regionais concorreram, no caso, de Aceh, região cujo movimento separatista depôs as armas após o Tsunami que devastou o país e que acabou vencendo com ampla maioria o processo eleitoral. Papua não teve a mesma sorte e os grupos locais ainda lutam - com ou sem armas - para conseguir seu espaço e a independência de sue país, mesmo sob o forte controle e imensa repressão por parte da Indonésia, que não é conehcida por sua gentileza e boas maneiras, vide o caso do Timor, que sofreu anos e anos de repressão e destruição nas mãos da indonésia.

Indonesia: Stop Prison Brutality in Papua


The Indonesian government should investigate and hold accountable abusive guards and officials at the Abepura prison in Papua, Human Rights Watch said today. Various sources report that torture, beatings, and mistreatment by guards are rampant. Abepura holds approximately 230 prisoners, of whom more than a dozen are imprisoned for peaceful political acts.
"How can the government turn a blind eye to beatings and torture in one of its prisons?" said Brad Adams, Asia director at Human Rights Watch. "Jakarta needs to put an end to this disgraceful behavior, punish those responsible, and start keeping a close eye on what is happening there."
Human Rights Watch has received reports of more than two dozen cases of beatings and physical abuse since Anthonius Ayorbaba, a Papuan civil servant who previously worked in the Jayapura office of the Ministry of Law and Human Rights, became the prison warden in August 2008. As prison warden, Ayorbaba is the most senior prison official in Abepura. The administration of prisons falls under the Ministry of Law and Human Rights.
Human Rights Watch said that the Indonesian government should replace the prison administration and open the prison to international monitoring. Foreign human rights monitors and foreign journalists require special police permission to enter Papua province and are unable to carry out independent research there. Human Rights Watch also urged President Susilo Bambang Yudhoyono to set up an independent team to investigate abuses in Abepura prison.
Incidents of Abuse
In one case, on September 22, 2008, prison guards took political prisoner Ferdinand Pakage to the prison security office at around 8 a.m. The prison's security chief hit Pakage with a rubber club six times in the head. A guard hit Pakage with his bare hand, while the chief repeatedly kicked Pakage with his boot. Another guard, Herbert Toam, punched Pakage's head while holding a lock and key, which penetrated Pakage's right eye. Guards threw Pakage into an isolation cell unconscious at around 8:20 a.m. At 2 p.m., prison guards brought Pakage to the Abepura hospital, but the hospital was closed. Only on September 23 did doctors examine Pakage at Dock Dua hospital in Jayapura. It was too late to save his right eye, as the bleeding was too severe.
Ayorbaba wrote an undated chronology of the case, obtained by Human Rights Watch, which described the beating by Toam. It states that the severe injury inflicted was an accident, claiming that Toam hit Pakage without realizing that the key was still in the lock. It also claimed that Pakage had previously threatened a prison guard. The report does not mention the role of two other prison guards in the attack.
In December 2008, Ayorbaba told Human Rights Watch that the report had been submitted to the Ministry of Law and Human Rights as well as the National Commission on Human Rights (Komnas Ham), and that "Herbert is very likely to be fired." Ayorbaba said he had advised Toam to take a leave of absence from work and settle the case through traditional means, involving negotiations with Pakage's clan. Toam did not go to work between October 2008 and March 2009, though he continued to draw his monthly salary. He failed to settle the case through traditional means and returned to work in April.
Neither the Ministry of Law and Human Rights nor Komnas Ham appear to have conducted any investigation into this matter. In October, Pakage's family tried to report the case to the Jayapura police, but the police refused to file the case, suggesting that the family could settle the case with the Ministry of Law and Human Rights. The family orally lodged a complaint with the ministry. In October, the Office of Justice, Peace and Integrity of Creation (KPKC), a religious group, wrote to the Ministry of Law and Human Rights office complaining about various cases of abuse, including Pakage's case, but there has been no follow-up.
In another case, on February 26, 2009, Abepura prison officials discovered that Buchtar Tabuni, a detained student leader, had a mobile phone in his pocket. According to Tabuni, prison guard Andrianus Sihombing hit Tabuni in his eye, causing it to bleed. Prison guards temporarily moved Tabuni to the Jayapura police detention center, apparently so that Indonesia's law and human rights minister, Andi Mattalatta, would not see the wound while making a planned inspection of the prison the next day. After Mattalatta left Papua, guards returned Tabuni to Abepura prison.
On March 1, 2009, Yusak Pakage, another political prisoner who is related to Ferdinand, asked Sihombing why he had beaten Tabuni. Sihombing responded by hitting Pakage in the face, breaking his glasses and cutting his forehead. Several prisoners intervened to defend Pakage. That night, led by Warden Ayorbaba, guards moved eight prisoners, including Pakage and a student leader, Selphius Bobbi, into a small isolation cell, where they were kept for three nights. The guards reportedly beat Bobbi. Other guards entered detention blocks and beat many prisoners indiscriminately, witnesses said. Witnesses told Human Rights Watch that some of the guards appeared to be drunk.
Guards also reportedly beat with iron bars two prisoners who had delivered water and food to Pakage while on kitchen duty, unaware of an apparent order not to feed him.
On May 11, a guard beat a prisoner for possessing a mobile phone, causing severe bleeding from his left ear. As a result, the prisoner lost partial hearing in that ear. According to witnesses, the same guard beat two other prisoners who had used the mobile phone. The guard forced one of the prisoners to put his hand into boiling water. The identity of some of those making the reports is being kept confidential to protect them from retribution.
Efforts to Lodge Complaints Fruitless
Indonesia's Rehabilitation Law No. 12/1995 sets out procedures for prisoners to complain about mistreatment in prison. Prisoners are to report abusive guards to the prison warden. If the warden is involved, they can report the case to the provincial office of the Ministry of Law and Human Rights in Jayapura. In such cases, criminal action can be brought against the officials involved, and the prisoners are entitled to legal representation.
Prior to Ayorbaba's posting as warden, prisoners and their relatives often reported abuse by guards to the Ministry of Law and Human Rights, but no action was ever taken. Prisoners say they have stopped reporting abuses because they lack faith in the system, and because Ayorbaba had worked in that office before his promotion so they feared retribution if they spoke out.
Ministry of Law and Human Rights inspectors from Jakarta are required to inspect prisons regularly. In practice, prisoners and a prison guard told Human Rights Watch, the inspectors usually just meet with the warden. Prisoners have no opportunity to meet or discuss any issues with prison inspectors from Jakarta.
Since August 2008, informal leaders among the prisoners at Abepura had requested a meeting with Ayorbaba, but he had refused. In December 2008, Yusak Pakage, one of the leaders, had a chance to talk with Ayorbaba when he visited a hospital where Pakage was being treated for an illness. At that meeting, Ayorbaba declined to talk about abuses and did not take the complaints seriously.
"The Indonesian government needs to replace the Abepura prison management," said Adams. "But this is not just a failure of one prison warden. It's a failure of Jakarta to set proper standards and enforce them."
In March, the Indonesian Foreign Ministry ordered the International Committee of the Red Cross (ICRC) to close its field offices in Jayapura and Banda Aceh. The ICRC ran sanitation projects in Papua and also visited detainees, including political prisoners, in Abepura prison. Indonesian Foreign Ministry spokesperson Teuku Faizasyah denied that the closure had anything to do with the ICRC's visits to Papuan prisons, including Abepura, saying that it was merely a regulatory measure.
Human Rights Watch said that international monitors such as the ICRC and independent human rights groups should be able to visit prisoners in Abepura to investigate reports of abuse, given the ministry does not appear to be protecting the interests of prisoners or responding to grievances.
"These prisoners have exhausted all avenues to fight for their rights, but officials refuse to listen," said Adams. "Given the scale of abuses, the Indonesian government should open Papuan prisons to international monitoring."
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Isso é Sionismo! Vários exemplos deploráveis....

Vários exemplos do que é Sionismo, via The Angry Arab.

"The PA ministry of prisoners and ex-prisoners' affairs in Gaza has accused Tuesday the Israeli occupation authorities of kidnapping 345 Palestinian citizens, including 40 minors during the past month of April."
Apenas para completar o que eu já havia mostrado antes aqui.

"Israeli authorities transferred ailing 60-year-old detainee Ahmad Al-Qiq from the Ar-Ramlah Hospital to the Ofer Detention Center near Ramallah despite the move meaning he can no longer receive adequate care, his family said Monday."
Básica sentença de morte. Será que não é mais um desrespeito ao direito internacional por parte de Israel? Será????

"Tzipi Livni, another so-called centrist, holds similar discriminatory views. On January 23, 2002, she urged members of the Knesset to reject an equal-protection clause according to which equality is the right of every citizen in the state regardless of his or her nationality, religion, or views. The proposed bill was rejected, and formal equality remains outside the Israeli book of laws. Livni also supported bills in the Knesset that would grant settlement and allocation of land for Jews only, such as the one submitted by MK Rabbi Haim Druckman on February 18, 2002. Finally, she repeatedly argued that Israel will never be the national home for its Palestinian citizens and averred that, if they have a collective aspiration, they should look for it elsewhere."
Incrível que alguém ainda tente diferenciar os partidos de direita, centro e "esquerda" de Israel de acordo com a opinião, propostas e tratamento dado aos Palestinos.... Todos são iguais. Genocidas.

Em Israel é oficial, não existe igualdade entre os cidadãos, apenas Judeus de primeira classe e Árabes de segunda classe.

Aliás, "centrismo" e a maior piada já inventada. "Murismo" seria um nome melhor, se bem que, o centrismo é uma excelente maneira de enganar, não se tem comprometimento com nada, com nenhum lado então é possível fazer acordos com qualquer um, propor qualquer coisa, só dependendo da vontade de seus membros. É a total falta de comprometimento e prostituição política.

"Data collected by Physicians for Human Rights-Israel "indicates a rise in the number of Palestinian patients interrogated and forced to provide information as a precondition to exit Gaza for medical care," it said. "Between January 2008 and March 2009, at least 438 patients have been summoned for... interrogations... as a precondition for the review of their applications for an exit permit for the purpose of accessing medical treatment outside of the strip," it said."

Corrobora o que mostrei antes aqui. Novamente a recusa, em desrespeito às leis internacionais, em oferecer tratamento médico à população, pior, à população massacrada por seus exércitos.

Obrigar a delação em troca de tratamento médico é o cúmulo! Imagino o soldado israelense, rindo, proibindo uma mãe Palestina de levar seu filho, semi-morto, a um hospital, até que ela seja obrigada a trair seu povo.

Finalmente, um absurdo indescritível, vejam neste site, no canto esquerdo, na coluna esquerda, pra ser mais exato, vejam que bandeira "representa" o Oriente Médio!O.o



Israel = Oriente Médio?
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Dona da Daslu condenada... Presa é outra história!

Vejamos, a dona da Daslu foi presa.

Primeira instância.

Quem é o presidente da última instância?

Precisa de dica?

Só sei que, no fim, ela é rica e poderosa. Não vai pra cadeia.
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